sexta-feira, 15 de março de 2013

INFO: Governo cria empresa para fomentar inovação tecnológica


 
Marco Antonio Raupp: ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação.

O governo federal anunciou hoje (14) a criação da Empresa Brasileira para Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), que visa a fomentar o processo de cooperação entre empresas nacionais, principalmente pequenas e médias, e instituições tecnológicas ou instituições privadas sem fins lucrativos voltadas a pesquisa e desenvolvimento (P&D).

A Embrapii será uma organização social (OS) e tem investimentos previstos de R$ 1 bilhão para este e o próximo ano. Os recursos vêm do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e dos parceiros envolvidos.

A iniciativa do governo será implementada por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Ministério da Educação (MEC)

“[A Embrapii] Nada mais é do que uma estrutura ágil que vai fazer o casamento entre as demandas das empresas. Um agente para estabelecer a química, um catalisador que vai estabelecer uma química entre a demanda empresarial e a infraestrutura tecnológica. Foca na demanda industrial e também um estímulo às instituições de P&D existentes no país”, disse o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, durante reunião da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), no Palácio do Planalto, com a presença da presidenta Dilma Rousseff.

A nova organização é inspirada nos moldes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), considerada uma das principais responsáveis pelo desenvolvimento e destaque do país no setor do agronegócio.

O projeto piloto da Embrapii envolve o Instituto Nacional de Tecnologia, do Rio de Janeiro, na área de biotecnologia, o Instituto de Pesquisa Tecnológica, de São Paulo, em energia e saúde, e o Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia (Cimatec), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

TI INSIDE: Nova lei de proteção ao consumidor deve ser sancionada nesta sexta

O governo federal deve anunciar, nesta sexta-feira, 15, Dia Mundial do Consumidor, a nova política de defesa do consumidor. O pacote, antecipado pela presidente Dilma Rousseff no pronunciamento em rede nacional feito da semana passada, pretende dar mais transparência às relações de consumo, protegendo compradores e dando mais segurança jurídica às empresas.

Um dos objetivos do novo pacote é melhorar as relações de consumo, inclusive por meios eletrônicos. As leis brasileiras atualmente não são tão claras quando o assunto são webstores ou mesmo quando o relacionamento com clientes é feito por meios não tradicionais, como redes sociais. Somente no ano passado, o comércio virtual cresceu 29% no Brasil.

Segundo dados Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) o setor movimentou R$ 24,12 bilhões em 2012, sendo que pelo menos R$ 9 bilhões de brasileiros fizeram sua primeira compra virtual no ano. E é justamente esses novos consumidores que o pacote, que deve sair amanhã, pretende atingir. “Com a inclusão social fizemos nascer novos consumidores. É nossa obrigação agora defendê-los”, afirmou a presidente Dilma no pronunciamento.

No elenco de medidas que devem ser anunciadas também está a criação de um cadastro positivo com a relação de empresas que mais respeitam o Código de Defesa do Consumidor, e de um outro com aquelas que mais reclamações recebem. Será uma espécie de “Serasa das empresas”, em alusão do cadastro de pessoas físicas com dívidas no mercado, no qual as companhias ali listadas podem ser punidas pelo excesso de problemas.
Também deve ser criado um conselho interministerial para cuidar dos problemas mais frequentes da relação entre consumidor e empresas. A idéia é não concentrar o foco apenas no conflito, mas também nas causas. Segundo o Ministério da Justiça, se muitos consumidores reclamam da qualidade de móveis, por exemplo, o problema pode ser a falta de mão de obra qualificada para a montagem. Esse conselho iria buscar a razão estrutural e apontaria soluções para evitar que outros casos semelhantes aconteçam.

Outra medida é que as estruturas já existentes, como os Procons, atualmente vinculados exclusivamente a estados e municípios, passarão a receber mais apoio do governo federal, através da recém-criada Secretaria Nacional do Consumidor (SNC), vinculada ao Ministério da Justiça. A ideia é dar mais agilidade à resolução de conflitos entre empresas e consumidores.

As operadoras de telecomunicações, um dos principais alvos de reclamações dos usuários, foram convidadas para uma reunião no fim da tarde desta quinta-feira no Ministério da Justiça. Especula-se que no encontro foram antecipados os detalhes de como deve ser a nova política federal de direitos do consumidor. 

TI INSIDE: Comissão da Câmara vai acompanhar desenvolvimento do PNBL

Comissão da Câmara vai acompanhar desenvolvimento do PNBL:
 
A implantação do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) deverá ser acompanhada mais de perto pelo Congresso Nacional. A Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados aprovou em sua última reunião a criação de uma subcomissão para acompanhar as ações do programa.

Em seu requerimento, o deputado Newton Lima (PT-SP) justificou a criação da instância pelo "impacto que esta infraestrutura de comunicação representa na economia e no desenvolvimento social do país, vis a vis às metas de melhoria da qualidade, redução de preços e ampliação da cobertura".

Nas próximas reuniões da Comissão de Ciência e Tecnologia devem ser definidos detalhes de como o grupo vai trabalhar, quando deve ser feita a instalação, quantos membros a subcomissão terá e qual será o seu roteiro de trabalho.

O PNBL é uma iniciativa do Ministério da Comunicações para massificar o acesso à internet até o ano de 2014. Instituído pelo decreto presidencial 7175 de 12 de maio de 2010, o plano tem como meta até o ano que vem a instalação de 40 milhões de conexões fixas, 60 milhões em dispositivos móveis e 100% de cobertura em órgãos públicos, escolas e bibliotecas.

Folha de S.Paulo: Venda de produto pela internet vai ter de oferecer assistência técnica


Quem vender produto quebrado pela internet terá de oferecer assistência técnica ao comprador, e quem prestar informação errada em transações virtuais pode ter de devolver o dinheiro.

Isso é o que prevê o decreto que regulamentará o comércio eletrônico no Brasil, uma das ações do pacote que a presidente Dilma Rousseff lança hoje para defender o consumidor brasileiro.

O comércio virtual, uma das modalidades de consumo que mais têm crescido, não tem hoje uma legislação exclusiva para garantir os direitos do consumidor.

Os principais focos do decreto são: forçar a prestação de informações claras ao comprador, exigir cumprimento de prazos para entrega e fixar regras claras de pós-venda, como tempo de garantia e troca de produto com defeito.

Ou seja: incluir o comércio virtual nas normas do Código de Defesa do Consumidor, com punições para quem não honrar as obrigações.

Quem fizer venda pela internet também ficará obrigado a oferecer um canal de informação pelo qual o consumidor pode entrar em contato, além de informar o prazo para a resposta e a solução dos problemas.

Na avaliação do governo, além de resolver um vazio legal, é preciso preparar um mercado que registra crescimentos exponenciais.

Segundo pesquisa do Ibope do fim do ano passado, há 94 milhões de internautas no país, incluindo adolescentes e crianças.

outras áreas

Entre as propostas que vem sendo discutidas internamente no governo nas últimas duas semanas, estão também medidas para proteger mais os clientes de bancos e de companhias aéreas, além dos usuários de telefonia e de planos de saúde.

O objetivo é obrigar empresas a melhorar a qualidade do serviço no país justamente em setores com altos índices de reclamação.

No caso dos clientes bancários, uma das propostas discutidas prevê a definição de regras claras para migração de empréstimos consignados entre os bancos, impedindo que uma instituição se recuse a fazer a transferência para uma segunda.

Além disso, foram apresentadas sugestões para punição de bancos que concedem empréstimos a clientes que estão superendividados e maior fiscalização para cumprimento de normas já fixadas, como a que determina a divulgação do custo efetivo pago pelo cliente ao tomar um empréstimo.

Convergência Digital: Para Dilma, startups têm papel essencial na inovação



Ao anunciar as medidas de incentivo à inovação, durante reunião no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff destacou o papel das micro e pequenas empresas como essencial no processo de desenvolvimento. As empresas pequenas também serão alvo dos financiamentos do BNDES e Finep. 

“Quero destacar a importância de apoiar as micro e pequenas indústrias inovadoras. No Brasil, como outros países, uma das questões essenciais colocadas é justamente a valorização das pequenas e micro empresas, principalmente por conta das startups”, afirmou a presidenta. 

Segundo ela, “uma empresa tem que pensar grande, começar pequena e agir rápido para crescer. Daí a importância a política de incentivo para micro e pequenas empresas. Acho até que teremos que integrá-la ainda mais, mas faz parte do aprendizado”. 

As startups também são alvo de um programa de incentivos específico do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação que prevê investimentos de R$ 40 milhões até 2015 para impulsionar a criação de pelo menos 150 dessas empresas iniciantes.

Olhar Digital: Apple pode lançar carregador por campo magnético



Imagine um mundo onde você possa carregar seus aparelhos eletrônicos sem necessitar ficar conectando-os à tomada. A ideia pode tornar-se realidade se depender da vontade da Apple, que já registrou patente para a tecnologia.

Atualmente existem carregadores sem fio, mas eles funcionam por carga indutiva – que requer que seu aparelho esteja bem próximo ou até encostado em uma base conectada à tomada.

Já no caso da patente da Apple, a tecnologia utilizaria campo de ressonância magnetica, que criaria uma “área de energia” para carregar o aparelho. Caso tal tecnologia passe a ser adotada em larga escala nas residências, os mouses e teclados sem fio, por exemplo, poderiam dispensar o uso de pilhas.

Se a novidade seguir a tendência dos atuais aparelhos da Apple, é possível os carregadores só funcionarem com outros produtos da marca. Será que veremos a inovação em breve?

Olhar Digital: Pesquisadores criam sistema com múltiplos cursores para proteger senha



Um cientista japonês desenvolveu uma técnica que pode ajudar bastante na hora de usar o mouse para inserir uma senha no computador. O recurso mostra vários cursores se movendo aleatoriamente na tela, de forma que fica impossível saber qual é o verdadeiro.

Muitos sistemas já foram inventados para proteger o usuário que digita uma senha, mas ele nunca fica 100% protegido dos 'olhos curiosos' ou de um hacker que possa estar capturando a tela remotamente.

Os desenvolvedores assumem que o usuário poderá se confundir um pouco a princípio ao ver tantos cursores se movendo ao mesmo tempo, mas se acostuma rapidamente a identificar qual é o verdadeiro, como aponta o Ubergizmo.

O sistema poderia ser uma boa alternativa aos sites bancários, por exemplo, que já rejeitam a inserção de senhas pelo teclado, justamente para evitar os keyloggers. Este poderia ser um sistema de segurança complementar.

Confira seu funcionamento abaixo:


IDG Now!: Google remove da Play aplicativos que bloqueiam anúncios


Empresa alega que as ferramentas estão violando suas regras "por interferir ou acessar outros serviços"; companhia fatura com cliques em banners

O Google tem removido alguns programas da loja Play que bloqueiam anúncios na web, alegando que as aplicações violam suas regras por interferir com outros serviços.

Uma das aplicações proibidas, o Adblock Plus, disse que recebeu uma notificação por email na quarta-feira dizendo que violou o artigo 4.4 do Acordo de Distribuição.

"Depois de uma revisão regular foi determinado que seu aplicativo interfire ou acessa outro produto ou serviço de forma não autorizada", disse o Google ao Adblock Plus. "Isso viola seu acordo conosco", disse a empresa.

Pelo menos um outro produto para bloqueio de anúncio, o AdAway, também foi removido.

A receita do Google é altamente dependente da publicidade na Internet. Aplicações que bloqueiam anúncios significam que os usuários não vão clicar sobre eles, privando empresas como Google e redes de publicidade de receitas.

O AdAway, que tem uma página no Google Code, é um programa de código aberto que funciona em dispositivos Android versão 2.1 ou acima. Uma notificação em sua página no Google Code aconselha os usuários a baixá-lo a partir de F-Droid, um site que hospeda software livre e de código aberto.

O Adblock Plus, um projeto de código aberto começou em 2002, disse em um comunicado que "aparentemente, o Google está colocando mais receitas acima da liberdade da Internet e das escolhas dos usuários."

Perto de um milhão de usuários baixaram o Adblock Plus da loja do Google desde novembro de 2012, disse Até Faida, diretor da Eyeo em Colônia, na Alemanha, a empresa que gere o Adblock Plus.

O Adblock Plus ainda está disponível na Chrome Web, onde ficam as aplicações para o Chrome. Mas Faida disse que teme que isso pode mudar "se os usuários deixarem o Google continaur a limitar sua liberdade e escolhas no Android".

UOL: Usuários fazem abaixo-assinado online contra fim do Google Reader

 
Pouco depois de o Google anunciar o fim do Reader, serviço que agrupa notícias de diversas fontes na internet, um abaixo-assinado online foi criado para pedir que a empresa o mantenha no ar. Em um post no seu blog oficial, o Google afirmou que o serviço será extinto em 1° de julho deste ano.

O abaixo-assinado criado no Change.org tinha, até a publicação desta reportagem, mais de 61 mil assinaturas. Segundo a organização que mantém a plataforma de petições online, em alguns momentos houve mais de 1.500 pessoas assinando simultaneamente o documento. A Change.org diz que esse é o abaixo-assinado mais visto nas últimas 24 horas no site.

Dan Lewis, autor do abaixo-assinado, diz que o Reader há alguns anos era uma de suas redes sociais prediletas, um lugar para reunir e ler "um monte" de conteúdo na web e onde era possível encontrar várias outras pessoas fazendo isso também. "O Google Reader floresceu como uma experiência maravilhosa para todos nós, o centro de nosso consumo diário de conteúdo online", escreve na petição.

Lewis afirma saber também que a plataforma já não tem tantos acessos quanto antes. "Mas é ainda a parte central da minha experiência de uso da internet. E a de muitas, muitas outras pessoas que assinaram abaixo", protesta. "Então, por favor, não destruam essa confiança", pede Lewis.

Fim do Reader

O Google anunciou que vai fechar vários serviços, dentre eles o Reader, aplicação disponível na internet que lê feeds RSS (basicamente, a aplicação permitia agrupar notícias de diferentes sites). A companhia chamou o processo de fechamento de alguns serviços da empresa de "limpeza de primavera".

"Essas mudanças nunca são fáceis. Mas ao focar nossos esforços, nós podemos nos concentrar em criar ótimos produtos que são mais relevantes para nossas vidas", informou Urs Hölzle, funcionário do Google, em post no blog oficial da companhia (em inglês).

Também estão na lista do Google para serem aposentados: Google Cloud Connect (que permite editar arquivos do Office diretamente na nuvem), Google Building Maker (que possibilita a criação de modelos 3D de prédio para o Google Maps), Google Voice para BlackBerry e o fim do suporte ao editor de imagens Snapseed para Macintosh e Windows.

No entanto, a aplicação que mais deve fazer falta aos usuários é o Google Reader. Criado em 2005, com ele é possível assinar feeds de diversas páginas e agrupar notícias. Segundo a empresa, quem quiser utilizar outros leitores de RSS pode exportar as assinaturas e dados do Reader.

De acordo com o Google, com essa "limpeza de primavera", a companhia já soma 70 recursos fechados desde 2011.

UOL: Entenda as especificações de processadores de smartphones e tablets



Tablet Nexus 10 (e), feito em parceria com a Samsung, e smartphone Nexus 4, feito em parceria com a LG. Aparelhos têm processadores dual-core (dois núcleos) e quad-core (quatro núcleos), respectivamente 

Os smartphones e tablets se tornaram aparelhos que realizam uma série de tarefas. E, em algumas ocasiões, eles também contam com a ''avançada'' função de fazer chamadas. A evolução desses dispositivos fez com que eles, praticamente, sejam como computadores e, como seus "irmãos maiores", precisam ter um processador adequado para as ações que o usuário for realizar no eletrônico.

COMO COMPRAR UM SMARTPHONE: TESTE INDICA CARACTERÍSTICAS DE APARELHO COM SEU PERFIL


Como os processadores de computadores convencionais, há uma série de características que o consumidor deve levar em consideração. E para ajudar (ou atrapalhar) há uma série de fatores e particularidades nos aparelhos que podem servir como diferencial no desempenho. Porém, segundo especialistas da área de processadores consultados pela reportagem, a regra geral para a escolha do processador de aparelhos móveis diz respeito a dois fatores, que também são os mais divulgados pelas marcas ao venderem dispositivos: o número de núcleos que o chip tem e o clock (frequência com que o processador consegue realizar tarefas e expressa em Megahertz ou Gigahertz) do processador.

Outro fator que deve ser levado em conta na hora da compra é o uso do aparelho. Não adianta alguém querer um smartphone ou tablet com processador de quatro núcleos, sendo que o único objetivo é navegar na internet e fazer ligações. Um aparelho topo de linha nesses casos pode ser desperdício de dinheiro (pois, quanto maior o clock e a quantidade de núcleos, mais caro é) ou uma aquisição para durar por mais tempo.
Velocidade do processador

Quando alguma companhia diz que um processador tem um clock de 1 GHz, isso significa que ele realiza um bilhão de ciclos por segundo. "Basicamente, essa informação determina quantos cálculos o processador consegue fazer", explicou Hélio Oyama, diretor de marketing de produtos da Qualcomm, companhia que desenvolve processadores para smartphones e tablets.

Geralmente, quanto maior o clock do processador, mais cálculos ele pode realizar e, consequentemente, apresentar um desempenho mais rápido. No entanto, há uma série de recursos (que, geralmente, não são comentados durante a venda dos aparelhos) que o influenciam.

"Outros fatores como GPU (unidade de processamento gráfico), quantidade de núcleos de processador e até o sistema operacional do aparelho influenciam na velocidade do dispositivo", disse Arnaldo Tavares, gerente de vendas da Nvidia, empresa que também desenvolve processadores.

A recomendação para o usuário leigo é verificar o clock do processador e tentar testar o aparelho (tablet ou smartphone) antes de adquiri-lo. Pois, pode ocorrer de um aparelho ter uma alta capacidade para fazer cálculos, mas não ter um bom desempenho gráfico ou um sistema operacional para aproveitar bem esses recursos.

Os núcleos são pequenos processadores dentro de um chip principal, que compartilham o mesmo semicondutor. O que realmente importa sobre os aparelhos com mais de um núcleo é o fato de eles terem a capacidade de dividir tarefas. Eles podem tanto executar um aplicativo mais rápido, como rodar diversos aplicativos simultaneamente.

VEJA O QUE, DE FATO, IMPORTA NA HORA DE COMPRAR UM TABLET


"Durante um jogo, por exemplo, em um momento em que exige grande processamento, o sistema entende e disponibiliza mais núcleos para atuarem. Em outro momento em que há menos exigência de recursos, o processador entende o recado e diminui o uso de núcleos", comenta Oyama, da Qualcomm.

Esta capacidade, de adequar o uso de processadores à tarefa realizada pelo dispositivo móvel, traz melhor eficácia no consumo de energia do aparelho. "Ao utilizar múltiplos núcleos em um processador, podemos também reduzir o clock dos mesmos, já que as tarefas podem ser distribuídas. Isso ajuda a reduzir o consumo de energia do processador", informa Tavares, da Nvidia.

Olhar Digital: Pesquisador russo joga Angry Birds em caixa eletrônico hackeado



Um pesquisador de segurança virtual russo encontrou um fim interessante para um caixa eletrônico. Timur Yunusov hackeou a máquina de modo que ela rodasse uma versão do jogo Angry Birds. Quase como uma arcade de fliperama.

No vídeo que pode ser visto abaixo, Yunusov efetua um saque de dinheiro na máquina, mostrando que ela funciona bem e que o vídeo, aparentemente, não se trata de uma fraude. Após isso ele realiza uma série de comandos que executam o game dos passáros contra porcos.

O processo começa ao pressionar a tela por mais tempo, gesto equivalente ao clique com o botão direito do mouse em sistemas como o Windows. Isto é, abre-se um menu com várias opções disponíveis.

Outros detalhes não foram revelados pelo pesquisador. Na página do YouTube em que se encontra o vídeo, um texto afirma que mais informações não foram divulgadas por responsabilidade com as empresas de caixas eletrônicos, de quem espera uma resposta. O esquema foi realizado para um concurso hacker.

CanalTech: Facebook pensa em adotar hashtags, segundo jornal

 

Parece que o Facebook finalmente resolveu adotar as hashtags (#), uma vez que os usuários da rede de Mark Zuckerberg já estavam utilizando por conta própria sem nenhum fundamento real.

Quem divulgou a notícia foi o The Wall Street Jornal, que alegou ter conversado com fontes que disseram que as hashtags fazem parte dos planos do Facebook, mas não devem aparecer tão cedo para os usuários.

O jogo da velha é considerado um dos marcadores mais emblemáticos do Twitter, e é um facilitador na hora de buscar determinados assuntos dentro da rede de microblogging. Apesar de sua popularização, a hashtag está intimamente associada ao Twitter.

O Facebook está testando a possibilidade de seguir o exemplo do Twitter e permitir que os usuários cliquem em uma hashtag para trazer para cima todos os posts sobre temas ou eventos semelhantes. No final das contas, a ideia é dar aos usuários mais razões para ficarem conectados e verem mais anúncios. O Instagram, que o Facebook adquiriu no ano passado, já usa hashtags, permitindo aos usuários organizar as fotos com o símbolo.

Está certo que as hashtags são atalhos úteis, mas todas as empresas que as utilizam também tornam suas redes pesquisáveis por palavras-chave. O Facebook está claramente tentando melhorar o seu jogo no que diz respeito a busca, principalmente com a introdução do Graph Search, por isso não seria surpreendente se a rede social finalmente adicionassehashtags para organizar melhor seu conteúdo.

quinta-feira, 14 de março de 2013

IDG Now!: Criminosos compram acesso a banco de dados de segurança pública do Brasil



Cracker vende acesso ao Infoseg pelo período de 30 dias por 2 mil reais. Criminosos tem como objetivo conseguir dados para fraudar documentos, placas de carros ou aplicar golpes

Reportagem exibida pelo SBT afirma que existe um esquema de venda de senhas do maior banco de dados de Segurança Pública do Brasil, o Infoseg. A denúncia foi feita ao SBT Brasil por um hacker, que não teve o nome divulgado.

O sistema contém dados de milhões de cidadãos brasileiros, como informações sobre vigilância, mandados de prisão, armas de fogo e registros de veículo, e seu acesso é restrito a agentes nacionais de Segurança Pública, Justiça e Fiscalização.

Segundo a reportagem, um cracker da Bahia invadiu o sistema ao inserir as credenciais de um policial no portal do Ministério da Justiça. Com as credenciais preenchidas, o acesso ao Infoseg é liberado.

Os criminosos interessados no serviço devem pagar 2 mil reais para conseguir esses dados que garantem acesso ao Infoseg durante o período de 30 dias. Ainda de acordo com a reportagem, quem compra o serviço tem como objetivo conseguir dados para fraudar documentos, placas de carros ou aplicar golpes com as informações conseguidas com o sistema.

A reportagem do SBT Brasil comprou uma senha e recebeu os dados de login da soldado Luciana Marques, policial militar em Maceió (AL) - ela negou ter vendido suas informações. O hacker disse que, provavelmente, a PM não saiba do vazamento.

Os dados dos cidadãos são obtidos digitando o CPF da pessoa no sistema.

Em 2008 o SBT também relatou outro esquema de venda de senhas do Infoseg. À época, a polícia prendeu cerca de 50 envolvidos no esquema, em cinco estados.

Convergência Digital: Telebras diz que errou e, agora, garante presença nos estádios



A Telebras, no final da tarde desta quarta-feira, 13/03, em nota oficial assume que errou ao informar, em coletiva realizada pela manhã, que o atraso nas obras dos estádios da Copa das Confederações impedia a implantação da infraestrutura de telecomunicações.

A estatal, na nota oficial, corrigiu a informação e alega que as quatro salas que faltavam – onde serão instalados os equipamentos que viabilizam a transmissão dos jogos – foram entregues nesta semana. O tema é complexo - vale lembrar que o relacionamento entre o governo Dilma e a FIFA passou por maus momentos na área de Telecom, contornados após várias rodadas de negociação.

Fato é que, no início da noite, a Telebras enviou uma nota de esclarecimento ao mercado sobre o tema. Nele, alivia a questão e diz que, agora, está tudo 'sob controle'. O portal Convergência Digital divulga a íntegra do documento:

“A Telebras esclarece que, ao contrário do informado hoje pela manhã em entrevista coletiva, todos os estádios já deram acesso para a instalação dos equipamentos para a Copa das Confederações, o que aconteceu durante essa semana. Com isso, a Telebras acredita firmemente que os prazos serão cumpridos, dando condições para o início dos testes, conforme o cronograma previsto pelo Ministério do Esporte.”

Antes foi dito assim

Na entrevista pela manhã, a Telebras calculou que precisava ter acesso aos estádios da Copa das Confederações até o início de abril para garantir a tempo a infraestrutura de telecomunicações necessária para que os jogos sejam efetivamente transmitidos pela televisão. Com atrasos em obras, no entanto, o prazo está apertado. 

“Do ponto de vista da Telebras, o que podíamos fazer nas redes urbanas está feito. Estamos agora negociando com os estádios. Precisamos de uma sala para instalação de equipamentos para a transmissão. A questão é esperar as obras terminarem”, reconheceu o presidente da estatal, Caio Bonilha.

Depois de pesadas negociações no ano passado, a Telebras acabou ficando como a responsável pela garantia 11 – um dos compromissos assumidos pelo Brasil com a FIFA e que trata da infraestrutura de telecomunicações. Mas precisa que as fibras ópticas alcancem a tal “sala de equipamentos” no interior dos estádios. 

Como divulgado na semana passada, no entanto, apenas duas arenas – Castelão, em Fortaleza-CE, e Mineirão, em Belo Horizonte-MG – estão concluídas. Não por acaso, são os estádios onde a estatal afirma que já conseguiu entrar para implantar a rede. A Fonte Nova, em Salvador-BA, também não preocupa. 

Mais complicada é a situação nos demais – Arena Pernambuco, em Recife; Nacional, em Brasília; e, especialmente, o Maracanã, no Rio de Janeiro, o mais atrasado. O ponto razoavelmente positivo é, segundo a Telebras, o acordo firmado na semana passada que garantiu como as fibras chegarão ao Maracanã.

Dúvida do leitor: as antenas 4G podem prejudicar o sinal celular da rede atual?



As empresas que venceram a licitação para oferecer o 4G têm de disponibilizar a rede 4G nas seis cidades-sede da Copa das Confederações até 30 de abril 

A leitora Ana Maria entrou em contato com o UOL Tecnologia para saber se a instalação de antenas da rede 4G (quarta geração de telefonia celular) poderia de alguma forma fazer com que o sinal da rede atual de celular piorasse.

Segundo especialistas em telecomunicações, essa situação não vai ocorrer porque as duas redes operam em frequências diferentes. A rede 4G no Brasil vai funcionar na faixa de 2.500 GHz. Já as redes anteriores – entre elas, a 3G – funcionam em faixas até 2.100 MHz. "Como a frequência é mais baixa, não há como ter interferência", explica Ruy Bottesi, presidente da AET (Associação dos Engenheiros de Telecomunicações).

Porém, a demanda de consumidores pela internet 4G pode fazer com que investimentos na expansão das redes com tecnologia antiga diminuam, confirma Bottesi. "As operadoras vão seguir a rentabilidade maior. Se a receita com o 4G pode aumentar, não há sentido em investir em 2G e 3G." Sem a expansão dessas redes, segundo ele, poderia haver um congestionamento de usuários dentro de uma mesma área de cobertura.

Já Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, discorda da possibilidade de ocorrer esse cenário e acredita que a chegada da nova rede possa ajudar a "desafogar" o acesso à internet móvel. "A tendência com a chegada do 4G é a melhoria da rede como um todo. Quem usa mais internet móvel vai para o 4G", diz. Tude destaca também que as operadoras têm planos de investimentos, tanto para a rede 3G como 4G, fiscalizados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), e que é normal a priorização desses recursos para novas tecnologias.


Sim, smartphones e tablets com suporte a 4G estão habilitados a funcionar nas redes 2G e 3G. Se o usuário contratou um plano 4G junto à operadora, pode usar a rede 3G em áreas onde ainda não há cobertura da nova tecnologia. *Com informações da ClaroArte UOL

4G até a Copa

As empresas que venceram a licitação para oferecer o 4G têm de disponibilizar a tecnologia nas seis cidades-sede da Copa das Confederações até 30 de abril deste ano, conforme cronograma da Anatel. São elas: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. Já nas sedes e subsedes da Copa do Mundo, o prazo para implantação da rede é até 31 de dezembro deste ano. 

Eduardo Levy, diretor-executivo do SinditeleBrasil, sindicato das operadoras de telecomunicações, disse em entrevista ao UOL Esporte que entraves nas legislações municipais para a instalação de antenas poderiam atrapalhar esse cronograma.

Ainda está em trâmite na Câmara dos Deputados a ''Lei das Antenas'' (Lei 5013/13), que pode garantir às operadoras de telefonia a licença automática para instalação de antenas e infraestrutura. Isso ocorrerá caso as prefeituras, responsáveis pela autorização, não apresentem decisão em até 60 dias contados a partir da data do requerimento.

"No dia 30 de abril, haverá uma rede inicial, mas não com cobertura ampla", afirma Tude. Segundo o presidente da consultoria Teleco, outro problema será na cobertura da rede nos estádios, onde há maior concentração de usuários e necessidade de instalação de antenas locais. ''Há uma dependência da entrega dessas obras para só então ocorrer a instalação das antenas.'' Com o atraso da construções, é pouco provável que isso ocorra.

Bottesi critica essa "corrida contra o tempo" para o lançamento da tecnologia até a realização da Copa do Mundo no Brasil. "É preciso haver um crescimento responsável, sem a necessidade de atender a esses eventos esportivos, nem criação de uma lei [Lei 5013/13] só para atender à Copa", diz.

Olhar Digital: EUA vão atacar inimigos virtuais



O general Keith Alexander, comandante do recém-criado Cyber Command, afirmou que os Estados Unidos estão desenvolvendo armas virtuais e atacarão “inimigos dos norte-americanos” no ciberespaço.

“Eu gostaria de ser claro que esta equipe não é uma equipe de defesa”, declarou Alexander na última terça-feira, 12, ao Congresso do país.

Segundo o militar, 13 times de experts foram montados para desenvolver ciberarmas poderosas nesta missão. Ainda há mais 27 equipes sendo treinadas para sobrevivência e defesa virtual.

No mesmo dia, James R. Cappler Jr., oficial responsável pela inteligênica norte-americana, alertou ao Congresso que um grande ciberataque aos EUA poderia acabar com a infraestrutura e economia do país. Ele chegou até a sugerir que a ameaça oferece perigo mais iminente do que ataques feitos por redes globais de terrorismo.

Até então, os EUA falavam apenas em estratégias defensivas. Com essa ameça de ataque, voltada principalmente a Russia e China (que os EUA responsabilizam por ataques sofridos recentemente) o clima de guerra esquenta ainda mais.

Keith Alexander já tem experiências em ataques virtuais. Ele foi um dos responsáveis pelo Stuxnet, vírus norte-americano criado para atingir as plantas de enriquecimento nuclear do Irã.

Segundo o New York Times, quando pressionado, Alexander alegou que a melhor forma de defender o país seria monitorando o tráfego por serviços provedores de internet. No entanto, a discussão incomoda bastante o lado civil, pois abre brechas para o governo norte-americano espionar sua população. 

Mundobit: Fim do Google Reader mostra decadência do RSS na internet atual



O Google deu a notícia triste para muita gente: o leitor de RSS Google Reader será encerrado no dia primeiro de julho. Os motivos não foram dados e apenas um recado lacônico sobre como migrar os dados foi apresentado. Mas, desde o ano passado, já era notório que a empresa não tinha mais interesse no serviço.

Um dos motivos que levantavam essa suspeita era o fato do Reader não ganhar atualizações importantes, como acontece com outros produtos. Não contava nem mesmo com um app para iOS. Sem encontrar uma forma de obter rendimentos com o serviço, o Google parece não estar disposta a manter um site apenas por bondade. No entanto, o Reader tem usuários apaixonados, que protestaram na noite desta quarta (13).

No ano passado, dezenas de pessoas foram até a sede do Google para protestar por causa de mudanças no serviço.


Feedly pode ser alternativa?

Claro, há alternativas ao Google Reader, mas nenhum possui sua praticidade e minimalismo (pelo menos não em uma versão web). Pela facilidade em organizar feeds de páginas da internet que usam o RSS, ele instigava leitura. Mas, estava isolado. O Google até retirou a opção de compartilhar posts com redes sociais.

Outra razão a ser refletida sobre o fim do Reader é a diminuição do interesse no RSS nos últimos anos. Antes do serviço do Google, outros sites que faziam o mesmo tipo de serviço anunciaram o fim ou mudaram o direcionamento. O que pode ser visto é uma tendência de aplicativos que mostram sites e blogs em formato revista, a exemplo do Feedly e do Flipboard. O próprio Google lançou no final de 2011 o Currents, pouquíssimo divulgado.

Tudo isso, claro, no celular e no tablet. Já na web, percebo uma retomada no acesso direto às páginas. Com a chegada de aplicações modernas como o HTML5, a experiência de ler o post no Reader, com aquela formatação bem básica, já não estava sendo mais suficiente. Ver um site como a Pitchfork, que abusa de animações e vídeos em tela cheia, fica sem graça através de um feed. O mesmo pode ser dito de especiais do NYTimes, Guardian, entre outros. As próprias redes sociais diminuíram a importância dos protocolos RSS.


Uma especulação: o Google talvez não queira vincular sua marca a um produto que já mostra sinais de desgaste e pouca inovação. Lançado em 2005, teremos até 1º de julho para se adaptar ao seu fim. E refletir, se vale a pena mesmo achar um substituto. Enquanto isso, não custa nada guardar todos os seus feeds, por precaução.

Olhar Digital: Confira as melhores alternativas ao Google Reader



Leitores de RSS facilitam o dia a dia de quem tem pouco tempo mas precisa consumir muita informação. O Google Reader despontava como um dos principais neste mercado; agora que será tirado do ar, o serviço deixará um buraco a ser preenchido pela concorrência. Pensando nisso, o Olhar Digital separou o que há de interessante no segmento.

A maioria dos navegadores já possui agregadores próprios, a exemplo de Internet Explorer, Firefox, Safari e Opera. No Chrome é possível adicionar um leitor como extensão, sendo que as melhores opções são o RSS Feed Reader e o Slick RSS.

Programas usuais como o Microsoft Outlook e o BitTorrent também contam com ferramentas para RSS, mas é preciso levar em conta que o foco deles é outro, então não são leitores tão bons quanto os tradicionais. No caso do Outlook, é bom lembrar que se trata de um software meio pesado, se você recebe bastante e-mails e tem muitos sites para acompanhar, talvez não seja uma boa opção.

Fora isso existem alternativas parecidas com o G-Reader, dentre os quais o destaque fica com o feedly. Ele é tão simples e limpo quando o serviço da gigante de buscas e até mais bonito, só que um pouco mais lento.

Outros dois que valem a pena serem testados são o Taptu e o Pulse, ambos com layouts diferenciados (mas parecidos entre si). E há ainda o Netvibes, que costumava ser apontado como principal rival do Google no segmento, e o NewsBlur, também bem recomendado.

Se você prefere um programa, e não uma aplicação de web, pode tentar o FeedReader e o RSS Bandit, se for usuário de Windows, ou o NetNewsWire, se tiver um Mac.

Caso você conheça uma alternativa que considere melhor, comente abaixo e ajude a crescer a lista de leitores de RSS recomendados. 

TI INSIDE: Organizações de saúde começam reconhecer importância de análise de dados



Ainda atrás da curva de adoção de tecnologias de análise de dados dentro do segmento corporativo, organizações de saúde começam a reconhecer o papel crucial dessas ferramentas no sucesso dos negócios do setor. De acordo com pesquisa da IDC, essas instituições – hospitais, planos de saúde, clínicas, entre outras – começam a buscar plataformas analíticas para gerenciar a saúde da população.

O principal motivador para contratações de soluções do segmento é a possibilidade de identificar necessidades de pacientes, citada por 66% dos profissionais consultados. Na sequência aparece o auxílio dos softwares de análise de dados na prescrição de relatórios clínicos, mencionados por 64% dos participantes. Medir o desempenho e gerenciar o tratamento foram funções enumeradas por 64%, enquanto a atuação dos dados como auxiliares no poder de decisão apareceu em 57% das respostas.

Enquanto o setor de assistência de saúde cresce rapidamente, nele ainda há ceticismo sobre a habilidade da indústria em atingir os objetivos principais – melhora da saúde de populações como um todo, aprimoramento da experiência dos pacientes em tratamento e a gestão de recursos financeiros. Tentativas anteriores de melhorar a qualidade e controle de custos não foram bem sucedidas, em parte devido à inadequação de dados fornecidos pelas soluções, que acabou prejudicando a interpretação dos médicos. A vantagem da TI a partir deste ano está nas tecnologias de padronizar, mover e analisar dados de maneira muito mais robusta que 20 anos atrás, pontua a IDC.

Ainda conforme o estudo, investimentos em análises avançadas como monitoramento e análise de dados em streaming, bem como data mining e gráficos sociais foram prioridades para as organizações de saúde. As fontes das informações médicas vão desde dados estruturados (73%), desde requisitos de cada paciente (57%) e gestão de informações de tratamento (70%), que precisam ser identificados e gerenciados para melhor atender pessoas com doenças crônicas ou no meio de terapias. Na interpretação da IDC, esse panorama de quais informações precisam ser trabalhadas no setor de saúde abrem oportunidade para fabricantes de software de análise de dados.

Por fim, novas origens de dados médicos estão em dispositivos móveis, mencionados por 42% dos consultados, mídias sociais (32%) e prontuários clínicos não estruturados (29%). Estes recursos são utilizados como apoios para tratamentos e atendimentos a pacientes, especialmente por planos de saúde, no geral mais atentos a estas tendências que hospitais. 

TI INSIDE: Mercado mundial de serviços na nuvem pública deve movimentar US$ 131 bilhões neste ano



O mercado mundial de serviços na nuvem pública deve crescer 18,5% neste ano, totalizando US$ 131 bilhões, de acordo com projeção do Gartner. Infraestrutura como serviço (IaaS) — incluindo computação em nuvem, armazenamento e serviços de impressão — continua sendo o segmento com crescimento mais rápido, a uma taxa de 42,4% em 2012, alcançando US$ 6,1 bilhões. Para este ano, a estimativa é que ele cresça 47,3%, chegando a US$ 9 bilhões.

“O crescimento contínuo resultará da adoção dos serviços na nuvem para sistemas de produção e cargas de trabalho, além dos cenários de desenvolvimento e testes. Uma evidência deste aumento é a demanda crescente de organizações de usuários finais por serviços na nuvem, juntamente com o aumento da oferta por parte dos fornecedores”, afirma Tom Bittman, vice-presidente e analista do Gartner.

Apesar de existir uma grande variação entre os subsegmentos do mercado de serviços na nuvem, a forte demanda é antecipada para todos os tipos de ofertas. O segmento de serviços de processos de negócios na nuvem (BPaaS) é o segundo maior depois de publicidade na nuvem, correspondendo a 28% do total em 2012, seguido por serviços de aplicações em cloud (software como serviço), com 14,7%, infraestrutura de sistemas, com 5,5%, gerenciamento e segurança, 2,8%, e infraestrutura de aplicações (plataforma como serviço), 1%.

A dinâmica varia, substancialmente, quando se considera o tamanho e o crescimento do mercado de serviços na nuvem em diferentes regiões do mundo. Em geral, os países emergentes da América Latina (liderado por Brasil, Argentina e México), Ásia/Pacífico, Leste Europeu, Oriente Médio e do Norte da África têm as maiores taxas de crescimento, enquanto representam os menores mercados. A China é a exceção, pois é um mercado grande, em desenvolvimento rápido. Da mesma forma, os mercados maduros da América do Norte, Europa Ocidental, Japão e países da Ásia/Pacífico constituem os maiores, porém, com crescimento mais lento.

“Embora a previsão de crescimento seja alta em todas as regiões, a adoção de serviços na nuvem varia em cada país. Os fornecedores não podem assumir que uma estratégia genérica aplicada em países ou regiões específicas produzirá o mesmo resultado quando estendida a outras localidades com as mesmas características. Fatores econômicos locais, questões regulatórias e políticas, a diversificação de fornecedores globais e locais, incluindo provedores que não são da nuvem e outros fatores específicos, garantem um mercado único em cada um deles”, diz Bittman. 

TI INSIDE: Telebras vai pedir desoneração do REPNBL para construção de redes



A Telebras não vai ficar de fora do recém-lançado projeto de desoneração tributária das redes de banda larga, o Regime Especial de Tributação da Banda Larga (REPNBL-Redes). De acordo com o presidente da companhia, Caio Bonilha, os técnicos da empresa ainda estão analisando quais projetos serão submetidos, mas o acordo com a TIM – que prevê o uso das fibras da Telebras no Nordeste em troca do acesso à rede da TIM no Norte – deve entrar.

O plano da Telebras é adiantar os projetos cuja execução está prevista para 2014, mas a depender do nível de detalhamento que será exigido pelo Minicom – o que a empresa ainda está avaliando – será possível inscrever os projetos que estavam planejados para depois disso.

Caio Bonilha disse que, em princípio, todos os projetos de construção de redes que estão sendo feitos pela Telebras se enquadram na portaria, mas como o prazo é "relativamente curto", a estatal deverá fazer uma seleção daqueles que serão submetidos.

Projetos sem investimentos

A Telebras divulgou na semana passada o balanço do ano em que registrou um lucro de R$ 40,7 milhões, o primeiro da estatal desde a sua reativação em 2010. O lucro, entretanto, foi causado pelo resultado de aplicações financeiras. Como os "projetos especiais" (cabos submarinos e satélite) não demandaram investimentos no ano passado, a estatal manteve cerca de R$ 600 milhões em fundos de investimentos de longo e curto prazo. A rentabilidade financeira desses fundos foi de R$ 109 milhões.

Para o projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC) estava previsto o investimento de R$ 55,7 milhões, mas, devido ao atraso no projeto, o que acabou sedo aplicado foi apenas R$ 1,47 milhão para a criação da Visiona. Esse investimento, entretanto, é contabilmente considerado "inversão financeira" e, por isso, não e contabilizado como investimento. Apesar de não termos investido, o projeto andou muito bem", avalia Bolivar Tarragó Moura Neto, diretor-administrativo e de relações com investidores, em referência à criação da Visiona e ao lançamento da RFP para a contratação do satélite. A Telebras já admite, contudo, que o lançamento do satélite ficará para 2015, como se esperava (há quem fale que mesmo 2015 será um desafio, dada a demanda aquecida por satélites e datas de lançamento). "Vai depender muito das respostas dos fornecedores, mas acreditamos que ficará para 2015", diz ele.

O outro "projeto especial" que não andou e por isso não recebeu nenhum aporte foi o de cabos submarinos. Neste caso, os recursos previstos para serem aplicados em 2012 eram maiores, de R$ 119 milhões. Caio Bonilha explica que esse orçamento era para o modelo em que a Telebras seria a principal investidora nos cabos. Agora, o modelo que vem sendo trabalhado é diferente, prevê parceiros. A Telebras chegou a firmar um MoU (memorando de entendimento, na sigla em inglês) com a Odebrecht, mas o acordo definitivo entre as partes ainda não foi assinado. A expectativa é que a haja uma "definição do projeto" no primeiro semestre do ano. 

INFO: Ataques são patrocinados pelo governo chinês, diz Obama



O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou em uma entrevista exibida nesta quarta-feira que alguns, mas não necessariamente todos, os ataques cibernéticos contra empresas americanas e infraestruturas originados na China são "patrocinados pelo Estado".

Em uma entrevista ao canal ABC News, Obama também advertiu sobre a necessidade de evitar uma "guerra retórica" na discussão sobre os ataques virtuais e pediu ao Congresso que atue para fortalecer a segurança cibernética, protegendo ao mesmo tempo as liberdades civis.

Em relação a reações no Congresso, que alegam que os recentes ataques contra empresas do país podem significar que os Estados Unidos estariam em guerra com a China, Obama disse que "há uma grande diferença entre espionagem cibernética ou ataques informáticos e obviamente uma guerra real".

"O que é certo é que houve um aumento constante das ameaças informáticas contra nossa segurança. Algumas são feitas pelo Estado. Algumas são apoiadas por criminosos", afirmou o presidente na entrevista grava na terça.

"Dissemos claramente à China e a outros atores que esperamos que respeitem as normas internacionais e atuem segundo as regras internacionais", afirmou ainda, admitindo que milhões de dólares e segredos industriais foram perdidos em consequência da atividade dos hackers.

Mais cedo nesta quarta, a China anunciou sua vontade de cooperar com os Estados Unidos e outros países no combate contra os hackers e afirmou que também é vítima desses ataques.

"O que é preciso no espaço informático não é guerra e sim regulação e cooperação", afirmou a porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Hua Chunying.

A porta-voz respondia às declarações do Assessor de Segurança Nacional americano, Tom Donilon, que na segunda-feira disse que Pequim devia tomar medidas para investigar e deter os ataques informáticos.

No mês passado, um relatório da empresa americana de segurança Mandiant afirmou que uma unidade do Exército Popular de Libertação chinês roubou centenas de terabytes de informação de ao menos 141 empresas, que em sua maioria têm sua sede nos Estados Unidos.

Um relatório publicado no ano passado pelo Congresso americano assinala a China como "o ator mais ameaçador no ciberespaço".

Pequim rejeitou energicamente estas acusações.

Olhar Digital: 'Internet das coisas' dará lugar à 'internet de tudo', prevê Cisco



O tempo da "internet das coisas", em que máquinas farão conexões com outras máquinas (inclusive as domésticas), será substituído pelo da "internet de tudo" - ou IoE, na sigla em inglês. Em uma década, empresas e consumidores terão visto US$ 14,4 trilhões circularem por causa desta nova era, segundo previsão da Cisco.

Isso significa, na visão da empresa, que a IoE tem potencial para alavancar os lucros globais das corporações em 21% até 2022, conforme noticiado pela CNET.

A Cisco define "internet de tudo" como uma mistura de pessoas, processos, dados e coisas, tudo gerando bilhões de conexões relevantes.


Rob Lloyd, presidente de vendas e desenvolvimento da Cisco, declarou em conferência nesta manhã que 99% dos eletrônicos do mundo estão desconectados da internet. Por isso o próximo passo é a IoE, em que esses dispositivos poderão ser postos online.

Os setores de fabricação, público, energia/utilidades, saúde, finanças/seguros, transporte e distribuição serão os primeiros a se movimentar neste sentido, na visão da empresa. E Lloyd adiantou que não será o mercado de TI o impulsionador: os recursos virão do mercado de negócios.

Olhar Digital: Pesquisadores criam tecnologia que ajuda paraplégicos a andar



A medicina ainda não conseguiu criar uma cura que permitisse às pessoas paralisadas por lesão na coluna voltar a andar, mas a tecnologia não está muito longe de pelo menos oferecer uma solução para o problema. Já está saindo do papel um sistema chamado Mindwalker, uma tecnologia controlada pela mente que possibilitará que os paraplégicos caminhem.

O projeto é responsabilidade de uma equipe de pesquisadores belgas e tem como objetivo 'colocar em pé' novamente aqueles que não tem outra opção que não seja utilizar uma cadeira de rodas. Ele reconhece os sinais eletroencefalográficos do cérebro (EEG) ou os sinais eletromiográfico dos movimentos muscular dos ombros (EMG) para transformar estes impulso em movimento para as pernas robóticas que auxiliam a pessoa a andar.

A primeira alternativa lê os estímulos cerebrais para ativar comandos como "parar", "caminhar", "mais rápido" ou "mais devagar". Já o segundo modelo utiliza a coordenação natural braço-perna dos humanos enquanto caminham para contralar as pernas do exoesqueleto.


Os pesquisadores precisaram trabalhar com um método menos invasivo para captar os sinais cerebrais. A maioria das interfaces cérebro-computador requerem eletrodos em contato direto com o tecido do cérebro ou utilizar uma touca com gel. Estas técnicas são eficientes, mas pouco práticas para o dia-a-dia. Por isso eles utilizaram uma tecnologia 'seca', desenvolvida em Berlim, que utiliza uma espécie de touca repleta de eletrodos, que pode ser colocado pelo próprio indivíduo.

"O 'chapéu' seco pode ser colocado pelo próprio sujeito em sua cabeça em menos de um minuto, como uma touca de natação", afirma Michel Ilzkovitz, coordenador do projeto.

O projeto vem sendo desenvolvido há três anos e teve o apoio de 2,75 milhões de euros (cerca de R$ 7 milhões) da Comissão Europeia. 

Olhar Digital: Aplicativo gratuito oferece senhas de Wi-Fi disponíveis



O Mandic magiC pode eliminar em alguns casos a pergunta "Qual a senha do Wi-Fi?". O aplicativo, gratuito e disponível apenas para iOS, agrega redes sem fio públicas e suas palavras-chaves enquanto exibe os pontos de acesso em um mapa.

O programa funciona colaborativamente. Ao ir a um bar com Wi-Fi, por exemplo, o usuário acessa o Mandic magiC e identifica se a senha da rede está disponível. Caso não esteja, ele pode inseri-la no aplicativo.

Outro recurso disponível é o mapeamento de pontos de acesso Wi-Fi, que funciona no mesmo princípio das senhas publicadas. O usuário marca um local onde há internet sem fio e ele aparece no mapa do aplicativo.

Por funcionar como uma rede social é preciso um cadastro para utilizar o Magic mandiC. Ele pode ser feito via Facebook. A partir daí, o usuário também pode criar uma lista com pontos de acesso e senhas descobertos.