segunda-feira, 21 de outubro de 2013

G1: Protesto on-line pode ser mais perigoso que o físico, diz especialista



Um protesto on-line pode ter efeitos mais duradouros que um protesto físico, já que informações expostas na rede podem ficar disponíveis para sempre enquanto danos materiais podem ser consertados.

A opinião é do especialista Anchises Moraes, que atua como analista de inteligência em ameaças na empresa de segurança RSA. Ele conversou com o G1 sobre as movimentações e protestos on-line, que também acompanham as ações contra o Instituto Royal.

O laboratório da empresa foi invadido na madrugada desta sexta-feira (18). Manifestantes dizem que animais usados em pesquisas feitas no local sofriam maus-tratos. Segundo Moraes, já virou "rotina" no planeta todo que manifestações que ocorrem no mundo real sejam acompanhadas de protestos on-line.

"Quem está na rua usa as redes sociais pra divulgar o que está na rua, para fugir dos filtros da mídia, da censura, do controle da informação. Mas é comum que pessoas que não estejam participando fisicamente do protesto se aproveitem da comunicação nas redes sociais pra ajudar a divulgar, de certa forma, o protesto, porque muita gente não participa porque não quer, porque tem medo, ou porque não pode por morar em outra cidade, outro estado", explica Moraes.

Ciberativismo

O uso da internet para organizar ou divulgar uma ideia recebe o termo de "ciberativismo". Entre as formas mais populares de protesto na internet está a divulgação de mensagens em redes sociais, onde protestos podem ser organizados.

Foi o caso da invasão ao Instituto Royal. A organização da manifestação admitiu que a movimentação on-line "saiu do controle" e que vários grupos sem ligação direta com a defesa dos direitos dos animais se juntaram à ação após tomarem conhecimento da causa pela internet.

Algumas das ações tomadas pelos ativistas na web, porém, geram polêmica. O site do Instituto Royal foi alvo de um ataque de negação de serviço, que busca sobrecarregar um site. O ataque recebeu o apoio do coletivo "Anonymous", que chegou a publicar uma mensagem no Twitter de "TANGO DOWN", termo usado quando um site alvo de um ataque fica fora do ar.

Dados pessoais do presidente do Instituto Royal e da própria empresa também foram publicados na web. Esses acontecimentos, porém, também são rotineiros: em janeiro, dados de políticos brasileiros foram parar na web, também motivados por protestos on-line. Esse tipo de ação é atribuída aos "hacktivistas".

"O 'hacktivista' é aquele que na verdade também tem uma carga política, ideológica, religiosa por trás, mas em vez de usar a internet para manifestar, só criando uma página do Facebook, ele está manipulando a tecnologia e os controles tecnológicos para usar isso como forma de protesto ou apoio a um protesto", diz o especialista da RSA.

Legal x ilegal

Não é possível, porém, afirmar que o "hacktivismo" está ligado ao que é ilegal. Para Moraes, a questão é meramente técnica. Um "hacktivista" pode colaborar desenvolvendo uma ferramenta que burle um controle ou proibição do estado sem se envolver diretamente com ataques ou protestos específicos.

Um exemplo disso ocorreu durante a Primavera Árabe, quando o acesso à internet foi limitado para impedir manifestantes de comunicar o que acontecia. Meios de acessos alternativos e ferramentas contra a censura foram providenciados por "hacktivistas". A questão da legalidade, portanto, recai sobre os próprios conflitos sociais.

"Essa fronteira do legal e do ilegal é meio dúbia. Quando se está protestando, normalmente é contra uma situação dominante. Na perspectiva de uma parcela da população, você está fazendo a coisa certa, e na de outra parcela, majoritária, rigorosamente, você está agindo errado, porque está protestando contra o status quo", opina o especialista.

Dados pessoais

Outra atividade comum do "hacktivismo" é a exposição de dados pessoais, que pode ocorrer de diversas formas. Segundo Moraes, muitos "hacktivistas" não possuem conhecimentos técnicos avançados e, por isso, os dados são normalmente obtidos a partir de ataques mais simples, buscas no Google ou até em bancos de dados de terceiros.

Mesmo atos simples podem ter consequências graves. Isso porque muitas pessoas não sabem quantas informações sobre elas mesmas estão disponíveis na internet. Esses dados podem ser de pessoas ligadas ao alvo do protesto, mas Moraes indica que em alguns casos, especialmente fora do Brasil, esses dados também são usados para identificar policias que atuam na repressão das manifestações. O objetivo é normalmente a vingança ou a humilhação dos envolvidos.

"No protesto físico, quebrou, conserta e tudo bem. Mas no protesto on-line se expõe os dados do dono do instituto, do dono de uma escola ou do presidente de uma organização, de uma empresa, de um político... uma vez expostos, os dados estão pra sempre na internet."

Fonte: Rohr, Altieres . "G1 - Protesto on-line pode ser mais perigoso que o físico, diz especialista - notícias em Tecnologia e Games." G1 - O portal de notícias da Globo . http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/10/protesto-line-pode-ser-mais-perigoso-que-o-fisico-diz-especialista.html (accessed October 21, 2013).

Information Week: "Não existe Internet das Coisas", contesta analista da Forrester



Há mais de uma década, em maio de 2001, a Forrester Research publicou um material antecipando o surgimento da X Internet, ou Internet Estendida, definida pela consultoria como um mundo no qual “dispositivos e aplicações de internet medem, analisam e controlam o mundo real”. Àquela época, já se falava nesses aparelhos indo além das capacidades de PCs.

Depois de tanto tempo, esse mundo ainda não aconteceu. Enquanto empresas nos setores de saúde, manufatura e utilities estão bem longe desse caminho da X Internet, ou a chamada “internet das coisas”, como é normalmente falado nos dias de hoje. Para a especialista da Forrester Sarah Rotman, tanto consumidores quanto empresas estão apenas no começo da adoção de dispositivos conectados e com sensores.

Mesmo o mercado de dispositivos inteligentes está engatinhando. Os chamados smart devices até pouco atrás não eram tão “inteligente”, digamos assim, na visão de Sarah. Eles podem evoluir muito mais, pois hoje são fragmentados e não são tão uteis quanto podem um dia chegar a ser.

O que falta, então? No geral, esses devices não se comunicam uns com os outros, não se integram com sistemas de engajamento que entregam valor para consumidores e empresas. Um exemplo do mercado esportivo: o Nike Hyperdunk Plus, tênis para basquete, pode dizer a velocidade da corrida do atleta e as alturas dos saltos. A Under Armour Armour39, camiseta da marca norte-americana, é capaz de medir batimentos cardíacos e capacidade pulmonar. E a cesta de basquete da 94Fifty calcula a força da bola e o ângulo do arremesso. “Mas você pode usar todas essas coisas ao mesmo tempo, que elas sequer saberão que você está jogando um mesmo jogo: são três produtos de três fabricantes diferentes, e os dados coletados são armazenados em apps distintos”, explica a especialista no blog da Forrester.

Os sensores necessários para um cenário mais complexo e integrado existem, mas os sistemas de gestão de fluxo de dados ainda precisam de mais trabalho. A analogia ao basquete pode ser transportada para um universo de estádios, no qual os dados coletados poderiam ser integrados com plataformas de CRM e sistemas de bilhetagem. “Um estádio inteligente teria essas informações e muito mais, graças a sensores ubíquos e integrados em ‘sistemas de engajamento’ para permitir serviços mais inteligentes”, sugere Sarah.

Ela admite que marcas líderes de mercado não estão esperando a perfeição da internet das coisas antes de agir. Elas já usam devices conectados e com sensores para aumentar receita, engajamento a produtos e a satisfação do usuário. Mas o valor dessa estratégia não vem dos aparelhos com sensores em si, mas sim do jeito como as marcas poderão integrá-los com sistemas mais abrangentes.

Um exemplo da situação mais próxima do ideal, para ela, é o Magic Bands do Walt Disney World Parks and Resorts. Trata-se de uma pulseira equipada com sensores RFID que a Disney desenvolveu para seu público, começando com o parque na Flórida. A mesma pulseira de entrada nas atrações pode ser usada como chave dos quartos nos hotéis, FastPasses para pular longas filas nos parques e pagamentos de concessões e presentes nas lojas. Além de tudo, elas armazenam informações pessoais de modo que, se o cliente permitir, um personagem no parque pode interagir de modo mais pessoal – desejar feliz aniversário a seu filho, por exemplo, no meio do passeio da família.

“O que há de impressionante é o sistema por trás disso, o MyMagic Plus. Ele combina múltiplos sistemas de gravação – planejamento de viagem, tickets, CRM, gestão de ativos e pagamentos – em um sistema de engajamento único que aumenta a experiência do usuário enquanto melhora a eficiência e aumenta a receita da Disney”, analisa Sarah. As pulseiras podem ser programadas antes das viagens, e então por isso a Disney consegue também se planejar com seus funcionários.

A especialista conclui com a sugestão de que essa integração não necessariamente deve ocorrer em um sistema fechado como o da Disney. Produtos podem usar APIs e padrões comuns de modo que fiquem ainda mais “inteligentes”. Poucas iniciativas são notadas – a internet das coisas, para Sarah, não existe. Ainda.

Fonte: "Não existe Internet das Coisas", contesta analista da Forrester - Information Week." Information Week. http://informationweek.itweb.com.br/16047/nao-existe-internet-das-coisas-contesta-analista-da-forrester/ (accessed October 21, 2013). 


G1: Estudante de Taubaté cria aplicativo que economiza bateria do celular


 
Aplicativo economiza de 50% a 70% da bateria dos celulares.

É comum ver a bateria do celular acabar rápido quando se utiliza internet e aplicativos com frequência. Pensando na duração da carga, o estudante de mecatrônica, Murilo Henrique, de Taubaté, criou um aplicativo que economiza energia.

Durante seis meses, mesmo depois se chegar da escola, o adolescente de 17 anos não saía do computador. A mãe, Adriana Ferreira, conta que chegou a ficar preocupada com a situação. "Tudo isso nos preocupa, por que o convívio familiar tem que ser muito intenso e quando o adolescente fica horas no computador, isso gera um pouco de preocupação. Minha preocupação maior era ele ficar focado demais em redes sociais", afirma.

A mãe ainda não sabia, mas aos invés de ficar nas redes sociais, o adolescente trabalhava. "Sempre me veio à cabeça ter um aplicativo assim, porque sempre você está utilizando a internet e para de usar o telefone por algum motivo, para conversar, e a internet fica lá à toa", afirma Murilo.

 
Murilo Henrique, 17 anos, levou seis meses para
criar aplicativo.

Economia

Os aparelhos mais modernos consomem muita bateria por causa da internet. Com o aplicativo, chamado Ecotimer, assim que o celular deixa de ser utilizado, a internet é desativada. A conexão volta a funcionar em alguns intervalos para que o usuário receba suas mensagens e atualizações.

"Você escolhe quanto tempo quer que ele espere para ligar e quanto tempo você quer que ele fique ligado. Você escolhe, desliga o telefone (no modo de espera) e está tudo certo", explica o estudante.

De acordo com Murilo, o aplicativo economiza de 50% a 70% de bateria, o que gera, também, economia de energia, já que o celular passa a ser carregado com menos frequência. A criatividade do estudante está rendendo frutos. Além do Brasil, o aplicativo já foi baixado em países como Estados Unidos e Índia.

Sala de aula

Foi na sala de aula que surgiu o interesse do adolescente por programas de computador e celular. "Ele é um excelente aluno, tanto que chega a ser um dos mais aplicados na parte de programação. Ele começou a ter esse interesse e começou a perguntar sobre as programações que têm", disse o professor Fábio Batista.

Segundo Murilo, ele tem sido procurado por empresários com interesse em comercializar o aplicativo. Enquanto não há nenhuma negociação concreta, o estudante tem incentivado os amigos a ingressar no ramo. "Ele mostra que, mesmo a gente sendo adolescente, a gente pode correr atrás das coisas que a gente quer", disse o estudante Thomas Barreto.

Quando se fala em futuro, Murilo sabe exatamente o que quer. "Quero mergulhar nessa área que é muito interessante. O aplicativo é diferente de um programa de computador, ele vem para ajudar você. Tem aplicativo pequeno e grande, e esse meu é pequeno e vem justamente para isso, para te ajudar", afirma.

Fonte: "G1 - Estudante de Taubaté cria aplicativo que economiza bateria do celular - notícias em Vale do Paraíba e Região." G1 - O portal de notícias da Globo . http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2013/10/estudante-de-taubate-cria-aplicativo-que-economiza-bateria-do-celular.html (accessed October 21, 2013).

Portal A TARDE: França exige explicações sobre espionagem dos EUA






A França convocou o embaixador dos EUA nesta segunda-feira para que a autoridade dê explicações sobre as novas alegações de espionagem contra os cidadãos franceses. A medida coloca as questões de vigilância e privacidade entre as prioridades da agenda no futuro encontro do secretário de Estado dos EUA, John Kerry, com oficiais europeus.

O ministro de Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, afirmou que convocou o embaixador dos EUA na França para pedir explicações sobre uma reportagem publicada no jornal Le Monde. A publicação trazia informações com base em supostos documentos fornecidos pelo ex-funcionário da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, na sigla em inglês) Edward Snowden.

"Este tipo de prática contra parceiros é um ataque à privacidade, e é totalmente inaceitável", disse Fabius em um encontro da União Europeia em Luxemburgo. Os comentários do ministro foram feitos logo antes da chegada de Kerry em Paris, como parte de uma planejada viagem que também incluirá Londres e Roma.

De acordo com o Le Monde, a NSA coletou mais de 70 milhões de registros telefônicos na França, incluindo, gravações de conversas e mensagens de textos, entre os primeiros dias de dezembro de 2012 e o começo de janeiro de 2013.

Uma porta-voz da embaixada dos EUA em Paris não quis comentar sobre a convocação ou sobre a reportagem.

Os governos europeus têm reagido com diferentes graus de indignação desde que Snowden divulgou documentos confidenciais que supostamente detalham o extenso alcance das operações de vigilância dos Estados Unidos. As informações fornecidas pelo delator foram publicadas em vários jornais ao redor do mundo.

A França se juntou a uma iniciativa conjunta dos governos da União Europeia para pedir que os EUA se expliquem depois de revelações iniciais de espionagem contra os governos e instituições europeias. As acusações deram nova vida às propostas de uma lei de privacidade em toda a Europa. Mas nos últimos meses, o furor e a indignação foram se atenuando.

Nesta segunda-feira, Fabius levantou a possibilidade de uma intensificação dos esforços. "Nós já havíamos sido alertados em junho e já havíamos reagido de maneira firme", afirmou. "Mas claramente nós precisamos ir ainda mais além". Fonte: Dow Jones Newswires.

Fonte: "Portal A TARDE - França exige explicações sobre espionagem dos EUA." Portal A TARDE. http://atarde.uol.com.br/materias/1542535 (accessed October 21, 2013).

PC WORLD: Transforme seu tablet em uma babá digital



Aprenda a bloquear conteúdo inadequado, proteger seu hardware contra danos e escolher os apps certos para que os pimpolhos possam se divertir sem preocupação!


Quem tem crianças em casa conhece a cena: mal você tira o smartphone do bolso ou se senta no sofá com seu tablet e logo vem aquelas mãozinhas querendo pegá-lo. As crianças adoram nossos gadgets e, para ser honesto, eles podem ser ótimas ferramentas para auxiliar no desenvolvimento delas. O tamanho e as interfaces baseads no toque parecem sob medida para os pequeninos que não tem habilidade motora completamente desenvolvida.

Mas a maioria dos tablets não são feitos para crianças. Eles são aparelhos eletrônicos delicados e fornecem acesso completo à Internet e a todo um conjunto de aplicativos e conteúdo que no melhor dos casos é incompreensível, e no pior deles totalmente inapropriado, para as pequenas mentes. Felizmente, tornar seu tablet mais seguro para os pimpolhos é, com o perdão da expressão, brincadeira de criança.

Use os controle para os pais

Desde a versão 6 o iOS vem com um conjunto de controles que você pode usar para limitar os tipos de aplicativos e ajustes que suas crianças podem acessar em seu iPad. Para ativar estes controles abra o aplicativo Ajustes, toque em Geral e em Restrições. Toque em Ativar Restrições e o iOS irá lhe pedir uma senha, que você precisará informar para modificar quaisquer restrições no futuro. Digite uma senha de quatro dígitos à sua escolha e confirme.

Com as restrições do iOS você pode impedir que seus filhos abram apps acima de uma determinada classificação etária, pode desabilitar o Safari, a câmera e o FaceTime (entre outras coisas), impedir que músicas e vídeos com conteúdo classificado como “explícito” sejam reproduzidas e modificar ajustes de privacidade de vários aspectos do iOS.

Já o Android inclui, desde a versão 4.2, um sistema que permite a criação de perfis separados para cada usuário de um tablet, assim como as contas de usuário de um computador. E o Android 4.3 aprimorou este recurso adicionando um tipo de perfil restrito, que lhe permite controlar, em certo grau, os apps que suas crianças podem acessar.

Para criar uma conta restrita no Android 4.3 abra o app Config., selecione Usuários, e então em Adicionar usuário ou perfil. O sistema irá perguntar qual tipo de perfil você quer criar. Selecione Perfil restrito e indique quais apps você não quer que seus filhos acessem.

Instale os apps certos

Depois de impedir que seus filhos acessem os apps errados, é hora de instalar muitos apps para que eles possam se manter ocupados. No iOS a App Store tem uma categoria inteira dedicada a conteúdo infantil, chamada Crianças, como jogos não violentos, livros infantis, conteído educacional e mais. Nesta seção também são destacadas apps que podem ser interessantes para determinadas faixas etárias. Por exemplo, há sugestões para quem tem 5 anos ou menos, e também para crianças de 6 a 8 anos e de 9 a 11. Você também pode dar uma olhada nas categorias Entretenimento e Educação. Cada app na App Store tem uma faixa etária indicada pela Apple, e aqueles classificados como 4+, por exemplo, são livres de conteúdo questionável.



A App Store tem uma seção específica só com apps para crianças

Já a loja Google Play não tem uma sessão dedicada com apps para crianças, então você deve procurar em categorias como Educação, Entretenimento e Jogos por apps compatíveis com a faixa etária de seus pequenos. Esta informação está no campo Avaliação de conteúdo, sob Informações adicionais na página do app. Se você tem filhos pequenos, procure apps classificados para Todos.

Proteja seu tablet!

Você quer que seu tablet fique inteiro, certo? Nesse caso uma capa, estojo ou “case” durável é essencial. Você provavelmente irá querer algo que possa oferecer alguma proteção contra as inevitáveis quedas e batidas, então procure algo feito de um material capaz de absorver impactos, como borracha ou silicone.


No Android, a classificação de conteúdo dos apps está "escondida"

Procure também algo que tenha uma proteção para a tela (já viu as mãos de seus filhos?). Modelos que usam travas pra ficar fechadas não são ideais para crianças pequenas. Em vez disso escolha uma que use ou um imã ou tiras de velcro.

Há capas específicas para as crianças, como a iGuy da Speck Products. Feita de borracha e com um formato humanóide, ela tem pés para manter o tablet de pé e braços que funcionam como alças. 

A Ballistic é outra empresa que produz capas que valem uma olhada: são vários modelos para smartphones e tablets com os cantos protegidos por material capaz de absorver o choque, que pode ajudar a evitar danos caso seu gadget tome um tombo.

Prepare-se para a limpeza

Por fim, prepare-se psicologicamente para ver chocolate, doce de leite e tinta guache espalhados pela tela de seu tablet. Na hora de limpá-lo evite qualquer coisa contendo álcool ou produtos de limpeza pesada, já que eles podem danificar a camada protetora sobre a tela.



iGuy: acessório protege o tablet e diverte ao mesmo tempo

Em vez disso use um pano úmido e que não solte fiapos. E se precisar de algo mais pesadoexperimente uma mistura de uma parte de água filtrada ou destilada e uma parte de vinagre branco. Borrife uma pequena quantidade sobre o pano e passe sobre a tela. Eu uso essa receita faz tempo (também é ótima para limpar óculos!) sem nenhum efeito colateral, embora não seja algo recomendado pelos fabricantes. 

Fonte: Mediatti, Nick . "Transforme seu tablet em uma babá digital - PC WORLD." PC World - Guia de produtos, reviews, testes e dicas de tecnologia. http://pcworld.uol.com.br/dicas/2013/10/18/transforme-seu-tablet-em-uma-baba-digital/ (accessed October 21, 2013).

IDG Now!: Sonda lunar da NASA inicia testes com Internet no espaço


Segundo Agência Espacial dos EUA, sonda LADEE iniciou testes com sistema de comunicação via laser, que permite enviar quantidade muito maior de dados.


A recém-lançada sonda lunar da NASA começou a testar o que pode eventualmente tornar-se uma Internet no espaço.

O observatório da sonda LADEE (Lunar Atmosphere and Dust Environment Explorer, em inglês) afirmou nesta quinta-feira, 17/10, que a sonda começou um teste limitado de um sistema de comunicação de dados de alto alcance via laser. É o primeiro teste de comunicações via laser feito pela Agência Espacial dos EUA.

Caso funcione como o esperado, a NASA planeja usar sistemas similares para acelerar futuras comunicações de satélite e comunicações do espaço com rôbos e equipes humanas de exploração.

A espaçonave, que foi lançada em 6 de setembro da base Wallops Flight Facility, na Ilha Wallops, na Virginia, alcançou a órbita lunar um mês depois, em 6 de outubro. Uma série de manobras colocou a sonda na órbita correta para que engenheiros na Terra possam verificar seus insturmentos e configurar os testes de comunicação com laser.

É esperado que o teste aconteça até a metade de novembro, afirmou o porta-voz da NASA, Dewayne Washington.

“Eles estão fazendo testes a partir de diferentes pontos, e com diferentes condições climáticas”, afirmou. “Queremos medir o quão bem isso iria funcionar em diferentes condições. Leva um tempo para fazer isso.” Segundo ele, “até o momento, tudo está indo bem”.

A principal missão da sonda é estudar a atmosfera lunar, apesar de oficiais afirmarem que testar o sistema de comunicações com laser também é algo importante.

Usar comunicações via laser em vez de sistemas de rádio permitiria que rôbos, como a sonda Curiosity, e astronautas pudessem receber quantidades muito maiores de dados do espaço, seja em órbita em torno da Terra, na Lua, ou em um asteróide distante.


Sistemas de comunicações via laser podem entregar até seis vezes mais dados com 25% menos energia do que os melhores sistemas de rádio, afirma o gerente da missão de comunicações com laser, Don Cornwell.

Além disso, a comunicação via laser utiliza aparelhos que têm metade do peso dos aparelhos atuais de rádio em foguetes, sondas, e espaçonaves, afirma Cornwell. Peso é um fator crítico no desempenho de naves desse tipo.

Após a finalização dos testes de comunicação via laser, os engenheiros da NASA vão ajustar a órbita da espaçonave para posicioná-la melhor para começar experimentos específicos na atmosfera da lua.

Fonte: Gaudin, Sharon . "Sonda lunar da NASA inicia testes com Internet no espaço - IDG Now!." IDG Now! - Notícias de tecnologia, internet, segurança, mercado, telecom e carreira. http://idgnow.uol.com.br/internet/2013/10/18/sonda-lunar-da-nasa-inicia-testes-com-internet-no-espaco/ (accessed October 21, 2013).

UOL: Computador cerebral da IBM funciona com "sangue eletrônico"



Assim como todo mundo, a IBM está impressionada com a capacidade e a eficiência energética do cérebro humano, e quer tentar replicá-lo. A empresa anunciou um protótipo de computador inspirado pelo cérebro, que recebe energia de um eletrólito líquido – chamado de “sangue eletrônico” – e é ao mesmo tempo refrigerado por ele.

Dois pesquisadores da IBM, Patrick Ruch e Bruno Michel, demonstraram o protótipo no laboratório da IBM em Zurique. O sangue eletrônico é bombeado através do computador e transporta energia, ao mesmo tempo em que retira o calor.

Graças a esse resfriamento líquido, o protótipo usa processadores empilhados, concentrando mais potência em menos espaço. Bruno Michel nota que apenas 1% do volume de um computador é dedicado ao processamento de fato; enquanto isso, “o cérebro usa 40% do seu volume para o desempenho funcional”.

A ideia também é tentar consumir o mínimo de energia possível, já que o cérebro utiliza apenas 20 watts de energia por dia. A IBM acredita que o seu novo sistema de “fluxo de oxirredução” vai levá-la mais perto de seu objetivo: abrigar um computador petaflop (atualmente do tamanho de metade de um campo de futebol) em algo que caiba em uma mesa até 2060. Michel explica à BBC:


Queremos colocar um supercomputador dentro de um cubo de açúcar. Para isso , precisamos de uma mudança de paradigma em eletrônica – precisamos ser motivados pelo nosso cérebro. O cérebro humano é 10.000 vezes mais denso e eficiente do que qualquer computador hoje.

Para ter uma noção da disparidade, a BBC nota que, quando o supercomputador Watson ganhou em um game show nos EUA, ele usava 85 mil watts de energia, enquanto os concorrentes humanos usavam menos de 20 watts.

A pesquisa da IBM ainda vai demorar a entregar resultados práticos, que possam ser implementados em um PC comum. Mas, à medida que as pesquisas se concentram na computação baseada no cérebro, podemos tornar os computadores ainda melhores. [BBC]

Fonte: Newman, Lily . "Computador cerebral da IBM funciona com "sangue eletrônico" ." Gizmodo Brasil | Tech Lovers . http://gizmodo.uol.com.br/ibm-sangue-eletronico/ (accessed October 21, 2013).

Inovação Tecnológica: Bactérias extraem cobre de placas de circuito impresso



Já estão em desenvolvimento placas eletrônicas recicláveis, reaproveitadas apenas adicionando-se água quente.[Imagem: NPL]

As placas de circuito impresso de computadores e outros aparelhos eletrônicos contêm metais valiosos como ouro, prata, platina e paládio, além do cobre.

No Brasil, não existem indústrias especializadas na recuperação desses metais. Por isso, anualmente, toneladas do chamado lixo eletrônico são vendidas para empresas estrangeiras que, por dominarem a tecnologia, apresentam lucros bastante elevados.

"Dados sobre a composição das placas de circuito estimam que, em uma tonelada de placas de circuito impresso, o ouro corresponde a cerca de 0,01%, ou seja, 100 gramas", explica Luciana Harue Yamane, da Escola Politécnica da USP.

Luciana explica que, tradicionalmente, os metais são extraídos utilizando-se processos químicos e pirometalúrgicos.

A pesquisadora então se dispôs a desenvolver um método diferente para a extração dos metais, utilizando processos físicos, químicos e biológicos.

Num primeiro momento, as placas foram homogeneizadas e reduzidas de tamanho com o uso de um moinho de martelos que triturou o material até deixá-lo com cerca de 2 milímetros de tamanho.

No próximo passo, um separador magnético separou ferro e níquel, restando apenas o material não-magnético (onde o cobre e os metais preciosos ficaram concentrados).

Adaptação bacteriana

Luciana explica que a extração do ouro e da prata pode ser feita por um processo chamado cianetação. Entretanto, não pode haver cobre na mistura pois, se houver, em vez de atacar o ouro, o cianeto ataca o cobre da mistura.

Foi aí que a bióloga decidiu utilizar uma via alternativa: a biolixiviação, que é o uso de bactérias para extrair o cobre.

"Foi necessário um processo de adaptação bacteriana, que desenvolvemos durante meses, para aumentar a eficiência e reduzir a mortalidade das bactérias a esse resíduo inicialmente tóxico a elas. É este processo que está sendo patenteado", explica.

Os resultados mostraram que a bactéria A. ferrooxidans-LR, após o processo de adaptação, foi capaz de solubilizar os metais, em especial o cobre, que foi 98% lixiviado, por meio de um processo ambientalmente correto, deixando assim o ouro mais concentrado para a etapa de cianetação.

Pela biolixiviação, o cobre sai da mistura da forma sólida para a forma solúvel (Cu+2). O que sobra é um pó, formado por polímeros e os metais preciosos. Pelo método da cianetação esses metais podem, então, ser extraídos.

Fonte: "Bactérias extraem cobre de placas de circuito impresso." Site Inovação Tecnológica - Tudo o que acontece na fronteira do conhecimento. http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=bacterias-extraem-cobre-placas-circuito-impresso&id=010125131021 (accessed October 21, 2013).

Olhar Digital: Estados Unidos lidera ranking global de produtores de spam



(Foto: Reprodução)

O Brasil, como vários outros países, já foi listado como um dos maiores culpados pela quantidade colossal de spam que circula na web. Felizmente este posto desonroso não é mais dos brasileiros e agora fica com os Estados Unidos.

O país lidera com folga o ranking da Sophos de países que mais contribuem para a disseminação de spam pela internet, causando chateação, perda de produtividade e desperdício de banda. Os americanos são responsáveis por 14,6% dos e-mails inúteis, quase o triplo do que Belarus que aparece na segunda posição, com 5,1%.

No ano anterior, a posição era ocupada pela Índia, que antes agora figura apenas na terceira colocação, com 4,6%. No ano passado, o país tinha uma fatia do mercado de spam que chegava à casa dos dois dígitos.

De acordo com a Sophos, os cinco países que lideram o ranking já figuraram outras vezes na lista dos "Dirty Dozen" ("dúzia suja", em tradução livre). Confira a lista:


A lista, no entanto, também leva em consideração a quantidade de spam per-capita, ou seja, quanto de email inútil é produzido num país em relação à população local. Neste caso, Belarus, que fica em segundo no ranking geral, salta com folga para a primeira posição, e os Estados Unidos saem do ranking.


Fonte: "Olhar Digital: Estados Unidos lidera ranking global de produtores de spam." Olhar Digital: O futuro passa primeiro aqui. http://olhardigital.uol.com.br/noticia/38335/38335 (accessed October 21, 2013).



COMPUTERWORLD: Confira 3 regras para aumentar a performance dos serviços em nuvem



A computação em nuvem e o alto desempenho deveriam andar de mãos dadas. No entanto, tenho visto muitas implementações de nuvem com os principais problemas de desempenho. Essas questões poderiam ser facilmente evitadas com uma boa dose de planejamento.

O que acontece, via de regra, é que as empresas que adotam sistemas baseados na nuvem não pensam muito sobre desempenho. Geralmente estão mais ocupadas com outros aspectos e benefícios da nuvem, como provisionamento e elasticidade.

Para obter o melhor desempenho, as empresas que se deslocam para as plataformas de computação em nuvem - pública ou privada - devem considerar estas três regras.

Regra 1: A rede deve ser capaz de manter o desempenho da nuvem

As empresas que movem aplicações e dados para a nuvem, ou que constroem novos sistemas em plataformas baseadas em nuvem, muitas vezes não consideram a infraestrutura de rede. Ao confiar nos sistemas que estão ligados através da rede, a rede é tudo. Redes lentas significam sistemas lentos e um desempenho ruim.

Regra 2: Aplicativos não otimizados para plataformas baseadas em cloud raramente têm bom desempenho 

Muitas empresas e profissionais de TI acreditam que podem pegarum aplicativo desenvolvido para rodar em uma plataforma local tradicional e colocá-lo em uma nuvem pública, sem uma quantidade significativa de redesign, e tudo vai acabar bem. Mas como podem os aplicativos não otimizados para plataformas baseadas em nuvem serem executados minimamente bem nelas? Os resultados, quase sempre, são maiores custos operacionais e desempenho inferior.

Regra 3: Considere os dados 

A maneira pela qual os dados são ligados à aplicação é muito importante para o desempenho na computação de nuvem. Dados que estão intimamente ligados ao aplicativo podem não ser capazes de tirar proveito de muitos recursos para melhorar o desempenho de nuvens públicas. Você deve colocar os dados em seu próprio domínio para fornecer alternativas para um desempenho melhor, bem como a oportunidade de reduzir os custos.

Essas três regras não são complexas ou esgotam o assunto. Os conceitos são baseados nos princípios mais antigos. Em outras palavras, quanto mais as coisas mudam, mais elas permanecem as mesmas.

Fonte: LINTHICUM, DAVID . "Confira 3 regras para aumentar a performance dos serviços em nuvem - COMPUTERWORLD." Portal sobre tecnologia da informação e telecomunicações - COMPUTERWORLD. http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2013/10/21/confira-3-regras-para-aumentar-a-performance-dos-servicos-em-nuvem/ (accessed October 21, 2013).

Olhar Digital: Cientistas criam a "Li-Fi", internet pela lâmpada




Um grupo de pesquisadores chineses teve a brilhante ideia de transformar lâmpadas comuns em emissoras de sinais de wi-fi. Chamada de "Li-Fi", a tecnologia supera em muito a velocidade média da conexão mundial de 3,3 mbps. Será o começo do fim dos roteadores nas casas?

Nos testes, a frequência da luz se mostrou muito mais eficiente do que as ondas de rádio e, segundo os cientistas, conecta até quatro computadores simultaneamente. A lâmpada é equipada com um microchip que emite sinais a taxa de 150 mbps, oito vezes mais rápida do que a média do pico de conexão no Brasil, calculada em 18,7 mbps.

A "Li-Fi" destaca-se também por ser acessível e de baixo custo, o que deve facilitar sua expansão em um mercado gigantesco como a China, onde 600 milhões de pessoas usam a internet todos os dias. A primeira demonstração pública da tecnologia, marcada para novembro, servirá para acertar detalhes técnicos.

Fonte: "Olhar Digital: Cientistas criam a "Li-Fi", internet pela lâmpada." Olhar Digital: O futuro passa primeiro aqui. http://olhardigital.uol.com.br/noticia/38336/38336 (accessed October 21, 2013).

INFO: Projeto permite que motoristas enxerguem através de carros em engarrafamentos

Projeto permite que motoristas enxerguem através de carros em engarrafamentos

Divulgação

Sabe quando você está preso no trânsito sem saber o motivo, já que você não vê o que está além da fileira de carros? Pensando nesse problema comum, pesquisadores da Universidade de Porto, de Portugal, desenvolveram um sistema que permite ao motorista enxergar através de outros veículos.

O projeto, ainda em fase de testes, chama-se See-Through System ("sistema para enxergar além", em tradução livre) e ainda está em fase de testes. Mas os pesquisadores acreditam que, quando terminado, ele poderá beneficiar especialmente os motoristas de megalópoles, como São Paulo e Nova York.

O sistema funciona como uma "rede social" de câmeras instaladas em carros. Toda vez que você ficar preso atrás de um caminhão ou ônibus que o impeça de ver a rua, você poderá visualizar a imagem de uma câmera localizada em um carro à sua frente.

Testes já foram feitos tanto em simuladores virtuais como no mundo real. O sistema está em desenvolvimento desde 2010, sob a responsabilidade do professor Michel Ferreira e sua equipe na Universidade de Porto.

Segundo a New Scientist, o tempo de atraso da imagem é de apenas 200 milissegundos e a tecnologia funciona também quando o carro está a 90 km/h em uma estrada para fazer uma ultrapassagem com mais segurança, por exemplo.

Como o sistema interliga as câmeras com uma conexão por proximidade, de veículo para veículo (V2V), outras pessoas não poderão acessar a câmera do seu carro quando você não estiver por perto.

Entretanto, a novidade ainda requer uma instalação complicada de uma tela de LCD que fica na frente do volante. A tecnologia poderia evoluir para algo mais prático, como uma aplicativo para o Google Glass, por exemplo.

Assista ao vídeo de demonstração dessa tecnologia.

Fonte: Agrela, Lucas . "Projeto permite que motoristas enxerguem através de carros em engarrafamentos | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/bitnocarro/2013/10/projeto-permite-que-motoristas-enxerguem-atraves-de-carros-em-engarrafamentos.shtml (accessed October 21, 2013).

Portal A TARDE: Tablets ajudam polícia a visualizar ocorrência de crimes


O dispositivo móvel auxilia a Polícia na cobrança de resultados 

Jacques Brinon | AP Photo

Com um ou dois cliques nos tablets das viaturas da Polícia Militar ou nos computadores das delegacias, os policiais de São Paulo podem agora visualizar os crimes cometidos nas áreas em que eles atuam - ou em qualquer outra do Estado.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) implementou o sistema e está treinando os policiais no seu uso. A ferramenta permitirá cobrar resultados no combate ao crime de forma muito mais concreta - e livre de tergiversações - do que antes e representa um incremento na ênfase na inteligência e na gestão.

Ao contrário do que o nome comprido sugere, o Relatório Analítico Gerencial de Segurança Pública (Regisp) veio simplificar a vida de policiais, delegados e oficiais da PM que queiram saber o que, quando e exatamente onde está acontecendo na sua área. O que ficará mais difícil será explicar por que em determinada rua não havia policiamento em certa hora que o sistema já tiver mostrado ser de maior incidência dos crimes.

Os dados, baseados nos boletins de ocorrência e nos registros do Copom, a central de ligações da PM, já estavam disponíveis, por meio do Infocrim, mas eles eram de acesso e leitura mais complicada. Geravam tabelas pouco amigáveis para quem não é versado em estatística. Agora, o sistema produz mapas com cores, que vão do amarelo ao vermelho, de acordo com a incidência dos crimes.

Também há balões sobre cada rua, com o número de ocorrências dentro. Clicando nesses balões, o policial vê os detalhes de cada ocorrência. O Regisp é restrito à intranet da SSP.

Em média, o sistema recebe 170 mil ocorrências por mês - ou quase 6 mil por dia, em todo o Estado de São Paulo. Por enquanto, carregará as ocorrências mensalmente. Mas, de acordo com o promotor Fábio Bechara, coordenador do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública (Ciisp), mais adiante será lançada uma nova versão, em que os dados estarão disponíveis de forma diária. Com isso, o usuário poderá pesquisar os crimes pelo período que escolher, e não necessariamente por mês.

Precariedade

Atualmente, os bancos de dados das polícias civil e militar não conversam entre si. Além da precariedade operacional que isso acarreta, já que o que uma polícia sabe a respeito de um mesmo crime pode ser desconhecido da outra, obriga a Coordenação de Análise e Planejamento (CAP) a cotejar as ocorrências registradas por ambas, para eliminar duplicidades ou incongruências do tipo incluir uma tentativa de homicídio que mais tarde resultou em homicídio.

O secretário Fernando Grella disse à reportagem que os bancos de dados serão unificados dentro de um a dois meses. "A questão-chave da Segurança Pública é gestão", avalia ele.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: SantAnna, Lourival. "Portal A TARDE - Tablets ajudam polícia a visualizar ocorrência de crimes." Portal A TARDE. http://atarde.uol.com.br/materias/1542534 (accessed October 21, 2013).

COMPUTERWORLD: Microsoft abre centro de inovação em Curitiba



O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), em parceria com a Microsoft, lança o Centro de Inovação da Microsoft em seu campus da cidade Industrial de Curitiba. 

A cerimônia de instalação ocorreu nesta sexta-feira (18/10), concretizando as ações decorrentes da assinatura de protocolo de intenções por parte do governador Beto Richa com a Microsoft Brasil para a utilização pelo estado de soluções tecnológicas para capacitação de pessoas em tecnologia da informação (TI) e uso de plataformas de aprendizagem virtual.

O Tecpar atua na área de desenvolvimento de tecnologias na área da saúde e histórico de sucesso na incubação de empresas. A parceria do governo do estado com a Microsoft facilitará ações que complementam pesquisas e processos de capacitação. 

O lançamento do Microsoft Innovation Center (MIC) faz parte de uma iniciativa global da Microsoft em promover o uso de tecnologia em prol da sociedade em que está inserida, contribuindo para o desenvolvimento de pessoas e suas habilidades, especialmente pensando nos jovens. Júlio Felix, diretor-presidente do Tecpar, revela uma característica diferenciada do MIC a ser instalado em Curitiba. 

De acordo com Paulo Iudicibus, diretor de Inovação da Microsoft Brasil, objetivo da iniciativa é incentivar o uso da tecnologia de ponta, oferecer capacitação profissional e fomentar a indústria local de software, de forma que a tecnologia seja um motor para gerar inovações. “Os MICs existem há mais de 12 anos no Brasil e já possibilitaram o treinamento de mais de 206 mil jovens”, explica. 

Pela parceria firmada com a Microsoft ficam disponíveis opções de programas e softwares que poderão ser implantadas pelo governo nas áreas de educação, qualificação, inovação e empreendedorismo. Entre eles estão capacitação básica em tecnologia da informação e design, comunicação instantânea entre alunos e professores, softwares para projetos de alfabetização em informática e desenvolvimento de empresas iniciantes.

Fonte: "Microsoft abre centro de inovação em Curitiba - COMPUTERWORLD." Portal sobre tecnologia da informação e telecomunicações - COMPUTERWORLD. http://computerworld.uol.com.br/negocios/2013/10/18/microsoft-abre-centro-de-inovacao-em-curitiba/ (accessed October 21, 2013).