terça-feira, 16 de setembro de 2014

IdgNow: Baterias podem passar a durar dez anos


Pela primeira vez, cientistas analisaram como funciona o dispositivo à escala das suas nano-partículas e descobriram que o carregamento lento pode não a ser melhor solução
Uma nova pesquisa pode mudar a maneira como as baterias de ions de lítio são carregadas em eletrônicos de consumo e nos carros elétricos. O estudo, publicado na revista Nature Materials, desafia a noção comum de que carregar uma bateria lentamente ajuda a prolongar a sua vida. Contesta também a ideia de ser prejudicial ao dispositivo ser sujeito a uma descarga de grande quantidade de energia, durante um curto espaço de tempo.

De acordo com pesquisadores do do MIT, do Sandia National Laboratories, do Samsung Advanced Institute of Technology America e do Lawrence Berkeley National Laboratory, as baterias podem ter uma duração mais longa, de cerca de dois a dez anos, se for carregada partícula a partícula, através de uma série de cargas muito rápidas. Isso surpreendeu os pesquisadores, pois este tipo de carga era tido como prejudicial.

“Nós, como comunidade científica, temos olhado para a escala macro de como a bateria se comporta no todo, mas a nossa pesquisa foca-se nas partículas individuais para chegar a um modelo de como a carga funciona”, explica William Chueh, um dos autores do estudo, pesquisador do Stanford Institute for Materials and Energy Science.

A equipe conseguiu observar a forma como as nanopartículas individuais se comportam quando a bateria está sendo carregada e descarregada.

É a primeira vez que tal detalhe foi observado e registado. Em vez da corrente elétrica a ser distribuída de maneira uniforme para todas as partículas serem gradualmente carregadas, na realidade ela é absorvida pelos elementos individuais ou em pequenos grupos, durante um curto período de tempo até cada um dos elementos estar carregado, e depois o processo segue para o próximo.

Até o resultado da pesquisa, a carga lenta era recomendada para reduzir o calor na bateria e prolongar-lhe a vida, esclarece Chueh. “Mas descobrimos que isso não é inteiramente correto”.

Com base no novo conhecimento, os pesquisadores estão propondo várias maneiras de carregamento, mais uniformes. Rápidas ou lentas, as novas formas de carregamento deverão provocar um aquecimento menos localizado para não degradar a bateria.

Também estão considerando formas de ativar carregamentos ou descarregamentos mais rápidos, evitando danos à bateria.

Esta investigação poderá beneficiar, entre outras áreas, a dos carros elétricos, os quais requerem muitas vezes cargas de várias horas. Se esse tempo puder ser reduzido, os usuários não terão de parar durante tanto tempo para carregar as baterias ao fazerem viagens longas.

E para as redes elétricas, preveem baterias de armazenamento capazes de lidar melhor com picos repentinos de procura.

Embora ainda precises fazer mais experiências, os pesquisadores já começaram a conversar com fabricantes de eletrônica de consumo e da indústria automóvel sobre a possibilidade de uso dos novos formatos de carregamento.

Computer Wold: Melhore o ensino e o aprendizado com Big Data e Analytics


Todas as economias mundiais que investiram em Educação saíram de crises, prosperaram ou estão neste caminho. No Brasil, algumas iniciativas já foram disparadas; e medidas de estímulo para ‘abertura do mercado’ como FIES, ProUni, Novo FIES e ProIES, já surtem algum efeito e podem a médio prazo, gerar impactos importantes na educação.

E é neste contexto que uma nova tendência do mundo Digital, que alavanca dados estruturados, não estruturados, Analytics, Big Data e mobilidade, pode acelerar e efetivamente habilitar transformações em diversos níveis e em diversos setores educacionais.

Uma das aplicações que têm sido estudadas neste contexto é a de Aprendizagem Adaptativa. Ela já é usada de forma incipiente em algumas disciplinas de Ensino Superior em instituições de alguns países, como matemática recursiva, engenharia, ciências humanas e sociais. E permite um ritmo extremamente rápido de personalização e adequação de conteúdo, de mensagem, de formato e de apresentação do uso e integração de tecnologias digitais altamente sofisticadas.

A filosofia de base para o conceito não é nova; porém, as tecnologias que a suportam em larga escala são bastante recentes. E já há indícios de que, mesmo em estágios iniciais de adoção, permite que instituições (públicas e privadas) possam oferecer maior qualidade, menor custo e atingir um maior número de estudantes com mais eficiência.

Em alguns estudos realizados ao redor do mundo – como os feitos por empresas como EduVentures – já há evidências de que:

• O apetite para aprendizagem adaptativa é bastante elevado – segundo o Gartner Research, inclusive, já atingiu sua maturidade em termos conceituais. O Estado do Arizona e o Carnegie Mellon já iniciaram a adoção da técnica com sucesso, bem como instituições filantrópicas como a Fundação Bill & Melinda Gates;

• O modelo tem alta demanda, por atender necessidades que as novas gerações (millenials, por exemplo) têm demandado, por interatividade, ambientes on-line, com aspectos de interação de redes sociais. Algumas destas alavancas, inclusive, têm demonstrado aumentar taxas de rematrícula em adultos;

• A adoção é lenta, mas constante. O número de instituições que utilizam a aprendizagem adaptativa é pequeno, principalmente devido à percepção de que a tecnologia é complexa ou dispendiosa. Porém, em uma recente pesquisa entre professores e administradores, 61% disseram “concordar” ou “concordar fortemente” que a aprendizagem adaptativa tem forte potencial como ferramenta pedagógica para melhorar a instrução;

• A integração de aprendizagem adaptativa com outras inovações está pouco explorada; pois, como existe uma grande quantidade de temas sendo discutidos no contexto de tecnologias, de análises e de gestão de dados, pouco ‘tempo de qualidade’ está sendo investido para aprofundamento de soluções no âmbito da educação.

O que não é Aprendizagem Adaptativa?




Apesar de existirem iniciativas ‘no caminho’ da aprendizagem adaptativa, é importante destacar as diferenças estruturais entre estes conceitos:

• A autoestimulação, embora altamente individualizada e escalável, não é aprendizagem adaptativa;

• Os agentes pedagógicos, que personalizam um currículo, em certa medida não oferecem aprendizado adaptativo;

• O ensino diferenciado, enquanto adaptativo na natureza, personaliza as instruções apenas no início de um currículo;

• Os tutoriais cara a cara, enquanto adaptativos na natureza, são ideais; mas, não escaláveis e limitados pela capacidade de um instrutor para se adaptar, em tempo real, às necessidades de aprendizagem complexas;

• A aprendizagem por maestria, enquanto mais perto da aprendizagem adaptativa do que qualquer outro método apresenta um ritmo mais lento de personalização e é menos escalável.

Mas o que é Aprendizagem Adaptativa?
Uma definição pode ser: “Conjunto de interações entre Alunos e Máquinas, na qual o conteúdo, o formato, o dispositivo e as avaliações, são apresentados com base em resultados prévios, ações, preferências, dados capturados de resultados, comparação com resultados similares, suportado em diferentes graus por instrutores ao vivo, com objetivo de criar diferentes ‘caminhos’ de aprendizado. E em escala suportado por plataformas tecnológicas escaláveis e com alta eficiência em custo e desempenho, capazes de tratar grandes volumes e variedades de dados, permitindo rapidamente personalizar ou ajustar o caminho do aprendizado para cada indivíduo, para atender às diversas metas de aprendizagem (da instituição e/ou do aluno)”.

Em outras palavras, a aprendizagem adaptativa pode incluir algumas das seguintes características:


• Personalização: Percursos de aprendizagem ‘únicos’ adaptados com base nas necessidades individuais de aprendizagem e metas;

• Remediação: Tecnologia orientando o domínio de qualquer nível de habilidade dos alunos em uma experiência de aprendizagem;

• Diferenciação: Um currículo adaptado exclusivamente adapta (se adequa?) com base nas necessidades de aprendizagem, como determinado pelas funções de ferramentas tecnológicas altamente sofisticadas;

• Automação: Tecnologia sendo utilizada para gerenciar os custos de produção, permitir escala, e informar uma ecologia mais eficiente de aprendizado;

• Empowerment: Estudantes assumindo o controle de um currículo, selecionando o conteúdo baseado em competências, objetivos de aprendizagem e preferências de entrega;

E como ser bem sucedido na Aprendizagem Adaptativa?



Algumas instituições que já iniciaram e tiveram sucesso na adoção inicial desta abordagem, compartilham alguns pontos em comum:

• Estabelecendo uma filosofia de personalização, sabendo a missão, e levando-a para fora com foco em valores, não em tecnologia;

• Identificando os problemas que a aprendizagem adaptativa poderia resolver;

• Contabilizando os custos não apenas de adotar a aprendizagem adaptativa; mas, de não adotá-la;

• Escolhendo a tecnologia com sabedoria;

• Envolvendo professores em todas as fases de aprovação;

• Iniciando em um ambiente controlado;

• Alavancando a aprendizagem adaptativa quando for mais adequado;

• Quantificando os benefícios de forma contínua.

Info: Google não é obrigado a filtrar conteúdo de buscas, diz STJ

Karen Carneti, 

O Superior Tribunal de Justiça divulgou, nesta segunda-feira (8), decisão que exime o Google de excluir endereços de sua busca por pedidos de usuários, o conhecido “direito ao esquecimento”existente na Europa.

Dessa forma, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do STJ, decidiu que a empresa não é obrigada a retirar de sua página de buscas o link para a reportagem do site Gazeta Online, que informa sobre investigação contra um juiz do estado conduzida pelo Tribunal de Justiça do Santo Espírito.

Neste caso, o juiz capixaba pediu a remoção do link para uma reportagem de 2009, que o envolveu em acusações de fraude para relaxamento de prisão de condenados por tráfico de drogas. A 4ª Turma do Colégio Recursal dos Juizados Especiais do Espírito Santo decidiu em favor do juiz.

O colegiado defendeu que a tutela da dignidade da pessoa humana e dos direitos da personalidade autoriza esse tipo de providência. Eles também entenderam que não existia qualquer impossibilidade técnica para a retirada de um determinado resultado de busca por um parâmetro específico. A sentença indicou, então, o link que não deveria mais aparecer na pesquisa pelo nome do juiz.

O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, no entanto, reconheceu que o Google é apenas um provedor de pesquisa, já que a natureza do serviço que presta não inclui a prévia filtragem do conteúdo obtido de acordo com o critério fornecido pelo usuário. Ele julgou procedente a reclamação e afastou a condenação imposta ao Google, que não está mais obrigado a remover o link dos resultados da busca sobre o juiz.

G1: Campanha pela independência da Escócia ganha terreno no Facebook


Rede social teve 2,05 milhões de interações a favor e 1,96 milhões contra.
Referendo no dia 18 decide se Escócia continua ou não no Reino Unido.

Eleitores contra e a favor da independência da Escócia discutem enquanto aguardam corpo a corpo do primeiro ministro Alex Salmond. Um referendo sobre o tema acontecerá no dia 18 de setembro e decidirá se o país continua ou não no Reino Unido 

A campanha pelo "sim" à independência da Escócia ganhou terreno no Facebook, que registrou um intenso debate eletrônico nas últimas semanas. A rede social informou nesta terça-feira (16) que foram feitas no país 2,05 milhões de interações a favor da independência em relação ao Reino Unido, e 1,96 milhões contra. Os dados foram registrados ao longo das últimas cinco semanas.

A informação é divulgada enquanto o Facebook se prepara para lançar no dia da consulta o botão "I'm a voter" ("Eu sou votante", em português), que permitirá aos usuários dizer se votaram sem especificar em qual opção.

"Em apenas um mês, vimos que o debate sobre o referendo ganhou vida no Facebook, com mais de 10 milhões de mensagens, comentários e 'curtidas' relacionadas ao debate", disse nesta terça (16) Elizabeth Linder, especialista em política do Facebook na Europa.

"Os estudos indicam que quando as pessoas veem que seus amigos de Facebook estão falando em votar, eles também podem votar", acrescentou Linder.

O Facebook já utilizou o botão "Eu sou votante" nas últimas eleições nos Estados Unidos, em 2012.

A dois dias do histórico referendo, os dois lados intensificam suas campanhas enquanto as pesquisas sobre intenções de voto publicadas nos últimos dias indicam que, por enquanto, o resultado será muito apertado.

Os maiores de 16 anos estão convocados às urnas para responder com um "sim" ou um "não" à pergunta de se querem que a Escócia seja independente do Reino Unido.

G1: Apple diz que 33 milhões de pessoas já ouviram o novo disco do U2


Álbum foi oferecido de graça a 500 milhões de usuários e escutado por 7%.
Executivo da empresa diz que 'Songs of innocence' alcançou 'recorde'.

Tim Cook, CEO da Apple, e U2 durante a revelação
do álbum 'Songs of innocence'
A Apple anunciou que 33 milhões de pessoas já ouviram o disco novo do U2, "Songs of innocence". O álbum foi disponibilizado de graça no iTunes para cerca de 500 milhões de usuários no dia 9 de setembro.

"Apenas seis dias depois do lançamento no iTunes, um número recorde de 33 milhões de pessoas já experimentaram o disco", disse Eddy Cue, executivo da Apple, em comunicado na noite de segunda-feira (14). 

O número absoluto de 33 milhões de ouvintes é muito alto para os padrões atual da indústria fonográfica. A marca, porém, representa apenas cerca de 7% de usuários aos quais o álbum foi oferecido.

Ferramenta para apagar
A Apple divulgou em seu site uma ferramenta que apaga com "apenas um clique" o disco do U2 dos usuários do iTunes. Saiba mais no site da Apple. A empresa gastou US$ 100 milhões para distribuir gratuitamente o disco "Songs of Innocence", de acordo com reportagem da revista "Billboard".

O disco, o primeiro da banda irlandesa em cinco anos, foi apresentado e lançado na terça-feira (9), quando a fabricante de tecnologia apresentou o iPhone 6 e o relógio AppleWatch. O álbum pode ser baixado gratuitamente até 13 de outubro.

O valor de US$ 100 milhões, segundo a reportagem, foi pago para fazer o marketing e a distribuição do álbum. Uma quantia não revelada foi paga diretamente para a banda. Para divulgar seus produtos, a Apple investe em anúncios e usa o novo álbum do U2 para divulgar seus novos aparelhos e o iTunes. A empresa tem US$ 150 bilhões em caixa.

G1: Microsoft convida jornalistas para ver o Windows 9 em 30 de setembro


Evento ocorrerá em São Francisco e mostrará Windows para empresas.
Vazamento indica novo menu Iniciar e sistema de notificações.

Convite para evento que mostrará novo Windows
foi enviado para a imprensa norte-americana

A Microsoft enviou convites para jornalistas dos Estados Unidos para um evento onde a empresa deve anunciar o Windows 9, a nova versão de seu sistema operacional, o mais usado em todo o mundo. A apresentação está prevista para acontecer no dia 30 de setembro em São Francisco, nos Estados Unidos.

O convite chama os jornalistas "para saber mais sobre o próximo Windows". Haverá foco também na área do sistema para empresas. A previsão de lançamento do novo sistema operacional deve ocorrer no final de 2015.

Caso se confirme, a empresa deve liberar uma versão do Windows 9 para desenvolvedores logo após o evento, como aconteceu com outras edições do sistema.

Há alguns dias, uma suposta versão do Windows 9 vazou na internet, indicando que ele pode ter um novo menu iniciar, desktops virtuais e um centro de notificações, como acontece no MacOS X, da Apple.

Info: Ator processa Google por filme "Innocence of Muslims"


Um segundo ator processou o Google por causa do trailer do filme "Innocence of Muslims" que caçoa do profeta Mohammad e levou a revoltas em 2012. Seis meses atrás uma corte norte-americana decidiu a favor de um outro ator e ordenou que o filme fosse removido do Youtube.

Gaylord Flynn diz que recebeu ameaças de morte e teme por sua vida enquanto o Google continua a disponibilizar aos seus usuários o acesso ao filme através de websites de conteúdo pirateado, conhecidos como sites de torrent, de acordo com o processo, aberto na última sexta-feira em um tribunal na California.

Flynn, que também está processando o cineasta, Nakoula Basseley, disse que o Google se recusou a bloquear o acesso ao filme, mesmo após a decisão de uma corte norte-americana ter ordenado a remoção do servidor de compartilhamento de vídeos do Google, o Youtube.

No caso, a atriz Cindy Lee Garcia processou o Google para conseguir uma interdição, argumentando que ela era a proprietária dos direitos criativos de sua performance. Garcia também disse ter recebido ameaças de morte.

O Google argumentou na época que a interdição concebia uma violação de restrição à liberdade de discurso, de acordo com a Constituição norte-americana. A empresa demanda uma nova audiência diante da corte de apelações.

Nem o advogado de Flynn, Cris Armenta, que também representou Garcia, nem o representante do Google estavam disponíveis imediatamente para comentário sobre o assunto.

O filme "Innocence of Muslims", que retrata Mohammad como um desvairado sexual e um idiota, provocou uma série de distúrbios contra os EUA no Egito, Líbia e outros países em 2012, e coincidiu com um ataque a instalações diplomáticas em Benghazi que matou quatro norte-americanos, incluindo o embaixador dos EUA na Líbia.

Flynn afirma que o diretor do filme escondeu a verdadeira natureza de sua produção. Ele acreditava ter sido contratado para um filme chamado "Desert Warrior" e nunca consentiu que o filme fosse "religiosamente orientado ou propagasse discursos de ódio".

Info: Operadora da Nextel pode pedir falência a partir desta segunda-feira


A NII Holdings, operadora da Nextel que luta contra uma dívida de 5,8 bilhões de dólares e concorrência acirrada no Brasil e no México, pretende pedir proteção judicial contra falência nos Estados Unidos a partir desta segunda-feira, de acordo com duas fontes com conhecimento direto da situação.

De acordo com uma fonte, que pediu anonimato uma vez que o processo está em andamento, o pedido de falência de acordo com o Capítulo 11 das leis norte-americanas permitiria à companhia com base em Reston, na Virgínia, NII Holdings reestruturar sua dívida com credores. A NII Holdings opera em vários países da América Latina sob a marca Nextel.

A empresa quer transformar os credores em acionistas e implementar um modelo de negócio mais sustentável com foco no Brasil e no México, seus dois maiores mercados, acrescentou a fonte. O Capítulo 11 é uma forma de falência que reorganiza os negócios e ativos de uma empresa por um período limitado.

Ligações para a NII Holdings em busca de comentários não foram imediatamente retornadas.

No Brasil, a NII Holdings tem perdido clientes e sofrido um declínio na receita média por usuário enquanto a América Móvil, a espanhola Telefónica e a TIM Participações oferecem melhor cobertura para smartphones cada vez mais populares.

A NII Holdings está lutando para recuperar participação de mercado, mesmo depois que reguladores a isentaram do pagamento de taxas de interconexão para rivais maiores.

No mês passado, a NII Holdings alertou que poderia pedir proteção contra falência depois de divulgar seu nono prejuízo trimestral consecutivo. O presidente-executivo, Steve Shindler, disse na época que, apesar dos esforços para melhorar as operações, o caixa tinha caído para níveis insuficientes para suportar o negócio.

A empresa encerrou o segundo trimestre com 1 bilhão de dólares em caixa, uma perda líquida recorrente de 629 milhões de dólares e uma redução de 77 mil assinantes em sua base de clientes.

A empresa contratou os bancos de investimento UBS e Rothschild para a assessorarem sobre uma potencial venda e uma reestruturação da dívida, respectivamente.

G1: Veja perguntas e respostas sobre a venda de 'Minecraft' para a Microsoft

Gustavo Petró

Empresa comprou o estúdio Mojang, criador do game, por US$ 2,5 bilhões.
Fãs temem que Microsoft restrinja criação de conteúdo do jogo.

Cena de 'Minecraft' rodando no Xbox One, o
videogame de nova geração da Microsoft
O estúdio Mojang, criador do sucesso "Minecraft", o terceiro jogo mais vendido de todos os tempos, foi comprado pela Microsoft nesta segunda-feira (15) por US$ 2,5 bilhões, a maior aquisição do CEO da empresa, Satya Nadella.
Os números impressionam. Em pouco mais de seis anos de existência, contando a fase de testes e o lançamento oficial para PC em 2011 e posteriormente para iOS, Android e consoles, "Minecraft" vendeu mais de 54 milhões de unidades. As versões para os videogames da nova geração, o Xbox One e o PlayStation 4, receberam o game recentemente e há uma versão em desenvolvimento para o portátil PS Vita, da Sony.

Entretanto, o que deveria ser bom para os jogadores, um estúdio pequeno e independente sendo comprado e levado para uma empresa gigante com muitos recursos, não é visto com bons olhos pelos fãs. Um dos maiores temores, além de o jogo perder o suporte para as plataformas da Sony, rival da Microsoft no mercado de games, é de que a empresa pode limitar modificações de fãs e atualizações que o game recebe constantemente.

O G1 preparou uma lista de perguntas e respostas sobre a venda da Mojang para a Microsoft e o que pode mudar no game.

Qual objetivo da compra? 
A Microsoft não revelou o motivo da compra da Mojang, ainda mais pelo preço de US$ 2,5 bilhões, o que analistas de mercado afirmam ser muito superior ao que o estúdio sueco realmente vale e por ter apenas um jogo que deu certo. A compra não foi de um estúdio ou de um game mas, sim, de um fenômeno cultural. A Microsoft espera resgatar o investimento até junho de 2015.

Entre as possibilidades está a intenção de aumentar a venda de smartphones com o sistema Windows Phone, que deve receber uma versão de "Minecraft" em breve - o jogo existe apenas para iOS e Android. O sistema para smartphones da Microsoft está presente em 2,5% dos dispositivos em todo o mundo, de acordo com pesquisa do IDC.

A versão móvel de Minecraft, vendida por US$ 7, está há bastante tempo entre os apps mais vendidos na iTunes Store, da Apple, e na Google Play, do Google. Mais de 40% das vendas totais do game são para dispositivos móveis, segundo a Mojang. E ter o jogo para as suas plataformas e levá-lo para os tablets Surface deve impulsionar as vendas destes aparelhos.

Outro ponto é que a Microsoft tenta buscar um público infantil, o que não conseguiu com a compra do estúdio Rare, de "Donkey Kong", "Conquer's Bad Fur Day", "Perfect Dark", "Killer Instinct" entre outros. Ela desenvolveu os jogos da dupla "Banjo-Kazooie", que não tiveram um tratamento adequado pela Microsoft e não apareceram em novos títulos.

Com "Minecraft" na mão, a Microsoft agora tem controle de um dos jogos em formato digital mais vendidos das plataformas da Sony, e com uma versão para o Vita em desenvolvimento, a companhia japonesa se preocupa com o futuro do jogo em suas plataformas.

Especialistas questionam a compra, afirmando que o sucesso de "Minecraft", ainda mais com a repercussão negativa da compra e com a saída do criador do título da Mojang, Markus "Notch" Persson, pode reduzir o tempo de vida do jogo. Ou ele pode ser um novo "Second Life", mundo virtual que prometia uma nova internet que desapareceu como apareceu, ou será um "World of Warcraft", com uma grande base de usuários há 10 anos.
Governo da Dinamarca cria versão virtual do país
dentro de 'Minecraft'
O jogo continuará no PC?
Sim. A Microsoft diz que manterá o game, suas atualizações e pacotes de skins e outros conteúdos, no PC além das outras plataformas como PlayStation, Xbox e smartphones.

Há uma forte preocupação dos fãs de que a Microsoft pode restringir conteúdos para outras plataformas, focando apenas nos seus videogames. Até o momento, a empresa garantiu o mesmo tipo de suporte feito pela Mojang ao game e aos fãs.

Haverá restrição à modificações (mods)?
Este é outro medo dos fãs. A Mojang deu total liberdade aos fãs para criar e modificar o game como quisessem. A Microsoft é uma grande empresa e é muito restritiva aos mods, que podem alterar a cara de "Minecraft", que agora é um produto seu.

Até o momento, no entanto, a empresa garantiu o mesmo cuidado e tratamento com o game dado pela Mojang por todos estes anos.

Quem tem conta na Mojang vai ter que migrar para a Microsoft?
A Microsoft ainda não revelou detalhes da migração da Mojang para debaixo do seu guarda-chuva. Por conta de "Minecraft" ter uma extensa base de usuários no PC, ela deve manter as contas da Mojang separadas das contas da Xbox Live em um primeiro momento. No futuro, ela deve integrar as contas para a sua rede online, mas mantendo todos os dados e criações dos usuários.
Oculus Rift foi comprado pelo Facebook

A versão de 'Minecraft' para óculos de realidade virtual?
"Minecraft" iria ganhar uma versão para óculos de realidade virtual e seu criador, "Notch", estava empolgado com a ideia. Pelo menos até o Facebook comprar a empresa Oculus Rift por US$ 2 bilhões em março. "O Facebook me assusta", publicou Persson no microblog. "Estávamos conversando em trazer 'Minecraft' para o Oculus Rift. Eu acabei de cancelar este projeto", disse no Twitter.

Nas mãos da Microsoft, parceira do Facebook, o projeto pode novamente ver a luz do dia. Os jogadores colocariam os óculos para observar o mundo do jogo e suas criações como se estivessem dentro do game. A companhia disse que pretende desenvolver "Minecraft" para outras plataformas, mas ainda não há informações sobre sua versão de realidade virtual.

É por causa da compra que está demorando pra sair 'Minecraft 2.0'?
"Minecraft 2.0" foi uma brincadeira de 1º de abril feita pela Mojang em 2013. Nela, o estúdio disse que o jogo estava em desenvolvimento há dois anos e era descrito como uma "nova geração de jogos de simulação de blocos". Mesmo sendo falso, uma versão foi criada e distribuída durante todo o 1º de abril e alguns jogadores puderam jogá-la, mesmo sendo uma piada.

Nas mãos da Microsoft, certamente "Minecraft" deve entrar em um novo ciclo de desenvolvimento, tendo novas e mais modernas versões, que serão lançadas com diferença de alguns anos. Então, é provável que os videogames e o PC recebam "Minecraft 2" nos próximos anos.
Roupas de super-heróis da Marvel serão lançadas
para o game 'Minecraft' no Xbox 360

Vendas de itens
Uma das questões que a compra da Mojag pela Microsoft implica está nos valores gastos pelos usuários no jogo. Há investimento de jogadores para ter novos recursos e skins de personagens. Isso será mantido, mas a companhia deve usar sua loja virtual para venda destes extras do jogo.

Muitos jogadores também vendem itens e criações por valores altos. Uma arma boa criada por um "modder" (como são chamados quem cria modificações) chega a custar US$ 500 nos servidores do jogo como o KoonKraft.

A Mojang chegou a se manifestar sobre o comércio de itens do jogo, que considerou ilegal no início de 2014, mas pouco fez para encerrá-lo. Nas mãos da Microsoft, este negócio paralelo deve acabar. Uma das especulações é que a companhia pode cobrar para os donos destes servidores para licenciar o conteúdo vendido e que ajudava muitos gamers a conseguir recursos para as suas criações mais facilmente.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

G1: Justiça libera o aplicativo Secret no Brasil a pedido do Google


Empresa obteve vitória em segunda instância para manter app no ar.
Aplicativo permite publicar mensagens sem ser identificado.

Usuários compartilham segredos anonimamente
pelo app 'Secret' 

A Justiça do Espírito Santo voltou atrás e o aplicativo Secret, que permite publicar qualquer mensagem, inclusive ofensivas diretas à pessoas, sem ser identificado, voltou a ser distribuido gratuitamente nas lojas online de apps do Google e da Apple. O recurso em segunda instância teve vitória do Google. A suspensão foi determinada pelo desembargador Jorge Henrique Valle dos Santos, da terceira câmara cível do TJ-ES.

A determinação da remoção foi divulgada em 19 de agosto, em decisão liminar, e obrigou Apple e Google a remover o Secret de suas lojas virtuais e o app Cryptic, para Windows Phone e que tem funcionamento similar, da loja da Microsoft.

O Google recorreu da decisão liminar por meio do Agravo de Instrumento nº 0030918-28.2014.8.08.0024. Já a Microsoft recorreu por meio do Agravo de Instrumento nº 0031238-78.2014.8.08.0024. Os dois recursos foram analisados em sede liminar pelo desembargador convocado Jorge Henrique Valle dos Santos, que ainda não julgou definitivamente o mérito. A decisão passa a valer assim que as partes forem notificadas.

A decisão também determinou, além de determinar a suspensão do aplicativo, que as empresas deviam também remover remotamente os aplicativos dos smartphones das pessoas que já os instalaram. Esse também era um pedido do MP-ES, em ação assinada pelo promotor Marcelo Zenkner. A Justiça fixou multa de R$ 20 mil para cada dia de descumprimento.

Embora Apple e Microsoft tenham acatado a decisão judicial, o Google manteve o app em 
O desembargador baseou sua decisão no fato de que ele acredita que o anonimato prometido pelo Secret não é totalmente verdadeiro, já que é possível rastrear seus usuários pelo IP. Além disso, caso as empresas tentassem remover os aplicativos já instalados nos smartphones, elas iriam contra as leis brasileiras.

"Na concretude do caso, é preciso ponderar que, não obstante o anonimato que figura como a própria razão de ser do aplicativo, não me parece haver dúvidas quanto à possibilidade de identificação do usuário por meio de seu IP (internet protocol)", disse.

"Há de ser ponderado, ainda, que determinações contidas na decisão recorrida revelam-se tecnicamente inviáveis, a ensejar, até mesmo, diante de uma análise perfunctória, violação do direito à privacidade dos usuários, na medida em que impõe à empresa que estabeleça um acesso remoto aos aparelhos de todos os cidadãos que já instalaram o aplicativo em seus respectivos smartphones a fim de que se remova o programa dos aparelhos, ato este de viabilidade técnica duvidosa e de juridicidade discutível, ainda mais considerado o prazo de dez dias ofertados, sob pena de multa diária", frisou.

Aplicativo polêmico
Como o nome diz, o Secret permite que segredos sejam contados, sem que a identidade do autor da mensagem seja revelada. O caráter anônimo do app abre uma brecha para que não só os segredos mas também mentiras sejam espalhadas pela rede.

Para o juiz Paulo Cesar de Carvalho, da 5ª Vara Cívil de Vitória, na decisão publicada em agosto, o Secret infringe princípios constitucionais, por permitir que seus usuários usufruam do direito à liberdade de expressão sob a condição de anonimato. "A liberdade de expressão não constitui um direito absoluto, sendo inúmeras as hipóteses em que o seu exercício entra em conflito com outros direitos fundamentais ou bens jurídicos coletivos constitucionalmente tutelados, que serão equacionados mediante uma ponderação de interesses, de modo a garantir o direito à honra, privacidade, igualdade e dignidade humana e, até mesmo, proteção da infância e adolescência, já que não há qualquer restrição à utilização dos aplicativos indicados na inicial", escreveu o juiz na decisão.

“O anonimato mostra-se absolutamente incompatível com tais premissas balizadoras de nosso sistema, assim como o aviltamento, in casu gratuito, despropositado e desmedido, à honra e à imagem de qualquer pessoa”, afirmou o promotor Marcelo Zenkner. “O aplicativo ‘Secret’ fornece o instrumento apto ao cometimento daquilo que, corriqueiramente, tem sido chamado de ‘bullying virtual’.”

Para o promotor, “as exigências constitucionais o direito à imagem, à privacidade, à intimidade, à honra e, principalmente à dignidade da pessoa humana, estão sendo acintosamente violadas” por Google e Apple “ao disponibilizarem aos usuários o aplicativo ‘Secret’”.

G1: Golpe usando extensões falsas do Chrome faz vítimas no Brasil


Ataques persistem mesmo com restrições de segurança.
Extensões são usadas para enviar spam no Facebook.

Um ataque que faz uso de extensões maliciosas para o Google Chrome teve internautas brasileiros vítimas principais, segundo uma análise realizada pelo analista de vírus Fernando Mercês, da fabricante de antivírus Trend Micro. Revelado esta semana, o golpe é notório por acontecer mesmo com a restrição imposta pelo Google, que impede o Chrome de instalar extensões que não foram previamente aprovadas para inclusão na Chrome Web Store.
A fraude tem início no Facebook, onde uma mensagem curiosa convida o usuário a assistir um vídeo no YouTube. A página, entretanto, é falsa. Ela diz que a vítima deve instalar uma extensão para o Google Chrome loja oficial de extensões do navegador.

Uma vez instalada, a extensão leva o usuário para uma página verdadeira do YouTube que mostra um vídeo com "garotas bêbadas" para fazer com que o usuário pense que a instalação da extensão teve qualquer relação com o vídeo, quando na verdade não há qualquer vínculo entre os dois.

Nesse momento, o navegador do internauta já está comprometido e poderá ser controlado pela extensão para enviar mensagens automatizadas, ou spam, pelo Facebook. As mensagens podem ser enviadas como atualizações de status e também em conversas do chat.

A maioria das vítimas estava localizada no Brasil, mas internautas do Reino Unido, dos Estados Unidos e da Argentina também estavam entre as vítimas. A Trend Micro não divulgou números.

Mercês, o analista da Trend Micro, observa que a infraestrutura usada pelo criminoso está localizada em um servidor alugado na Rússia. Outro servidor alugado pela mesma pessoa é usado para abrigar páginas sobre produtos relacionados à perda de peso, ofertas de trabalho em casa e serviços de ensino de inglês.

Segundo o analista, o Google já removeu essa extensão da Chrome Web Store. A Trend Micro recomenda que usuários "evitem clicar em links em mensagens, mesmo que eles pareçam vir de um amigo ou contato", já que fraudes como essa permitem que qualquer pessoa acabe enviando links maliciosos para seus amigos.

Olhar Digital: Google lança portal das Eleições de 2014 no Brasil


Com a aproximação das eleições, o Google decidiu lançar mais um portal para ajudar os eleitores a se decidirem por seus candidatos. O site Google Eleições 2014 tenta trazer todas reunir as informações de todos os candidatos aos cargos ao executivo.

O site é capaz de filtrar candidatos por estado, partido, ou organizar os nomes por ordem alfabética e dividi-los para visualização no mapa. Ao escolher um candidato, é possível observar dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral e conferir o link para seus dados no site da ONG Transparência Brasil.

O serviço também reunirá notícias de todos os candidatos publicadas em 30 veículos de imprensa parceiros do Google no projeto.

Por enquanto, apenas candidatos a presidente e governador têm um perfil completo no serviço. A empresa promete que em breve candidatos a deputado estadual, deputado federal e senador também terão seus dados mostrados.

Folha de S.Paulo:Equipe francesa tenta financiar concorrente do Google Glass


BRUNO ROMANI

O Google Glass é o mais famoso óculos inteligente do mercado, mas não é o único. Um projeto francês tenta viabilizar um concorrente para o acessório do Google. O financiamento ocorre por meio do site Kickstarter.

Apesar de colocar-se como rival, o Ora Smartglass está indiretamente ligado ao Google Glass. Ele roda Android 4.2 e já tem promessa de receber o Android 4.4. Então, quais seriam as principais diferenças entre os aparelhos?

A equipe do Ora promete um dispositivo mais robusto. Segundo os criadores, o Ora é como ter um "tablet com Android na frente dos olhos". Ele leva apps mais complexos para os olhos do usuário.
Divulgação 

Ora Smartglasses, óculos inteligentes de equipe francesa financiado coletivamente pelo Kickstarter


A interface pode ser projetada de duas maneiras: sobre o campo de visão, algo como uma visão de "Robocop", ou projetada para baixo, como se fosse uma espécie de painel a ser observado. No Google Glass, as informações são projetadas para cima.

Um dos orgulhos da equipe é a tela do acessório, que com brilho de 3.000 nits promete entregar imagens mais definidas que o Google Glass. A experiência seria similar a de estar próximo de uma tela de 85 polegadas.

Além disso, o Ora não precisa de um smartphone para funcionar, pois ele trabalha como um dispositivo independente com Android. Ele tem conexão wi-fi e Bluetooth 4.0. A câmera é de 5 Mpixels.

O impacto, porém, na bateria é certo. A equipe promete entre duas e oito horas de uso.

Um dos atrativos do Ora deve ser o preço. Para obter o produto via Kickstarter é necessário uma contribuição de US$ 300. o Google Glass sai por US$ 1.500. Até a conclusão deste texto, a equipe havia arrecado US$ 37 mil. A meta é US$ 100 mil.

Caso consiga completar o financiamento, o produto será entregue em janeiro do ano que vem.

ORA SMARTGLASSES
META US$ 100 mil
CONTRIBUIÇÃO MÍNIMA US$ 5 (recebe agradecimentos e atualizações no andamento do projeto)
CONTRIBUIÇÃO MÍNIMA PARA TER O PRODUTO US$ 300
CONTRIBUIÇÃO MÁXIMA US$ 10.000 (Além de receber o óculos, vale uma viagem, com passagem e hotel, para a França a fim de conhecer os laboratórios da empresa)
FIM DA CAMPANHA 28 de outubro de 2014
ENTREGA janeiro de 2015