terça-feira, 18 de novembro de 2014

G1: Loja de aplicativos da Apple na China passa a aceitar cartões populares

Loja de aplicativos da Apple na China passa a aceitar cartões populares 
Chineses podem comprar apps com cartão UnionPay, com débito em conta.
País é o segundo maior mercado de aplicativos para a Apple.
 
A loja de aplicativos da Apple na China agora aceita pagamentos com os cartões de crédito e débito da chinesa UnionPay, divulgou a fabricante do iPhone nesta segunda-feira (17), em mudança que facilitará as compras para os usuários no segundo maior mercado de aplicativos da Apple.

"A capacidade de comprar aplicativos e fazer compras usando cartões UnionPay tem sido uma das funcionalidades mais pedidas pelos nossos clientes na China", disse o vice-presidente sênior de Software e Serviços de Internet da Apple, Eddy Cue, em um comunicado.

A Apple tem tentado impulsionar a adoção de pagamentos móveis em suas plataformas, mas o complexo sistema de pagamento bancário da China faz com que seja difícil realizar qualquer tipo de pagamento online.

Antes do UnionPay ser adicionado, a Apple contava principalmente com um sistema para a sua loja de aplicativos na China com um valor mínimo de 50 iuanes (US$ 8,16). A opção de pagamento com o UnionPay implica transferência direta de dinheiro de uma conta bancária pelo montante exato de cada compra.

G1: Assinatura de plano para smartphone deve dobrar até 2020, prevê Ericsson

Assinatura de plano para smartphone deve dobrar até 2020, prevê Ericsson
Assinaturas irão de 2,7 bilhões, em 2014, a 6,1 bilhões, estima Ericsson.
Tráfego de dados crescerá oito vezes, estima relatório da companhia. 
Público usa smartphones durante o encontro da Apec de 2014.
As assinaturas de planos de telefonia para smartphones vão mais do que dobrar até 2020 em todo o mundo e ajudarão a impulsionar o tráfego de dados móveis em oito vezes, estimou nesta terça-feira (18) a fabricante sueca de equipamentos de rede Ericsson.

A empresa disse que espera 6,1 bilhões de assinaturas de planos para smartphones no mundo todo até o final de 2020, acima dos 2,7 bilhões em 2014, à medida que mais pessoas em mercados emergentes compram smartphones baratos em vez de telefones básicos.

Em seu Relatório de Mobilidade, a Ericsson incorporou mais um ano em relação à perspectiva de junho, que contemplava até 2019. "As tendências são estáveis e os fatores de crescimento subjacentes são os mesmos", disse o gerente de projeto do relatório, Peter Jonsson.

Maior fabricante de equipamentos de redes móveis do mundo, a Ericssom espera um aumento de oito vezes no tráfego de dados móveis entre 2014 e 2020. Em junho, a previsão era de um crescimento de dez vezes entre 2013 e 2019. A diferença é explicada por um maior ponto de partida em 2014, disse Jonsson.

O uso maior de dados móveis por conta de smartphones, impulsionado principalmente por vídeos, está contribuindo para o aumento esperado. A modalidade de vídeo deve aumentar a sua quota no tráfego móvel global para 55% em 2020, contra 45% em 2014, disse a Ericsson.

IdgNow: Fujitsu codifica dados em iluminação LED para serem lidos por smartphones

Fujitsu codifica dados em iluminação LED para serem lidos por smartphones

Tim Hornyak

Tecnologia insere código na luz que ativa o download de dados quando o objeto iluminado é visto através da câmera do smartphone 
Lâmpadas de LED iluminando mercadorias numa vitrine poderão, muito breve, revelar muito mais do que o consumidor vê apenas a olho nu. Graças a uma nova tecnologia mostrada nesta segunda-feira pela Fujitsu Laboratories, elas poderão esconder dados codificados que serão revelados ao usuário quando ele apontar a câmera do smartphone para o objeto usando um app especial.

O método desenvolvido pela Fujitsu Laboratories permite incluir dados ID na luz de LED que, quando vista pela câmera do smartphone, ativa a visualização de dados armazenados em um servidor na nuvem. A tecnologia poderia ser usada pelas empresas para oferecer mais informações sobre um produto na loja ou ativar um sistema de pagamento móvel para comprar os objetos, diz a Fujitsu. E a gama de usuários potenciais é gigantesca, de museus e galerias de arte a eventos e feiras de negócios.

Escondido no RGB

Para armazenar os dados a Fujitsu um sistema de modulação que modifica o mix de vermelho, verde e azul (RGB) nas luzes de LED. Ao modificar a intensidade de cada canal de cor ao longo do tempo, é possível armazenar dados dentro da luz sem mudar as características visuais intrínsecas da luz.

Em uma demonstração durante uma apresentação para mídia em Tóquio, nesta segunda-feira, um funcionário da Fujitsu apontou a câmera do smartphone para um pequeno manequim iluminado por LEDs. Um app especial no smartphone, que processa a imagem e extrai o ID, mostrou instantaneamente informações sobre o manequim e a história do bloco de madeira que o acompanhava.

"O conceito da Internet das Coisas é muito importante atualmente, mas não creio que tudo possa ser conectado à internet", diz Akira Nakagawa, diretor do Laboratório de Sistemas de Imagem do Fujitsu Laboratories. "Mas o nosso sistema permite que qualquer objeto possa ser virtualmente conectado. Essa foi nossa motivação para criá-lo."

De museus a artistas

A tecnologia de ID embedding é de certa forma similar aos QR codes, tags de NFC (Near-field communication) e visible light communication (VLC), um método de comunicação que também é ativado por LEDs. Como o que ativa o download de dados nesse caso é a luz que se reflete nas lentes da câmera, o sistema pode trabalhar virtualmente em qualquer situação, incluindo quando a luz se reflete sobre pessoas.

Por exemplo, um artista poderia entrar num palco iluminado por LEDs e qualquer pessoa que apontasse a câmera do smartphone para ele poderia fazer o download da letra da música que ele, ou ela, está cantando, afirma a Fujitsu.

A empresa está testando as várias aplicações da tecnologia para melhorar sua precisão e pertende comercializa-la ao longo do seu ano fiscal de 2015, que termina em 31 de março de 2016. O sistema de LED será mostrado nesta quarta e quinta-feira no Fujitsu Forum 2014, em Munique, na Alemanha

Info: Tablet do Project Tango aparece na Google Play, mas não está à venda

Tablet do Project Tango aparece na Google Play, mas não está à venda

Monica Campi
O tablet do Project Tango do Google — dispositivo com sensores 3D e que deverá custar mil dólares — foi liberado para exibição na loja Google Play. No entanto, o aparelho não está disponível para venda comercial.

O dispositivo listado na Google Play (acessível somente nos Estados Unidos) é voltado para desenvolvedores que querem produzir apps para esta tecnologia.

A disponibilidade cumpre uma das promessas do Google de entregar o tablet ainda este ano para os desenvolvedores. Já os consumidores finais devem esperar até meados de 2015 para obter o dispositivo.

O tablet traz tela de 7 polegadas, 4GB de RAM, 128GB de memória interna e vem equipado com NFC, múltiplas câmeras — incluindo uma com capacidades de rastreamento de movimentos — e um sensor de profundidade. O dispositivo roda com o sistema Android 4.4 KitKat e utiliza um processador Nvidia Tegra K1.

O Projeto Tango é o mais recente projeto experimental do Google dentro do grupo de Projetos e Tecnologias Avançadas (ATAP). Em fevereiro deste ano, o ATAP anunciou o primeiro dispositivo do programa, um smartphone com sensores 3D.

G1: Google libera serviço de música para todos usuários no Brasil

Google libera serviço de música para todos usuários no Brasil
Play Música tem 30 milhões de faixas e permite armazenar acervo pessoal.
Até 7 de janeiro, serviço oferece 60 dias de graça e assinatura por R$ 13.
Tela inicial do serviço Google Play Música, disponibilizado a todos os usuários nesta segunda
O Google liberou nesta segunda-feira (17) seu serviço de música por assinatura para todos os usuários no Brasil. O Google Play Música já estava disponível no país desde setembro, mas apenas para aparelhos da Samsung. Por enquanto, o aplicativo da plataforma segue exclusivo de dispositivos Android (clique aqui).

O Google Play Música tem um acervo de mais de 30 milhões de faixas e funciona como outros serviços do tipo, como Spotify, Deezer e Rdio. Os usuários ouvem músicas por streaming, mas também é possível baixar algumas delas no smartphone ou tablet para ter acesso quando não houver conexão à internet.

O destaque, porém, é a possibilidade de armazenar até 20 mil músicas do acervo pessoal na nuvem. Desse modo, os usuários podem ouvi-las em qualquer dispositivo compatível com o serviço.

O Play Música também conta com curadoria local, formada por listas feitas para o público brasileiro, estações de rádio e recomendações baseadas no histórico do YouTube e de pesquisas no Google, por exemplo. Segundo o Google, artistas nacionais como Valeska Popozuda, Criolo, Paralamas do Sucesso e Arlindo Cruz já têm suas músicas disponíveis na plataforma.

Quem fizer a assinatura do serviço até 7 de janeiro de 2015 tem direito a um período gratuito de teste de 60 dias e à mensalidade promocional de R$ 13. Após essa data, a gratuidade cai para 30 dias e o preço sobe para R$ 15. 

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Info: Wikileaks prepara novo vazamento de arquivos secretos, afirma Assange

O fundador do Wikileaks, Julian Assange, revelou domingo (16) que a organização prepara um novo vazamento de arquivos secretos e criticou o Google por considerá-lo a serviço do governo dos Estados Unidos.

As declarações foram dadas durante participação em um fórum sobre "Vigilância de Massas" no Festival de Cinema de Lisboa e Estoril (Leffest), por meio de teleconferência, já que continua recluso na embaixada do Equador em Londres.

O ativista australiano não forneceu detalhes sobre o conteúdo do vazamento nem a data que os arquivos serão divulgados.

Durante o discurso, Assange fez duras críticas ao governo e às agências de inteligência americanas por tentarem controlar o maior número possível de dados em nível mundial. Ele destacou que apesar dos muitos ataques contra o Wikileaks, a organização conseguiu sobreviver e segue funcionando.

"Não conseguiram destruir nem um só documento, eles (americanos) perderam", ressaltou o ativista australiano, refugiado na representação diplomática do Equador em Londres desde julho de 2012, após a Corte Suprema Britânica ter autorizado sua extradição para a Suécia.

Os suecos acusam Assange de ter cometido crimes sexuais no país, fato negado pelo ativista. Ele afirma que a extradição é interesse dos Estados Unidos, que quer ele seja julgado assim como Chelsea Manning, soldado que vazou documentos diplomáticos para o Wikileaks em 2010 e condenado a 35 anos de prisão.

Chelsea Manning, ex-analista de inteligência do exército americano, era conhecida como Bradley Manning na época do vazamento, e passou por uma operação de mudança de sexo. A militar atuou em operações americanas no Iraque.

O fundador do Wikileaks defendeu que a principal ameaça de segurança em nível mundial é o poder ilimitado das agências de inteligência. Ele descartou que a vigilância em massa seja o método mais adequado para combater o terrorismo.

Assange criticou a centralização da informação em poucas mãos, algo que, em sua opinião, transformaria o mundo em totalitário, e acusou o Google de manter estreitas relações com o governo americano.

Info: Com alta tecnologia, Holanda inaugura ciclovia inspirada em obra de Vincent Van Gogh

Com alta tecnologia, Holanda inaugura ciclovia inspirada em obra de Vincent Van Gogh

 Rafael Kato
O escritório de design Roosegaarde inaugurou nesta semana aquela que pode ser considerada a ciclovia mais bonita do mundo. Inspirada no quadro Noite Estrelada, do pintor Vincent Van Gogh, a pista fica localizada na cidade de Nuenen. Seu destaque é a iluminação noturna.

A ciclovia é localizada próximo do local onde Van Gogh viveu e utiliza um material que usa energia solar para criar um padrão luminoso durante a noite. São 50 mil pontos luminosos feitos por um material desenvolvido pela empresa holandesa Heijmans.

A ideia é que essa tecnologia possa evoluir para ser usada habitualmente em grandes cidades, reduzindo o consumo de energia elétrica e fazendo com que as ciclovias fiquem mais seguras.

G1: Apple diz que não registrou ataques a iPhone e iPad com a técnica 'Masque'

Apple diz que não registrou ataques a iPhone e iPad com a técnica 'Masque'

Governo dos EUA denunciou técnica que ataca aparelhos da empresa.
Empresa diz que tem medidas de segurança para seus clientes.
A Apple indicou na sexta-feira (14) que não sabe de nenhum ataque ao iPhone e iPad registrado com a nova técnica "Masque", denunciada nesta quinta-feira (13) pelo governo dos EUA e que substitui os aplicativos por softwares malignos.
Em comunicado, a Apple afirmou não ter ciência de "nenhum cliente que tenha sido afetado por este ataque" e destacou que seus sistemas operacionais OS X e iOS foram projetados com medidas de segurança que avisam aos clientes "antes de instalar software potencialmente maligno".

A equipe de Resposta a Emergências Informáticas dos EUA (CERT), uma organização vinculada ao governo, emitiu ontem um alerta pela técnica de ataque batizada de "Masque", que afetaria os dispositivos móveis da Apple.

Segundo o alerta do CERT, essa técnica "incentiva" os usuários a instalarem em seus telefones ou tablets um aplicativo de lojas não oficiais sem estarem conscientes que, na realidade, se trata de software maligno.

Uma vez instalado, este software substitui alguns aplicativos, se apoderando de todos os dados guardados, que a partir desse momento passam a estar à disposição dos hackers.

A técnica de ataque Masque foi revelada pela primeira vez pela firma de segurança na internet FirmEye em seu blog em 10 de novembro.

Esta é a segunda revelação de técnica de ataque aos dispositivos Apple. Há alguns dias uma empresa de segurança na internet dos EUA informou ter detectado um novo tipo de software que já afetou centenas de milhares de usuários em Ásia.

Este software contra a Apple, projetado para causar danos e roubar informação de computadores e outros dispositivos eletrônicos, teve origem na China e se propagou através da loja online de aplicativos do país, Maiyadi App Store. 

Info: Google irá testar na Austrália balões que emitem sinal de internet

Google irá testar na Austrália balões que emitem sinal de internet

Gabriel Garcia 
Empresa irá se unir à telefônica australiana para colocar no ar 20 balões, como parte do projeto que conecta regiões remotas

O Google irá levar seus balões que emitem sinal de internet para a Austrália.

A empresa irá testar 20 balões no oeste da região de Queensland durante o mês de dezembro, em parceria com a telefônica Telstra.
 
A iniciativa faz parte do Projeto Loon, plano do Google que pretende levar a internet para lugares remotos do planeta por meio de balões de hélio, que viajam pela estratosfera do planeta.

Os balões carregam antenas que podem espalhar sinal 4G para casas e telefones que estão a 20 km abaixo.

Para o teste, a Telstra irá fornecer bases estacionárias que consigam se comunicar com os balões, além de acesso à rede de rádio da região.

A primeira região do mundo a receber o Projeto Loon foi a Nova Zelândia, em junho de 2013.

O objetivo do Google é ter um grande anel de balões na estratosfera da Terra, levando a internet para os dois terços da população do planeta que ainda estão desconectados.

O projeto Loon é uma iniciativa dos cientistas do Google X, laboratório da empresa dedicado a projetos de alta tecnologia, como o carro sem motorista e o Google Glass.

Info: Zuckerberg usa fotos da esposa para divulgar ferramenta do Facebook

Zuckerberg usa fotos da esposa para divulgar ferramenta do Facebook

Rafael Kato

Mark Zuckerberg publicou na tarde de sexta-feira (14) um vídeo em que comemora 11 anos desde o dia que conheceu sua esposa, a médica Priscilla Chan. Com momentos privados do casal, como fotos de viagens e do cachorro da família, o CEO do Facebook agradece a mulher por mantê-lo com "os pés no chão", para, no comentário logo em seguida, divulgar a ferramenta Say Thanks, de criação de mensagens para amigos na timeline. A medida de marketing foi criticada pelos usuários da rede.

"Eu conheci uma garota incrível neste dia exatamente há 11 anos. Priscilla, obrigado por me manter com os pés no chão, e por me ajudar a manter meu sentimento de maravilhamento sobre o mundo conforme nós crescemos juntos", escreve Zuckerberg em seu post.

A mensagem em vídeo, que parecia ser romântica, termina com um "obrigado por ser minha amiga", algo padrão da ferramenta criada especialmente para o Dia Mundial da Gentileza, comemorado no último dia 13.

Os usuários da rede não perdoaram. Além de críticas sobre a ferramenta não funcionar adequadamente, o comentário mais curtido depois da divulgação feita pelo CEO pergunta se Zuckerberg realmente acabou de colocar a mulher na friendzone (zona da amizade). Na discussão que se seguiu, a palavra marketing aparece diversas vezes. 

G1: Gaúchos desenvolvem jogo que contará com versão para Playstation 4

Gaúchos desenvolvem jogo que contará com versão para Playstation 4

Jovens do RS desenvolveram projeto e receberam menção honrosa no IGF.
Aventura em 3D conta trajetória de menina que tenta sair de uma torre.
Um grupo de jovens de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, criou um jogo que estará, em breve, à venda no mundo inteiro com uma versão para Playstation 4. O projeto recebeu menção honrosa no Independent Games Festival (IGF), o principal festival de jogos independentes do mundo, no ano passado, na categoria 'Excelência em Artes Visuais'. A história de aventura em 3D conta a trajetória de uma menina que cresce tentando sair de uma torre.
 
Alessandro Martinelo comemora sucesso de jogo
Os garotos trabalharam três anos em cima da ideia. Segundo Alessandro Carlos Martinelo, o jogo está na fase de polimento para ir ao exterior. Ele lembra que a proposta começou a ser pensada dentro da universidade. "Começamos em uma pós-gradução na PUCRS. Formamos o time e trabalhamos na ideia", explica.

O setor deve movimentar cerca de R$ 5 bilhões neste ano. Segundo especialistas, o bom desempenho econômico e a popularidade entre jovens e adultos tem colaborado para um maior destaque dos jogos no âmbito nacional. Um dos eventos mais importantes da área foi sediado pela primeira vez no RS. A 13 ª edição do Simpósio Brasileiro de Games e Entretenimento Digital inovou e preparou uma área destinada aos jovens e crianças.
Apenas este ano, foram inscritos mais de 200 jogos inéditos para serem exibidos no simpósio. Desses, 30 foram selecionados. 
Para Soraia Raupp Musse, coordenadora do congresso, diversão e aprendizado impulsionam os jovens. "Elas aprendem inglês e geografia jogando. Alguns anos atrás, havia preconceito, as pessoas achavam que era perda de tempo. Hoje, estamos mudando isso", opina a coordenadora do projeto.
Game vai para Playstation4 

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

IdgNow: Queda do servidor de anúncios DoubleClick, do Google, afeta 55 mil sites


Problema aconteceu na manhã desta quarta-feira, 12/11, e já foi corrigido pela gigante de buscas. Internautas não perdoaram e chamaram falha de "bannergate".
A queda do servidor de anúncios DoudleClick, do Google, nesta quarta-feira, 12/11, afetou cerca de 55 mil sites, segundo dados da empresa monitoramento online Dynatrace. As informações são da Adweek.

A plataforma da gigante de buscas caiu na manhã de hoje, tirando do ar anúncios desses mais de 50 mil sites e potencialmente trazendo um prejuízo de milhares ou até milhões de dólares. O problema afetou diversos sites de publicação no mundo todo, incluindo o Adweek, entre outros.

Posição do Google

O Google publicou um comunicado oficial sobre o assunto, dizendo o seguinte: “O DoubleClick for Publishers experimentou uma queda na manhã de hoje que impactou anunciantes no mundo todo, nos formatos de video, tela, native e mobile. Nossa equipe trabalhou para consertar rapidamente o bug, e o DFP agora está de volta e rodando, então nossos parceiros editoriais podem retornar a financiar seu conteúdo.”

“Bannergate”

No Twitter, o problema rendeu muitos comentários e recebeu até alguns apelidos nada carinhosos, por meio das hashtags #bannergate e #Adpocalypse.

G1: Samsung contra-ataca e acusa Nvidia de uso indevido de patente de chips


Tecnologia em questão orienta forma como semicondutor armazena dados.
Ação surge após a Nvidia acusar a Samsung de ter usado suas patentes.
Galaxy Note Edge tem display curvado que 'escorre'
por uma das laterais do aparelho 

A Samsung Electronics abriu um processo na Justiça para acusar a Nvidia de infringir várias de suas patentes relacionadas a chips e de fazer alegações falsas sobre seus produtos. Esse é o contra-ataque da sul-coreana depois de se tornar alvo de uma ação judicial aberta em setembro pela companhia norte-americana.

A Samsung, que entrou com o processo em um tribunal federal nos Estados Unidos em 4 de novembro, busca indenizações por supostas violação de várias patentes técnicas, incluindo algumas que orientam a forma como semicondutores armazenam e usam dados.

Maior fabricante de smartphones do mundo, a empresa sul-coreana também acusa a Nvidia de fazer publicidade enganosa ao alegar que seu tablet "Shield" tem o processador móvel mais rápido do mundo, o Tegra. A Samsung cita estudos comparativos feitos por pesquisadores da Primate Labs como provas de que a alegação é falsa.

"Estamos buscando as medidas legais necessárias para defender nossos direitos de propriedade intelectual e para assegurar a continuidade de nosso crescimento na indústria de Tecnologia da Informação", informou a Samsung, em comunicado.

O processo da Samsung surge após a Nvidia ter acusado a companhia asiática e a rival Qualcomm de terem infringido patentes sobre suas unidades de processamento de gráficos (GPUs, na sigla em inglês).

A Nvidia disputa com a Qualcomm o negócio de fornecimento de chips para smartphones e tablets. A fabricante de chips norte-americana disse em setembro que a Qualcomm e a Samsung usaram tecnologias patenteadas pela Nvidia sem licença nos dispositivos móveis da Samsung, incluindo os recém-lançados Galaxy Note 4 e Galaxy Note Edge.

Info: Jovens da classe C são os que mais usam centros gratuitos de internet

Marcello Casal Jr

Adolescentes e jovens entre 16 a 24 anos, da classe C, e com ensino médio completo, são os principais usuários dos centros gratuitos de acesso à internet do país

Jovens de 16 a 24 anos, da classe C, e com ensino médio completo, são os principais usuários dos centros gratuitos de acesso à internet do país. Os dados, divulgados hoje (12) pelo Centro Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br), são da pesquisa Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no Brasil.

O levantamento, que considera dados de 2013, mostra que a maioria, 62%, dos usuários têm entre 16 e 24 anos. A segunda faixa, 14%, de 25 a 34 anos, seguida pela de 35 a 44 anos, 11%. As pessoas da classe C são as que mais se utilizam dos centros: 61% do total, seguidas pelas classes B (20%), D (18%), E (2%), e classe A (0%).

O levantamento traz ainda que as pessoas com ensino médio completo são maioria (35%). As com ensino médio incompleto vêm em seguida (26%), depois fundamental incompleto (18%), fundamental completo (10%), superior incompleto (6%), superior completo (4%) e pós-graduação (2%).

Entre as justificativas para o uso de centros gratuitos de acesso internet, destacam-se não ter internet em casa (71%), não ter computador (59%), possibilidade de receber ajuda de monitores (57%), conexão melhor da internet (53%), fazer cursos oferecidos pelo centro (51%).

A pesquisa foi feita a partir do banco de cadastro de centros de internet do Ministério das Comunicações. Responderam à pesquisa 5.140 centros, nos três meses de coleta de dados - de novembro de 2012 a janeiro de 2013.

G1: Microsoft corrige brecha que ficou no Windows por 19 anos


Pacote de atualizações eliminou 33 vulnerabilidades.
Empresa também corrigiu segunda brecha do 'Sandworm'.
O pacote de atualizações mensal da Microsoft, lançado nesta terça-feira (11), eliminou uma brecha que existe desde o Windows 95 original, lançado em agosto de 1995. A falha foi encontrada por pesquisadores do time de segurança X-Force da IBM e relatada à Microsoft em maio de 2014.

Segundo o pesquisador Robert Freeman, da IBM, o erro permite que um site na internet consiga executar códigos no PC caso a página seja acessada por qualquer versão do Internet Explorer desde a 3.0. O código vulnerável, porém, não pertence ao Internet Explorer, mas a um componente do Windows. "O código 'bugado' [com o erro] tem pelo menos 19 anos e é explorável remotamente há 18 anos. Olhando o código original de lançamento do Windows 95, ele está presente", escreveu Freeman em um blog da companhia.

Apesar da falha ser bastante antiga, Freeman diz que os softwares da segurança da empresa, que desde maio podem detectar o ataque, não geraram nenhum alerta relacionado a ela. Isso indica que a vulnerabilidade provavelmente não era amplamente conhecida até sua correção. O pesquisador acredita, no entanto, que brecha passará a ser explorada de agora em diante, porque permite burlar recursos de segurança do Windows de maneira consistente.

A Microsoft corrigiu outras 32 vulnerabilidades no pacote mensal de novembro, 17 delas no Internet Explorer. O erro que permitia burlar a atualização da falha conhecida como "Sandworm", que possibilita a inserção de código malicioso em arquivos do Power Point, também foi eliminado pela Microsoft.

As atualizações relevantes para a versão do Windows instalada são baixadas automaticamente se o sistema for configurado para fazê-lo no "Painel de Controle". No entanto, versões do Windows que não têm mais suporte da Microsoft, como o Windows XP e anteriores, não receberam a atualização.


IdgNow: Android 5.0 Lollipop chega aos smartphones Moto X e Moto G


De acordo com a Motorola, update já disponível para usuários dos EUA de versões desbloqueadas dos aparelhos. LG G3 também recebe software nesta semana.

Depois da LG anunciar que os usuários do seu smartphone G3 receberiam o update do Android 5.0 ainda nesta semana, a Motorola parece ter se adiantado e confirmou nesta quarta-feira, 12/11, que a atualização para o Lollipop já está disponível para o Moto X e o Moto G nos EUA.

Como apontado primeiramente pelo pessoal do Ars Technica e depois confirmado pela Motorola, as versões desbloqueadas dos Moto G e X seriam os primeiros smartphones a receber a aguardada atualização do sistema móvel do Google, anunciada em junho.

Em testes do Ars Technica com um modelo desbloqueado do Moto G nos EUA, o download do Android 5.0 já estava disponível e sendo realizado sem problemas.

De qualquer forma, são mais aparelhos a receberem o Lollipop antes do Nexus 6 e do Nexus 9, até então apontados como os pioneiros para receber o software.

G1: Holandês implanta chips nas mãos para poder armazenar bitcoins


Chip foi implantado com seringas em procedimento mostrado em vídeo.
Objetivo é armazenar e usar moeda virtual facilmente.

Martijn Wismeijer no momento em que colocou
implante na mão 
O empresário holandês Martijn Wismeijer, especializado em bitcoins, decidiu implantar dois chips nas mãos para armazenar esta moeda virtual.

Os chips, protegidos por estruturas de vidro "biocompatíveis", medem 12 mm x 2 mm, e foram injetados com seringas por um especialista. Ele publicou um vídeo que mostra como foi o procedimento (assista aqui).

Os chips são dotados de sistema NFC, que permite trocar dados entre dispositivos sem a necessidade de que sejam tocados diretamente e podem armazenar, cada um, até 888 bits de informação.

Martijn Wismeijer pôs o implante em 3 de novembro, juntamente com outras pessoas, mas diante da publicidade que seu caso teve, decidiu retirar a quantidade de bitcoins dos chips.

"O objetivo não era que todo mundo soubesse", disse, brincando, à AFP.
Martijn Wismeijer mostrou chip que ele implantou
na mão 

"Quisemos fazer esta experiência para avançar na ideia de porta-níquel virtual", explicou Wismeijer, co-fundador da empresa MrBitcoin, especializada em distribuidores de moedas virtuais.

Os chips implantados conseguem se comunicar entre si através de smartphones equipados com sistema Android.

"O que se armazena nos chips tem que ser considerado uma caderneta de poupança", afirmou. "O terminal de pagamento continua sendo o telefone, mas é possível transferir bitcoins a partir dos chips", assegurou.

As seringas e os chips podem ser comprados pela internet por US$ 99 na empresa "Dangerous Things".

"Desaconselhamos implantar você mesmo, é melhor chamar um especialista para evitar as infecções", disse Wismeijer.

Além de armazenar bitcoins, estes chips podem abrir portas, sem precisar usar chaves, desligar um despertador aproximando as mãos ou desbloquear aparelhos eletrônicos.

Segundo Wismeijer, cerca de 1,5 mil pessoas no mundo usam chips deste tipo no corpo. Ele garante que também poderiam ser usados no campo da saúde.

"Imagine uma tatuagem invisível que ficasse vermelha em caso de ataque cardíaco. Só faltaria escaneá-la com o telefone e, assim, o médico saberia o que houve imediatamente", afirmou.

Idg Now: Chromecast terá games com controles via smartphones e tablets



Foco inicial do Google será em títulos voltados para família, como Scrabble e Monopoly Dash.
O Google anunciou nesta semana que o seu dispositivo portátil Chromecast vai aumentar sua família de aplicativos, incluindo a adição de games voltados para a família.

Segundo a gigante de buscas, o catálogo inicial de jogos vai incluir títulos amigáveis como Wheel of Fortune, Scrabble Blitz e Monopoly Dash, além de opções de dança e trívia, como Big Web Quiz.

Os aplicativos poderão ser baixados diretamente pelas lojas de aplicativos da Apple e do próprio Google, App Store e Google Play, respectivamente, o que significa que os smartphones e tablets dos usuários poderão ser usados como controles. Já os games terão suas imagens transmitidas diretamente na sua TV.

Canais
Nos EUA, o Chromecast também terá novos canais de entretenimento, Showtime Anytime e Starz.


G1: Apple tenta ampliar presença de seus aplicativos em empresas


Investida coporativa faz da Apple rival da HP, Dell, Oracle e SAP.
Plano é conquistar clientes com apps para que comprem iPhones e iPads.

Tim Cook, presidente-executivo da Apple, apresenta novo iPad Air 2 

A Apple está embarcando em sua investida mais agressiva até agora no terreno corporativo. Contratou equipes de vendas dedicadas para conversar com clientes em potencial, como o Citigroup, e trabalha em conjunto com diversos desenvolvedores, segundo duas fontes familiarizadas com os planos da companhia.

Especialistas dizem que a empresa espera ampliar sua presença dentro de empresas para compensar a desaceleração gradual no crescimento nas vendas entre os consumidores, salientada pela queda por três trimestres consecutivos na comercialização de iPads.

Três meses após revelar uma parceria com a IBM para desenvolver aplicativos para clientes corporativos e vendê-los em dispositivos, os planos da Apple de desafiar líderes do setor como a HP, Dell, Oracle e SAP estão começando a tomar forma.

A criadora do iPhone tem trabalhado de maneira próxima a um grupo de startups, incluindo a ServiceMax e a PlanGrid, especializadas em vender apps no mercado corporativo dos Estados Unidos. As duas pessoas familiarizadas com os planos, mas que não puderam falar publicamente a respeito, dizem que a Apple já conversa com outros desenvolvedores de aplicativos empresariais móveis para transformá-los em parcerias mais formais.

A Apple tem enviado equipes especializadas de vendas para falar com vice-presidentes de empresas. Ao menos uma companhia de serviços financeiros, o Citigroup, negocia fechar um contrato, disse uma das fontes familiarizadas. A Apple pode estar tentando replicar o modelo que funcionou bem para o iPhone: conquistar o cliente com softwares e conteúdo, para fazê-lo continuar comprando pelo hardware, que é o que gera a maior parte do lucro da Apple.

"Faz sentido, mas o diabo está nos detalhes", disse o analista John Rymer, da Forrester. "Os aplicativos precisam funcionar e ser econômicos. Eles podem criar soluções que são significativas o bastante para as pessoas e reduzir os custos em comparação ao que os clientes gastariam fazendo eles mesmos? Veremos." A Apple não quis comentar o assunto.