quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

G1: Sony ainda tenta se recuperar 8 dias após ciberataque que vazou filmes

Sony ainda tenta se recuperar 8 dias após ciberataque que vazou filmes
Pelos menos cinco longas caíram na internet depois de ataque de hackers.
FBI suspeita de ligação da invasão à Coreia do Norte.
 
Oito dias após sofrer um ciberataque, a Sony Pictures Entertainment ainda trabalhava para restaurar o funcionamento de alguns sistemas na noite de terça-feira (2), enquanto investigadores buscavam provas para identificar os culpados.

Alguns funcionários da unidade de entretenimento da Sony receberam novos computadores para substituir os que foram atacados com um vírus que rouba dados e incapacitou suas máquinas, segundo uma pessoa com conhecimento das operações da empresa.

Em um comunicado enviado a funcionários, os chefes do estúdio de Hollywood, Michael Lynton e Amy Pascal, reconheceram que "uma grande quantidade de dados confidenciais da Sony Pictures Entertainment foi roubada pelos autores do ataque, incluindo informações pessoais e documentos de negócios".

Eles ainda "não estão certos do alcance completo da informação que os autores do ataque têm ou podem divulgar". Encorajaram ainda os funcionários a aproveitar os serviços de proteção de identidade que estão sendo oferecidos.

As preocupações ressaltam a gravidade da investida, que, segundo especialistas, foi o primeiro grande ataque contra uma companhia norte-americana a lançar mão de um tipo altamente destrutivo de software malicioso feito para tornar redes de computadores incapazes de operar.

Investigadores do governo liderados pelo FBI consideram múltiplos suspeitos pelo ataque, incluindo a Coreia do Norte, segundo um funcionário de segurança nacional com conhecimento da investigação. O FBI disse na terça-feira (2) que está trabalhando com seus pares no Japão, país de origem da Sony, na investigação. 

G1: Inteligência artificial pode destruir a humanidade, diz Stephen Hawking

Proeminente cientista diz temer eventuais consequências de se criar máquinas que sejam equivalentes ou superiores aos humanos. 
Stephen Hawking, um dos mais proeminentes cientistas do mundo, disse à BBC que os esforços para criar máquinas pensantes é uma ameaça à existência humana. "O desenvolvimento da inteligência artificial total poderia significar o fim da raça humana", afirmou.

Hawking fez a advertência ao responder uma pergunta sobre os avanços na tecnologia que ele próprio usa para se comunicar, a qual envolve uma forma básica de inteligência artificial. O físico britânico, que sofre de esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença degenerativa, está usando um novo sistema desenvolvido pela empresa Intel para se comunicar.

Especialistas da empresa britânica Swiftkey também participaram da criação do sistema. Sua tecnologia, já empregada como um aplicativo para teclados de smartphones, "aprende" a forma como Hawking pensa e sugere palavras que ele pode querer usar em seguida.

Hawking diz que as formas primitivas de inteligência artificial desenvolvidas até agora têm se mostrado muito úteis, mas ele teme eventuais consequências de se criar máquinas que sejam equivalentes ou superiores aos humanos.

"(Essas máquinas) avançariam por conta própria e se reprojetariam em ritmo sempre crescente", afirmou. "Os humanos, limitados pela evolução biológica lenta, não conseguiriam competir e seriam desbancados."

'No comando'
Nem todos os cientistas, porém, compartilham da visão negativa de Hawking sobre a inteligência artificial. "Acredito que continuaremos no comando da tecnologia por um período razoável de tempo, e o potencial dela de resolver muitos dos problemas globais será concretizado", opinou o especialista em inteligência artificial Rollo Carpenter, criador do Cleverbot, cujo software aprende a imitar conversas humanas com crescente eficácia.

Carpenter disse que ainda estamos longe de ter o conhecimento de computação ou de algoritmos necessário para alcançar a inteligência artificial plena, mas acredita que isso acontecerá nas próximas décadas.

"Não podemos saber exatamente o que acontecerá se uma máquina superar nossa inteligência, então não sabemos se ela nos ajudará para sempre ou se nos jogará para escanteio e nos destruirá", disse Carpenter, que apesar disso vê o cenário como otimismo por acreditar que a inteligência artificial será uma força positiva.

Ao mesmo tempo, Hawking não está sozinho em seu temor.

No curto prazo, há preocupação quanto à eliminação de milhões de postos de trabalho por conta de máquinas capazes de realizar tarefas humanas; mas líderes de empresas de alta tecnologia, como Elon Musk, da fabricante de foguetes espaciais Space X, acreditam que, a longo prazo, a inteligência artificial se torne "nossa maior ameaça existencial".

Voz
Na entrevista à BBC, Hawking também alertou para os perigos da internet, citando o argumento usado por centros de inteligência britânicos de que a rede estaria se tornando "um centro de comando para terroristas".

Mas o cientista se disse entusiasta de todas as tecnologias de comunicação e espera conseguir escrever com mais rapidez usando o seu novo sistema.

Um aspecto tecnológico que não mudou no sistema é a voz robotizada que externaliza os pensamentos de Hawking. Mas o cientista diz que não faz questão de ter uma voz que soe natural.

"(A voz robótica) se tornou minha marca registrada, e não a trocaria por uma mais natural com sotaque britânico", disse. "Ouvi dizer que crianças que precisam de vozes computadorizadas querem uma igual à minha." 

G1: Política de privacidade do Facebook vai valer em 2015; veja o que muda

Política de privacidade do Facebook vai valer em 2015; veja o que muda
Rede social explica como usa dados de localização geográfica dos usuários.
Alteração gera onda de mensagens de pessoas 'proibindo' uso de dados.
Sessão interativa da política de privacidade do Facebook destinada a esclarecer uso de dados pessoais dos usuários. (Foto: Divulgação/Facebook)

A partir de 1º de janeiro de 2015, passa a valer a nova política de privacidade para os usuários do Facebook. A rede social começou na última semana a informar seus membros sobre as mudanças, que passam pela simplificação do texto e pelo detalhamento sobre o uso de dados pessoais em novos serviços, como os baseados na geolocalização. O G1 lista as principais alterações.
 
Após a rede social começar a notificar seus usuários, uma mensagem começou a circular no próprio Facebook avisando da existência de um suposto software da empresa que rouba informações pessoais para vendê-las aos usuários. Tal programa não existe, informa o Facebook. A rede social, porém, capta, sim, dados pessoais de seus usuários para direcionar melhor os anúncios de empresas. O anunciantes, no entanto, não compram informações.

Mensagem que circula no Facebook em que
usuário desautoriza rede social de utilizar seus
dados; empresa diz que prática não tem efeito.
(Foto: Reprodução/Facebook.com)

Um dos papéis da política de privacidade é discriminar como as informações pessoais são coletadas e de que forma são usadas por aplicativos e para moldar o negócio de publicidade do Facebook.

A mensagem falsa afirma ainda que o Facebook precisa do consentimento de seus usuários para utilizar as informações deles. E que, caso contrário, a empresa é impedida de ter acesso a essas informações. Isso provocou uma onda de publicações de pessoas desautorizando o uso de seus dados. O Facebook informa, no entanto, que, a partir do cadastro, o usuário concorda com os termos de uso estabelecidos. Diz ainda que aqueles que mantiverem seus perfis a partir de 1º de janeiro concordam com os novos termos. Veja abaixo o que muda:

Por perto e comprando
Os termos passarão a detalhar como as informações de localização serão usadas nos novos recursos do Facebook, como o "Nearby Friends", que avisa quais amigos estão por perto. Estão por vir outros serviços baseados na posição geográfica das pessoas, como a indicação de restaurantes próximos ou a exibição de atualizações limitadas a amigos na mesma região. O Facebook passa a informar também como obtém e utiliza dados das pessoas que recorrem ao botão "Comprar". Ainda em fase de teste em alguns países, ele permite adquirir produtos sem sair da rede social.

Dentro de casa
O Facebook passa a esclarecer quais são as empresas e serviços dos quais é dono, bem como de que forma ocorrem as interações entre as aplicações. Um dos exemplos citados é a possibilidade de uma pessoa usar o login do Facebook para acessar sua conta no Instagram, caso esqueça a senha no app de fotos. Ainda que a relação entre essas ferramentas passe a figurar nos termos, as políticas de privacidade tanto do Instagram quanto do WhatsApp, por exemplo, não foram alteradas.

Dados pessoais
Como já informava de que forma os dados pessoais dos usuários eram compartilhados com anunciantes, o Facebook não mudou essa área dos termos. "Nós ajudamos os anunciantes a alcançarem as pessoas com anúncios relevantes sem dizer para eles quem é você", informa a rede. É possível, porém, alterar quais anúncios são enviados. Basta clicar no "x" de posts publicitários exibidos na rede, depois em "Por que estou vendo isso?" e então em "Gerenciar suas preferências de anúncios". Aí o usuário pode ver de quais "públicos" faz parte e pedir a exclusão de um ou mais. As propagandas destinadas aos grupos dos quais se retiraram deixarão de ser mostradas. O Facebook ainda assim manterá o número de anúncios enviados. Se restarem dúvidas sobre o tratamento de informações pessoais, é possível consultar dicas e sugestões, movidas nessa atualização para as "Noções Básicas de Privacidade". São resposta a perguntas simples como "O que outras pessoas veem sobre você" e "O que você vê".

Controle de anúncios ampliado
Em paralelo à atualização que passa a valer em 2015, o Facebook amplia também o controle de anúncios. Os usuários de Austrália, Canadá, França, Alemanha, Irlanda e Reino Unido contarão com a ferramenta "Preferências de Anúncios", que permite levar as escolhas sobre o tipo de propaganda exibida para todos os aparelhos em que o acesso à rede é feito. Ou seja: uma configuração feita no computador é adotada automaticamente nas versões da rede social para tablets e smartphones. O Brasil ainda não aparece na lista de países beneficiados. 

Info: Associação alemã cria aplicativo móvel antinazistas

Associação alemã cria aplicativo móvel antinazistas 
Objetivo do app é combater movimentos extremistas, seja participando em contra-manifestações ou colocando uma bandeira na janela

Uma associação alemã, com o apoio da cidade-Estado de Berlim, lançou nesta terça-feira um aplicativo móvel para smartphones chamado de "antinazista".

"Cada usuário do aplicativo receberá, se desejar, notificações automáticas sobre as ações dos grupos neonazistas em Berlim", explicou à AFP Bianca Klose, diretora da Associação Berlinense para a Cultura Democrática (VdK).

"Assim poderá decidir como combater estes movimentos extremistas, seja participando em contra-manifestações, igualmente notificados no aplicativo ou, por exemplo, colocando uma bandeira em sua janela", acrescentou.

A associação VdK chefiou o projeto no âmbito do coletivo "Berlin gegen Nazis" ("Berlim contra os nazistas"), fundado em março de 2014 para mobilizar a sociedade civil contra a extrema-direita.

O aplicativo "Gegen Nazis" pode ser instalado gratuitamente nos aparelhos equipados com sistemas Android e iOS e está disponível em três idiomas: alemão, inglês e turco.

Na capital alemã, a extrema direita não costuma ter grandes resultados eleitorais, mas há pequenos grupos neonazistas ativos em certos bairros. 

G1: Windows XP, 8 meses 'aposentado', é ultrapassado por Windows 8 e 8.1

Windows XP, 8 meses 'aposentado', é ultrapassado por Windows 8 e 8.1
Sistemas mais recentes da Microsoft agora têm maior fatia que 'veterano'.
Empresa lançou em setembro a mais nova versão, o Windows 10.
 
Foto de famoso papel de parede do Windows XP foi tirada em San Francisco, na Califórnia
Oito meses após ter o suporte técnico oferecido pela Microsoft suspenso, o Windows XP foi finalmente superado em número de usuários pelos sistemas Windows 8 e 8.1, de acordo com dados da consultoria Net Applications referentes a novembro.

Desde outubro, o XP teve sua participação no mercado cair de 17,18% para 13,57%. De um mês para o outro, o Windows 8.1 viu sua fatia engordar de 10,92% para 12,1%. Já o Windows 8 cresceu pouco, de 5,88% para 6,55%. A Microsoft deixou de oferecer suporte técnico ao Windows XP em abril deste ano.

Explicam a virada o aumento das versões mais recentes do sistema aliado à queda na utilização do software já aposentado pela Microsoft. Com isso, Windows 8 e 8.1, lançados há dois e há um ano, respectivamente, já são mais utilizados do que o XP, que veio a público há 11 anos. Combinados, os dois sistemas são 18,65% dos sistemas operacionais do mundo dos computadores, enquanto o XP é 13,57%.  
Windows 10, o novo sistema da Microsoft.
Ainda assim, os três estão longe de arranhar o mais sistema mais usado, o Windows 7. Entre outubro e novembro, o sistema ampliou a vantagem. Era de 53,05% e passou a possui uma fatia de 53,71% dos sistemas operacionais.

Em breve, a disputa ainda receberá um novo competidor. Em setembro, a Microsoft "pulou" um número e lançou o Windows 10, que será o sistema de tablets, computadores e smartphones da empresa. Uma das maiores novidades é a volta do menu "Iniciar" com a preservação da exibição dos aplicativos como nos smartphones da empresa. 

G1: iPad Air 2 começa a ser vendido no Brasil por a partir de R$ 2,1 mil

iPad Air 2 começa a ser vendido no Brasil por a partir de R$ 2,1 mil
Novo tablet top de linha da Apple custa 19% mais que versão de 2013.
iPad mini 3 também foi lançado; modelo mais barato sai por R$ 1.730.
Tim Cook, presidente-executivo da Apple, revela iPad Air 2 em outubro (Foto: Marcio José Sanchez/Associated Press)

O iPad Air 2 começou a ser vendido no Brasil nesta terça-feira (2) por a partir de R$ 2.080. Em sua versão de entrada, com 16 GB de armazenamento interno, o novo tablet top de linha da Apple é 19% mais caro que o primeiro iPad Air, lançado no país em dezembro de 2013 por R$ 1.750.
 
O iPad mini 3, versão de bolso do tablet, também chegou nesta terça (2). O mais barato, com 16 GB, sai por R$ 1.730, valor cerca de 15% maior que o do ano passado.
Cada novo iPad tem seis variações disponíveis. Além da versão de entrada, o iPad Air 2 tem opções de 16 GB com conexão 4G (R$ 2.450), 64 GB (R$ 2.380), 64 GB com 4G (R$ 3,1 mil), 128 GB (R$ 2.980) e 128 GB com 4G (R$ 3.450).

No caso do mini 3, além do modelo mais barato, há opções de 16 GB com conexão 4G (R$ 2,1 mil), 64 GB (R$ 2.030), 64 GB com 4G (R$ 2,4 mil), 128 GB (R$ 2.330) e 128 GB com 4G (R$ 3 mil).
iPad Air 2 tem 6,1 mm de espessura contra 7,5 mm
do 1º Air
O que tem de novo
Os principais destaques dos novos iPads são o leitor de impressões digitais Touch ID, introduzido no iPhone 5S, e de um novo recurso para a câmera traseira chamado "burst mode", que permite fazer vídeos acelerados, ou "timelapses".

A inclusão do Touch ID nos novos iPads busca integrar a família de tablets da Apple ao Apple Pay, sistema de pagamento digital apresentado junto dos iPhones 6. "Nós acreditamos que ele será profundo e vai mudar a forma como pagamos pelas coisas", afirmou Tim Cook, presidente-executivo da Apple, durante o evento de lançamento dos tablets em outubro.

O Air 2 tem 6,1 mm de espessura, contra 7,5 mm do primeiro Air, e pela primeira vez vem com opção na cor dourada. O tablet é equipado com um processador A8X de 64 bits, que, segundo a Apple, é 12 vezes mais rápido que o iPad original. O aparelho tem ainda um coprocessador de movimento M8 e autonomia de bateria de até 10 horas.

A câmera traseira do iPad Air 2 tem 8 Megapixels (MP), uma evolução sobre os 5 MP do modelo anterior, e filma em 1080p, com opção de gravar imagens em câmera lenta. A câmera dianteira, a FaceTime, também é capaz de registrar imagens em HD. Segundo Phil Schiller, executivo da Apple, a nova câmera frontal irá "turbinar as selfies".

O mini 3, por sua vez, mantém a tela de 7,9 polegadas do modelo anterior e conta com 5 MP de resolução na câmera traseira, filmagem em 1080p e câmera frontal HD.

G1: Computador japonês fabricado em 1944 volta a funcionar


Computador japonês fabricado em 1944 volta a funcionar 

Computador mecânicoMáquina é uma das duas do mundo a realizar análises diferenciais.
Equipamento passou 7 décadas inutilizado e voltou a operar nesta semana.

Fabricado em 1944, um computador analógico japonês, uma das máquinas pioneiras da computação moderna, foi restaurado e reativado em uma universidade de Tóquio. Após passar sete décadas inutilizado, voltou a resolver equações.

O aparelho é um dos dois únicos analisadores diferenciais que ainda existem no mundo. O outro se encontra na Universidade de Manchester, no Reino Unido.

Pesquisadores da Universidade Científica de Tóquio e vários colaboradores conseguiram restaurar o aparelho que, depois de um ano e meio de trabalho, voltou a funcionar, informou nesta quarta-feira (3) o jornal japonês "Asahi".

A equipe teve que limpar todo o computador, com tamanho aproximado de uma mesa de pingue-pongue, e instalar componentes que tinham sido perdidos. Equipado com um emaranhado de engrenagens, varas metálicas e discos movidos por motores, o aparelho resolvia equações diferenciais e imprimia os gráficos resultantes.

Os pesquisadores tiveram que utilizar cordas de koto ─um instrumento musical japonês parecido com a harpa─ para fazer com que os discos girassem novamente. Os pesquisadores acreditam que o material foi o utilizado originalmente pela Universidade Imperial de Osaka na construção do computador.

Após os reparos, o aparelho voltou a operar nesta semana durante cerca de 15 minutos. A equipe encarregada de sua restauração, porém, contou ao "Asahi" que os resultados variam em função das condições de temperatura e umidade, pois a máquina é extremamente sensível a elas. Após um período de testes, a Universidade Científica de Tóquio fará demonstrações públicas do funcionamento da máquina duas vezes por semana a partir de 2015.

R7: Gangnam Style obriga Google a alterar algoritmo do YouTube Por

Gangnam Style obriga Google a alterar algoritmo do YouTube
 Rafael Silva
O clipe da música Gangnam Style, do cantor coreano PSY, foi o primeiro vídeo do YouTube a alcançar a incrível marca de 2 bilhões de visualizações – possivelmente pelo fator grudento da música. E esta semana ele alcançou outra marca, e essa deu um pouco mais de dor de cabeça para os programadores do site. O vídeo ultrapassou 2.147.483.647 visualizações – o número é importante por que, pelo menos até esse clipe alcançar a fama, este era o máximo de visualizações que um vídeo no YouTube poderia ter.

O valor 2.147.483.647 não foi escolhido arbitrariamente como o máximo que o contador do YouTube pode exibir. Na verdade este é o máximo que uma variável inteira sinalizada de 32 bits pode conter – e foi este tamanho que os programadores do YouTube escolheram para ela ao criar o site. Eles achavam que nenhum vídeo no site chegaria a ultrapassar essa marca, mas ontem foi exatamente o que aconteceu com o Gangnam Style.
Por isso, o YouTube se viu obrigado a mudar a variável no algoritmo do site, fazendo ela aceitar valores de até 64 bits. Além da mudança no algoritmo, o YouTube também aproveitou para incluir um easter egg no vídeo. Agora, quando o usuário passa o mouse acima do contador, os números vão rodar como numa daquelas máquinas de cassino e mostrar um número negativo, que é exatamente o que aconteceria se as alterações não fossem feitas e o contador continuasse exibindo o número armazenado na integram.

Para quem ficou curioso, assim como eu, uma variável de 64 bits no contador do YouTube agora significa que vídeos podem ter até 9.223.372.036.854.775.807 visualizações antes dos programadores do site precisarem atualizar o código novamente. Felizmente para os funcionários do Google, deve demorar um pouco mais para um vídeo ultrapassar a marca dos 9 quintilhões de visualizações. 

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

G1: Após ataque de hackers, pelo menos 5 filmes da Sony vazam na internet

Após ataque de hackers, pelo menos 5 filmes da Sony vazam na internet
Entre os vazados estão longas com Brad Pitt e Juliane Moore.
Quatros dos filmes ainda não haviam estreado nos Estados Unidos.

Cena de 'Corações de Ferro' ('Fury'), filme da Sony sobre a Segunda Gerra Mundial com Brad Pitt e Shia LaBeouf.  
Após um ataque hacker aos sistemas dos estúdios da Sony, pelo menos cinco novos filmes que estavam sendo produzidos foram “vazados” na internet na sexta-feira (28), alguns deles antes mesmo de estrearem nos cinemas norte-americanos.

O ataque foi realizado no começo da semana passada por um grupo autointitulado “Guardians of Peace” (Guardiães da Paz) e deixou os sistemas da empresa desconectados. As telas dos computadores do estúdio exibiam uma caveira e a mensagem “Hacked by #GOP”. Durante a ação, porém, cópias para DVD de pelo menos cinco filmes foram feitas.

“O roubo de conteúdo da Sony Pictures Entertainment é um assunto criminal, e nós estamos trabalhando próximos às forças da lei às quais direcionamos esse assunto”, afirmou em comunicado um porta-voz da Sony ao site da revista “Variety”.

Entre os títulos vazados está “Fury” ("Corações de Ferro"), que estreou nos Estados Unidos em outubro e conta com Brad Pitt e Shia LaBeouf no elenco, além de ter sido escrito e dirigido por David Ayer, de “Um dia de treinamento”. O longa leva para a tela a história de um pelotão de blindados norte-americanos que, durante a Segunda Guerra Mundial, luta contra o exército nazista.

Segundo o site “Torrent Freak”, o filme vazado na sexta-feira (28) foi um dos mais pirateados da semana. O longa chegará ao Brasil em fevereiro de 2015. Segundo a "Variety", o filme foi baixado mais de 1,2 milhão de vezes até às 11h deste domingo (30).

Ainda fora dos cinemas, também foram vazados os filmes “Annie” (programado para chegar aos EUA em 19 de dezembro), “Still Alice” (5 de dezembro), “To Write Love On Her Arms” (março de 2015) e “Mr. Turner” (19 de dezembro). 

G1: Microsoft compra Acompli, empresa criadora de apps de e-mail para celular



 
Transação bateu marca de US$ 200 milhões, diz site Re/code.
Segundo Microsoft, aquisição faz parte de foco em dispositivos móveis.
App da Acompli tem integração com calendário e
promete facilidade de gerenciamento de e-mails
A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (1º) que comprou a Acompli, empresa criadora de aplicativos de e-mail para dispositivos Android (baixe aqui) e iOS (baixe aqui). A companhia não revelou valores, mas de acordo com o site Re/code, a transação bateu a marca de US$ 200 milhões (cerca de R$ 512 milhões).

De acordo com a Microsoft, a aquisição "é parte de um esforço da companhia em ajudar as pessoas a fazerem mais com seus dispositivos móveis". A empresa ressalta que, neste ano, já lançou o pacote Office para iPad e iPhone, e que esses são "passos significantes em nosso trabalho de proporcionar as melhores experiências de produtividade em plataformas móveis".

O app da Acompli vem integrado com um calendário e promete facilidades na hora de gerenciar suas mensagens, como a anexação de um arquivo ou a compatibilidade com vários serviços diferentes de e-mail.

A Microsoft diz ainda que planeja integrar o aplicativo ao trabalho que está sendo feito pela equipe do Outlook, o serviço de e-mail da companhia. 

G1: Robôs são usados para vender máquinas de café da Nestlé no Japão


Máquinas fazem perguntas aos clientes para indicar produtos apropriados.
Fabricantes afirmam que robôs compreendem frases e emoções humanas.

Robô indica máquina mais apropriada às necessidades de cada cliente . A Nestlé empregou robôs para a venda de máquinas de café em cerca de 1 mil lojas no Japão. Segundo os fabricantes dos robôs, as máquinas são capazes de entender várias frases da fala humana e também compreendem emoções dos clientes. Os robôs foram batizados de "Pepper".

"Apenas respondendo às minhas perguntas, eu posso dizer qual máquina de café é perfeita para você", dizia um dos robôs aos clientes na inauguração dos serviços das máquinas humanóides nesta segunda-feira (1), segundo o jornal "Japan Times". De acordo com a publicação, os robôs, criados pelo banco japonês SoftBank, são capazes de explicar a diferença entre cada máquina de café da marca e ainda indicar a mais apropriada às necessidades dos clientes.
Fabricantes afirmam que robô é capaz de captar frases e emoções humanas (Foto: 

G1: Amazon usa 15 mil robôs para agilizar entregas durante o fim de ano

Amazon usa 15 mil robôs para agilizar entregas durante o fim de ano
Tempo de preparação é reduzido de uma hora e meia para 13 minutos.
Equipamentos são da Kiva, empresa comprada por US$ 775 milhões.

Mais de 15 mil robôs operam dentro de armazéns da Amazon nos EUA para agilizar a entrega de produtos.
A Amazon instalou mais de 15 mil robôs em 10 depósitos nos Estados Unidos, uma medida que promete cortar os custos operacionais em um quinto e entregar produtos mais rapidamente na reta final para o Natal.
Os robôs laranjas de 145 quilos, que se movimentam sobre rodas, demonstram como a Amazon adotou a tecnologia desenvolvida pela Kiva Systems, uma companhia de robótica que comprou por US$ 775 milhões em 2012. A Amazon fez uma demonstração para a mídia neste domingo (30) antes da Cyber Monday, o maior dia de compras online do ano.

A Amazon implementou o uso dos robôs durante o verão nos EUA, antes do importante trimestre de compras de fim de ano, quando a companhia normalmente registra cerca de um terço de sua receita anual. Os depósitos estão em cinco estados norte-americanos: Califórnia, Texas, Flórida, Nova Jersey e Washington.

Os robôs Kiva permitem que a Amazon otimize os processos com relação aos produtos e reduza o tempo que a empresa leva para entregar no mesmo dia em diversas regiões, disse o vice-presidente sênior de operações mundiais e serviços para consumidor, Dave Clark.

No armazém da Amazon em Tracy, na Califórnia, os funcionários empilham produtos em prateleiras carregadas por mais de 1.500 robôs Kiva, que usam marcações no chão para navegar e formar um "grande bloco de estoque", disse Clark. Um funcionário faz o pedido por itens específicos e o robô se dirige à sua estação de trabalho particular.

Em alguns casos, os robôs permitem que a Amazon envie pacotes em 13 minutos a partir das estações de seleção. Nos centros mais antigos, a média era de cerca de uma hora e meia. 

G1: E-mails de Steve Jobs serão usados contra Apple em processo antitruste

E-mails de Steve Jobs serão usados contra Apple em processo antitruste 
Consumidores moveram processos contra exclusividade dos iPods.
Mensagens serão usadas para mostrar conduta anticompetitiva.
Steve Jobs, ex presidente-executivo da Apple, durante a apresentação do iTunes, serviço de download de músicas para o iPod. (Foto: Shizuo Kambayashi/Reuters)

Os e-mails de Steve Jobs, ex-presidente-executivo da Apple, serão usados contra a companhia em um processo judicial que investiga uma conduta de antitruste em relação aos iPods, alegada por consumidores, e que pode resultar em perdas de cerca de US$ 350 milhões à dona dos iPhones e iPads.

A ação vai a julgamento nesta terça-feira (2) em uma corte federal de Oakland, na Califórnia. Em 21 de novembro, uma corte federal aprovou o processo em que a Apple pode ter de pagar a quantia milionária a quase 23 milhões de consumidores, de acordo com reportagem do jornal “New York Times”.

iPods
Os reclamantes são consumidores que afirmam que a Apple violou leis antitruste. Eles argumentam que a companhia adotou uma tática de negócio para os forçava a manter o iPod, ou a comprar novas versões mais caras do aparelho sem considerar modelos mais baratos de concorrentes. Tinham que fazer isso caso quisessem manter as músicas que haviam adquirido. Desde então, a Apple descontinuou esse sistema.

O caso sobre o iPod que agora é apreciado pela Justiça é uma reunião de vários processos abertos na Califórnia durante quase uma década. Conta com cerca de 900 pedidos judiciais de ambos os lados.

Para provar a conduta anticompetitiva da Apple, os advogados de acusação lançarão mão de e-mails de Steve Jobs a outros executivos. Neles, o executivo morto em 2011 tenta dissuadir concorrentes de explorar serviços voltados a aparelhos da Apple ou convencê-los a parar de recrutar funcionários envolvidos com o iPod.

E-mails
Há ainda mensagens em que Jobs questiona seus próprios funcionários se há estratégias para minar produtos rivais. Um exemplo disso é o e-mail enviado a um subordinado. “Nós precisamos ter certeza que quando a Music Match lançar sua loja de download de música não usem o iPod”, escreveu. “Isso será uma questão?”

Outros e-mails de Jobs devem surgir ao longo do processo. A relação da Apple com concorrentes devem também ser citadas, segundo o “NYT”.

Apesar de não figurar como parte do processo, a RealNetworks, um serviço de tocadores de mídia, será citado no processo. A companhia permitia que músicas vendidas em sua loja fossem escutadas no iPod. Em 2004, porém, a Apple acusou a RealNetworks de ter “hackeado” o iPod e avisou que as atualizações do sistema operacional do aparelho evitariam que músicas vendidas pela companhia fossem executadas pelo iPod. 

G1: Intel compra serviço de administração de senhas PasswordBox

Intel compra serviço de administração de senhas PasswordBox
Empresa irá se unir à divisão focada em simplificar e fortalecer segurança.
PasswordBox já acumula mais de 14 milhões de downloads.

A Intel anunciou nesta segunda-feira (1º) que comprou a PasswordBox, uma empresa sediada em Montreal que fornece um serviço de gerenciamento de senhas. Com ele, os usuários podem se conectar a sites e aplicativos de qualquer dispositivo, sem precisar digitar ou lembrar de senhas. O preço da aquisição da startup canadense de capital fechado não foi revelado.

A Intel disse que a PasswordBox se tornará parte da organização Safe Identiy, dentro da unidade Intel Security Group, que é focada em simplificar e fortalecer a segurança entregando ideias que reduzam a dificuldade de ter que memorizar dúzias de senhas.

No começo deste ano, a Intel renomeou a desenvolvedora de softwares de segurança McAfee, que comprou por cerca de US$ 7,7 bilhões em 2011, como Intel Security Group.

A PasswordBox, fundada em 2012, já acumula mais de 14 milhões de downloads e neste ano ganhou o prêmio de melhor aplicativo mobile na feira CES, em Las Vegas (EUA). 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

IdgNow: Invasores derrubam rede e publicam dados confidenciais da Sony Pictures

Invasores derrubam rede e publicam dados confidenciais da Sony Pictures                                                                                                                               Steve Ragan


Arquivos divulgados incluem contratos de vendas, detalhes financeiros, senhas e outras informações da companhia capturadas na semana passada
Neste sábado, 29/11, membros de um grupo hacker chamado GOP publicaram na internet um arquivo contendo 894 MB de dados confidenciais como contratos de vendas, documentos financeiros e centenas de informações que foram desviadas da rede da Sony Pictures Television na semana passada, depois que sua rede foi comprometida. Os dados cobrem um período de quatro anos, entre 2008 e 2012.

Os problemas da Sony começaram na semana passada quando o GOP teria comprometido a rede da Sony Pictures, forçando a divisão de tecnologia a cancelar o acesso à rede por toda a companhia. Declarações de indivíduos que alegaram fazer parte do grupo sugeriam que eles teriam uma pessoa infiltrada na empresa, facilitando o ataque.

A queda da rede da Sony impactou as operações da empresa em Nova Iorque, Califórnia e outras partes dos Estados Unidos. Acesso à VPN, email e áreas da rede foram desabilitados na segunda-feira (24/11) e continuam limitados, em alguns casos completamente offline. Muitos departamentos ficaram sem opções, forçando os funcionários a voltar para o uso de caneta e papel para continuar a trabalhar.

No momento em que o ataque ficou público, o GOP liberou duas listas detalhando os tipos de dados que foram comprometidos. As listas se referem a vários tipos de documentos, incluindo arquivos de chaves privadas, códigos, arquivos de senhas (incluindo senhas para bancos de dados Oracle e SQL); inventário de equipamentos; mapas da rede; cronogramas e documentos financeiros.

Mais no final da semana o GOP liberou cópias prévias de filmes da Sony, incluindo Annie, Fury e Still Alice. Na data, o grupo prometeu liberar mais coisas, o que foi feito no final de semana. A maior parte dos documentos liberados neste sábado são contratos entre a Sony Pictures Television e várias estações de TV dos EUA. Há detalhes sobre acordos de licenciamento de séries de TV como King of Queens, Seinfeld e Rules of Engagement.

O vazamento de dados complica a vida da Sony porque incluiu também a lista de telefones internos, nomes, cargos, departamentos e telefones celulares dos funcionários da companhia. A lista foi criada em 2009, mas cobre os times de vendas de Los Angeles, Atlanta, Chicago e Nova Iorque. Os dados, combinados com outros documentos, permitiram por exemplo novos ataques a outras áreas da companhia, como o helpdesk.

Um indivíduo declarando-se porta-voz do GOP declarou no sábado que o grupo tem 100 TB de dados que pretende liberar. Mas não está claro se parte disso são dados de backup, o que reduziria o montante de dados realmente valiosos.