sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Folha.com - Tec - Por US$ 1, empresa converte livros de papel em arquivos digitais



Folha.com - Tec - Por US$ 1, empresa converte livros de papel em arquivos digitais

Uma firma japonesa que se instalou nos EUA em setembro faz sucesso com um serviço barato para transformar livros em arquivos digitais.

Quem tiver desapego material suficiente em relação a seus exemplares de papel e tinta pode tê-los prontamente transformados num arquivo PDF, desde que esteja disposto a enviar o original para reciclagem.



Em três meses de operação no país, a 1DollarScan diz já ter escaneado mais de 50 mil livros. Atendendo clientes de diversas partes do mundo (Brasil incluído), o negócio está se expandindo graças ao preço competitivo. Com cerca de US$ 5, é possível ter um livro de 200 páginas transformado num arquivo digital.

O original de papel tem de ser destruído para evitar violação de copyright. A lei americana não permite que um exemplar a mais de uma obra seja introduzido no mercado.

Um bibliófilo mais conservador pode se perguntar por que alguém destruiria um livro real. A empresa, porém, diz ter sido procurada por muitos clientes que buscam "acessibilidade" de informação ou simplesmente precisam de mais espaço livre.

Um dos atrativos é que o PDF criado pela 1DollarScan é construído com um software de OCR (reconhecimento óptico de caracteres), que produz um arquivo de texto digital em vez de meras páginas fotografadas.

É uma vantagem para livros sem índice remissivo, por exemplo, que passariam a contar com recurso de busca por palavra-chave.

O segredo do serviço barato, diz a empresa, é a automação. Aliada à multinacional Canon, a BookScan (matriz japonesa da 1DollarScan) desenvolveu um programa para uso industrial que processa informação mais rápido do que softwares de OCR mais populares, como o da Adobe.

"A maior vantagem do nosso sistema é que ele escaneia a imagem e faz o OCR simultaneamente", disse à Folha Mike Kiyamori. gerente de marketing da empresa. "Em um processo convencional, é preciso escanear o material e depois usar outro software para fazer o OCR, o que dobra o tempo de trabalho."



LIVROS FATIADOS

A 1DollarScan também adotou um método prático para desmontar os livros -um cenário de horror para bibliófilos. "Temos um cortador eletrônico de papel que extrai a lombada dos livros e os desmonta", diz Kiyamori.

"Depois, alimentamos o scanner com as folhas, e no fim do processo elas são empilhadas para reciclagem."

O sucesso rápido está fazendo a empresa pensar em expansão. Com clientes pelo mundo, a 1DollarScan recebeu ofertas para abrir filiais na Europa e na Austrália.

"Estamos discutindo se devemos expandir o negócio ou abrir um sistema de franquia", diz. "Por ora, a Fedex ganha mais dinheiro do que nós quando um cliente manda um livro de fora do país."

'USO JUSTO'

Essa facilidade para criar livros digitais já preocupa editoras: arquivos em PDF são facilmente pirateáveis.

"O serviço é de legalidade questionável", diz Allan Adler, do setor jurídico da Associação de Editoras Americanas. "Se tenho a cópia de uma obra no meu computador, posso anexá-la a um e-mail e enviá-la a um amigo. Ele terá uma cópia nova, e eu ainda terei a minha", acrescenta.

Segundo o advogado, a lei atual de direitos autorais já permite que editoras tentem notificar a nova empresa para impedir que determinado livro seja escaneado.

A 1DollarScan diz que a lei considera "uso justo" criar arquivos digitais para uso pessoal. No contrato de serviço, em todo caso, a empresa se exime de responsabilidade sobre o que é feito com o PDF após a entrega.

INFO Online: Tecnologia pessoal - Notícias - Chrome é o navegador mais usado Brasil e vice no mundo

INFO Online: Tecnologia pessoal - Notícias - Chrome é o navegador mais usado Brasil e vice no mundo

Retrospectiva 2011 – O navegador de internet Google Chrome, lançado há dois anos, está em sua décima quinta versão e conquistou o segundo lugar como o navegador mais usado no mundo.
A empresa de análises na Internet StatCounter afirma que o browser alcançou em outubro a primeira posição na América Latina. No Brasil, o software lidera o ranking do navegador mais usado pelos internautas. Os principais concorrentes do Chrome são o Firefox, da Mozilla, e Internet Explorer, da Microsoft.
Em novembro, o navegador de internet do Google ultrapassou o rival Firefox pela primeira vez. O software continua a diminuir a distância que o separa do líder do mercado Internet Explorer, segundo os dados da StatCounter.
Em novembro, o Chrome viu sua participação de mercado quase dobrar frente a um ano atrás, para 25,7 por cento, enquanto o market share do Internet Explorer caiu para 40,6 por cento - ante 48,2 por cento na comparação anual.
No Brasil, o investimento do Google para popularizar o navegador Chrome custou milhões de reais com anúncios publicitários em horário de maior audiência da TV Globo.
E não para por aí. O Chrome, que possui os recursos de tradução automática, loja de aplicativos, extensões e temas, em breve, permitirá que produtores e desenvolvedores criem versões de jogos de computador e consoles para rodar diretamente no navegador. Os games poderão suportar o uso de joysticks e a atualização será liberada no primeiro trimestre de 2012, anunciou o Google durante um evento para a imprensa.
As estatísticas da StatCounter são baseadas em dados contabilizados de mais de três milhões de sites, com uma amostragem de mais de 15 bilhões de visualizações de páginas por mês.

INFO Online: Download da Hora - Kaspersky TDSSKiller detecta e elimina rootkits e bootkits no Windows


INFO Online: Download da Hora - Kaspersky TDSSKiller detecta e elimina rootkits e bootkits no Windows




O Kaspersky TDSSKiller é um aplicativo da Kaspersky para identificar e eliminar rootkits, bootkits e malware.

Rootkits são programas que penetram no sistema do Windows e interceptam as funções de sistema, impedindo o computador de identificar algum malware. Já os bootkits são uma espécie de malware que infectam o boot do computador, deixando o computador vulnerável a programas maliciosos que executam antes mesmo de iniciar o Sistema Operacional.

O aplicativo possui uma interface bem simples, para começar o escaneamento pelo sistema basta clicar em “Start scan”.

O programa realiza uma varredura pelo Windows e, ao final, marca os arquivos suspeitos em amarelo, e os realmente perigosos na cor vermelha – assim como acontece com o antivírus -, que os criadores recomendam eliminar. Já os arquivos marcados em amarelo devem ser analisados para constatar se são realmente prejudiciais.

Além disso, após o escaneamento o programa mostra um relatório completo sobre os arquivos analisados.

INFO Online - Download da Hora - WLAN Optimizer otimiza e melhora a conexão com a internet via wireless


WLAN Optimizer é uma ferramenta portátil gratuita para Windows para otimizar e melhorar a latência da conexão com a internet via wireless.
A latência indica a quantidade de tempo de percurso entre os pacotes de conexão de um PC e o servidor de destino. Assim, o WLAN Optimizer desativa essa verificação realizada nas conexões wireless, que acabam deixando a internet mais lenta.
O aplicativo é bem leve e possui uma interface bem simples, a aba “Settings” possui todas as configurações necessárias para o programa, que tem opção para iniciar junto com o Windows ou na barra de tarefas.
Por padrão, o melhor tweak do aplicativo já vem ativado, que é a opção “Disable background scan”, no entanto, também é possível ativar o modo streaming, para melhorar ainda mais a conexão.

INFO Online - Download da Hora - Opera Next traz versão alpha do Opera 12 para Windows

INFO Online- Download da Hora - Opera Next traz versão alpha do Opera 12 para Windows 

O Opera Next é uma versão independente do navegador Opera, a qual sempre atualiza automaticamente quando alguma nova versão estiver disponível.
A ideia dos criadores do software é que o usuário possa visualizar todas as prévias das novas versões do navegador pelo Opera Next, de forma segura e sem interferir em sua versão estável.
Com o Opera Next é possível visualizar os principais novos recursos das próximas versões e ainda reportar qualquer problema para o Assistente de relatório de erros, disponível no site do software.

  1. Nesta edição, o aplicativo apresenta a prévia da décima segunda edição do navegador, que traz como principal novidade as melhorias na velocidade de navegação e no Speed Dial, gerenciador de miniaturas das páginas do navegador.

Olhar Digital: Dell vai parar de produzir netbooks



Olhar Digital: Dell vai parar de produzir netbooks




"Empresa vai se focar em dispositivos de alta performance e deixará os pequenos notebooks de lado"

Empresa vai se focar em dispositivos de alta performance e deixará os pequenos notebooks de lado

A Dell não está mais interessada no mercado de netbooks e vai se concentrar na produção de laptops mais potentes, de acordo com aCNet.

A empresa vai abandonar a linha de netbooks Dell Mini e vai focar nos recentemente lançados XPS, notebooks potentes voltados principalmente para jogos.

Os netbooks surgiram em 2008 e atingiram um relativo sucesso. De acordo com a Intel, os processadores Atom, desenvolvidos para baixo consumo de energia nesses dispositivos, estavam em mais de 70 milhões de aparelhos em agosto de 2010.

Porém, com a popularização dos tablets, principalmente após o lançamento do iPad, a linha de notebooks pequenos perdeu espaço no mercado. Rumores apontam que, além da Dell, a Samsung também deve abandonar os dispositivos em 2012.

Olhar Digital: Protótipo de smartphone traz tela com controle por gestos



Olhar Digital: Protótipo de smartphone traz tela com controle por gestos:


Os smartphones estão cada vez mais evoluídos e, no que depender de pesquisas da Qualcomm, eles ainda podem fazer muito mais. Recentemente, a empresa demonstrou uma tela de smartphone com controle de gestos por ultra-som.

A apresentação ocorreu durante a UpLinq 2011, conferência de sistemas multi-plataformas que aconteceu na China. No vídeo abaixo, podemos ver o usuário navegar por fotos apenas passando a mão em frente a 4 pequenos alto falantes.

Quando você coloca a mão sobre o dispositivo, o ultrassom reconhece onde você está, e permite que você controle o aplicativo com alguns gestos. O vídeo ainda mostra como dar zoom nas imagens, apenas aproximando a mão dos sensores.

Porém, o sistema ainda é um protótipo e uma das inconveniências já pôde ser percebida na própria feira: por causa do barulho, o equipamento teve alguma dificuldade em reconhecer os gestos. A empresa pretende lançar a novidade já em 2012.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

IDG Now!Gerentes de TI bisbilhotam dados de usuários, diz pesquisa - Computação Corporativa

IDG Now!:Gerentes de TI bisbilhotam dados de usuários, diz pesquisa - Computação Corporativa  

Levantamento mostra que 60% dos profissionais acessam informações confidenciais por curiosidade.


Usuários chamados “privilegiados”, incluindo administradores de bancos de dados, engenheiros de rede e especialistas de segurança de TI, desafiam asegurança corporativa, de acordo com estudo global conduzido pelo Ponemon Institute a pedido da HP.

O levantamento intitulado “The Insecurity of Privileged Users”, realizado com 5,5 mil gerentes de operações e segurança de TI em países como Brasil, França, Japão e Reino Unido, mostra que 52% dos participantes receberam, no mínimo, acesso a informações confidenciais ou restritas que vão além dos requisitos da sua posição.

Além disso, mais de 60% informaram que usuários privilegiados acessam dados sensíveis e confidenciais apenas por curiosidade, e não em função do cargo que ocupam. Muitos dos participantes indicaram que têm políticas bem definidas para indivíduos com direitos de acesso privilegiados a sistemas de TI.

Por outro lado, quase 40% não tinham certeza sobre a visibilidade sobre os direitos e acessos específicos, ou se aqueles com direitos de acesso privilegiado atendiam a políticas de conformidade.

Dos executivos ouvidos, 27% disseram que as organizações utilizam controles de identidade e acesso baseados em tecnologia para detectar o compartilhamento de direitos de acesso administrativos do sistema ou direitos de acesso em nível raiz por usuários privilegiados, e 24% afirmaram combinar tecnologia com processos.

“Os resultados claramente enfatizam a necessidade de melhor gerenciamento de políticas de acesso, soluções de inteligência com segurança avançada, assim como contexto de identidade para usuários privilegiados. Desta forma, é possível melhorar substancialmente a monitoração da segurança”, avalia Tom Reilly, vice-presidente e General Manager de Enterprise Security Products da HP.

Outro dado relevante indica que as principais barreiras para a aplicação de direitos de acesso aos usuários privilegiados são a incapacidade de manter o ritmo das requisições de mudança, os processos de aprovação inconsistentes, os altos custos de monitoração e a dificuldade de validar mudanças de acesso.

IDG Now! - Internet - 5 dicas para seu perfil fazer sucesso no LinkedIn




Segundo diretora da rede social, é importante evitar palavras que não dizem nada sobre você; pesquisar empresas e pedir recomendações também são ações indicadas.

Se você se descreve como “criativo”, “organizacional” ou “eficiente” no seu perfil do LinkedIn, talvez queira repensar as palavras que usa.

De acordo com uma nova pesquisa da rede social profissional, esses três rótulos estão entre as três buzzwords (palavra ou frase de efeito para impressionar) mais usadas neste ano – e consequentemente ineficientes – pelos usuários norte-americanos do site.

“No cenário econômico atual, você realmente precisa se destacar da multidão para chamar a atenção de um gerente de contratações”, afirma a diretora de conexão do LinkedIn, Nicole Williams. “Se você está usando as mesmas palavras que todos os usuários do LinkedIn, está se misturando. As buzzwords são realmente apenas palavras vazias. Ninguém está prestando atenção de verdade nelas.”

Em vez disso, Nicole recomenda tirar um tempo para repensar como você se mostra por meio de seu perfil e examinar a linguagem que usa para isso. Confira abaixo cinco dicas para você iniciar um ano bem-sucedido profissionalmente.

1. Mostre, não fale

Como a competição é muito acirrada, Nicole diz que é especialmente importante evitar uma lista de tópicos sobre você e se focar em mostrar para as pessoas suas qualificações e sucessos em vez de falar sobre isso para elas.

“Só porque uma palavra é uma buzzword não significa que você precisa buscar por outra para substituí-la. Em vez disso, se pergunte como você pode demonstrar o que fez”, diz. “Em vez de descrever a si mesmo como ‘criativo’, dê um exemplo que mostra como você tem sido criativo – como você desenvolveu uma campanha de sucesso que produziu grandes resultados.”

2. Retire todas as palavras “dispensáveis”

Williams diz que a palavra “motivado”, que ficou em sexto lugar entre as principais buzzwords, é um ótimo exemplo de uma palavra “dispensável” – ou palavra que não adiciona nenhum valor ao seu perfil do LinkedIn.

“Você não tem muito espaço para causar uma impressão. Nenhum gerente de contratações está buscando alguém se descreva como motivado porque eles supõem que isso seja algo que você já seja”, diz.

A especialista recomenda dar uma geral no seu perfil em busca desses tipos de palavras e substituí-los com exemplos mais concretos. A maneira mais fácil de encontrá-las, diz Nicole, é perguntar a si mesmo se o oposto dessa palavra é algo que você poderia ser – como, por exemplo, “desmotivado”.
 
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3. Mostre suas habilidades

Em vez de depender das buzzwords que você achou que deveria usar, adicione LinkedIn Skills (Habilidades LinkedIn) ao seu perfil para aumentar as chances de aparecer em resultados de busca quando outros profissionais precisarem de alguém como você para um projeto, recomenda Nicole.

A seção de Habilidades do LinkedIn permite buscar por conjuntos específicos de habilidades para determinar sua popularidade, examinar profissionais e locais de destaque associados com essa habilidade, encontrar trabalhos e grupos relacionados, descobrir se uma habilidade em especial está mais ou menos em tendência, e mostrar no seu perfil aquelas em que você possui mais facilidade.

4. Peça recomendações

A diretora do LinkedIn sugere pedir recomendações de antigos gerentes e clientes para dar as outras pessoas que vêem seu perfil um senso mais equilibrado de quem você é como um profissional.

Quando você pede uma recomendação de alguém, esteja certo de mostrar a razão de estar pedindo, se é para conseguir mais clientes ou porque você está em busca de um novo emprego, explica Nicole.

Um exemplo de escrever um pedido de recomendação seria: “Brad, eu realmente agradeceria se você pudesse me dar uma recomendação quanto ao projeto da ABC em que trabalhei e que resultou em nós conseguindo aumentar as vendas em 120%”, diz.

5. Se estiver em dúvida, visite o site da empresa

Como você tem um espaço pequeno para causar um grande impacto, Nicole diz para visitar o site de um potencial empregador para preencher os espaços deixados no seu perfil pelas buzzwords que você removeu.

“Se você está buscando por um trabalho e sem algumas palavras, vá até o site da empresa em que está interessado para ver quais palavras eles usam para descrever seus funcionários e sua cultura”, explica. “Apenas lembre-se de ser objetivo e dar exemplos.”

COMPUTERWORLD - Tecnologia - Amazon inicia operação no Brasil com cloud computing

COMPUTERWORLD: - Tecnologia - Amazon inicia operação no Brasil com cloud computing



Companhia apresenta logo mais à tarde em São Paulo, toda sua estratégia e parceiros para disputar o mercado brasileiro de serviços de TI.

Conforme a Revista COMPUTERWORLDjá havia antecipado, a Amazon chegou a Brasil. A companhia anuncia oficialmente nesta quinta-feira, (15/12), que está iniciando operação no País com oferta de cloud computing. O Brasil é a porta de entrada da Amazon na América Latina.
Toda a estratégia do serviço de cloud computing da Amazon Web Services LLC (AWS) para o Brasil será apresentada em um evento que acontece logo mais à tarde, no World Trade Center, em São Paulo, por uma equipe da companhia nos Estados Unidos e o time do executivos locais, que vai liderar a operação aqui.
Na ocasião, a Amazon fornecerá detalhes do ecossistema montado no Brasil para entregar cloud computing às pequenas e médias empresas (PMEs) e companhias globais que estão no País, apresentando seus parceiros de infraestrutura e de software.
O executivo escolhido para comandar a operação comercial local é o brasileiro José Nilo Cruz Martins, que foi diretor de vendas do Google, passou pela Sun, antes da compra pela Oracle, e também atuou na Promon Tecnologia, todas baseadas no país. Martins foi contratado em maio deste ano como diretor da AWS. Desde então, ele vem tentando estruturar o time do Brasil.
"Muitos clientes sul-americanos vêm usando AWS a partir dos EUA, Europa e Ásia. Com o lançamento das operações na região América do Sul (São Paulo), estes clientes podem agora executar as suas aplicações no Brasil, o que reduz significativamente a latência para os usuários finais na América do Sul e permite que aqueles que necessitam de seus dados a residir na América do Sul para fazer isso facilmente ", disse Andy Jassy, ​​vice-presidente sênior, Amazon Web Services.
Entre oas empresas brasileiras já clientes da AWS no Brasil estão a instituição financeira Orama, a Gol Linhas Aéreas, o Peixe Urbano e o Portal R7.
Além de uma ampla base de clientes da América do Sul, a AWS inicia operações já com um ecossistema de parceiros no Brasil que estão construindo e vendendo soluções e serviços IaaS no modelo pay-as-you-go. Estes parceiros incluem: Avanxo, Accenture, Ci&T, Concrete Solutions, Deloitte, Dedalus Prime, Dextra, Infor, Genexus, Globant, MPL, Lumis, Oracle, Summa, e UpToDate Consuting.
Os serviços da AWS já podem ser contratados a partir de hoje nos siteshttp://aws.amazon.com e http://aws.amazon.com/pt.

Olhar Digital: Número de aplicativos maliciosos para Android dobra em 6 meses

Olhar Digital: Número de aplicativos maliciosos para Android dobra em 6 meses:

Nossa segurança está cada vez mais ameaçada, principalmente quando falamos de dispositivos móveis. No caso do Android, do Google, o cuidado precisa ser redobrado: em menos de 6 meses, o número de aplicativos maliciosos dobrou.

O motivo mais aparente é a existência de lojas de aplicativos de terceiros e alternativas para a loja oficial do SO, a Android Market. Segundo dados da empresa de segurança Lookout, publicados no relatório Malwarenomics: 2012 Mobile Malware Predctions, já foram detectados mais de 1000 apps maliciosos.

Parece pouco, mas, se compararmos com o começo do ano, por exemplo, a diferença é grande. No início de 2011, as possibilidades do usuário clicar em um app malicioso era de 1 em 100. Agora, esse número subiu para 4 em 100.

Outro grande problema é quando o usuário, independentemente da plataforma móvel, clica em links suspeitos. Segundo o mesmo relatório, a probabilidade de um usuário clicar neste tipo de link é de 36%. Para se ter uma ideia, em julho deste ano, o número era de apenas 6%.

A empresa também alerta para o chamado "pickpocketing móvel", no qual usuários são cobrados por apps ou malwares, que fazem o débito sem que o dono do telefone perceba.

Aqui, sempre valem as ressalvas de sempre: cuidado ao baixar apps de terceiros e ao clicar em anúncios dentro desses aplicativos. O bom senso cai bem!

Portal Fator Brasil - Boot Loaders Maliciosos: Kaspersky Lab alerta sobre nova técnica para remover softwares de segurança


Portal Fator Brasil:Boot Loaders Maliciosos: Kaspersky Lab alerta sobre nova técnica para remover softwares de segurança



São Paulo –Os cibercriminosos estão sempre procurando por novas formas de infectar um sistema e remover as proteções de segurança – preferencialmente de uma maneira que o usuário não perceba, até ser tarde demais. A criatividade dos criadores de vírus no Brasil não tem limite e podemos verificar isso novamente com a mais nova onda de boot loaders maliciosos.

O objetivo final não é nenhuma novidade: remover softwares de segurança e roubar credenciais bancárias. Esta infecção inédita foi criada exclusivamente para sistemas operacionais que usam o arquivo NTLDR como boot loader, presente nos sistemas Windows XP, Windows Server 2003 e outros mais antigos. Esta escolha é conivente, considerado que o XP ainda é o sistema operacional mais popular no Brasil (47% do total das máquinas).

O arquivo NTLDR (abreviatura de New Technology Loader ou Carregador da Nova Tecnologia) é um componente essencial do Windows responsável pela carga do sistema operacional (boot loader no jargão técnico). Boot loaders permitem, por exemplo, que um computador tenha dois sistemas operacionais diferentes instalados, dando a opção para que o usuário escolha na inicialização qual sistema ele deseja usar. O NTLDR está presente nas versões da família Windows NT incluindo Windows XP e Windows Server 2003. Em geral é executado a partir de uma partição primária no disco rígido. Nos sistemas Linux os boot loaders mais conhecidos são o GRUB ou o LILO.

Como ocorre a infecção- A infecção começa com o download e a execução de um pequeno arquivo, oferecido através de uma mensagem de e-mail. O arquivo, detectado como Trojan-Downloader.Win32.VB.aoff será responsável por baixar dois novos arquivos para a máquina da vítima: xp-msantivirus (1.83 MB) e xp-msclean (7.4 MB). Logo após, ele inutiliza o boot loader legítimo do Windows chamado NTLDR, renomeando-o para ntldr.old e configurando um novo boot loader malicioso na máquina da vítima.

O boot loader malicioso criado por cibercriminosos brasileiros é uma versão modificada do GRUB:

. O boot loader malicioso é uma versão modificada do GRUB e está programado para executar o arquivo menu.lst.

Depois de ativo o boot loader malicioso irá configurar o arquivo menu.lst e o arquivo xp-msantivirus para serem executados durante uma reinicialização do sistema:

.Conteúdo do arquivo menu.lst. Observe a mensagem: “Iniciando a Ferramenta de Remoção de Software Mal-Intencionado da Microsoft”

Depois da infecção, o Trojan força a máquina ser reiniciar.



Durante a reinicialização do sistema, o boot loader malicioso executa a remoção de softwares de segurança instalados na máquina dos usuários. Entre eles estão o GBPlugin, exigido por vários bancos brasileiros em operações de internet banking. Estimasse que hoje o plugin esteja instalado em mais de 23 milhões de computadores.

Os outros arquivos removidos pelo trojan são os softwares de segurança da Microsoft: o Windows Defender e o Security Essentials:



Para justificar o longo tempo de reinicialização, o boot loader malicioso exibe algumas mensagens falsas, como supostos avisos da Ferramenta de Remoção de Software Malicioso da Microsoft:



E mensagens falsas informando que o sistema está “infectado” e que arquivos “maliciosos” estão sendo “removidos”:



Quando a reinicialização termina, a missão do boot loader malicioso está completa, então ele apaga a si mesmo e reativa o NTLDR legítimo. Porém, o trojan bancário detectado como Trojan-Downloader.Win32.Banload.bqmv ficará ativo no computador, esperando o momento oportuno para roubar as credencias bancárias da vítima.

Todos os trojans que compõem este ataque já são detectados e bloqueados por todos os produtos da Kaspersky Lab. O boot loader malicioso é detectado como Trojan.Boot.Burg.a.

A Kaspersky Lab é a maior empresa privada de segurança da internet, fornecendo proteção contra todos os tipos de ameaça de TI, como vírus, spywares, hackers, spams, entre outros. Os seus produtos proporcionam mais defesa para usuários domésticos, PMEs, grandes empresas e internet móvel; protegendo mais de 300 milhões de sistemas ao redor do mundo.

A tecnologia Kaspersky também é incorporada dentro dos produtos e serviços de aproximadamente 100 indústrias líderes de TI, redes, comunicações e fornecedores de aplicativos. Mais detalhes sobre a empresa estão disponíveis em http://brazil.kaspersky.com/. Siga a @Kaspersky no Twitter e no Facebook. [www.securelist.com | @Securelist no Twitter].

COMPUTERWORLD - Negócios - Nuvem aquece modernização dos data centers

COMPUTERWORLD:- Negócios - Nuvem aquece modernização dos data centers 

A chegada de grandes fornecedoras de serviços de cloud, como Amazon e Microsoft, movimenta o mercado.


Os data centers brasileiros estão numa corrida para adequar seus ambientes à espera da demanda aquecida prevista em razão do crescimento das ofertas de serviços por meio do conceito de cloud computing. O setor continua investindo fortemente em expansão da infraestrutura e tem sido alvo de fusões e aquisições, iniciando nova fase de consolidação. Toda a movimentação é para aumentar a confiança dos contratos de terceirização da TI e mostrar que esses prestadores de serviços podem ser parceiros dos CIOs, assumindo a parte operacional do departamento deles para que tenham mais tempo de se dedicar à gestão e aos negócios de suas companhias.
Para estar em linha com a expectativa atual, praticamente todos os data centers comerciais brasileiros estão aprimorando sua operação com a ambição de se tornarem dynamic data centers. São ambientes projetados para serem sustentáveis e eficientes energeticamente, oferecerem segurança máxima, estarem preparados para processar aplicações em nuvem e em conformidade com as melhores práticas internacionais. Ou seja, precisam dar garantias de que são capazes de cumprir rigorosamente os acordos de Service Level Agreement (SLAs).
Hoje, não basta que o data center atenda a esses requisitos para conquistar a confiança dos CIOs. Analistas afirmam que dizer que o data center é um “Tier 3” e garante 99,98% de disponibilidade não é o suficiente. É preciso comprovar a capacitação por meio de certificações de entidades reconhecidas. Com as novas exigências, alguns estão recorrendo a instituições como Institute Uptime e TÜV Rheinland para obter selos que comprovem que seguem as regras do mercado, o que deverá fazer a diferença na hora da venda dos serviços de cloud.
Para Alexandre Siffert, CEO da Ativas, data center que opera em Belo Horizonte (MG), ter ambiente dinâmico e em conformidade com as melhores práticas atrai negócios. Ele dá o exemplo da companhia que tem menos de dez meses de operação e que já conquistou cerca de 50 clientes de grande porte como a fabricante Itambé e a Unimed.
São clientes que estão terceirizando aplicações de missão crítica, como sistema de gestão empresarial (ERP) da Oracle, Totvs e SAP, que são hospedados e gerenciados pela Ativas. Siffert explica que a estratégia da companhia não é entregar apenas infraestrutura, mas fazer a gestão dos serviços e apoiar os executivos de TI, com relatórios que impactam em seus negócios.
No ritmo da nuvem
Na Alog, empresa brasileira adquirida no começo do ano pela norte-americana Equinix e o Rivewood Capital, a oferta de colocation faz parte das estratégias para impulsionar negócios. Victor Arnaud, diretor de Marketing e Processos de TI da companhia, informa que ainda há demanda pelo serviço e pode ajudar na migração para nuvem.
“Colocation é a porta de entrada para cloud computing”, acredita Arnaud que informa que 20% da sua base de clientes já contrata redes privadas nessa modalidade. Para tranquilizá-los sobre a localização física dos servidores, a empresa criou uma camada de software que identifica onde está cada máquina utilizada, seja em um dos três data centers do prestador de serviço no Brasil ou nos 99 centros de dados da Equinix, espalhados pelo mundo. A expectativa do executivo é que a adesão à nuvem chegue em 50% nos próximos dois anos.
A oferta de colocation também está presente no leque de serviços da Hostlocation, que conta com dois data centers em São Paulo. Mas o diretor da empresa, Marcelo Safatle, reconhece que a manutenção exige muito esforço por causa dos custos que são elevados. Atualmente, o provedor está apostando mais em cloud computing, que segundo o executivo é o carro-chefe em vendas para pequenas e médias empresas.
Em 2011, a Hostlocation investiu 3 milhões de reais em adequação do ambiente para nuvem, com ofertas de infraestrutura e software na modalidade de serviços pela rede pública. O provedor se prepara para lançar em 2012 pacotes de cloud 2.0 em ambientes privados e uma parceria com a norte-americana OneAp. “Vamos entregar não apenas servidores em nuvem, mas uma série de recursos para os clientes que quiserem montar seu próprio ambiente”, anuncia Safatle. De acordo com ele, a Hostlocation vai dar autonomia aos clientes para usarem 100% da infraestrutura do provedor, que cuidará do gerenciamento.
Essas novas preocupações fizeram com que os data centers brasileiros aprimorassem a gestão e ganhassem maturidade. Como resultado, os serviços são mais procurados. A modalidade em nuvem ainda tem baixa representatividade nos negócios em razão da falta de massa crítica de cloud no País, mas as expectativas mobilizaram o mercado para aguardar a demanda estimada de aquecimento. Enquanto isso, contratos de outras ofertas cresceram e o mercado deverá fechar o ano de 2011 com receita acima de dois dígitos, segundo estimativas dos institutos de pesquisas.
O diretor de Marketing do UOL Diveo, José Peyon, avalia que um dos fatores que estão puxando os negócios de data center é a forte necessidade de melhorar governança corporativa. Ele observa que por ser a bola da vez, o Brasil está registrando muitas fusões e aquisições em todos os segmentos da economia. Ao se unirem, essas companhias precisam atender a regulamentos do mercado e também investir em novas tecnologias, preferindo o outsourcing.
“A demanda por serviços de data center continua alta. Vamos crescer 30% em 2011”, informa Vagner Moraes, diretor de data center da Level 3 Communications, grupo norte-americano que estreou este ano no Brasil, com a compra da Global Crossing. Já prevendo aumento de contratos, a companhia está ampliando o centro de Cotia (SP). “Queremos ser o departamento de TI dos clientes”, diz o executivo.
Pelos cálculos do presidente da T-Systems, Dominik Maurer, a companhia fechará o ano com elevação no Brasil de aproximadamente 12%, estimulada principalmente pelas ofertas de Business Process Outsourcing. Para o próximo ano, a empresa espera avanço maior no País com a entrada no setor de governo.
Projeções da Frost & Sullivan apontam que o segmento de data center no Brasil deverá crescer 13% em 2011 em comparação à receita de 1,2 bilhão de dólares registrados em 2010. Segundo a consultoria, esse aumento é bem acima do previsto para mercados mais maduros. Os principais fatores para o desempenho são a procura maior das companhias pelo outosourcing de TI e o fortalecimento dos prestadores de serviços, que receberam injeção de investimentos tanto local quanto de provedores globais por meio de aquisições. O analista sênior de mercado da Frost & Sullivan, Fernando Belfort, comenta que o Brasil tem atualmente a maior infraestrutura de data center da América Latina e que responde por 40% a 50% dos de serviços terceirizados de TI. Ele avalia que o segmento permanecerá em alta até 2016, com taxas de expansão acima de 10%.
Esses fatores devem atrair novos players internacionais, como a Amazon,que fechou alianças e acaba de anunciar o início das operações da Amazon Web Services LLC (AWS) no Brasil para, daqui, atender toda a demanda da América do Sul. Há rumores de que a empresa norte-americana teria firmado parcerias para utilizar a infraestrutura do UOL Diveo e da Tivit e que poderá assinar outros acordos, um deles com a Oracle. As empresas não confirmam os contratos, mas o varejista de e-commerce já tem um diretor no Brasil, que é o executivo José Nilo Cruz, contratado em maio deste ano e que atuou nas áreas de vendas da Google, Sun e Promon Tecnologia.
Belfort diz que host dedicado está em alta no País e irá representar mais de 40% da receita do setor em 2011. Em segundo lugar, estão os serviços de armazenamento, com participação de 26% e que tende subir para cerca de 30% até 2016, puxado pelo fenômeno do chamado Big Data. O terceiro maior serviço desses provedores é disaster recovery, (sites de contingências), com fatia de 23% da receita total. A previsão do analista é de crescimento desse tipo de solução nos próximos quatro anos em razão da necessidade das companhias por um segundo ambiente de dados para estar em conformidade com as regulamentações. Já o colocation, segundo a Frost & Sullivan, está em queda e representará 10% dos negócios em 2011, mas até 2016 cairá para de 5%.