sexta-feira, 27 de abril de 2012

TI INSIDE Online : Conficker ainda é a maior ameaça para as empresas, aponta estudo


 

O worm Conficker – programa malicioso que se replica e espalha para outros computadores – foi detectado cerca de 220 milhões de vezes em todo o mundo nos últimos dois anos e meio, tornando-se uma das maiores ameaças para as empresas. De acordo com relatório da Microsoft, as detecções trimestrais do worm aumentaram em mais de 225% desde o início de 2009. Somente no quarto trimestre do ano passado, ele foi detectado em 1,7 milhão de sistemas em todo o mundo.
Ao examinar as razões por trás da sua prevalência nas empresas, a pesquisa mostrou que 92% das infecções resultaram de senhas fracas ou roubadas, e 8% explorava vulnerabilidades para as quais já existe uma atualização de segurança. "O Conficker é um dos maiores problemas de segurança que enfrentamos, mas está ao nosso alcance nos defender dele", disse Tim Rains, diretor de computação confiável da Microsoft. "É extremamente importante que as organizações se concentrem nos fundamentos básicos de segurança para se protegerem contra as ameaças mais comuns", completa o executivo.
O Brasil tem registrado por muito tempo um índice de detecções superior ao da média em roubo de senhas e ferramentas de monitoramento por causa da prevalência de malwares (ou códigos maliciosos) como Win32/Bancos e Win32/Banker que têm como alvo clientes de bancos. “Diante disso, a preocupação apontada pelo relatório com a atenção necessária aos elementos básicos de segurança é crítica também no Brasil, já que essas continuam sendo a maior ‘porta de entrada’ de ameaças de segurança nos dispositivos, mesmo em ambientes corporativos”, diz Djalma Andrade, gerente de estratégia de plataforma Microsoft no Brasil.
O estudo analisou dados de mais de 600 milhões de sistemas no mundo e aponta soluções para mitigar ataques direcionados e abrangentes, além de práticas de segurança, como adotar senhas fortes, manter os sistemas atualizados, adquirir software de antivírus de fonte confiável, investir soluções de segurança novas e de qualidade, além de considerar a nuvem como um recurso corporativo.

Information Week: Contratos de TI ainda são falhos e deixam empresas de saia justa


Em artigo, André Iizuka diz que empresas de tecnologia criam serviços inovadores e diferenciados fugindo dos institutos jurídicos tradicionais, causando muitas vezes confusão dos operadores do direito

crédito: Thinkphoto

Pouco se discute sobre os contratos na área de Tecnologia da Informação (TI) – B2B, bem como os efeitos gerados nos aspectos tributário, concorrencial, propriedade industrial, relações de trabalho, consumo, importação e exportação.

Isto se dá por falta de conhecimento multidisciplinar da maioria dos profissionais da área jurídica, em função de focarem mais na especialização, deixando de lado as questões empresariais, organizacionais, estratégicas, contábeis, econômicas, sociais e humanas. Para completar essa carência, são raros os que se interessam por tecnologia, e para piorar esse cenário, a legislação vigente em nada contribui para regular esses contratos.

Como se sabe, os equipamentos tecnológicos são formados por hardware, firmware e por software. O hardware corresponde à conjugação de placas de circuito eletrônico (Microprocessador, Motherboard, Hard Disk – HD, placas de vídeo, de som, etc.) que ao serem ligadas executam funções específicas ou conjuntas, já o firmware é um componente eletrônico em que são gravados informações do sistema operacional que geralmente não podem ser alterados senão por uma intervenção física ou softwares especializados, enquanto que o software é a expressão de um conjunto organizado de instruções em linguagem codificada, contido em suporte físico de qualquer natureza, baseado em técnica digital ou análoga, para fazê-los funcionar de modo e para fins determinados e pode ser alterado pelo usuário da tecnologia.

Dessas três frentes de negócios há várias empresas no mundo focadas na produção de hardware, firmware e outras em software, investindo milhões de dólares em pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias para facilitar o dia a dia das pessoas e das empresas, minimizarem os custos de produção, bem como levar diversão e entretenimento.

Neste ponto, pode-se associar os negócios de hardware e firmware às operações de venda de mercadorias, enquanto o software às operações de prestação de serviços, ou de cessão ou licença de direitos.

Com relação aos negócios interempresariais gerados na venda de computadores, acessórios e equipamentos correlatos, inexiste grandes problemas de ordens contratuais, pois estão entre os tradicionais existentes, tais como de Compra e Venda, de Distribuição, de Fornecimento, de Agenciamento e Intermediação, de Representação Comercial, entre outros.

Porém, no que tange à prestação de serviços, e cessão ou licença de direitos, pode-se dizer que praticamente inexiste previsão dos direitos e obrigações entre os contratantes de todas as operações que envolvem tecnologia no Código Civil/2002, na Lei nº 9.609/98 (Lei de Software), e mesmo na Lei nº 9.610/98 (Lei de Direitos Autorais).

A Lei de Software dedica de forma absolutamente precária apenas 3 artigos (9º, 10º e 11º), que tratam de licença de uso, comercialização, e de transferência de tecnologia, aos contratos interempresariais.

Já no aspecto tributário, até em função da voracidade do Governo ávido por arrecadação, houve grandes evoluções na definição dos tipos de serviços na área de tecnologia, que melhor demonstram a carência no aspecto do Direito Civil e de Propriedade Intelectual, entretanto quando se fala a respeito de manutenção, depreciação do ativo intangível, entre outras questões, geram-se muitas controvérsias tributarias a respeito da classificação e contabilização.

Até o advento da Lei Complementar nº 116/2003, o Decreto-lei nº 406/68 previa no item 25, da Lista de Serviços apenas os serviços de “análises, inclusive de sistemas, exames, pesquisas e informações, coleta e processamento de dados de qualquer natureza”.

A nova lei veio dispor logo no início da nova lista os seguintes serviços: 1.01 Análise e desenvolvimento de sistemas; 1.02 Programação; 1.03 Processamento de dados e congêneres; 1.04 Elaboração de programas de computadores, inclusive de jogos eletrônicos; 1.05 Licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação; 1.06 Assessoria e consultoria em informática; 1.07 Suporte técnico em informática, inclusive instalação, configuração e manutenção de programas de computação e bancos de dados; e 1.08 Planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas.

Porém, cada um desses serviços guarda diversas características próprias que acabam sendo definidas pelo lado mais forte da relação contratual (às vezes o cliente, às vezes as empresas de TI) sem que haja equilíbrio nessa contratação. Além disso, nem sempre são previstas todas as garantias necessárias para uma boa execução do contrato,sendo utilizados nas cláusulas até mesmo termos ou conceitos impróprios ou inadequados, o que acaba desaguando no Poder Judiciário para solução destesconflitos, justamente por falta de cuidado na elaboração do contrato.

Para complicar ainda mais as relações contratuais, há 4 modalidades de contratação utilizadas pelas empresas: contrato personalizado, contratos de adesão, Request for Proposal (RFP) e licitações privadas. No contrato personalizado normalmente as empresas se reúnem para elaborar um contrato expressando exatamente a operação com a cobertura dos riscos, obrigações e direitos dos contratantes, já os contratos de adesão são aqueles em que uma empresa divulga num mercado pulverizado de consumidores e caso esses queiram adquirir um determinado produto ou serviço devem aderir aos termos.

Em relação ao Request for Proposal (RFP) e licitações privadas, alteram-se as posições e o comprador passa a ditar as regras da contratação, a especificação das necessidades, bem como a forma de fornecimento e prestação de serviços e se o fornecedor não aceitar aquelas condições, ficam impedidos de participar daquela concorrência.

Não obstante a isto, a cada dia as empresas de tecnologia vêm criando serviços inovadores e diferenciados fugindo dos institutos jurídicos tradicionais, causando muitas vezes confusão dos operadores do direito por se tratarem de contratos atípicos. Dentre eles, podemos citar os contratos de outsourcing, de middleware, de colocation, de alocação de profissionais, de utilização de conteúdo, de hospedagem, acordos de nível de serviço (SLA), de gestão de processos e de projetos de tecnologia (PMO), de cleaning, de armazenamento de dados, cloud computing, entre outros.

Além disso, é comum a proposição de contratos de tecnologia estrangeiros que em alguns casos transgridem normas constitucionais, mas são mantidas pelas multinacionais em função das políticas internas, muito embora os departamentos jurídicos destas tenham a plena convicção de que a anulação será certa no Poder Judiciário.

Um erro muito comum entre os operadores do direito é a elaboração de contratos apenas com a nomenclatura de prestação de serviços de informática, quando deveriam fazer especificar os serviços com o devido enquadramento tributário, além de regrar melhor as questões operacionais, de propriedade intelectual, as garantias, a forma de rescisão e as relações de trabalho existentes dentro da própria empresa de informática, pois quem contrata a prestação de serviços torna-seproprietário do software, e internamente dependendo da contratação feita a propriedade pode pertencer ao empregado, conforme o artigo 4º, e §2º, da Lei de Software, o que pode gerar ao cliente final diversos transtornos futuros.

Diante disso, é certo que as empresas de tecnologia devem estar atentas à elaboração dos contratos, pois pode prevalecer mais o pacta sunt servanda do que o rebus sic standibus, principalmente porque o Poder Judiciário vem pressupondo que nas relações interempresariais (B2B), o “prejudicado” deve estar bem assessorado juridicamente.

*André Sussumu Iizuka é sócio da Iizuka Advocacia, especialista no segmento de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

Portal Fator Brasil: Novo Selo Norton™ Secured é o símbolo de confiança mais reconhecido na Internet


Symantec une o poder das marcas VeriSign e Norton para garantir maior proteção aos sites.

 
Mountain View, Califórnia – A Symantec Corp. (Nasdaq: SYMC) anunciou que combinará o poder do sinal de verificação da VeriSign com a marca Norton, líder em seu setor, para criar o símbolo de confiança mais reconhecido na Internet – o Selo Norton™ Secured. Ele será exibido mais de meio bilhão de vezes por dia em 170 países nos sites da Web e nos resultados das pesquisas em navegadores habilitados. O Selo Norton™ Secured fornece aos consumidores e empresas a garantia de que o site é altamente confiável e seguro.

Combinando os pontos fortes de cada companhia, Symantec e Norton criaram a marca global mais confiável em termos de proteção de informação e identidade on-line. Desde a aquisição da unidade de negócios VeriSign Authentication Services, a Symantec tem expandido a área de autenticação, integrando as rigorosas tecnologias de segurança de sites e antimalware, para desenvolver soluções líderes de mercado. A empresa ampliou sua liderança como a maior e mais confiável fornecedora mundial de certificados Security Sockets Layer (SSL), oferecendo completas soluções de segurança para sites.

“Desde a aquisição da unidade de negócios de autenticação da VeriSign, a Symantec tem estendido a principal base de SSL para oferecer o mais completo portfólio de segurança do mercado. Nossa mudança para oferecer Soluções de Segurança para Sites fortalece ainda mais a proteção dos dados e das informações em trânsito. O Selo Norton™ Secured representa um passo importante para ajudar as empresas a estabelecer níveis mais elevados de confiança dos sites junto aos seus clientes”, afirma Fran Rosch, Vice-presidente de Identidade e Autenticação da Symantec.

Selo de confiança ajuda a aprimorar os negócios de sites da companhia, a reputação e relacionamento com clientes -As empresas vão valorizar o Selo Norton™ Secured por sua comprovada capacidade de permitir experiências on-line seguras, além de aperfeiçoar a visibilidade e as transações. O selo pode atrair novos visitantes e potenciais clientes que são cruciais para o sucesso do site. Isso pode resultar em aumento do tráfego, mais cliques e melhor classificação nos resultados das pesquisas. Um estudo sobre consumidores on-line nos Estados Unidos1 revelou que o reconhecimento do Selo Norton™ Secured é alto.

.94 por cento dos consumidores são mais propensos a continuar uma compra on-line quando veem o Selo Norton™ Secured durante o processo de encerramento da transação (check-out) do que quando veem outros selos ou nenhum selo.

.77 por cento dos consumidores reconheceram o Selo Norton™ Secured mais do que os selos de concorrentes.

. 65 por cento dos consumidores concordam que um site que exibe o Selo Norton™ Secured é “seguro para navegar e não trará vírus”, mais do que qualquer outra marca de confiança on-line.

.90 por cento dos entrevistados indicaram que não dariam continuidade a uma transação se vissem uma página de aviso do navegador indicando a ausência de uma conexão segura.

.Proteger as informações dos consumidores e preservar sua confiança é fundamental para os negócios da Symantec. E o Selo Norton™ Secured fornece mais garantias para as empresas, pois protege as informações e transações on-line de seus clientes em todas as fases do relacionamento online.

Norton ajuda consumidores a permanecer seguros on-line: Produtos de consumo da Symantec são usados por mais de 150 milhões de pessoas em todo o mundo e os produtos Norton estão presentes em mais de 60 por cento dos PCs de consumidores finais que possuem sistema operacional Windows.

.O Selo Norton™ Secured já é familiar para os consumidores que usam o Norton Safe Web, um serviço de classificações de sites que torna mais fácil diferenciar entre um site seguro e um que oferece riscos. Além disso, o Norton Safe Search utiliza a tecnologia Safe Web para fornecer aos usuários classificações visuais de sites dentro dos resultados de pesquisas antes que eles visitem o endereço.

Para os consumidores, ver o Selo Norton™ Secured permite que eles saibam se é seguro se comunicar, fazer transações e trocar informações no site.

“As marcas combinadas da Symantec e do Norton criaram a marca global mais confiável em termos de proteção de informação e identidade online. A Norton está empenhada em ajudar os consumidores a se manterem protegidos, em todos os aspectos da vida digital. O Selo Norton™ Secured tem o respaldo da confiável marca Norton e permite que os consumidores naveguem, façam compras e se socializam on-line com a plena confiança de que suas informações pessoais estão seguras”, disse Sally Jenkins, Vice-presidente de Marketing Mundial de Consumo da Symantec.

Disponibilidade-Para fornecer aos usuários uma representação visual dos dois nomes mais confiáveis em segurança online, a Symantec começou a atualizar automaticamente todos os selos da VeriSign com o Selo Norton™ Secured nos sites em todo o mundo a partir de 17 de abril de 2012, processo que se estenderá por cerca de duas semanas. A transição completamente transparente não exigirá nenhuma ação por parte dos clientes. Outras empresas que hospedam o selo terão que atualizar manualmente o Selo Norton™ Secured.

“Com as opções de conteúdo na Web explodindo e as ameaças crescendo, os clientes precisam cada vez mais da confirmação de que o site é genuíno e seguro. Para responder a essa exigência dos clientes, as empresas precisam apresentar a eles garantias de confiabilidade. Nesse sentido, o Selo Norton™ Secured, com o respaldo da autenticação e da segurança da Symantec, é uma importante marca de confiança reconhecida pelos consumidores online”, aponta disse Christian Christiansen, Vice-presidente do Programa de Produtos e Serviços de Segurança do IDC.

O Selo Norton™ Secured está mais poderoso agora e inspira confiança nos consumidores, em grandes companhias, nas pequenas e médias empresas e nos proprietários de negócios individuais. Estudo realizado com clientes do segmento SMB early adopters aponta que quando estes comparam duas marcas de confiança A/B, revelaram que o Selo Norton™ Secured foi altamente favorecido e reconhecido pelos visitantes de seus sites na Web.

A Symantec é líder mundial no fornecimento de soluções de segurança, armazenamento e gerenciamento de sistemas para ajudar consumidores e organizações a proteger e gerenciar suas informações no mundo conectado. Nossos softwares e serviços protegem contra mais riscos, em mais pontos, de forma completa e eficiente, oferecendo segurança onde quer que a informação esteja sendo utilizada ou armazenada. [www.symantec.com.br].

Folha.com: Apple está dez anos atrás da Microsoft em segurança, diz especialista



"Bem-vindo ao mundo da Microsoft, Mac. Está cheio de malware [software malicioso]", disse Eugene Kaspersky, executivo-chefe da empresa de antivírus que leva seu sobrenome, em entrevista ao site "Computer Business Review".

"Acho que ela [Apple] está dez anos atrás da Microsoft em termos de segurança."

Kaspersky disse que os recentes ataques que a Apple sofreu com o malware Flashback são só o começo de uma onda de ameaças. "Cibercriminosos reconheceram agora que o Mac é uma área interessante", afirmou.
James Hill - 1.abr.10/The New York Times
Eugene Kaspersky, fundador da Kaspersky, na sede da empresa 

Para ele, o interesse se justifica pelo aumento de venda de Macs --só no primeiro trimestre deste ano, a Apple vendeu 4 milhões de computadores, segundo o "CBR".

Para Kaspersky, o principal problema é que a empresa ainda não está acostumada com esse tipo de preocupação. "A Apple está entrando no mesmo mundo em que a Microsoft já está há mais de dez anos: atualizações, pacotes de segurança e coisas do tipo."

Agora a Apple deverá investir cada vez mais em segurança, caso queira manter a credibilidade com os seus clientes, disse o executivo.

Apesar de ter lançado atualizações que eliminam o malware Flashback, a empresa foicriticada pela demora para reagir.

Folha.com : Google comemora sucesso de tradutor e anuncia venda do SketchUp




O Google comemorou na quinta-feira (26) o sexto aniversário de seu tradutor on-line, com a notícia de que mais de 200 milhões de pessoas por mês usam esse serviço gratuito, e anunciou a venda de seu programa de modelos em 3D SketchUp.

A ferramenta traduz o equivalente a 1 milhão de livros por dia, disse Franz Ochm, pesquisador do Google Translate, no blog do serviço.

"Imaginamos um futuro no qual todos possam consumir e compartilhar qualquer informação, não importa o seu idioma", completou.

Folha.com: Google faz mudanças em seu algoritmo de buscas


COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O Google colocou em prática, na última terça-feira (24), as prometidas mudanças em seu algoritmo de buscas. O anúncio foi feito em um dos blogs oficiais da empresa, o Google Webmasters.

A ideia é que as mudanças ajam como um filtro que evite sites que não respeitam as diretrizes de qualidade do Google.

"Nós sempre punimos o webspam em nosso rankings, e esse algoritmo representa outro progresso nos nossos esforços para reduzir o webspam e promover conteúdo de alta qualidade", diz Matt Cutts, engenheiro da empresa, no post do Google Webmasters.

Página inicial de busca do Google;
que agora conta com novo algoritmo 

A novidade foi percebida nesta quarta-feira (25) por alguns sites específicos, como o"Search Metrics", que comparou os resultados de busca atuais com os da semana anterior.

O "Search Metrics" analisou mais de 5 milhões de URLs e 50 mil palavras-chave para comparar as mudanças.

Entre os sites penalizados na busca, foram identificados "Techdirt", Last.fm e "Cult of Mac". Já entre os beneficiados estão Spotify, "New Yorker" e SlideShare.

COMPUTERWORLD: Desktop perde a preferência dos consumidores


Notebooks e tablets ganham espaço no mercado. Dell e Apple lideram as intenções de compra no mundo e Apple e LG são as marcas mais desejadas no Brasil.

DA REDAÇÃO


 

De acordo com uma pesquisa do Ibope Inteligência, em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), a preferência dos consumidores em 2012 será por laptops e tablets. Os resultados mostraram que 32% dos consumidores no mundo todo têm a intenção de comprar um laptop, 24% desejam comprar um tablet e 22% demonstram interesse em adquirir um desktop.

A Dell é a marca favorita na escolha de laptops (18%) e desktops (15%). Em segundo lugar vem a Apple (16% e 13%), seguida da HP (13% nas duas categorias), Acer (9% e 6%, respectivamente) e Samsung (7% e 6%, respectivamente). No Brasil, Apple e LG dividem as intenções de compra. Em segundo, empatam Samsung e Dell e, em terceiro, Acer e HP.

No mercado de tablets, a marca criada por Steve Jobs também lidera. Quase metade dos consumidores (47%) pretende adquirir um tablet da empresa. Em seguida está a Samsung (12%), Dell (4%), e Amazon, Sony e RIM/BlackBerry (3% cada).

Variação 

A aquisição de laptops em 2011 ficou praticamente estável no mundo todo, com 60% em 2012 e 59% no ano passado. Já a posse de desktops apresentou queda no mesmo período, de 73% para 68%. No Brasil, em 2011, a posse de desktops foi de 37%, enquanto a de laptops, 16%.

Gizmodo Brasil: óculos do Google fazem primeira aparição na TV

óculos do Google fazem primeira aparição na TV




Muito se fala do Project Glass do Google, e no programa americano Charlie Rose, finalmente foi possível ver um pouco os óculos em ação. Sebastian Thrun, professor da Universidade Stanford e um Google Fellow, usou o novo gadget durante a entrevista e mostrou como ele funciona.

Enquanto conversava normalmente com Charlie Rose, Thrun revelou que havia enviado uma foto para o perfil dele no Google+ usando os óculos. Thrun também disse que o melhor uso do dispositivo pode nem ser a realidade aumentada, como vimos no vídeo de demonstração: é em compartilhar sua perspectiva visual com os amigos.

Imagine usar um destes óculos para capturar imagens incríveis que acontecem no dia a dia, mas que você perde a oportunidade de registrar no tempo que leva para sacar o celular ou câmera do bolso. Você poderia enviar a foto direto para a internet sem mesmo levantar um dedo.

No entanto, parece que não vai demorar muito até você achar que seu amigo está prestando atenção na conversa, mas na verdade ele está tirando uma foto de você. [Charlie Rose]

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Information Week: Empresas brasileiras fecham contrato com o Google





Setor público, que envolve 250 mil usuários do 

governo de SC, passa a usar contas do Gmail. 
Entre os recentes clientes globais do Google estão
 a Roche e o banco BBVA

A área voltada exclusivamente para grandes empresas é recente dentro do Google. Há cerca de três anos a companhia, conhecida pelo seu mecanismo de buscas, começou a adaptar os produtos que sempre foram direcionados para pessoa física, como o Gmail, para o mundo das grandes corporações.

Agora, essa unidade começa a ganhar força no Brasil com a assinatura do seu primeiro contrato com o setor público, que envolve 250 mil usuários do governo de Santa Catarina, por meio do Centro de Informática e Automação (CIASC).

O contrato tem grande importância para o Google, pois reflete uma mudança cultural. A área de governo normalmente utiliza sistemas baseados em Linux, plataforma aberta e gratuita.

“O Gmail é simples e acessível em qualquer dispositivo”, diz Amit Singh, vice-presidente mundial de vendas para grandes clientes, que está no Brasil para participar hoje de um evento do Google voltado para este segmento em São Paulo.

Segundo ele, características como estas têm atraído os setores privado e público.

Participação

Nos próximos dias Singh espera fechar mais um contrato no país, com uma empresa do setor privado, que deverá contratar 24 mil licenças. Mas apesar dos grandes negócios recentes, o gigante de buscas ainda está longe de se aproximar da Microsoft.

Ao todo, o email do Google tem atualmente 5% do mercado corporativo brasileiro, enquanto a rival lidera com folga com uma fatia de 73%.

“O Gmail é mais barato e, além disso, tem recursos como o video-chat, que pode ser acionado com um clique”, defende Singh.

O executivo diz que as empresas estão mudando o modo como seus profissionais trabalham, o que exige mais recursos de colaboração como este. Para ele, é aí que o Google leva vantagem sobre a Microsoft.

“O mais importante é que estas características não exigem nada além da internet para funcionar”, afirma.

Apesar da participação ainda pequena do Gmail nas grandes companhias, a perspectiva dos especialistas é de crescimento. Segundo o Gartner, o número global, que atualmente é de 1%, atingirá 10% em “poucos anos”.

Entre os recentes clientes globais estão a Roche e o banco BBVA.

Olhar Digital: Copa e Olimpíadas: soluções tecnológicas podem ajudar aeroportos brasileiros




Saiba quais são os desafios da nossa malha 
aérea, o que tem sido feito para sanar os problemas
 e as novidades do mercado 

A área de TI da Infraero está se preparando para uma série de novidades. Com a chegada da Copa do Mundode 2014, o sistema que gerenciava os aeroportos no Brasil deu lugar a novas soluções que têm como principal objetivo centralizar a gestão de informações.

De acordo com André Luiz Barros, superintendente de TI da Infraero, diversas companhias de tecnologia estão apresentando suas soluções para a instituição. Além disso, a própria empresa aeroportuária está correndo atrás de sistemas que já foram implementados em outros locais com sucesso. "Hoje o nosso maior problema é termos um sistema fragmentado, que não une todos os ambientes dos aeroportos. O desafio é conseguir uma solução que integre manutenção, operação e segurança. O objetivo é que tudo se conecte”, explica.

O superintendente ainda conta que as companhias estão ouvindo as demandas e trabalhando em conjunto para customizar um sistema que atenda as necessidades da Infraero. Alguns aeroportos já estão testando novos sistemas como o "Centro de Gerenciamento Aeroportuário (CGA)", que permite monitoramento, em tempo real, das operações de aeronaves e da movimentação de passageiros e bagagens. De acordo com André Luiz, o sistema permite, por exemplo, que no momento em que for identificada uma fila muito grande pelo sistema de câmeras de segurança, a empresa aérea responsável seja acionada instantaneamente para aumentar a equipe e, assim, agilizar o atendimento.

As operações das centrais são realizadas de forma sincronizada com as companhias aéreas e órgãos públicos responsáveis pela fiscalização dos aeroportos como Polícia Federal, Receita Federal, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Vigilância Agropecuária (Vigiagro). O CGA, que já está operando em Guarulhos (São Paulo), Congonhas (São Paulo), Brasília, Galeão (Rio de Janeiro), Santos Dumont (Rio de Janeiro), Confins (Belo Horizonte), Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Manaus, Fortaleza e Recife, terá ainda mais recursos e funcionalidades no futuro.

Em Congonhas, o CGA possui seis monitores de 55 polegadas que estão ligados a diversos sistemas: câmeras de vigilância, informativo de voos, informações de chegadas e partidas dos aeroportos, controle das posições de estacionamento das aeronaves e sistema integrado do Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA), que mostra as condições operacionais de todos os aeroportos do país. A sala conta também com computadores para uso das equipes que atuam no local. 

COMPUTERWORLD: Intel e Systrade anunciam cooperação na área de segurança




Companhias vão otimizar solução de controle 
e monitoramento predial da Systrade.

A Intel Brasil e a Systrade Tecnologia, empresa que desenvolveu o software Digifort utilizado para aplicações de segurança predial, firmaram parceria para aprimorar as funcionalidades da tecnologia Digifort.

De acordo com Carlos Eduardo Bonilha, diretor-executivo do Digifort, a aliança com a Intel possibilitará mais confiabilidade aos usuários. “Os sistemas de segurança vão proporcionar aos clientes 100% do que o Digifort oferece, otimizado para utilizar todos os recursos de processadores Intel”, explica.

Ao adotar o Digifort e processadores Intel, prossegue, os clientes contarão com uma tecnologia inovadora de segurança e monitoramento. “Com o aumento na utilização de câmeras de alta definição e funções de análise de vídeo em tempo real, é essencial a otimização à nossas plataformas, garantindo maior performance e confiabilidade aos sistemas de segurança”, afirma Irio Bertolini, Gerente de Marketing de Produto da Intel para a América Latina.

Portal Fator Brasil: Tecnologia brasileira utilizada pela Anvisa permite monitoramento online das condições dos cruzeiros marítimos




Em maio termina a temporada brasileira de cruzeiros 2011/2012 e para manter o litoral do país entre os destinos mais procurados, a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) está de olho na higiene dos cruzeiros, apostando na Tecnologia para dar suporte às suas inspeções. Este ano, uma novidade da Agência é a possibilidade dos viajantes acompanharem o resultado das inspeções dos navios via internet, onde já estão disponibilizados o balanço de cerca de 50 vistorias realizadas pelos agentes da Anvisa.

Os fiscais verificam itens como água das piscinas e hidromassagens, limpeza de cabines e ambientes, gerenciamento de lixo, sistema de tratamento de esgoto e controle de vetores/animais peçonhentos, entre outros. Cada item inspecionado recebe uma pontuação de risco sanitário que varia de 1 a 5. Esses dados alimentam um sistema de gestão de riscos chamado Sagarana. Desenvolvido pela Módulo, empresa brasileira de Segurança da Informação e automatização de Governança, Riscos e Compliance, o sistema gera índices de conformidade e riscos. Os índices consideram a porcentagem dos itens do roteiro de inspeção que foram atendidos pela embarcação e o nível de segurança sanitária apresentado pelo navio, que pode variar de 0 (navios com maior índice de segurança possível) a 5000 (navio com menor índice de segurança possível). Com base nas conclusões de cada vistoria, são levantadas a probabilidade, a relevância e a severidade para cada risco encontrado, de modo que possam ser indicadas as medidas necessárias para correção.

O mesmo sistema já foi utilizado em outras operações da Anvisa, como quando o mundo esteve diante dos perigos da Gripe Suína, em 2009, o mesmo sistema foi aplicado nos aeroportos do Brasil. Com o sucesso da operação, a Anvisa passou a adotar o projeto de maneira contínua.

De acordo com Eduardo Nery, gerente de projetos da Módulo, com o avanço da tecnologia utilizada nas inspeções, a população brasileira sai ganhando. “O grande diferencial deste projeto é o monitoramento online e a disponibilização dos dados dos cruzeiros para os cidadãos, garantindo que os turistas tenham uma viagem mais tranquila e com menos riscos de danos à saúde”, afirma, explicando que o software adotado para fazer essa Gestão, o Módulo Risk Manager, lista as medidas prioritárias, de modo que as situações mais críticas sejam resolvidas primeiramente.

Na temporada 2011/2012 a expectativa é de que cerca de 895 mil turistas tenham atracado no litoral do país desde outubro, conforme levantamento da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar). A última temporada, de 2010/2011 terminou com recorde de movimentação e impactos totais na marca de R$ 1,4 bilhão, conforme aponta estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O resultado configura o Brasil como o 5º maior mercado de cruzeiros marítimos do mundo.

G1 - Conheça o 1º ‘Google Phone’, criado antes do lançamento do Android


Imagens estão em documentos do processo da Oracle contra o Google.
'Google Phone' original foi pensado em 2006.

Do G1, em São Paulo


Imagens do primeiro Google Phone,
pensado pelo Google em 2006 

Ainda em 2006, antes de o Android chegar ao mercado, o Google apresentou às operadoras o projeto do primeiro “Google Phone”, segundo o blog The Verge. Imagens e informações do aparelho chegaram à imprensa por estarem presentes nos dados do processo que a Oracle move contra o Google, por suposta infração de patente no Android.

O Google Phone original mostrado no processo foi apresentado pela gigante das buscas às operadoras, dizendo que a tecnologia seria ideal quando aliada a planos de dados ilimitados. O aparelho funcionaria com um chip da operadora e o Google ofereceria “serviços integrados” ao usuário.

De acordo com a publicação, as especificações técnicas do aparelho mostravam que eram necessários botões e o touchscreen estava fora dos planos da empresa naquela época.

O Google também falou do que seriam alguns dos aspectos mínimos para um aparelho seu em 2006: processador de ao menos 200 MHz, tecnologia GSM, câmera de 2 Mpixels e suporte USB. Além disso, os modelos poderiam trazer funções como Wi-Fi e GPS.

O primeiro aparelho com Android finalmente chegou ao mercado dois anos depois, em 2008, pela HTC.

Olhar Digital: Google Drive já está bloqueado na China





Menos de 24 horas após lançamento mundial, 
governo chinês já baniu acesso ao serviço do 
Google para usuários do país 

Poucas horas após o lançamento do Google Drive, o governo chinês já bloqueou o acesso ao serviço dentro do país, que também baniu ferramentas similares como o Dropbox, de acordo com o The Next Web.

O bloqueio dos serviços ocidentais de armazenamento na nuvem permite o crescimento da ferramenta chinesa oferecida pelo Baidu, que lançou em março o Wangpan. A novidade oferece 15 GB de armazenamento gratuito, mas é restrito a poucos usuários.

Os cerca de 500 milhões de usuários de internet chineses sofrem com bloqueios a serviços ocidentais, por causa do o incentivo do governo local a ferramentas desenvolvidas dentro do país. O Baidu é o principal nome dentro da web chinesa, oferecendo também um mecanismo de busca. O Google sofre forte censura dentro do país.

O Drive foi disponibilizado para usuários do mundo inteiro na tarde de terça-feira (24/04). Ele oferece 5 GB de armazenamento gratuito de arquivos na nuvem e a possibilidade de acessá-los em qualquer computador ou em dispositivos com Android - um aplicativo para iOS ainda será lançado. 

Olhar Digital: Internautas brasileiros elegem os melhores softwares para cada plataforma




Google Chrome faturou como melhor navegador 
nas plataformas Windows e Mac, enquanto Facebook
 ganhou como melhor app para iOS e Java 

A Softsonic, site de download e venda de softwares, realizou um concurso em diversas partes do mundo para eleger os melhores programas do momento. Ao longo de quase dois meses, internautas tiveram a oportunidade de votar nos softwares preferidos, e o resultado foi transformado em uma lista com os aplicativos preferidos em cada mercado.

Na edição brasileira do concurso Softsonic Awards, usuários selecionaram os melhores programas para plataformas Windows, Mac, Symbian, iPhone, Android, Java e Webapps. O Skype, VLC media player e uTorrent venceram a categoria Windows, enquanto Google Chrome, Picasa e RealPlayer foram os vencedores na plataforma Mac. O Facebook e Talking Tom Cat foram os aplicativos mais votados para o iPhone e o Messenger WithYou e Angry Birds lideraram entre os dispositivos Android. Já na plataforma Symbian, o Traffic Mobile e Need for Speed Shift foram apontados como os preferidos, enquanto os usuários Java optaram pelo Facebook e The Sims 3: World Adventures. Na categoria Webapps, o Google Maps liderou o ranking.

De modo geral, a maior evolução de downloads tem sido de aplicativos para celulares, conforme aponta o editor da oitava edição do Softsonic Awards, Rafael Videiro. De acordo com ele, os usuários não baixam apenas apps para smartphones, com Android ou iOS, mas também para Java e Symbian. "Nos últimos anos, o volume de downloads tem crescido proporcionalmente à oferta de novos títulos para essas plataformas e a tendência é de crescimento", comenta.

Outra tendência percebida por Videiro é que, nas plataformas móveis, cada região tem uma preferência específica, principalmente com relação aos games. "De modo geral, os aplicativos de troca de mensagens e de redes sociais são os que mais fazem sucesso", conclui Videiro.

Lista de ganhadores – Brasil  


Plataforma
Categoria
Vencedor
Windows
Melhor Ferramenta de ChatSkype
Melhor Player MultimídiaVLC media player
Melhor Software de SegurançaAvast! Free Antivirus
Melhor Gerenciador de Download P2PuTorrent
Melhor Editor de FotoPhotoshop
Melhor JogoFIFA 12
Melhor Navegador de InternetGoogle Chrome
Melhor Programa de ManutençãoCcleaner
Mac
Melhor Ferramenta de ChatSkype
Melhor Gerenciador de Download P2PuTorrent
Melhor Navegador de InternetGoogle Chrome
Melhor Editor de FotoPicasa
Melhor Player MultimídiaRealPlayer
Symbian
Melhor AplicativoOpera Mobile
Melhor JogoNeed for Speed Shift
iPhone
Melhor AplicativoFacebook
Melhor JogoTalking Tom Cat
Android
Melhor AplicativoMessenger WithYou
Melhor JogoAngry Birds
Webapps
Melhor AplicativoGoogle Maps
Java
Melhor AplicativoFacebook
Melhor JogoThe Sims 3: World Adventures

Information Week: Bancos: mobilidade e “user experience” são novos desafios para a TI






Segundo números apresentados hoje pela Febraban, o setor investiu R$ 18 bi em TI no último ano. A aquisição de hardware ficou estável enquanto terceirização e fabricação de software aumentaram

O setor financeiro mudou o perfil do uso de tecnologia nos últimos anos. Mesmo assim, bancos e demais empresas do setor continuam a ser grandes usuárias de TI. De acordo com dados divulgados pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), foram investidos R$ 18 bilhões em 2011, com crescimento de 11% em relação ao ano anterior.

Dentre as despesas e investimentos em TI, o maior destaque é para o software de terceiros que passou de R$ 2,7 bilhões em 2010 para R$ 3,7 bilhões em 2011. Os softwares feitos internamente saltaram de R$ 1,6 bilhão para R$ 1,9 bilhão no mesmo período. Hardware (com R$ 4,6 bi) e telecom (com R$ 3,6 bi) tiveram ligeira queda. Em 2010, os gastos com esses itens foram de R$ R$ 4,9 bi e R$ 3,8 bi, respectivamente.

“O hardware ainda é o principal investimento, mas o crescimento da terceirização e do desenvolvimento de software mostra como a TI está mudando”, aponta o diretor de Tecnologia da Febraban, Luis Antonio Rodrigues. Para ele, o futuro papel do CIO em empresas do setor será o de organizar os fornecedores. “Será mais complexo porque o leque de empresas prestadoras de serviço será maior. Isso exigirá um novo papel de controle e gerenciamento dos executivos”, completa.

Internet banking e mobilidade

O uso da Internet para operações bancárias já é responsável por 25% das transações, segundo a Febraban. O aumento sobre 2010 foi de 20%. O total de transações bancárias no ano passado foi cerca de de R$ 66, sendo R$ 15,7 bilhões com internet banking.

Para a entidade, o aumento não chega a surpreender porque está ligado ao crescimento do uso de celulares, smartphones e tablets pelos clientes. “Eles vêem comodidade nisso e todos os bancos estão preocupados em como oferecer novas ofertas que aumentem a experiência do usuário”, comenta Rodrigues.

O investimento em segurança, campanhas educacionais e o aumento da renda da população combinada com a queda do preço da conectividade também ajudaram a influenciar a preferência pelo canal digital.

Se mantido o crescimento apresentado pelos números da Febraban, o maior desafio tecnológico dos bancos nos próximos anos é entender melhor o cliente para oferecer a oferta exata na hora e canal preferido.

INFO: Ativistas pró-Putin promovem ciberataques, diz relatório




Segundo documentos, alvos dos ataques são a
 mídia independente e a oposição

Moscou - Os ativistas pró-Kremlin usam cada vez mais as redes do submundo hacker para suprimir a oposição política e a mídia independente, que, acreditam eles, representam um perigo à manutenção de Vladimir Putin no poder da Rússia, denunciou um relatório na quarta-feira.

Os ciberataques a sites de notícias independentes, como a rádio Ekho Moskvy e o canal de TV na Internet Dozhd, na época das eleições de dezembro aumentaram as preocupações com relação a uma repressão à dissidência.

"Esses ataques "confirmaram os piores temores de que o Kremlim pode usar a comunidade hacker para organizar ataques a sites de mídia independentes e à oposição", disse o relatório do site ativista de direitos humanos Open Democracy, com sede na Grã-Bretanha.

""O número de ataques de negação de serviço contra alvos políticos continuou a crescer", disse o relatório, referindo-se à forma mais comum de agressão usada pelos ativistas pró-Kremlin, nos quais uma torrente de solicitações força um site a fechar.

No dia da eleição de 4 de dezembro, o site de mídia independente Slon.ru foi bombardeado com até 250 mil solicitações de informação falsas, em sua maioria vindas da Índia e do Paquistão, provocando a queda do servidor.

O aumento mostra até onde os ativistas pró-governo estão dispostos a atuar na Internet depois dos maiores protestos da oposição em 12 anos de governo de Putin. Os protestos foram motivados por acusações de fraude na eleição, espalhadas em boa parte pela mídia social.

A tecnologia cada vez mais acessível usada nos ataques dos hackers permite que os grupos pró-Kremlin encontrem mais e mais pessoas dispostas e capazes de promover ataques, afirmou o relatório.

A acessibilidade crescente às ferramentas dos hackers na Rússia também deu à oposição política uma chance de impor danos a alvos pró-Kremlin.

O braço russo do grupo de hacker Anonymous assumiu responsabilidade por vazar documentos que detalhavam supostos pagamentos do grupo jovem pró-Kremlin Nashi a blogueiros para que eles elogiassem Putin e criticassem os opositores dele.

COMPUTERWORLD: Empresas usam virtualização para ganhar competitividade





Polícia Militar de São Paulo, Reed, Irmãos Fischer, 
Univen e Seade ainda descobriram na virtualização
 o caminho para economizar.

Mobilidade é palavra de ordem na Polícia Militar de São Paulo. Depois da experiência bem-sucedida com a virtualização de servidores, há três anos, eliminando mainframes e servidores RISK, agora parte para a virtualização de desktops (VDI).

Para o coronel Alfredo Deak Júnior, diretor de Tecnologia da PM de São Paulo, a VDI, além de possibilitar a realização de atividades a qualquer lugar e hora, permite aos comandantes executá-las de forma eficiente, mais interativa.

A tecnologia vai ajudar a aprimorar a ação da PM de São Paulo, que recebe 180 mil ligações telefônicas diárias no call center. Elas geram perto de 36 mil despachos ou empenho de patrulhas em campo. Com isso, são mais de 40 milhões de ações policiais registradas por ano nos bancos de dados da PM. “Temos perto de 10 milhões de vistorias de veículos por mês e todas essas informações são armazenadas em nossos bancos de dados”, contabiliza.

Nesse cenário de responsabilidades diárias com a população, a PM necessita sobremaneira de mobilidade. Para isso, entre as 37 mil máquinas que as apoiam, conta com notebooks e tablets, interligados nas viaturas, em tempo real, à essa infraestrutura, com mais de 2 mil links de comunicação de dados. Um ambiente virtualizado capaz de facilitar o acesso a cerca de 2 milhões de fotografias dos 500 mil criminosos do estado de São Paulo.

“Hoje, o usuário para se comunicar com a central tem de habilitar uma VPN, depois autenticar-se na rede e isso demanda muito tempo. Com a VDI, farão uso do IPv6, e os dados dos notebooks serão criptografados de forma automatizada, sem a necessidade de interação ou suporte técnico”, relata Deak, acrescentando que a redução de tempo será radical. “Esse novo mundo vai facilitar muito o trabalho de gestão da TI.”

Segundo o coronel, todos os notebooks dos comandantes serão virtualizados e os equipamentos de atendimento de emergência e críticos do 190 e 193 migrarão para thin clients também virtualizados. 

As tecnologias que protagonizam o ambiente virtualizado são a VDI da Microsoft, para os notebooks, e o Citrix MetaFrame, da Citrix, que suporta o atendimento de emergência dos serviços 190 e 193.

“São 8 mil dispositivos dos comandantes e pretendemos virtualizar 100%. Atualmente, um robô está fazendo a formatação dos notebooks e ele reinstala o Windows e o software de virtualização, faz bloqueio e proteção de portas USB e os conecta à nova estrutura de rede”, diz, acrescentando que essa operação começou em março, inicialmente envolvendo 2 mil notebooks. “A expectativa é finalizar todo o processo até abril.” 

Na avaliação do coronel, é muito importante a interação entre os comandantes, estabelecendo comunicação de maneira segura e ágil. Eles usam os notebooks para planejamento e inteligência policial em reuniões semanais. “Precisam acompanhar, em tempo real, as operações e o andamento das suas atividades operacionais.”

A PM está utilizando várias ferramentas do System Center do Windows, da Microsoft, para que a avaliação dos ativos seja remota. Segundo eles, é para garantir a automação do inventário. E irão mais além. Com VDI, eliminarão os desktops, afirma Deak. “Nessa primeira fase, já eliminamos 4 mil.” 

Alguns comandantes já estão desfrutando da vantagem de ter seus desktops emulados em seus dispositivos móveis. Nas viaturas, são usados tablets que rodam Android, o MXT, da Maxtrack. Os cerca de cem coronéis, integrantes do primeiro escalão da instituição, usam iPad 2 e iPhone 4. Outros tablets atendem a 100% da frota. São nada menos do que 13 mil dispositivos móveis na PM, entre tablets e smartphones. 

Os tablets, que já figuram na PM há cerca de um ano, são usados para ajudar no planejamento, e auxiliam muito o trabalho dos coronéis, que têm menos tempo e necessitam do máximo de mobilidade. “Os comandantes foram os primeiros a contar com virtualização de desktops, utilizamos software no próprio iPad para acessar o Windows remotamente, de maneira virtualizada.” 

Há três anos, quando a PM ingressou na tecnologia com a virtualização de servidores, a experiência, que reduziu significativamente o número de servidores físicos, além do mainframe e RISK, serviu de esteira para que ousem em implementar VDI e se estender para os dispositivos móveis.

Hoje, são cerca de 300 servidores virtualizados em 48 servidores físicos de médio e grande portes, que suportam o atendimento de emergência, gestão administrativa, inteligência policial, entre outros processos.

Deak lista uma série de benefícios que conquistou com a nova arquitetura. Ele diz que agora possuem um ambiente estabilizado. “Nosso trabalho é crítico, porque os atendimentos do 190 e do 193 não podem parar. A padronização e a redução da complexidade aprimoraram a estabilidade da infraestrutura, ganhamos escalabilidade. Hoje, criar servidores virtualizados, expandir e balancear carga de processamento são tarefas bem simples e rápida”, relata.

Reed Exhibitions Alcantara Machado

Em geral, as empresas ingressam na tecnologia virtualizando servidores. Depois de desfrutar das inúmeras vantagens, e, mais experientes, é comum partirem para a virtualização de desktops (VDI). Na Reed Exhibitions Alcantara Machado foi diferente. Desde 2008, por ser uma empresa organizadora de eventos de negócios e consumo em todo o País, dependente de mobilidade para agilizar processos, partiu direto para VDI. A integradora ADD IT foi responsável por ajudar a empresa a ingressar com segurança em virtualização de desktops, uma aplicação ainda bastante tímida na ocasião.

Dessa forma, a organizadora de eventos passou a contar com uma estrutura de comunicação itinerante em todos os eventos, tendo disponíveis informações estratégicas em real time para todo o staff.

Antonio Américo Viana Cabral Júnior, CIO da Reed, afirma que a VDI está no DNA da companhia, desde a joint venture entre a Reed Exhibitions e a Alcantara Machado Feiras de Negócios, que aconteceu em 2007. “Percebemos que a virtualização iria proporcionar a flexibilidade que temos até hoje. Em 2008, já tínhamos 100% dos nossos dsktops virtualizados”, diz. Somente entre 2009 e 2010 é que 50% do parque de servidores foi virtualizado, concluindo o processo em 2011.

Montar e desmontar a infraestrutura de comunicação nos eventos, práticas comuns na empresa que organiza feiras tradicionais como Agrishow e Salão do Automóvel, hoje são tarefas fáceis. São thin clients, da Wyse, virtualizados, capazes de trazer até os usuários seus desktops, em qualquer lugar onde esteja acontecendo o evendo. “É um escritório itinerante. E garante total produtividade do nosso time composto por 30 a 45 pessoas que trabalham na organização”, diz Cabral Júnior.

A tecnologia de virtualização é Citrix e, segundo o CIO, proporciona benefícios como melhor gerenciamento da rede, menor custo operacional, redução drástica dos chamados no help desk e um ótimo ROI (retorno do investimento), em razão de estender a vida útil do hardware a até dez anos, em vez de cinco anos, com máquinas tradicionais.

“No primeiro ano, o investimento é maior. Mas com o passar do tempo, esse custo é diluído em razão dos ganhos como redução do consumo de energia elétrica e de custos com help desk”, garante o executivo.

Para servir ao parque de thin clients, a Reed investiu fortemente na modernização do seu data center. “Precisamos mantê-lo atualizado para que todas as aplicações rodem de maneira eficiente e garanta alta disponibilidade, fundamental no nosso negócio”, diz Cabral Júnior.

A virtualização tornou tão simples o processo de organização dos eventos, em especial o acesso e a troca de informações, que o CIO nem mesmo tem ideia de como seria construir uma estrutura com um ambiente tradicional, com desktops físicos. “Nascemos dessa forma, com uma infraestrutura muito leve, prática e ágil. Tudo em razão da VDI”, finaliza.

Irmãos Fischer 

A indústria metalúrgica catarinense Irmãos Fischer, fabricante de eletrodomésticos, bicicletas e equipamentos para construção civil, também rendeu-se às vantagens da virtualização. A estratégia incluiu a virtualização da infraestrutura de TI com as soluções VMware ESX Standard e VMware View. A decisão foi tomada com base na necessidade de adequar os recursos de TI ao crescimento orgânico, de produção e de demanda por processamento, armazenamento de dados e aplicações robustas.

Marcos Antonio Popper, gerente de TI da Irmãos Fischer, afirma que a virtualização proporcionou redução de gastos de consumo de energia, otimizou o uso do espaço físico, melhorou a infraestrutura e permitiu a capacidade de expandir plataformas de TI.

“Cada servidor ou desktop passou a utilizar os recursos de memória e disco necessários para o processamento das aplicações. Quando não usam os recursos, podem ser compartilhados com outros equipamentos virtuais, situação que não acontecia na estrutura anterior, de máquinas físicas. Sem falar da economia de energia, espaço, centralização e monitoramento de todo ambiente em um só console”, explica o executivo.

Quando a indústria começou a perceber o crescimento de demanda de processamento, reavaliou a infraestrutura de servidores descentralizados. O desenho anterior mantinha dois servidores DL 385 em rack, baseados em plataforma Linux, com banco de dados Oracle; um servidor DL 360, apoiado em OS Windows para o BI; um servidor Proliant ML350 para aplicativos; um Proliant ML350 para base de testes; e um TC2120 servidor WTS.

Ao adotar as soluções VMware ESX Standard e VMware View com o apoio da consultoria da Sercompe Business Technology, a Irmãos Fischer centralizou sua infraestrutura em um só data center configurado com quatro servidores físicos e dez virtuais em lâminas Blade. Antes, havia os sistemas administrativos, de aplicações e de ERP e BI, distribuídos em seis servidores.

A possibilidade de virtualizar os desktops é outra vantagem apontada por Popper, que tem planos de expandir o número de desktops virtuais para 70 em curto período.