quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Olhar Digital: Em 2016, 85% das TVs de tela plana terão acesso à internet



O Gartner afirmou que daqui quatro anos as televisões de tela plana com internet serão a maioria no mercado. De acordo com a empresa de pesquisas, cerca de 85% das TVs produzidas serão smart TVs.

O estudo da companhia afirma que a produção mundial de televisores com acesso à internet crescerá, passando de 69 milhões de unidades em 2012, para 198 mihões em 2016. Já no próximo ano, o volume de Smart TVs deve alcançar a marca de 108 milhões de unidades.

"No final, a escolha pelo modelo se dará pelo conteúdo extra que uma marca da TV vai oferecer", afirmou o analista sênior do Gartner, Paul O'Donovan. 

Folha de S.Paulo: Samsung quer impedir vendas de alguns produtos Ericsson nos EUA



A Samsung Electronics disse na quarta-feira que entrou com uma reclamação contra a Ericsson na Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (ITC, na sigla em inglês), pedindo a proibição da importação e venda de alguns produtos da fabricante sueca de equipamentos de telecomunicações.

A ação tomada na sexta-feira pela maior fabricante de celulares inteligentes do mundo, que acusa a Ericsson de violar sete de suas patentes, ocorre depois que a companhia sueca pediu uma proibição de produtos da Samsung pela ITC e processou a empresa sul-coreana por infração de patentes.

"Nós buscamos negociar com a Ericsson com boa fé. Mas a Ericsson mostrou-se incapaz de continuar essas negociações fazendo reclamações despropositadas, as quais está buscando aplicar por meio da justiça", disse a Samsung Electronics em comunicado.

"Os produtos da Ericsson envolvidos incluem equipamentos de rede de telecomunicações, como estações rádio base", disse a Samsung.

Com a Ericsson sofrendo queda de 17% nas vendas da unidade de redes no terceiro trimestre, a empresa está indo à Justiça para tentar manter seu lucro com patentes, parte de uma tendência mais ampla na qual grandes nomes do setor de tecnologia buscam proteger ferozmente sua propriedades intelectuais, enquanto as vendas globais de tablets e smartphones crescem.

"Eu tenho certeza que a esta altura, ninguém na indústria subestima a capacidade da Samsung de se tornar um nome significativo, se não líder, no mercado geral de equipamentos para telecomunicações", disse Florian Mueller, especialista de patentes, em nota divulgada na segunda-feira. "Isto certamente adiciona uma dimensão mais estratégica na disputa entre a Ericsson e a Samsung."

Olhar Digital: LG anuncia projetor que pode fazer imagens de 100 polegadas a curta distância



Às vésperas da CES 2013, a LG antecipou oficialmente um dos aparelhos que exibirá na feira. O projetor "Hecto" Laser TV tem capacidade de exibir imagens em quadros de até 100 polegadas com uma distância de apenas 55 centímetros da superfície/tela.

Embora possa ser utilizado em uma parede, por exemplo, o aparelho virá com uma tela especial que aumenta a nitidez das imagens. O projetor poderá exibir vídeos e fotos em até 1080p em uma proporção de 1.000.000:1 e contraste dinâmico.

O dispositivo também virá acompanhado por dois alto-falantes de 10 watts com suporte para áudio estéreo. Embutido no "Hecto" Laser TV estarão três portas HDMI, um leitor ótico e uma interface RS-232 para conexão com home theaters.

Conexão Wi-Fi e um controle remoto fecham as especificações do aparelho. Embora sua exibição já esteja prevista para os próximos dias, a empresa não informou o preço. Também não se sabe se o aparelho será lançado no Brasil. 

R7: Novo sistema de ensino investe no tablet e quer brigar com gigantes do setor



A partir do ano que vem, 150 escolas particulares do Brasil vão iniciar as aulas com um novo sistema de ensino já presente em alguns países da América Latina. Ancorado no emprego de tablet, bilinguismo, capacitação de professores e avaliações, o sistema Uno Internacional, da Santillana, chega à rede privada brasileira com olhos bem atentos no gigantesco mercado de redes municipais.

O modelo foi desenvolvido no Brasil, mas adotado antes em outros países da região. Neste primeiro ano, estarão envolvidos 75 mil alunos de 150 escolas. Três prefeituras estão com a negociação avançada, como explica o diretor global da Uno Internacional Pablo Doberti.

— Temos um objetivo forte de chegar à rede pública. O antecedente em escolas particulares é importante.

No México, o Uno Internacional envolve 130 mil alunos de 420 escolas. E a ideia é chegar a 1 milhão na América Latina em 4 anos. Para começar a operar no Brasil, o Santillana investiu 22 milhões. O sistema tem parcerias com Apple, Discovery, Animal Planet e Unesco.

Disputa

Em um País com 5.565 municípios, a rede pública é vista com muito interesse pelas empresas de sistemas de ensino. Gigante no setor, a Pearson já trabalha com 150 municípios. Superintendente de Educação Básica da Pearson, Mekler Nunes detalha os desafios futuros da empresa.

— No Brasil, a área pública é um dos nossos vieses mais importantes. Além da competição, inovação e profissionalização serão as batalhas

Pesquisa realizada pelo setor em 2011 mostrou que 44% das prefeituras paulistas adotavam algum sistema de ensino - os primeiros contratos de municípios com sistemas privados foram feitos em 1999 pelo Grupo COC, em cerca de 90 cidades. Cada município adota um sistema diferente.

Alguns abandonam totalmente o uso dos livros didáticos distribuídos pelo governo federal. Outros usam as apostilas, mas mantêm os livros como complemento. Além disso, compras e aquisições impulsionaram a disputa. Há dois anos, numa batalha com a própria Santillana, a Abril Educação comprou o Grupo Anglo.

Dias depois, a Pearson Education comprou parte do controle acionário do Sistema Educacional Brasileiro (SEB), controlador do COC, Pueri Domus, Dom Bosco e Name, numa operação de R$ 888 milhões. O Kroton, dono da Rede Pitágoras, com 226 mil alunos no ensino básico, também teve 50% do controle acionário vendido para o Advent, fundo financeiro internacional. Nesta área, restam dois grandes grupos brasileiros, o Positivo e o Objetivo.

ExperiênciaO Uno Internacional é estruturado para o uso de projetores em vez de lousa, além dos tablets, com aplicativos, vídeos, jogos e textos. Todo o material didático é desenhado em cima das matrizes de habilidades e competências. Os coordenadores do Uno insistem que não é só colocar o tablet nas carteiras. A escola decide quantos aparelhos compra e se os utiliza em todas as aulas. A proposta é transformar a gestão para que se chegue a um estágio cada vez mais avançado de digitalização.

Uma tentativa de diminuir a distância entre a escola e a imersão tecnológica na qual os jovens vivem. Romper a resistência e o receio dos docentes com novas tecnologias e com a própria mudança faz parte do projeto. Professores e diretores são capacitados antes de começarem a usar o sistema e coordenadores regionais mantêm contato com a rede. Em janeiro, acontece a capacitação dos docentes em Brasília, conforme detalhado pela coordenadora do Uno, Teresa Álvarez Garcillán.

— O treinamento é intensificado na implementação, mas o contato é permanente Garcillán, espanhola que vive no México.

A TARDE: Vendas online crescem abaixo da previsão no Natal



As vendas online registraram crescimento nominal de 18% no período do Natal em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com a e-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico em parceria com o Buscapé. O desempenho ficou abaixo do esperado pela entidade, que projetava alta de 25%.

Entre 15 de novembro e 24 de dezembro, o faturamento do e-commerce chegou a R$ 3,06 bilhões e o tíquete médio ficou em R$ 359,00. O número de pedidos chegou a 8,5 milhões.

Em nota, a e-bit avalia que alguns fatores, como a intensa atividade promocional que antecedeu o Natal e também o alto nível de endividamento, acabaram prejudicando o varejo online brasileiro no período. "O Black Friday, no dia 23 de novembro, por exemplo, teve um pico tão alto de crescimento (143%) que acabou gerando um período de maior marasmo no e-commerce no Natal", destaca a e-bit em nota à imprensa.

A categoria mais vendida foi "Moda e Acessórios" com 12% do volume de pedidos. Em segundo lugar ficou "Eletrodomésticos" com 11%, seguida por "Saúde, Beleza e Medicamentos" com 10%, "Informática" com 9% e "Casa e Decoração" com 8%. A categoria Moda e Acessórios assumiu pela primeira vez a liderança nas vendas natalinas.

De acordo com a Navegg, (www.navegg.com.br), referência latino-americana em dados de audiência online, nos últimos 30 dias 18,93 milhões de internautas brasileiros utilizaram a internet para buscar produtos. Desse total, 7,95 milhões pertencem à chamada nova classe média, o que corresponde a 42%.

Embora produtos da categoria "Moda & Acessórios" tenham sido os mais vendidos no e-commerce em geral, o levantamento da Navegg aponta que os produtos mais pesquisados por esse público no período de Natal foram os smartphones. Também entram nessa lista os televisores, maquiagens e cosméticos e eletrodomésticos como aparelhos de ar condicionado, ventiladores e purificadores de água.

"No Natal, as pessoas compram para presentear. A pesquisa por produtos de maior valor agregado como smartphones é grande, mas na hora da compra os consumidores acabam optando por itens mais em conta, como vestuário", explica Adriano Brandão, diretor de marketing da Navegg.

Atrasos

Já os atrasos nas compras online tiveram uma piora no seu índice com relação aos consumidores que ainda aguardam a entrega dos produtos. No ano passado, 13% dos pedidos não foram entregues no prazo. Em 2012, esse número subiu para 18,37%, apesar dos investimentos realizados pelos varejistas e empresas de logística responsáveis pelas entregas.

TI INSIDE: E-commerce é o setor que mais obteve investimento de fundos no Brasil



O número de negócios de fundos de investimentos em empresas (private equity) e de capital de risco (venture capital) realizados no Brasil durante os seis primeiros meses deste ano dobrou de 15 para 30 em relação ao mesmo período de 2011, segundo dados da Thomson Reuters. Entre janeiro e junho, os investimentos feitos por fundos no país foram responsáveis por 58% do US$ 1,79 bilhão aplicado na América Latina.

Segundo o relatório, muitos dos negócios concluídos no Brasil estão relacionados à internet. O setor de comércio eletrônico foi o que mais recebeu investimentos de private equity e venture capital no período, seguido por setores de energia, consumo, alimentação e agricultura, processos industriais, informação e tecnologia, imobiliário, varejo e comunicações sem fio.

Neste curto período, ao menos cinco investidores diferentes voltaram não uma, mas duas vezes ou mais, a investir em empresas da região, principalmente no setor de e-commerce. O boom no setor de comércio eletrônico, de acordo com o estudo, foi impulsionado pelo crescimento da classe média na América Latina, bem como pelo aumento do investimento em internet e o setor de TI.

Considerando toda a América Latina, o volume de investimento subiu de US$ 1 bilhão, em 2005, para US$ 7,5 bilhões em 2007, depois caiu para cerca de US$ 3 bilhões em 2008 e 2009. Em 2010, o número disparou para US$ 17,2 bilhões e caiu novamente para US$ 5,5 bilhões no ano passado. 

IDG Now!: Veja cinco dicas para manter sua conta do Facebook protegida



O "oversharing" (compartilhar e postar em excesso) tornou-se normal em nosso mundo obcecado com as mídias sociais, principalmente no Facebook, onde a vida parece mais “exposta” do que em outras redes, com inúmeras fotos e informações sendo compartilhadas a cada minuto. Conhecer suas configurações de privacidade pode certamente manter seus dados mais seguros, mas uma série de aplicativos e serviços podem ajudar também.

À medida que os cibercriminosos melhoram suas táticas, os usuários também precisam aumentar suas precauções. Para garantir a segurança de sua conta e, consequentemente, das informações pessoais que elas possuem, falhas de julgamento não podem ocorrer. A seguir, veja cinco importantes recomendações para não cair em armadilhas.

Cuidado com o que compartilhaAs informações que você deixa visíveis no seu perfil podem parecer inofensivas, mas são ótimas dicas para hackers. Veja, por exemplo, a data de seu aniversário: em muitos casos, alerta Mike Geide, pesquisador de segurança da Zscaler ThereatLabZ, ela é perguntada ao usuário quando ele solicita reenvio da senha. Deixá-la visível representa, sim, um risco.

O especialista também recomenda ao usuário desabilitar o recurso que permite a ele e seus amigos fazerem check-ins em lugares. Para isso, vá até “Configurações de privacidade” e selecione “Editar” na opção “Como funcionam as marcações”. Desligue a última caixa.

A questão, de acordo com Geide, é que hackers utilizam os lugares em que você esteve para formular golpes. Podem, por exemplo, enviar uma mensagem lembrando uma conferência em que você esteve a fim de convencê-lo a clicar em um link malicioso.

Utilize ferramentas que o ajudam a proteger sua contaApesar de ser recomendada cautela na utilização de aplicativos, que muitas vezes podem postar informações e spam em seu nome e até invadir perfis, alguns deles ajudam na hora de deixar sua conta mais segura.

Existem dois tipos de apps que podem lhe ajudar: o primeiro pode alertar você e seus amigos sobre mensagens maliciosas, comentários, links e outros truques que são usados para espalhar vírus, phishing e malware. O segundo é projetado para manter o controle sobre seus filhos. Essas ferramentas podem alertá-lo para qualquer comunicação ou conteúdo potencialmente perigoso na página de seu filho no FB.


Crie uma senha forte Pode parecer que tocamos sempre na mesma tecla, mas é verdade: a maioria dos usuários continua escolhendo senhas fracas para fazer login em sites. 

Em junho deste ano, hackers roubaram cerca de 6,5 milhões de senhas do LinkedIn e as postaram na internet. Nesse mesmo mês, intrusos comprometeram cerca de 1,5 milhões de senhas do eHarmony explorando uma falha de segurança, e em julho hackers tomaram posse de 450 mil senhas do Yahoo Voice. Dentre as senhas mais comuns utilizadas por esses membros do Yahoo estavam: "123456," "welcome," (bem-vindo) e a mais popular "password" (senha).

Senhas complexas misturando números e caracteres especiais (e não contendo nenhuma semelhança com um nome real ou palavra) aumentam as chances de luta contra os hackers. Uma boa pedida, também, é recorrer a um gerenciador de senhas, como o LastPass. Essas ferramentas podem gerar senhas para você, armazená-las de forma segura e preencher os campos dos sites – inclusive o Facebook – em um clique.

Criptografia SSLNo passado, o Facebook só utilizava o HTTPS – protocolo mais seguro que o tradicional HTTP – na página em que se preenchia nome de usuário e senha. Trata-se de um procedimento semelhantes às das lojas online. Basta notar que sempre que você vai acessar sua conta, um pequeno cadeado aparece na extremidade do navegador.

Atualmente, porém, a rede social aplica a criptografia SSL a todas as partes de sua plataforma e, principalmente se você tiver o costume de utilizá-la em computadores públicos, o recurso é bastante útil.

Para ativá-lo, visite as configurações de sua conta e selecione “Segurança” à esquerda. Você verá se a “Navegação segura” está habilitada ou não. Clique em “Editar” para ligá-la.

Saiba, porém, que páginas criptografadas demoram mais para abrir e que alguns aplicativos não a suportam. De qualquer forma, vale a pena pelo menor testar o recurso, já que ele aumenta consideravelmente a proteção sobre seus dados.

Saia da sessão quando terminarQuando terminar de usar a rede social, tenha certeza de que você fez o logoff. “Isso serve como precaução contra pragas, como “likejacking”, que acessam contas que estejam abertas do Facebook”.

Likejacking é um tipo de clickjacking. Ele induz o internauta a clicar e um link que, automaticamente, é compartilhado em sua página na rede, como se ele tivesse o curtido. Esse golpe é comum na rede social e, por vezes, é fácil identifica-lo ao perceber que inúmeras pessoas estão curtindo a mesma coisa – um vídeo suspeito, por exemplo.

Caso você se esqueça de sair da sessão em um computador, uma boa solução é fazê-lo remotamente. Vá até a aba segurança novamente e selecione “Sessões Ativas”. Você verá em que máquinas seu perfil está ativo. Clique nas que gostaria de sair.

G1: Programador revela falha em driver de vídeo das placas GeForce



O programador britânico Peter Winter-Smith publicou na web um código que explora uma brecha no driver de vídeo da fabricante Nvidia usado em placas GeForce. O problema estaria em uma função de gerenciamento de memória no driver, permitindo que qualquer usuário logado na máquina, e possivelmente usuários da rede local, enviem ao driver o comando que permite explorar a brecha. O código foi publicado nesta terça-feira (25).

A falha não pode ser explorada pela internet, mas um vírus poderia usar o código para, por exemplo, obter um acesso privilegiado no sistema quando executado a partir de um usuário limitado no Windows.

De acordo com o programador, a falha existe ainda na versão mais recente no driver da Nvidia. Ele não menciona a fabricante em nenhuma vez no alerta, o que significa que provavelmente a empresa não foi comunicada.

O G1 entrou em contato com a Nvidia para ter mais informações, mas não recebeu resposta até a publicação da reportagem.

No início da semana passada, a AMD, principal concorrente da Nvidia, informou que detectou uma "pequena" falha no sistema de atualização do painel de controle do Catalyst, driver usado pelas placas de vídeo Radeon. A empresa informou que vai remover a função no início de 2013, e que recomenda aos usuários que ela seja desativada manualmente ou que a versão mais nova do Catalyst seja instalada (acesse aqui).

G1: Google bloqueia extensões no Chrome instaladas fora do navegador



O Google anunciou que o Chrome 25 bloqueará o que a empresa chamou de instalações "silenciosas" de extensões no navegador. Essas extensões são ativadas por outros programas instalados no computador, e, a partir da nova versão, o navegador irá exibir um aviso informando ao usuário que uma extensão foi instalada para pedir que seja confirmada a ativação.

"O recurso de instalação silenciosa de extensões tinha a intenção de permitir ao usuário conceder sua permissão para a adição de extensões úteis ao Chrome como parte da instalação de outro aplicativo. Infelizmente, essa função foi muito abusada por terceiros para instalar silenciosamente extensões no Chrome sem confirmação adequada por parte dos usuários", escreveu Peter Ludwig, gerente de produto para o Chrome.

Além de bloquear novas instalações, o Chrome 25 também exibirá um aviso ao usuário sobre todas as extensões que foram instaladas silenciosamente no navegador. Elas ficarão desativadas até que o internauta confirme que quer elas ativadas no programa.

O Firefox também exibe um aviso sobre extensões instaladas de terceiros. Diferente do Chrome, porém, o navegador da Mozilla permite que extensões de qualquer origem sejam instaladas. No Chrome, desde a versão 21, apenas extensões disponíveis na Chrome Web Store podem ser instaladas no navegador.

Extensões do Chrome são frequentemente instaladas por sites ou programas maliciosos para realizar alterações em páginas web, como anúncios no site da Wikipedia.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

INFO: Nova regra do CGI.br pode fazer e-mails falharem em 2013


Nova regra vai melhorar segurança nos e-mails.

São Paulo - Uma nova determinação do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) poderá fazer algumas contas de e-mail falharem e impedir o usuário de enviar de mensagens eletrônicas normalmente a partir de primeiro de janeiro.

Para reduzir o volume de spams na web brasileira, o CGI.br. determinou aos provedores de acesso e às empresas de telefonia que não permitam mais o envio de mensagens a partir da porta 25 dos clientes de e-mail, como os softwares Outlook, Windows Mail ou Apple Mail, por exemplo. O CGI pede que essas empresas só liberem o uso de mensagens por meio da porta 587 desses programas, considerada mais segura.

A principal diferença entre as portas 25 e 587 é que esta última confere login e senha do usuário antes de disparar uma mensagem. Na prática, isto dificulta o trabalho de spammers ou crackers que montam redes zumbis para disparar e-mails usando a conta de terceiros.

O número de pessoas impactadas deve ver pequeno, uma vez que a medida não afeta nenhum usuário que utiliza serviços de webmail ou clientes baseados na nuvem. Usuários do Gmail, Hotmail, Yahoo Mail e outros serviços que podem ser acessados diretamente pelo browser não perceberão nenhuma diferença.

Já usuários que utilizam clientes instalados no PC, como é o caso do Outlook, por exemplo, muito popular em redes corporativas, podem ter o envio de mensagens bloqueado caso ainda usem na configuração do software a porta 25 para disparar e-mail.

Quem tiver a configuração antiga e for afetado pelo problema, deverá ir até a aba “configurações de e-mail” de seu programa de mensagens eletrônica e selecionar o item “porta de saída”. Neste campo, será necessário trocar o número 25 por 587.

A determinação do CGI.br deve diminuir o volume de spams em circulação no Brasil e foi acordada com as empresas de telefonia, provedores de acesso e Anatel antes de ser anunciada.

INFO: Anatel suspende ofertas de operadoras até janeiro



São Paulo - As promoções das operadoras de telefonia celular estão suspensas até janeiro. 

A Anatel tomou a decisão de interromper as ofertas das teles após o aumento no volume de reclamações dos clientes.

A decisão visa diminuir a atração de novos clientes pelas teles neste final de ano. O temor da agência reguladora é que, ao ampliar suas bases de clientes ou incentivar seus atuais clientes a falarem mais, as operadores anotassem queda na qualidade dos serviços prestados, já considerados ruins pela agência.

Esta não é a primeira vez que a Anatel suspende promoções. Há um mês, a agência proibiu a promoção “Infinity Day” da TIM, que permitia ao usuário realizar chamadas ilimitadas para outros celulares da operadora pagando R$ 0,50 por dia. Naquele mês, a Claro também teve pedido de oferta semelhante recusada pelo órgão regulador.

Ao perceber a movimentação na agência, a operadora Oi desistiu de lançar uma promoção de mesmo formato por conta de uma possível intervenção da Anatel.

A decisão da agência tem caráter temporário. A Anatel está preocupada com a sobrecarga das redes móveis neste final de ano, período tradicionalmente difícil para as empresas de telefonia. A tendência é que o órgão regulador libere a guerra de promoções a partir de janeiro.

Procurada pela INFO, a TIM informou que cumprirá os prazos do órgão regulador e voltará a estudar as estratégias de promoções apenas após a liberação da agência. A operadora Vivo afirmou que lançou promoções que obedecem as regras impostas pela Anatel. Oi e Claro não puderam ser contatadas.

Desde o início do ano, a Anatel endureceu seu controle sobre as teles móveis. Em julho, a agência chegou a proibir TIM, Claro e Oi de adicionar novos clientes à sua carteira em diversos Estados do Brasil até que as teles apresentassem um plano de investimentos.

Para auxiliar as operadoras, a agência pediu ao Congresso a aprovação de uma nova lei que desburocratiza a instalação de antenas de telefonia nas cidades brasileiras. Além disso, o ministério das Comunicações planeja reduzir os impostos sobre equipamentos usados pelas teles para ampliar sua infraestrutura móvel.

Folha: China usa novas tecnologias para bloquear sites censurados no país


As autoridades chinesas parecem estar reforçando o controle sobre os serviços de internet que conseguem transpor o chamado "Grande Firewall da China", trocadilho com a Grande Muralha da China usado para se referir ao sistema de censura que impede o acesso a certas formas de conteúdo On-line.

Tanto empresas quanto indivíduos estão sendo prejudicados por uma nova tecnologia empregada pelo governo chinês para controlar o que as pessoas leem na web.

Chineses usam lan house em Taiyuan, norte da China. 

Diversas empresas que fornecem serviços de VPN ("redes virtuais privadas", na sigla em inglês) a usuários na China dizem que o novo sistema é capaz de "aprender, detectar e bloquear" os métodos de comunicação cifrada usados por diversos sistemas distintos de VPN.

A China Unicom, uma das maiores provedoras chinesas de serviços de telecomunicação, agora vem cortando as conexões nas quais seja detectado o uso de VPNs, de acordo com um prestador desse tipo de serviço que tem diversos clientes na China.

Os sistemas de VPN cifram as comunicações entre dois pontos, para que os dados transmitidos não possam ser lidos -mesmo que sejam interceptados.

Uma conexão via VPN de dentro da China para o exterior significa que a conexão do usuário à internet começa, na realidade, do lado de lá do "Grande Firewall".

Essa técnica oferece, em teoria, acesso a vastos volumes de informações e grande número de sites que o governo chinês censura, incluindo diversas páginas de veículos de mídia ocidentais, além de serviços on-line como o Twitter, o Facebook e o Google.

Usuários chineses vinham suspeitando desde maio de 2011 que o governo do país estava tentando bloquear o uso de VPNs, e agora os provedores desse tipo de serviço começam a sentir o efeito.

A Astrill, que fornece serviços de VPN dentro e fora da China, enviou um e-mail a seus usuários para alertá-los de que o sistema de censura chinês está bloqueando pelo menos quatro dos protocolos comumente usados por VPNs, o que significa que esses serviços não funcionam.

"Essa atualização no firewall chinês prejudica muito os negócios no país", afirma a empresa, em nota.

"Acreditamos que o ministro chinês que responde pela censura seja um homem inteligente, que esse bloqueio será removido e que as coisas voltarão ao normal."

No entanto, a companhia acrescentou ainda que tentar se antecipar aos movimentos dos censores é um "jogo de gato e rato" e que está trabalhando em um sistema que tornará possível contornar o sistema de detecção.

Adrenaline: Reino Unido planeja filtros obrigatórios das operadoras para pornografia


De quem deve ser a função de controlar 
o acesso de crianças à pornografia?

Um projeto polêmico no Reino Unido planeja obrigar as provedoras de internet a realizar a filtragem da pornografia. As ISPs (internet service providers, ou provedoras de serviços de internet, em tradução livre) precisam apresentar um projeto até fevereiro do ano que vem, descrevendo como irão atuar.

A ação seria baseada em um formulário obrigatório a todos os clientes das provedoras, onde eles informariam se há menores de idade que utilizarão a conexão naquela residência. Em casos que crianças estão presentes, a provedora de internet deve incluir filtros adicionais para evitar que pessoas com idade insuficiente tenham acesso à pornografia.

O tema é bastante polêmico pois transfere a responsabilidade de controlar e educar os filhos sobre o acesso a material pornográfico, que para muitos é função exclusiva dos pais, além de criar mais burocracias e mecanismos na hora de adquirir uma conexão com internet e também na hora em que maiores de idade irão "ter seu entretenimento adulto legítimo".

G1: Irã afirma que conseguiu frustrar ciberataque contra indústrias



O Irã conseguiu combater um poderoso vírus contra suas instalações industriais no sul do país, anunciou nesta terça-feira (25) um responsável regional da defesa civil acusando os inimigos de atacar continuamente suas infraestruturas.

"Um vírus infectou (as redes de informática das) indústrias da província de Hormuzgan, mas seus avanços foram freados graças à cooperação de hackers", declarou Akbar Akhavan, citado pela agência Isna.

O vírus era do tipo Stuxnet, um verme que já atacou em 2010. O novo ataque aconteceu "nos últimos meses", acrescentou.

Segundo Akhavan, uma das vítimas do vírus é a empresa Bandar Abbas Tavanir Co., que controla a produção e a distribuição de eletricidade em Hormuzgan e nas províncias vizinhas.

O responsável acusou os inimigos do Irã dos contínuos ataques que buscavam perturbar a atividade industrial do país.

O vírus Stuxnet afetou em 2010 o programa nuclear do Irã, ao atacar as máquinas centrífugas. 

O regime de Teerã acusou Israel e os Estados Unidos de estar por trás do ataque.

INFO: China quer nome real de usuários para acesso à internet



A China pode exigir que os usuários de internet registrem-se com seus nomes reais ao se inscreverem para provedores de rede, informou a mídia estatal nesta terça-feira, estendendo uma política já em vigor em microblogs, na tentativa de reduzir o que as autoridades chamam de "rumores" e "vulgaridade".

Uma lei que está sendo discutida esta semana propõe que as pessoas tenham de apresentar seus cartões de identidade emitidos pelo governo ao assinar contratos de telefonia fixa e acesso à internet móvel, segundo jornais estatais.

"A lei deve acompanhar o desenvolvimento da internet para proteger o interesse das pessoas", disse o porta-voz do Partido Comunista em artigo na primeira página do Diário do Povo, reforçando pedidos similares veiculados na mídia estatal na semana passada.

"Só assim a nossa internet será mais saudável, mais culta e mais segura." Muitos usuários dizem que as restrições têm como objetivo claro amordaçar ainda mais as conversas online muitas vezes mordazes, ruidosas e talvez mais significativamente, anônimas, em um país onde a internet oferece uma rara oportunidade para o debate aberto.

Também poderia impedir que as pessoas expusessem a corrupção online, por temor a represálias por parte das autoridades, disseram alguns internautas chineses.

Não ficou claro como as regras seriam diferentes dos regulamentos já existentes, à medida que a mídia estatal forneceu apenas detalhes vagos e, na prática, clientes já têm há muito tempo que apresentar documentos de identidade no momento da assinatura de contratos com provedores de internet.

O governo diz que esse sistema é necessário para evitar que pessoas façam acusações maliciosas e anônimas na internet, e também que muitos outros países possuem regras similares.

INFO: Os perigos de copiar uma startup estrangeira


 
Clones: copiar uma ideia que deu certo no exterior
nem sempre funciona.

São Paulo - Entre as startups, o termo copycat significa copiar modelos de negócios que já foram testados e validados em outros países, via de regra Estados Unidos e Europa, para operar em mercados onde ainda não existam.

Algumas startups muito inovadoras alegam que, caso forem bem sucedidas, fatalmente um novo player irá copiá-la, já que não há proteção intelectual legal em muitos casos.

Existe também uma insatisfação por parte dos empreendedores brasileiros alegando que investidores apenas investem em copycats, assim, a captação do recurso tem se tornado cada vez mais difícil.

Em contrapartida, cabe analisar que modelos de negócios não são tão facilmente copiáveis. Um ótimo exemplo foi o boom de compras coletivas nos últimos anos, cujos números vêm caindo expressivamente restando apenas as empresas em que a execução se garante de forma consistente e permanente.

Um outro ponto que vale evidenciar é que as copycats não podem apenas copiar, sem inovação. Alguns aspectos ligados a regionalização devem ser levados em conta para o sucesso do negócio, adaptando condições ambientais e culturais do local. Muitas vezes o empreendedor precisa inovar em diversos quesitos para atingir a demanda local e garantir a sustentabilidade do negócio.

A TARDE: Amazon e Google em rota de colisão em 2013



Quando o CEO Jeff Bezos, da Amazon, recebeu a notícia de um projeto do Google de digitalizar e escanear catálogos de produtos, uma década atrás, as sementes de uma crescente rivalidade estavam sendo plantadas.

A notícia foi uma "chamada de despertar" para Bezos, um dos primeiros investidores no Google. Ele a viu como um alerta de que o serviço de busca na web poderia avançar sobre seu império de varejo online, de acordo com um ex-executivo da Amazon.

"Ele percebeu que o escaneamento de catálogos era interessante para o Google, mas a verdadeira vitória para o Google seria a de conseguir que todos os livros fossem escaneados e digitalizados" para depois vender edições eletrônicas, disse o ex-executivo.

Assim começou uma rivalidade que vai ganhar força em 2013, à medida que as áreas rivais das duas empresas crescem, abrangendo a publicidade online e de varejo para dispositivos móveis e computação em nuvem.

Isso poderia pôr fim às últimas áreas remanescentes de cooperação entre as duas empresas. Um exemplo: a decisão da Amazon de usar uma versão simplificada do sistema Android, do Google, em seu novo tablet Kindle Fire, conjugada aos ambiciosos planos do Google para sua unidade de dispositivos móveis da Motorola, só vão provocar mais tensão.

O confronto marca a mais recente frente em uma guerra da indústria de tecnologia em que muitos combatentes estão se espalhando por territórios uns dos outros. À espreita nas sombras do Google e Amazon está o Facebook, com o seu próprio serviço de busca e ambições de publicidade.

"A Amazon quer ser o lugar único onde você compra tudo. O Google quer ser o lugar único onde você encontra tudo, e onde a compra de coisas é uma consequência", disse Chi-Chien Hua, sócio da empresa de capital de risco Kleiner Perkins Caufield & Byers. "Assim, quando se juntam esses fatos, acho que vamos ver uma colisão natural."

Ambas as empresas têm muito em jogo.

A capitalização de mercado do Google, de 235 bilhões de dólares, é aproximadamente o dobro da da Amazon, em grande parte porque o Google obtém enormes lucros líquidos. Segundo a projeção dos analistas, esse lucro será de 13,2 bilhões dólares este ano, com base em uma enorme margem de lucro de 32 por cento, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S. Quanto à Amazon, a previsão é que vá reportar uma pequena perda este ano.

Acionistas da Amazon têm sido pacientes, já que a empresa tem investido visando ao crescimento, mas ela vai ter que começar a produzir fortes lucros em algum momento -- algo mais provável se crescer em áreas de maior margem, como a publicidade. O preço da ação da Google, por sua vez, é vulnerável aos sinais de desaceleração da margem de crescimento.

Não muito tempo depois de Bezos ter se inteirado dos planos do Google para os livros, a Amazon começou a digitalizar obras e a oferecer trechos para pesquisa. Seu e-reader Kindle, lançado alguns anos depois, deve muito de sua inspiração à notícia do catálogo, disse o executivo.

Agora, a Amazon está impulsionando seus esforços de publicidade online, ameaçando atrair usuários e receita do principal site de buscas do Google.

O negócio incipiente de anúncios da Amazon ainda é uma fração do administrado pelo Google. A Robert W. Baird & Co. estima que a Amazon está no caminho certo para gerar cerca de 500 milhões de dólares em receitas de publicidade anual - um valor pequeno, dado que registrou 48 bilhões de dólares de receita total em 2011. Já no Google, 96 por cento dos 38 bilhões em vendas em 2011 vieram de publicidade.

G1: México troca armas por brinquedos e tablets


 
México troca armas por brinquedos e tablets.

O México inaugurou um programa que permite trocar armas de fogo por brinquedos, bicicletas, computadores, tablets e dinheiro.

O programa, intitulado ''Por Sua Família, Desarmamento Voluntário'', conta com o apoio da Secretaria Nacional de Defesa do México, responsável por retirar armas de circulação, e está sendo implementado pela Secretaria de Segurança Pública da Cidade do México juntamente com a Procuradoria Federal do Consumidor.

A campanha foi impulsionada após um menino de 10 anos de idade ter sido morto em novembro em consequência de uma bala perdida, dentro de um cinema na Cidade do México.

As iniciativas de trocas de armas por brinquedos e aparelhos eletrônicos estão sendo realizadas no bairro de Iztapalapa, na capital mexicana, o mesmo em que a criança foi morta por uma bala perdida em novembro passado.

De acordo com Rodolfo Rivera, o coordenador do programa, a troca de armas por brinquedos e outros produtos visa principalmente impedir que armas domésticas caiam nas mãos de crianças.

Os valores a serem pagos pelas armas que forem vendidas devem oscilar entre 2.500 pesos e 7.500 pesos (cerca de R$ 400 a R$ 1.200), dependendo do tipo e do calibre do armamento.

Campanha itinerante

Iztapalapa é o mais populoso bairro da capital mexicana e enfrenta elevados níveis de criminalidade.

Nos próximos dias, a campanha de troca de armas por brinquedos seguirá para outros bairros da Cidade do México.

Durante a operação realizada em Iztapalapa, foram ainda recolhidas armas de brinquedo que eram vendidas em mercados de rua da capital mexicana.

Pelas normas mexicanas, armas de brinquedo precisam ter cores fluorescentes e não podem ser pretas, prateadas ou marrons, como armas regulares. E precisam ainda ter dimensões distintas das de armas verdadeiras.

No início de janeiro, também na Cidade do México, será realizada uma outra campanha, que visa trocar brinquedos considerados violentos por brinquedos de caráter didático.

G1: Após mudança polêmica em política, Instagram enfrenta ação judicial


 
Fotos mais populares do aplicativo Instagram.

O Instagram, aplicativo de fotos comprado pelo Facebook, recebeu o que parece ser a primeira ação judicial civil contra o aplicativo. O processo é resultado de uma mudança que o programa planejava fazer em seus termos de uso, mas retificou algumas partes após revolta de seus usuários.

Em uma proposta de ação de classe apresentada em San Francisco, nos Estados Unidos, na sexta-feira (21), um usuário do Instagram alega que houve quebra de contrato e outros problemas em relação à atitude da companhia.

“Acreditamos que essa reclamação não tem mérito e vamos combater de maneira vigorosa”, disse Andrew Noyes, porta-voz do Facebook, por meio de um e-mail enviado à agência Reuters.

O Instagram, que permite que as pessoas adicionem filtros às fotos e as compartilhem na internet, teve sua compra anunciada pelo Facebook em abril, por algo em torno de US$ 715 milhões (o valor varia, já que parte do pagamento foi feito em ações).

Ao anunciar uma revisão em seus termos de uso na semana passada, o Instagram despertou suspeitas de que iria vender fotos dos usuários sem seu consentimento e sem fazer uma recompensa financeira ao criador do conteúdo. A nova política também traz uma cláusula mandatória, que força os usuários a abdicar de seus direitos de participar em ações judiciais de classe, com exceção de circunstâncias específicas.

Os termos atuais de uso do aplicativo, válidos até o meio de janeiro, não têm esse tipo de cobertura contra possíveis problemas na justiça.

A reação dos usuários às mudanças fez com que Kevin Systrom, CEO do Instagram, fizesse uma retificação parcial dias depois, retirando a parte dos termos que falava sobre a venda de fotos sem compensação ao usuário.

Apesar disso, o aplicativo manteve as mudanças que permitem que ele junte anúncios e conteúdo produzido pelo usuário. Além disso, a cláusula sobre as ações coletivas continua a mesma.

A ação judicial contra as mudanças foi apresentada na sexta-feira pela agência de direito Finkelstein & Krinsk. O texto informa que os compradores que não concordam com os novos termos do Instagram podem cancelar seu perfil, mas acabam abdicando de seus direitos sobre as fotos que compartilharam anteriormente.

IDG Now!: Seis dicas para usar seu tablet sem correr riscos



Cuidados simples – mas nem sempre lembrados – podem evitar muitas dores de cabeça para proprietários destes dispositivos.

Cada vez mais populares entre usuários domésticos e corporativos, os tablets podem representar um risco à segurança das informações dos usuários - muitas vezes, gente pouco acostumada com os perigos de redes sociais, malwares etc.

Veja essas dicas para usar seu dispositivo sem correr perigo:

Instale todas as atualizações

Até que os tablets cheguem às prateleiras das lojas, eles percorrem um longo caminho. Nesse período, provavelmente, foram feitas atualizações e criadas correções, voltadas a garantir a segurança. Assim, o usuário precisa estar atento para atualizar, de forma constante, o equipamento, a partir da indicação dos fornecedores. Além disso, no caso de aparelhos que usam soluções baseadas em Java e Flash, deve-se estar atento ao fato de que esses aplicativos fornecem suas próprias atualizações, independentes do sistema operacional.

Previna-se para o caso de perda ou furto

Por serem dispositivos móveis, os tablets estão sujeitos a perdas e furtos em situações cotidianas. Por outro lado, tendem a virar alvo dos ladrões, graças à demanda por no mercado. Assim, quem utiliza um tablet deve instalar algum aplicativo que permita rastreá-lo e bloqueá-lo remotamente. Isso evita que os dados armazenados no dispositivo sejam acessados.

Tenha um backup adequado

O pior pesadelo para qualquer usuário é, depois de gastar muitos meses para armazenar músicas, fotos, vídeos e todo tipo de documento no tablet perder essas informações, por conta de um problema com o equipamento. Uma alternativa para evitar esse tipo de surpresa é armazenar os arquivos em um dos diversos serviços de cloud computing (computação em nuvem) disponíveis atualmente. Outra possibilidade é instalar aplicativos que realizam o backup automático para o PC doméstico ou para um HD externo.

Cuidado com a instalação de aplicativos

Existe uma proliferação no número de aplicativos disponíveis para tablets, o que seduz os usuários a instalarem o máximo possível de programas. No entanto, os cibercriminosos têm utilizado essa tendência como uma facilidade para atacar os usuários, ao criar apps maliciosos.

Antes de instalar um novo aplicativo no tablet, deve-se tomar uma série de cuidados. O mais importante é só baixar programas que estejam disponíveis em lojas oficiais dos fabricantes e, mesmo nesse caso, deve-se ficar atento, já que este ano aumentou o número de aplicativos falsos, criados por cibercriminosos, oferecidos na Play.

Aumente a segurança nas mídias sociais

De forma geral, as pessoas utilizam os tablets para acessar e-mails, entrar nas redes sociais e navegar na internet. Por conta disso, esses equipamentos estão recheados de senhas e informações pessoais extremamente valiosas, que precisam ser conservadas.
Para prevenir ameaças em dispositivos móveis, o Facebook criou um sistema de notificação, pelo qual avisa o usuário de que alguém tentou acessar sua conta de um equipamento não identificado. Para utilizar essa funcionalidade do Facebook, basta entrar na rede social e acessar a área de “Configurações de Conta” e na sequência “Segurança”, clicando em seguida em “Aprovações de Login”.

Instale softwares de segurança

Já existem versões de software de segurança voltadas especificamente a proteger tablets e que, assim como no caso dos PCs, são fundamentais para garantir a segurança.