terça-feira, 6 de agosto de 2013

Diretor Digital: cargo definitivo ou badalação passageira? - CIO



Existe um novo executivo de nível C – o Diretor Digital (Chief Digital Officer – CDO) – na sala de reuniões, para garantir que o conteúdo digital das empresa seja utilizado de modo eficiente para conectar-se com os clientes e estimular o crescimento da receita.

À primeira vista, um cargo executivo que inclui a palavra “digital” parece invadir o território da TI. Mas não é bem assim, dizem os observadores – o que não significa que os lideres de tecnologia não precisam estar preparados para trabalhar de perto com um CDO em algum momento.
No ano passado o Gartner relatou que o número de CDOs vem crescendo de maneira estável, e previu que até 2015, cerca de 25% das empresas terão um CDO administrando suas metas digitais, de acordo com o analista Mark P. McDonald.

Começou com as empresas de mídia, diz McDonald, mas hoje todos os tipos de organização estão começando a ver o valor de seus recursos digitais e como esses recursos podem ajudar a aumentar a receita. “Penso que todos estão se perguntando se precisam [de um CDO] ou se devem se tornar um”, comenta McDonald. “As organizações estão buscando por algum tipo de inovação ou crescimento, e as tecnologias digitais estão fornecendo a primeira fonte de crescimento por intermédio da tecnologia que vivenciamos em décadas”.

O que os CDOs têm para oferecer
CIOs e o CDOs estão, ambos, preocupados com a informação digital, mas suas responsabilidades divergem nitidamente.

“O papel da TI no passado foi o de buscar e garantir equipamentos de TI para a empresa, instalar sistemas e prepará-los”, conta Jason Brown, o CDO da empresa de administração de eventos e feirasGeorge Little Management. “Hoje, com o conteúdo digital, você quer disponibilizá-lo para o mundo, para que muitos possam vê-lo e acessá-lo. Não me importo com os servidores Exchange, servidores Web ou qualquer uma dessas coisas”, continua Brown, contratado em setembro de 2011 como o primeiro CDO da George Little, reportando-se diretamente ao CEO da empresa. (Ele havia trabalhado anteriormente como o vice-presidente de mídias digitais para a empresa de mídia e eventos UBM Canon).

"Estou interessado em criar produtos que possam ser monetizados", conta ele. "As empresas precisam olhar para seus produtos e buscar áreas onde eles possam render dinheiro digitalmente".

Organizações incluindo a Sears, Starbucks, a Universidade de Harvard, a cidade de Nova Iorque e muitas outras, têm contratado CDOs, conta David Mathison, fundador do Chief Digital Officer Club, onde CDOs atuais e futuros podem encontrar treinamento, oportunidades de trabalho, etc. O objetivo deles? Melhorar os esforços de produção e promoção de conteúdo digital, um motivo compartilhado por CDOs da Forbes, Universidade Colúmbia e outros lugares, que descreveram para a Computerworld como procedem a fim de ajudar suas empresas a explorarem seus recursos digitais.

CDOs em números
De acordo com estimativas do CDO Club, os três principais tipos de empresa contratando CDOs hoje são agências de publicidade, editoras e emissoras, enquanto que o maior crescimento está sendo visto no setor sem fins lucrativos e nos governos locais e estaduais.

“Quando comecei a acompanhar isto dois anos atrás, existiam 75 CDOs pelo mundo em grandes organizações”, conta David Mathison, que curou a primeira Cúpula CDO em fevereiro passado. "Hoje existem centenas – mais de 300 na contagem mais recente".

Mathison começou a acompanhar os CDOs em agosto de 2011 enquanto trabalhava na empresa de pesquisa Chadick Ellig, e continuou sua análise através de conversas e entrevistas com executivos corporativos e por meio da análise de centenas de currículos e perfis online.

A pesquisa, somada aos dados dos membros do CDO Club, indica que os salários para um Diretor Digital variam de 89 mil a 600 mil dólares, dependendo do setor de negócios e da localização, com uma média ficando entre 250 mil e 300 mil dólares, conta ele.

“Muitos lideres de empresa realmente não compreendem a parte digital muito bem”, observa o CDO da Calkins Media, Guy Tasaka, que possui mais de duas décadas de experiência em publicidade, estratégia, planejamento, circulação e marketing para empresas de mídia e empresas recém-fundadas. Tasaka, que responde ao CEO de sua empresa, diz que os diretores digitais “devem ter a visão do futuro em mente e não devem ser compelidos pelas limitações técnicas ou arquitetônicas da empresa atual”.

“CIOs e CTOs não observam o negócio principal. Eles buscam a tecnologia pelo tecnologia”, elabora ele. Como CDO, Tasaka diz que sua “responsabilidade é a tecnologia com a qual o público tem contato, os celulares, o online e tudo que fizermos no futuro. Eu não farei nada a menos que exista uma estratégia de receita e um modelo de receita sustentável. Meu trabalho é separar o que ajudará a Calkins estrategicamente do que é apenas banaca, interessante, legal”.

Mídia Forbes: construindo um público, aumentando a receita
Michael Smith juntou-se a Forbes Media Group 13 anos atrás e tornou-se o primeiro CDO dela em 2010 quando um novo CEO apareceu e queria estimular a importância do conteúdo digital. Smith, que anteriormente havia sido um CTO, encarou a tarefa de observar as tecnologias dentro da empresa e como elas poderiam ser utilizadas para promover melhor seu conteúdo digital, especificamente para nutrir os leitores online na Forbes.com.

“Como CDO, não tomo decisões tecnológicas – essas são tomadas dentro da organização”, conta Smith, que responde ao CEO e ao presidente da Forbes Media. “É dever do CDO dar suporte à adoção dessas seleções. O foco que tenho agora é no crescimento de receita. É muito mais como um papel da área de negócios”.

Ao acompanhar novos aplicativos de administração de conteúdo, sistemas de publicação e outras inovações digitais que podem ser utilizadas para criar e entregar o conteúdo digital da Forbes, Smith tem sido capaz de ajudar a triplicar o público online da empresa desde 2010, para mais de 45 milhões de usuários únicos por mês. “Esse é um crescimento dramático em número de usuários”, conta ele. “Esse tipo de coisa ajuda a empresa”.

Definição de recursos digitais
Todas as empresas possuem dados digitais, mas recursos digitais – conteúdo que pode ser compartilhado com o público em geral ou um subconjunto seleto, para gerar lucros, um melhor relacionamento com os clientes ou uma maior consciência da marca – são coisas diferentes, e algo que varia muito entre os setores de negócios.

Para uma empresa de eventos como a George Little, os recursos digitais abrangem materiais como o áudio e vídeo de conferências, como também outros conteúdos de eventos reutilizados e vendidos pela empresa, diz o CDO Jason Brown.

Para uma empresa de mídia impressa, online e de transmissão como a Calkins Media, as oportunidades de receita digital vêm dapublicidade para os usuários móveis, da segmentação de anúncios para visitantes online e da busca por novas oportunidades que ninguém considerou antes, de acordo com o CDO Guy Tasaka.

Para um provedor da área de saúde, o conteúdo digital pode ser composto por informações médicas gerais sobre procedimentos e terapias para pacientes e possíveis pacientes, apresentando idealmente a especialidade da equipe médica interna do fornecedor.


E para um fabricante, os recursos digitais podem abrangercatálogos de produtos, publicidade, informes técnicos e conteúdo de áudio e vídeo com o objetivo de melhorar a satisfação do cliente com as compras atuais e estimular novos negócios também.

Columbia: modificando a entrega de recursos digitais
Na Universidade Columbia, na Cidade de Nova Iorque, Sree Sreenivasan, professor de jornalismo e mídia da faculdade, também tem o título de CDO desde julho de 2012, respondendo ao diretor acadêmico da faculdade. Suas principais responsabilidades? “Abordar as necessidades digitais e certificar-se de que a escola está se ajustando e adaptando a todas as mudanças que estão acontecendo” no mercado digital, conta ele.

Sreenivasan tem catalogado e classificado, online, duas décadas de iniciativas de mídia em Columbia (eles costumavam enviar fitas VCR de aulas para estudantes no final dos anos 80, relata ele) e ajudando a faculdade, departamentos e escolas a aprender mais sobre o aprendizado online, junto da mídia social e digital.

A Columbia tem oferecido cursos online por mais de uma década e cursos a distância desde 1986, mas esses esforços tipicamente têm sido descentralizados dentro de várias escolas, explica Sreenivasan. A meta hoje é de construir um único site onde todo o material online – de cursos individuais até programas completos de estudo – possa ser facilmente encontrado.

“A educação está mudando”, conta Sreenivasan. “Precisamos que alguém a observe de modo central. Esse é o meu papel. Agora estamos tentando coisas novas”.

Uma iniciativa do tipo é um site de terceiros chamado Coursera, onde pessoas de qualquer lugar podem se registrar para participar de cursos online gratuitamente das melhores instituições de educação ao redor do mundo.

“O Coursera é um exemplo de uma abordagem diferente – queremos utilizá-lo para aprender como melhorar a experiência de nossas aulas presentes, como também alcançar o resto do mundo”, conta Sreenivasan. “Nossas três primeiras aulas tiveram mais de 100 mil registros, e temos várias ideias sobre como levar isso além para melhorar a experiência de nossos estudantes no campus, como também daqueles em programas híbridos”.

Doe-Anderson: liderando através da interrupção digital
Na Doe-Anderson, a quarta mais antiga agência de publicidade dos EUA, Joe Pierce tem sido o CDO desde outubro de 2009, respondendo ao diretor criativo da empresa. Em seu trabalho, ele supervisiona o que os clientes da empresa quiserem fazer que tenha relação ao digital, incluindo sites, banners de publicidade, aplicativos móveis e compras de publicidade online.

“Quase qualquer um que você conhece na terra do marketing digital/marcas possui uma história de terror para contar sobre uma página que nunca funcionou, um aplicativo que ninguém baixou, os banners que ninguém clicou, etc”, conta Pierce. “Normalmente, essas histórias de terror advêm do simples fato de que não havia um geek na sala que tivesse a experiência, sabedoria, mágica, confiança ou como você queira chamar a fim de afastar a equipe do risco e manter o foco na vitória”.

Para Pierce, isto resume o papel do CDO. “Você é um guia. É o seu dever levar seu cliente ou organização para o topo da montanha digital o mais rápido e da forma mais segura possível”.

Durante essa jornada, o histórico de TI de Pierce, como também as tarefas passadas em outros lugares como CEO e COO, tiveram sua utilidade, conta ele.

“Você não pode ser um estrategista a menos que compreenda a tecnologia que você precisa implementar para cumprir tal estratégia”, conta Pierce. “E você não pode propor incrementos de negócios a outros executivos C-level a menos que tenha aquele conhecimento digital para conversar sobre negócios com um cliente. Ter alguém presente na sala que tenha essa experiência pode ajudar. Chamo isso de ser o ‘nerd na mesa’”.

O cargo de CDO vai durar?
Existe pouca dúvida de que o nascente papel do Diretor Digital está em alta. Este mês, Sreenivasan deixará a Columbia para se tornar o primeiro CDO do Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque, onde responderá ao diretor associado de coleções e administração. Em seu novo papel, Sreenivasan irá explorar novas oportunidades digitais para o museut e liderará seu Departamento de Mídias Digitais, que é responsável pela administração e produção de conteúdo digital.

Smith recentemente também deixou a Forbes, mas não pelo cargo de CDO: Ele agora é o vice-presidente de plataformas de receita e operações da Hearst Magazines Digital Media, onde responde ao presidente da empresa e é responsável pelo alinhamento de tecnologias, criação de conteúdo e publicidade.

O que leva à pergunta: será que essa mania de CDO vai durar, ou ele é simplesmente um título interino útil em curto prazo para empresas passando por uma transformação digital?

Sreenivasan diz que CDOs são novos e necessários hoje (e nota que a Columbia planeja contratar um CDO substituto para preencher seu cargo), mas reconhece que isso pode certamente mudar no futuro. “Imagino que uma vez existiu um diretor de telefonia na Columbia, há muito tempo, mas esse cargo não foi mais necessário uma vez que as pessoas compreenderam como utilizar o telefone. Este trabalho pode sumir dessa forma, caso um dia eles não precisem mais de alguém com este título”.

McDonald, o analista da Gartner, concorda. “É perfeitamente natural criar um papel C-level quando a tecnologia é nova, mas à medida que a organização constrói uma compreensão daquela tecnologia, ela volta para as operações centrais. Você pode ser uma empresa digital sem possuir um CDO”.

Nigel Fenwick, um analista da Forrester Research, disse que certamente vê o papel de um líder de conteúdo digital, mas não necessariamente o cargo do CDO, permanecendo nas empresas.

“Existe uma necessidade de abraçar o negócio digital, conta Fenwick. “Acredito completamente que essa será a estratégia para que os negócios evoluam. Isto é parcialmente a razão pela qual o nível executivo, às vezes, precisa agir um pouco para levar as coisas onde precisam estar. O cargo de CDO é uma forma de fazê-lo”.


FONTE: "Diretor Digital: cargo definitivo ou badalação passageira? - CIO." CIO - Gestão, estratégias e negócios em TI para lí­deres corporativos. http://cio.uol.com.br/carreira/2013/08/06/diretor-digital-novo-cargo-ou-apenas-badalacao-passageira/ (accessed August 6, 2013).

COMPUTERWORLD: Criação de aplicativos móveis corporativos é obstáculo para CIOs



Maioria dos participantes de um estudo patrocinado pela Mobile Helix considera custo o maior obstáculo para a migração maciça

Criar versões móveis de aplicações corporativas para que os funcionários façam usao delas a partir de seus iPhones e dispositivos Android certamente soa como uma boa ideia. Os funcionários ficariam agradecidos por terem um departamento de TI tão legal, uma equipe que pensa no futuro e tecnologia de ponta à disposição dos clientes os ajudando a ficarem mais produtivos fora do escritório.

Mas de uma pesquisa que ouviu 300 CIOs e tomadores de decisão de TI, realizada pela Vanson Bourne sob encomenda da Mobile Helix, muitos obstáculos têm impedido que os CIOs convertam os aplicativos corporativos para versões móveis. Considere que uma empresa normal possui 400 aplicativos personalizados. Apenas 22 por cento desses aplicativos podem ser acessados hoje a partir de dispositivos móveis.

Surpreendentemente, 53 por cento dos aplicativos executivos são baseados em web, o que nos leva a crer que o seu porte para versões móveis seria simples. O que impede essa empreitada, então?

O maior obstáculo, apontado por 65 por cento dos CIOs ouvidos pela pesquisa, é o custo do desenvolvimento móvel, devido à grande fragmentação das plataformas móveis.

Além disso, é complicado retrabalhar aplicativos tradicionalmente visualizados em um monitor grande e operados a partir de mouse e teclado para fazê-los funcionar através de uma tela reduzida, sensível ao toque, em um dispositivo móvel. Depois existe o problema de encontrar desenvolvedores móveis talentosos capazes de criarem aplicativos móveis nativos. Quase metade dos entrevistados que desenvolveram um aplicativo nativo têm ressalvas sobre fazê-lo novamente para outra plataforma devido ao tempo, custo e complexidade.

Entre os outros obstáculos para a conversão de aplicativos corporativos para celulares estão as preocupações com segurança (63%) e com o custo elevado do suporte e manutenção (48%).

Isso não quer dizer que esses obstáculos sejam intransponíveis. CIOs eventualmente encontrarão uma forma de superá-los, pois os benefícios da mobilidade estimulam sua adoção. De acordo com os resultados da pesquisa, 36 por cento dos entrevistados disseram que esperar um aumento na produtividade caso aplicativos corporativos fossem convertidos para uso a partir de celulares e tablets.

Pode não ser fácil, mas talvez a conversão maciça de aplicativos para versões móveis seja apenas uma questão de tempo. Nove entre 10 entrevistados disseram estar providenciando o desenvolvimento de aplicativos para utilização móvel ou planejando fazê-lo em um futuro próximo.


FONTE: "Criação de aplicativos móveis corporativos é obstáculo para CIOs - COMPUTERWORLD." Portal sobre tecnologia da informação e telecomunicações - COMPUTERWORLD. http://computerworld.uol.com.br/negocios/2013/08/06/criacao-de-aplicativos-moveis-corporativos-e-obstaculo-para-cios/ (accessed August 6, 2013).

Google anuncia aplicativo para encontrar smartphone perdido - CIO



A empresa vai liberar o app Find My Phone este mês como parte do sistema de gerenciamento de dispositivos. É possível localizar aparelho e apagar dados

A Google está finalmente lançando o aplicativo "find my phone" (encontre meu fone) para Android. A empresa anunciou em seu blog que até o final deste mês o recurso será incluído no novo "Android Device Manager".

Requisitado há muito tempo por usuários de smartphones Android, que na falta de uma app da Google tinham de recorrer a apps de terceiros, o novo recurso permite aos usuários forçarem remotamente seu aparelho roubado ou perdido a tocar a campainha no volume mais alto, mesmo que esteja em modo silencioso. Pela mesma app é possível também localizar e rastrear o aparelho no mapa em tempo real (desde que esteja conectado à rede) e apagar todos os seus dados.

Os recursos anunciados pela Google são semelhantes aos recursos da app "Find My iPhone", que a Apple já oferece aos usuários do iPhone e iPad há muitos anos. No aplicativo da Apple é possível também bloquear o uso do aparelho, apagar os dados, fazer o dispositivo emitir sinais sonoros e localizar em tempo real no mapa.
O produto da Google é compatível com a versão do Android 2.2 ou superior, ou que significa que praticamente todos os aparelhos Android em uso atual terão acesso a ele. A empresa, à semelhança da Apple, vai lançar um site específico para o aplicativo.

Google, Apple, Microsoft e Samsung têm sido cobradas pela polícia e departamentos de Justiça dos Estados Unidos a usar a tecnologia para implementar mais recursos que protejam os usuários dos smartphones, alvo de uma onda crescente de furtos e roubos violentos em várias cidades americanas.

Em São Francisco, há duas semanas, o Procurador Geral, George Gascón, acusou a Google e a Microsoft de não fazer o suficiente para atender os apelos das autoridades policiais. Para Gascón, no entanto, não basta o recurso de apagar dados. Ele quer que as empresas encontrem meios de tecnicamente "emparedar" o dispositivo inutilizando-o para sempre no caso de ser roubado. Segundo ele, isso reduziria o interesse dos ladrões nesse tipo de equipamento.


FONTE: "Google anuncia aplicativo para encontrar smartphone perdido - CIO." CIO - Gestão, estratégias e negócios em TI para líderes corporativos. http://cio.uol.com.br/tecnologia/2013/08/06/google-anuncia-aplicativo-prpara-achar-smartphone-perdido/ (accessed August 6, 2013).

G1: Praga digital brasileira envia dados roubados usando site do governo

Praga digital brasileira envia dados roubados usando site do governo

A fabricante de antivírus Eset divulgou nesta segunda-feira (5) informações sobre uma praga digital que rouba dados de instituições financeiras brasileiras e que usa o site de algum órgão governamental do Rio Grande do Sul ou de um município do Estado para intermediar o envio dos dados para o invasor em um endereço de e-mail registrado no serviço do Yahoo.

No Brasil, computadores ligados à internet por meio de conexões domésticas não têm mais autorização para enviar um e-mail diretamente, necessitando de um servidor intermediário. Esse servidor pode ser controlado pelo invasor, no entanto também pode revelar alguma informação sobre o criminoso. De acordo com a Eset, o uso de um servidor do governo "provê um maior anonimato ao atacante, que usa um servidor legítimo para o envio dos dados".

Uma página especial presente no site do governo era chamada pela praga digital para fazer o envio do e-mail com os dados roubados. A praga, em si, chegava ao computador da vítima com o nome de "MulheresPerdidas.exe" e fazia modificações no computador para incluir uma extensão no navegador Google Chrone.

A extensão instalada no Chrome ativava certos códigos durante o acesso a sites de instituições financeiras. Os códigos coletavam as informações do internauta e enviavam ao site do governo, que encaminhava ao e-mail do criminoso.

Os nomes das instituições financeiras atacadas e o órgão governamental afetado não foram divulgados pela Eset. No entanto, uma imagem utilizada nos relatórios da empresa para explicar a mecânica do ataque revela uma parte de um dos endereços utilizados para fazer os envios: “rs.gov.br”.

Além de e-mail, pragas digitais costumam realizar o envio de dados diretamente a um servidor de controle por meio de FTP (protocolo de transferência de arquivo), conexão direta cm o banco de dados criminoso ou por meio da web.

Tem todo o procedimento de monitoria aqui. Conversou com a área de suporte técnica. Tem uma atuação intensa e em princípio não foi identificado nada. A empresa tem que dar nome aos bois.

Nesse aspecto a prosergs investe muitos milhões para garantir as estruturas. Se a empresa divulgasse o nome do site, isso permitira que nós fizéssemos a correção.

FONTE:Rohr, Altieres . "G1 - Praga digital brasileira envia dados roubados usando site do governo - notícias em Tecnologia e Games." G1 - O portal de notícias da Globo . http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/08/praga-digital-brasileira-envia-dados-roubados-usando-site-do-governo.html (accessed August 6, 2013).

G1 - Em conferência de segurança, TVs inteligentes e iPhones são hackeados - notícias em Tecnologia e Games

G1 - Em conferência de segurança, TVs inteligentes e iPhones são hackeados - notícias em Tecnologia e Games


A conferência de segurança da informação Black Hat 2013 ocorreu em Las Vegas nos dias 27 de julho a 1° de agosto. Reunindo especialistas da área, diversos palestrantes demonstraram técnicas de invasão e possibilidades de ataque vistas em público pela primeira vez. Confira um resumo de alguns dos temas, que podem ser conferidos no site da conferência (Veja site).

Invasão de iPhone por carregador
O trio formado por Billy Lau, Yeongjin Jang e Chengyu Song demonstrou como um iPhone pode ser hackeado quando conectado a um carregador especialmente criado para realizar a invasão. Para isso, um "computador-carregador" foi criado pelos pesquisadores.
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O "carregador" extrai o identificador único do iPhone (UUID) e cria um registro especial no site da Apple para liberar a execução de um aplicativo não autorizado previamente. Esse recurso é usado por desenvolvedores para testarem seus aplicativos ou por empresas que querem fazer uso de softwares internos não distribuídos publicamente. Em seguida, o "carregador" instala esse aplicativo no celular, possivelmente substituindo um app existente. A partir desse momento, o celular está comprometido.

A invasão não depende de um celular com "jailbreak", já que utiliza uma autorização concedida pela própria Apple. A falha estará corrigida na versão 7 do iOS, o sistema operacional do iPhone.

Atacando TVs inteligentes
Brechas em equipamentos de TV já eram conhecidas, mas novos ataques foram demonstrados na Black Hat. Aaron Grattafiori e Josh Yavor demonstraram ataques especificamente contra TVs da Samsung. Os problemas já foram corrigidos pela fabricante. Outro especialista, SeungJin Lee, comentou sobre maneiras gerais de atacar TVs inteligentes e como elas podem ser usadas por invasores. Entre as opções levantadas, está a de ativar a câmera e o microfone embutido na TV, de modo a espionar o local onde a vítima está.

Escondendo arquivos no celular
O pesquisador Josh 'm0nk' Thomas demonstrou como ocultar arquivos em memórias NAND - o tipo de memória presente em tablets e celulares, por exemplo. Segundo ele, arquivos podem ficar ocultos no dispositivo de tal maneira que até peritos podem ter dificuldade de encontrar os dados.

Publicidade maliciosa
Jeremiah Grossman e Matt Johansen demonstraram que é fácil criar um código malicioso e então distribui-lo por meio da compra de tráfego em redes de publicidade. Em um dos exemplos, um código distribuído como publicidade tentava realizar quebra de senhas, aproveitando-se do poder de processamento do computador do internauta sem que ele precisasse ser infectado ou aceitar qualquer aviso - apenas visualizar uma publicidade em um site qualquer.

Quebrando SSL
O trio formado por Angelo Prado, Neal Harris e Yoel Gluck demonstrou um ataque contra páginas que usam segurança SSL (HTTPS). Caso um atacante esteja na mesma rede que a vítima e possa capturar os dados, como ocorre em algumas redes Wi-Fi, é possível extrair certos "segredos" da transmissão, o que pode permitir ao invasor realizar o login no mesmo serviço que a vítima está usando. O ataque fica mais fácil quando elementos de uma página são estáticos. Não há uma solução prática para o problema no momento, e o ataque pode ser feito em menos de 30 segundos.

'Big Brother' com câmeras de segurança
Craig Heffner demonstrou como é possível obter as imagens filmadas por câmeras de segurança de diversos fabricantes. As brechas demonstradas são simples, o que levou Heffner a dizer as invasões são "como em Hollywood". Uma das falhas existe desde 2011, mas ainda ainda não foi corrigida. Com outra vulnerabilidade foi possível alterar as imagens gravadas por uma câmera e remover uma pessoa.

Milhares de câmeras vulneráveis foram encontradas pelo pesquisador. Uma delas mostrava imagem de um caixa, com todas as movimentações de um estabelecimento comercial.

Automatizando engenharia social
A "engenharia social" é o uso da "lábia" para convencer uma vítima a realizar uma ação, como executar um vírus. Embora seja normalmente considerada uma habilidade "social", os brasileiros Joaquim Espinhara e Ulisses Albuquerque demonstraram uma ferramenta capaz de analisar perfis no Twitter, criando automaticamente estatísticas que facilitam a criação de mensagens que podem ser bastante convincentes, sem que o invasor precise gastar tempo estudando manualmente a vítima.

FONTE: "G1 - Em conferência de segurança, TVs inteligentes e iPhones são hackeados - notícias em Tecnologia e Games." G1 - O portal de notícias da Globo . http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/08/em-conferencia-de-seguranca-tvs-inteligentes-e-iphones-sao-hackeados.html (accessed August 6, 2013).

INFO: Anatel revisará custo de prestadoras de serviços





São Paulo - A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abre consulta pública nesta terça-feira, 6, para discutir a proposta de revisão da norma sobre a metodologia de estimativa do custo médio ponderado de capital (CMPC) das empresas prestadoras de serviços de telecomunicações.

Essa taxa mede o custo de oportunidade dos investidores, considerando todas as fontes de financiamento permanente das empresas. A metodologia de cálculo do CMPC utiliza como fatores o custo do capital de terceiros, o custo do capital próprio, o quociente de capital de terceiros, o quociente de capital próprio e a tributação incidente sobre o resultado.

O texto com a proposta de revisão do regulamento estará disponível no site e na sede da Anatel a partir das 14 horas de hoje. As sugestões por formulário eletrônico podem ser enviadas à Agência até as 24 do dia 5 de setembro. Contribuições por carta, fax e correio eletrônico também serão aceitas se recebidas até as 18h do mesmo dia.

FONTE:"Anatel revisará custo de prestadoras de serviços | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2013/08/anatel-revisara-custo-de-prestadoras-de-servicos.shtml (accessed August 6, 2013).

INFO: Operadora On Telecom estreia no Brasil com internet 4G fixa

Operadora On Telecom estreia no Brasil com internet 4G fixa

 


O bilionário húngaro-americano George Soros, dono da operadora On Telecom, que faz sua estreia no Brasil; investidor começou o projeto no país em maio de 2012, quando comprou a Sunrise Telecomunicações Ltda.



São Paulo - O fundo do bilionário George Soros anunciou nesta terça-feira (6) a estreia da operadora On Telecom que irá ofertar conexão à internet 4G no Brasil.

No entanto, apesar de possuir permissão para explorar os serviços de voz e dados na rede 4G, a operadora inicialmente só venderá internet fixa para ambientes fechados.

A tecnologia da On Telecom permitirá o acesso à rede apenas em locais fechados onde o modem estiver instalado, criando um ambiente wi-fi.

O modem fará a comunicação direta com as antenas de celular. Bastará apenas estar conectado à rede elétrica.

A proposta é similar à ofertada pela Sky no Brasil, empresa que será concorrente direta da On Telecom neste setor.

A operadora fará sua estreia com a oferta de três planos distintos. O mais básico, com 5 Mbps e limite de 10GB de dados, sairá por R$ 99. Com 10 Mbps e 30GB, o plano custará R$ 129,90. E a terceira opção seria com 10 Mbps e 100GB por R$ 169,90.

Caso ultrapasse o limite de dados contratado, o usuário terá a velocidade de navegação reduzida para 1 Mbps.

Inicialmente a On Telecom irá operar apenas na área de Campinas, Valinhos, Vinhedo, Louveira e Itatiba, todas localizadas no interior paulista.


FONTE:Campi, Mônica . "Operadora On Telecom estreia no Brasil com internet 4G fixa | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/mundo-mobile/2013/08/operadora-on-telecom-estreia-no-brasil-com-internet-4g-fixa.shtml (accessed August 6, 2013).

PC WORLD: Chromecast coloca os vídeos da internet em sua TV, sem gastar muito



Aparelho é compatível com vários sistemas operacionais, flexível e incrivelmente legal. Assistir vídeo online e navegar na web usando a TV finalmente faz sentido.


A Google não tem lá o melhor histórico na sala de estar: a Google TV foi uma boa idéia para adicionar a Internet à familiar experiência de assistir TV, mas não “pegou”. Os consumidores não se entusiasmaram, poucos fabricantes suportam a plataforma com seus aparelhos e muitos provedores de conteúdo bloquearam o acesso a seus filmes, séries e músicas usando os aparelhos. E o Nexus Q, que foi anunciado durante a conferência Google I/O em 2012, nunca chegou ao mercado.

Em sua terceira tentativa de levar vídeo online para a TV, a Google pensou pequeno. O Chromecast (US$ 35 nos EUA, ainda não disponível no Brasil) é um aparelhinho do tamanho de um pendrive que é plugado a uma porta HDMI de uma TV e permite reproduzir filmes, séries, músicas e fotos disponíveis na internet em sua TV. Ele é controlado usando qualquer smartphone ou tablet com Android ou iOS, um Mac ou PC com o navegador Google Chrome ou um Chromebook.

É conveniente

O Chromecast não tem um controle remoto, nem uma interface própria. A configuração é fácil e basta seguir alguns passos: o primeiro é plugar o aparelho a uma porta HDMI em sua TV. Se ela for uma porta HDMI 1.4+ MHL, provavelmente será capaz de alimentar sozinha o aparelho. Mas esse é um padrão recente, e a maioria dos usuários irá precisar conectar o cabo micro USB incluso na embalagem ao Chromecast e a uma porta USB livre na TV ou, se não houver uma porta USB disponível, a um carregador (também incluso na embalagem) plugado à parede. 

Chromecast plugado à TV. Note o cabo USB usado 
para alimentação.

Depois é necessário visitar um site em seu smartphone Android ou no navegador Google Chrome em seu Mac ou PC. Lá você irá baixar um pequeno app para completar a configuração, dando um nome ao seu Chromecast e conectando-o à sua rede Wi-Fi.

Para controlar o Chromecast você irá usar apps que já conhece e provavelmente já estão instalados em seu smartphone, tablet ou computador: Chrome, Netflix, YouTube e os apps de conteúdo da Google, Google Play Filmes e Google Play Music. Para transmitir uma aba do Chrome para sua TV (algo que a Google chama de “casting”) é necessária uma extensão para o navegador chamada Google Cast, que adicionará um botão à barra de ferramentas.

A idéia é que você controla o Chromecast com os mesmos apps que já usa. E de fato, nunca tive de fazer login ou digitar senhas no Netflix e YouTube, algo que é um incômodo em uma Apple TV. Os apps já sabiam quem sou, e em um instante eu estava pronto para transmitir ou, como diz o papel de parede do Chromecast: “ready to cast”.

Barra azul no topo do app do Netflix mostra 
o que está sendo transmitido.

E porque a Google chama o ato de transmitir conteúdo de um smartphone, tablet ou PC para o Chromecast de “casting”, em vez de “streaming”? É que ao contrário do AirPlay em dispositivos iOS e na Apple TV, que transmitem conteúdo diretamente de seu gadget para a TV, quando você diz ao Chromecast para tocar algo ele vai diretamente à internet para buscar o conteúdo. Seu aparelho não transmite nada além de uma ordem como “toque o vídeo que está neste site”. 

Com isso você fica livre para abrir um outro app em seu smartphone ou tablet, ou continuar usando o navegador em seu notebook, enquanto um vídeo toca. Pode até mesmo sair de casa e ele vai continuar tocando. De fato o app do Netflix permite que você comece a tocar um vídeo em um aparelho e depois assuma o controle em qualquer outro conectado à mesma rede Wi-Fi.

É divertido

Quando você usa o app do YouTube pode continuar procurando por mais vídeos enquanto o primeiro toca: quando você seleciona um outro vídeo a opção “Add to TV Queue” (Adicionar à fila da TV) aparece, e basta um toque para criar uma playlist. Qualquer pessoa usando o app do YouTube no Android e iOS em um aparelho conectado à mesma rede Wi-Fi do Chromecast pode adicionar vídeos à lista, o que numa festa acaba gerando uma sequência infindável de videoclipes, comerciais antigos, memes e mais vídeos de gatos do que você pode imaginar. Esperamos que mais apps, como o Rdio ou Spotify, adicionem suporte a estas “playlists em grupo”. 

Basta um toque para adicionar um vídeo 
à fila no YouTube.

É legal

O fato de que o Chromecast pode ligar sua TV e mudar o canal sozinho, sem que você sequer tenha de chegar perto do controle remoto, lhe dá um fator “uau!” que nunca vi em uma set-top box tradicional. Para isso o aparelho usa um recurso da especificação HDMI chamado CEC (Consumer Electronics Control - Controle de Eletrônicos de Consumo) que permite que um aparelho envie sinais a outro.

Mas nem todas as TVs suportam este recurso, e cada fabricante de TV tem um nome próprio para o CEC: a Toshiba chama de Regza Link, a Sharp de Aquos Link, a Sony de Bravia Link, a LG de Simplink, a Samsung de Anynet+ e por aí vai. Talvez seja necessário fuçar os menus de configuração de sua TV para ativar o CEC. O recurso funcionou com minha TV LCD da Toshiba, um modelo produzido em 2007 que não é “smart”, não é particularmente fina e sequer tem portas USB, mas agora pode despertar sozinha com um toque na tela de meu smartphone.

É poderoso

A habilidade de enviar o conteúdo de uma aba do Chrome para a TV (que, tecnicamente, ainda está em beta) funciona bem, desde que sua rede Wi-Fi esteja à altura da tarefa. Experimentamos alguns “crashes”, que diminuíram dramaticamente depois que tiramos o Chromecast da saturada rede Wi-Fi de nosso escritório e o colocamos em uma rede doméstica com menos aparelhos e menos fontes de interferência. Seus resultados podem variar, e em caso de problemas não se esqueça de tentar mudar a posição do Chromecast, já que mesmo que sua rede seja rápida o suficiente paredes e a própria TV podem bloquear o sinal de Wi-Fi. A Google inclui com o Chromecast um cabo extensor de HDMI que você pode usar se necessário, e no meu caso o Chromecast conseguiu melhor sinal de Wi-Fi quando conectado à uma porta HDMI na lateral da TV, em vez de uma das portas traseiras.

Chromecast vem acompanhado por fonte de alimentação, cabo 
USB e extensor HDMI.

Todos os sites que experimentei no Chrome pra Mac funcionaram no Chromecast, incluindo sites de emissoras de TV, de notícias, Flickr, Rdio e serviços de streaming como o Hulu Plus (não disponível no Brasil). A única coisa que não funcionou foi o streaming ao vivo de um concerto do Phish, devido a restrições de reprodução e proteção anticópia.

Dá até pra tocar vídeos armazenados em seu computador se você abrí-los dentro do Chrome, desde que não estejam em formatos que exigem plugins proprietários como o Flash ou Silverlight. A Apple TV também permite a reprodução de conteúdo local, mas ele precisa estar em um formato suportado pelo iTunes.

Quando você clica no botão “Cast” no canto superior direito da janela do navegador para enviar uma aba para o Chromecast, ele não espelha todo o seu desktop como faz uma Apple TV. Em vez disso um navegador embutido no Chromecast abre a mesma URL mas mostra apenas o conteúdo, sem as barras de menu e a interface do navegador. Você precisa deixar a aba aberta em seu Mac ou PC para que o conteúdo continue sendo mostrado no Chromecast, mas pode abrir uma nova aba no navegador e continuar fazendo outras coisas sem interromper a “transmissão”.

Basta clicar em um ícone no Google Chrome para enviar o conteúdo 
de uma aba do navegador para a TV.

A sincronia entre o computador e o Chromecast não é exata: há um atraso de alguns segundos já que a aba tem de ser carregada de forma independente, e ações como rolar a página ou clicar em um item demoram um pouco para serem registradas pelo Chromecast. 

Não é perfeito

O Chromecast não tem um controle remoto, e isso pode ser um problema. Se ele já está tocando um vídeo, pode exemplo, você tem de se lembrar em qual app o abriu e retornar até ele para assumir novamente o controle do aparelho. Mas como a lista de apps compatíveis atualmente é limitada ao Chrome, Netflix, YouTube, Play Filmes e Play Music isso não é um grande problema, e quando você está usando o Netflix ou um dos apps no Google Play em um aparelho Android os controles de reprodução aparecem também na tela de bloqueio do aparelho.

Alguns apps, mas não todos, mostram 
controles de reprodução na tela de bloqueio.

O Chromecast não tem recursos de segurança: não é possível definir uma senha para o acesso, então você terá de usar os recursos de segurança de sua estrutura de rede para protegê-lo. E qualquer aparelho conectado à mesma rede do Chromecast pode vê-lo e controlá-lo, e até mesmo interromper a reprodução de um vídeo. Isso significa que um irmão pestinha pode interromper a maratona de Glee da irmã mesmo estando em outro cômodo.

Veredito

No momento o Chromecast não faz nada que alternativas como a Apple TV não fazem, mas sua implementação do YouTube é melhor, e seu suporte a conteúdo comprado (ou alugado) no Google Play o torna uma compra imediata se você já investiu nesse ecossistema. E seu suporte a múltiplas plataformas o torna ideal para casas que tem um conjunto variado de aparelhos. E o preço, apenas US$ 35 nos EUA, o torna quase que uma compra de impulso.

Se você ainda não tem um aparelho para assistir vídeo via streaming na TV, ou se tem um mas ele não oferece tudo o que você quer assistir, o Chromecast pode ajudar a preencher a lacuna. Ele torna a tarefa de assistir vídeo online tão simples quanto o apertar de um botão, e mesmo que este botão não esteja presente em muitos apps, a possibilidade de transmitir uma aba do Chrome, e seu conteúdo, para a TV é suficiente para mantê-lo grudado no sofá, aproveitando todo os vídeos que a Internet tem a oferecer.

Fonte:"Chromecast coloca os vídeos da internet em sua TV, sem gastar muito - PC WORLD." PC World - Guia de produtos, reviews, testes e dicas de tecnologia. http://pcworld.uol.com.br/reviews/2013/08/06/chromecast-coloca-os-videos-da-internet-em-sua-tv-sem-gastar-muito/ (accessed August 6, 2013).

Tribuna da Bahia: Sistema eletrônico pode reduzir em até 40% tempo de tramitação de processos







Agora é oficial. Salvador já possui desde, nessa segunda-feira (5/8), o sistema de Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe). Com a implantação do PJe a Justiça do Trabalho pretende reduzir em 40 % o tempo de tramitação dos processos trabalhistas na capital, segundo informou a gestora regional do sistema desembargadora Dalila Andrade.

De acordo com a desembargadora, o sistema já é adotado pelo Conselho Nacional de Justiça utilizado e em mais 24 tribunais do Brasil desde o ano passado. Ainda segundo a Dalila, todas as 39 varas trabalhistas de Salvador passarão a usar o sistema que já foi implantado em outras cidades do interior a exemplo de Itabuna, Ilhéus, Santo Amaro e Candeias. A previsão é que até 2015 o processo eletrônico seja instalado em todas as varas eletrônicas do estado.

O PJe acarreta mudanças na infraestrutura e funcionamento do fórum das varas do trabalho. A partir de agora o advogado deve recorrer ao sistema todas as vezes que desejar apresentar algum argumento ou documento nas novas ações judiciais. A desembargadora destaca ainda que o trabalho dos juízes e servidores, e a velocidade de andamento e julgamento também serão otimizados. Dados TRT-Ba indicam que de 2006 a 2013 foram ajuizados 800 mil novos processos trabalhistas em todo estado deste montante, faltam serem julgados 55 mil uma representação de 93%¨ de produtividade em media.

Com PJe, juízes, servidores e advogados vão ler e operar os processos em um sistema via internet. Apenas ações anteriores continuarão tramitando da forma convencional. Com menos papel, as varas ganharão mais espaço além do trabalhador não ter custo com transporte. Os advogados realizarão atos processuais diretamente do seu escritório até mesmo aos finais de semana. Para isso é fundamental a certificação digital, documento que garante segurança à operação do PJe, funcionando como passaporte para o sistema, juntamente com a senha.

“Com a implantação do sistema, o processo pode ser ajuizado na internet pelo usuário em qualquer lugar do mundo. Isso reduz significativamente o tempo de tramitação do processo reduzindo de 30 a 40%. A reclamação é feita através do site http://www.trt5.jus.br/ ”.

FONTE: 
Nascimento, Rivânia . "Sistema eletrônico pode reduzir em até 40% tempo de tramitação de processos." Tribuna da Bahia. http://www.tribunadabahia.com.br/2013/08/06/sistema-eletronico-pode-reduzir-em-ate-40-tempo-de-tramitacao-de-processos (accessed August 6, 2013).

Portal A TARDE: Contrato de empresa sem licitação provoca polêmica


Contrato de empresa sem licitação provoca polêmicaA contratação com dispensa de licitação de uma empresa paulista para produção de softwares no valor de R$ 10,2 milhões pela Secretaria Municipal da Fazenda pode ser questionada nos próximos dias, no Ministério Público Estadual (MP-BA), pela vereadora e ouvidora da Câmara Municipal de Salvador, Aladilce Souza (PCdoB).



Vereadora Aladilce lembra que dispensa de licitação só em 
caso de emergência.
A vereadora disse que não entende o motivo da dispensa, porque existe uma empresa especializada neste serviço dentro da prefeitura, a Companhia de Governança Eletrônica de Salvador. Esta tem como missão promover e gerir tecnologias de informação e comunicação de forma integrada e inovadora.Aladilce Souza encaminhou ofício ao secretário Mauro Ricardo Machado Costa diante da falta de justificativa técnica para a escolha da Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo (Prodam).

No ofício, a vereadora Aladilce Souza solicitou informações sobre os critérios para a contratação da empresa paulista e os motivos para a não contratação da empresa pública local, além de cópia do procedimento administrativo que fundamentou a dispensa. Questiona, por fim, se foi realizada pesquisa no mercado sobre possíveis empresas concorrentes e os preços praticados por estas.

Licitação - O resumo do processo de licitação nº 46.777/2013 foi publicado no Diário Oficial do Município nº 5.901 (27 a 29/07/2013), assinado pelo subsecretário municipal da Fazenda, George Hermann Rodolfo Tormin. A Sefaz divulgou nota informando que a contratação da empresa com dispensa do processo de licitação é prevista “no artigo 24 da Lei Federal nº 8.666/93, por tratar-se de entidade integrante da administração pública, criada para esse fim específico, em data anterior à vigência da referida lei”.

A vereadora Aladilce Souza explica que não basta a empresa ser pública para a escolha como única possível executante de um serviço. Ela lembrou que, conforme a Lei, a dispensa de licitação conterá caracterização de: situação emergencial ou calamitosa que justifique a dispensa ou razão da escolha do fornecedor ou executante e justificativa do preço. “Caso o secretário não apresente explicações sobre este gasto que pode causar prejuízo ao erário público, o caminho será recorrer ao MP-BA”, disse a vereadora.

Conhecimento - A Sefaz defende a escolha, argumentando que a Prodam acumula conhecimento desde 2006 na implantação e operação de sistemas na Prefeitura de São Paulo, o que propiciará um rápido processo de customização para a Prefeitura de Salvador.

A previsão é que quatro sistemas sejam implantados: Programa Nota Salvador, Programa de Parcelamento Incentivado (PPI), Parcelamento Administrativo Tributário (PAT), Sistema Senha-web.

O valor será pago durante os 24 meses de vigência do contrato que incluí implantação e período de transferência de conhecimento aos técnicos da Sefaz.

Os primeiros produtos serão entregues com 60 dias da data de assinatura do contrato e o último no 11º mês, “o que não ocorreria caso se optasse pelo desenvolvimento dos sistemas partindo do “zero”, finaliza a Sefaz.

FONTE:
Moura, Marjorie . "Portal A TARDE - Contrato de empresa sem licitação provoca polêmica." Portal A TARDE. http://atarde.uol.com.br/materias/1523624 (accessed August 6, 2013).

INFO: Preços no comércio eletrônico caíram em julho






São Paulo - Os preços dos produtos no comércio eletrônico caíram em média 0 37% em julho na comparação com junho, aponta o índice da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e do site Buscapé (Fipe/Buscapé), divulgado nesta segunda-feira, 05. O índice vem sendo calculado há 30 meses, dos quais houve queda em 26.

De acordo com nota da Fipe/Buscapé, essa tendência de queda nos preços do e-commerce, que "contrasta com os aumentos de preços da economia em geral", explica parcialmente o crescimento do setor.

Dos dez grupos de produtos analisados pelo índice, sete registraram queda nos preços em julho: Moda e Acessórios (-2 40%), Casa e Decoração (-1,46%), Brinquedos e Games (-1,37%), Esportes e Lazer (-1,19%), Eletrônicos (-1,17%), Telefonia (-0 90%) e Informática (-0,25%). Os três grupos que registraram alta foram Cosméticos e Perfumaria (0,88%), Eletrodomésticos (0,41%) e Fotografia (0,16%).

Das 151 categorias de produtos pesquisados em julho, 83 tiveram uma queda média de preço de 0,97%, enquanto 68 tiveram aumento médio de preço de 0,73%. Os produtos com as quedas mais expressivas de preço foram míni veículo (-6,17%), batedeira (-3 80%), colchão (-3,27%), chuteira (-2,86%), liquidificador (-2 86%), aquecedor de ambiente (-2,74%), brinquedo de controle remoto (-2,44%), mochila de hidratação (-2,24%), ferro de passar roupa (-2,16%), piscina (-1,69%) e tênis (-1,65%).

Já os produtos com maiores altas foram memória para PC (5,12%), cartão de memória (4,00%), processador (3,35%), secadora de roupa (2,15%), barbeador elétrico (1,67%), teclado para PC (1 52%) e geladeira (1,37%).

Na comparação com igual mês de 2012, julho registrou queda de 4 24%, com 8 dos 10 grupos apresentando redução de preços. Das 151 categorias de produtos pesquisadas, 85 apresentaram queda média de 6,80%, enquanto 66 tiveram aumento médio de preço de 2,34%.



FONTE: "Preços no comércio eletrônico caíram em julho | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/ti/2013/08/precos-no-comercio-eletronico-cairam-em-julho.shtml (accessed August 6, 2013).

INFO: Abandonado por diversos fabricantes, Windows RT está na UTI

INFO:Abandonado por diversos fabricantes, Windows RT está na UTI 

Steve Ballmer e o tablet Surface: o modelo com Windows RT encalhou


São Paulo -- O Windows RT, sistema operacional da Microsoft para tablets, está respirando por aparelhos. Os poucos tablets baseados nesse sistema não fazem sucesso e diversos fabricantes o estão abandonando. A Microsoft tem declarado que está comprometida com o RT, mas parece estar quase sozinha nisso.

O Windows RT é uma tentativa da Microsoft e de alguns fabricantes de PCs de expandir sua atuação para o mercado de tablets leves baseados em processadores com arquitetura ARM, também usada nos tablets e smartphones com Android e iOS. Foi lançado no ano passado junto com o Windows 8.
Como a Microsoft já tinha outros sistemas operacionais, o RT ocupou a posição intermediária, entre o Windows Phone e o Windows 8. São poucos os tablets baseados nele. Alguns exemplos são o VivoTab RT, da Asus; o XPS 10, da Dell; o ATIV Tab, da Samsung; e o Surface RT, da própria Microsoft.

Nos últimos meses, diversos fabricantes foram abandonando o barco do RT. A HTC informou, em maio, que havia desistido de desenvolver um tablet com esse sistema operacional. Em junho, foi a vez de J.T. Wang, chairman da Acer, declarar que a empresa “não havia decidido” se iria mesmo lançar um tablet com RT.

A Asus avisou, em julho, que não vai mais desenvolver produtos com o Windows RT por causa das vendas muito fracas. Também em julho, a Lenovo deixou de vender o IdeaPad Yoga 11, outro tablet com RT. E a Dell já havia cortado o preço do XPS 10 em 30% em abril, um provável sintoma de que as vendas não iam bem.

FONTE: Grego, Maurício. "Abandonado por diversos fabricantes, Windows RT está na UTI | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2013/08/abandonado-por-diversos-fabricantes-windows-rt-esta-na-uti.shtml (accessed August 6, 2013).

INFO: Chanceleres do Mercosul alertam ONU para espionagem americana




Os chanceleres do Mercosul alertaram nesta segunda-feira o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, para as graves implicações que representa para a comunidade internacional o sistema de espionagem dos Estados Unidos, durante uma reunião realizada em Nova York



Nova York - Os chanceleres do Mercosul alertaram nesta segunda-feira o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, sobre as graves implicações que representam para a comunidade internacional o sistema de espionagem dos Estados Unidos, durante uma reunião realizada em Nova York.

"Expressamos nossa preocupação e nosso alerta sobre as graves implicações que esses procedimentos ilegais desenvolvidos pelo governo dos Estados Unidos têm sobre a estabilidade política dos países e a mútua confiança necessária na comunidade internacional", afirmou o chanceler venezuelano Elías Jaua em uma coletiva de imprensa depois do encontro.


Além de Jaua - cujo país exerce a presidência pró-tempore do Mercosul-, participaram da reunião seus colegas Antonio Patriota (Brasil), Héctor Timerman (Argentina), Luis Almagro (Uruguai) e David Choquehuanca (Bolívia).


O Mercosul é composto por Brasil, Argentina, Venezuela, Uruguai e Paraguai, que está atualmente suspenso. A Bolívia está em processo de adesão.

Com sua visita a Nova York, os ministros seguiram a orientação de seus presidentes na última cúpula do Mercosul em Montevidéu, em meados de julho, quando foi emitida uma declaração denunciando o sistema de espionagem mundial dos Estados Unidos revelado pelo ex-consultor de inteligência americano foragido Edward Snowden.

"Essa prática é absolutamente violatória do direito internacional em matéria de salvaguarda da soberania e da independência dos países e, muito mais do que isso, é violatória dos direitos humanos fundamentais dos cidadãos e cidadãs de nossos países", ressaltou Jaua.

Ao ser consultado sobre a resposta de Ban Ki-moon à denúncia do Mercosul, o chanceler brasileiro, Antonio Patriota, afirmou que o sul-coreano "compartilha a preocupação" do bloco.

O secretário-geral da ONU "reagiu uma forma que mostra sensibilidade diante da mensagem que trazemos de nossos presidentes", afirmou Patriota.

Pouco mais tarde, em uma reunião bilateral com Ban, a presidente argentina, Cristina Kirchner, também de visita a Nova York, defendeu a necessidade de uma "regulamentação global" para este tipo de questão.

FONTE:"Chanceleres do Mercosul alertam ONU para espionagem americana | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/2013/08/chanceleres-do-mercosul-alertam-onu-para-espionagem-americana.shtml (accessed August 6, 2013).

Tribuna da Bahia: Inscrições no Sisutec começam hoje

Inscrições no Sisutec começam hoje:



Começam nesta terça-feira (6/8) e vão até o próximo dia 12 as inscrições no Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec), lançado nessa segunda-feira pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante. O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 14, com matrículas nos dias 15 e 16. São oferecidas 239.792 vagas gratuitas em cursos técnicos.

A seleção dos alunos será feita de acordo com a nota no Exame Nacional do Ensino Médio. Nessa seleção será usada a nota do Enem 2012. Do total de vagas, 85% são destinadas aos candidatos que cursaram o ensino médio na rede pública ou na rede privada na condição de bolsista integral. As vagas são ofertadas em instituições da rede publica, privada e do Sistema S. Os cursos têm de um a dois anos de duração, com carga horária entre 800 e 1.200 horas-aula.

Os cursos com maior oferta de vagas são os ligados à tecnologia da informação, saúde e área industrial. Lideram a lista os de técnico em informática (23 mil), técnico em enfermagem (14 mil), técnico em logística (13 mil), técnico em segurança do trabalho (13 mil) e técnico em redes de computadores (11 mil). Os estados onde há maior oferta são São Paulo (76 mil), Pernambuco (40 mil), Minas Gerais (27 mil), Paraná (17 mil) e o Distrito Federal (8 mil).

A exemplo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a oferta de vagas e a seleção dos inscritos serão feitas pela internet, no endereço http://sisutec.mec.gov.br.


FONTE: Aquino, Yara. "Inscrições no Sisutec começam hoje." Tribuna da Bahia. http://www.tribunadabahia.com.br/2013/08/06/inscricoes-no-sisutec-comecam-hoje (accessed August 6, 2013).

GIZMODO: O FBI está espalhando malwares para identificar usuários de redes anônimas?




Durante o fim de semana, pesquisadores de segurança notaram uma atividade estranha acontecendo dentro da rede Tor, uma “darknet” anônima usada para fins que vão denavegação privada a comércio de drogas. Alguns hackers aparentemente usaram um malware para identificar os usuários. Mas,segundo fontes da Wired, não foi ação de nenhum hacker. Foi o FBI.

Isso é particularmente preocupante para defensores da privacidade, já que todo o propósito do Tor é esconder a identidade dos usuários. O Tor esconde informações dos usuários ao rotear as conexões por servidores ao redor do mundo. E, mesmo que algumas vezes ela seja usada para fins ilícitos, a rede também é usada por pessoas como dissidentes políticos que precisam proteger a identidade por segurança.

O responsável pelo ataque explorou uma falha de segurança no Firefox e identificou usuários em sites hospedados pelo Freedom Hosting. Os sinais indicadores de que trata-se de uma operação do FBI estão embutidos nos detalhes do próprio ataque. Em primeiro lugar, as origens do malware foram rastreadas até Reston, na Virginia, próximo à sede do FBI. E em vez de invadir os sites e criar uma backdoor para roubar nomes de usuário e senhas como hackers fazem nesses casos, o malware encontrado no final de semana simplesmente identificaram os usuários no site no que pode ser descrito como coleta de evidências.

Além disso, essa linha de investigação faz sentido especialmente após a prisão na semana passada do chefe de uma rede de pornografia infantil Eric Eoin Marques na Irlanda. A Freedom Hosting é de certa forma conhecida por ser um dos destinos favoritos de pedófilos, e a sua fama ruim neste sentido já fez o Anonymous atacar o serviço de hospedagem em 2011 por suposto armazenamento de material ilícito. Então se o FBI estava participando de uma investigação relacionada a Marques e seus potenciais contatos nos Estados Unidos, a Freedom Hosting era um lugar interessante para procurar informações.

Talvez você esteja um pouco confuso. De um lado, não é muito legal ver agências governamentais invadirem redes anônimas para identificar usuários. Isso meio que tira toda a diversão da navegação anônima. Por outro, pornografia infantil é terrível. E se o FBI realmente invadiu o Tor para tentar encontrar pedófilos, quem somos nós para julgá-lo?

Bem, ninguém está julgando nada aqui. O que estamos fazendo é observar mais um capítulo em um crescente volume de bizarrices governamentais com relação à privacidade nos Estados Unidos. Parece que descobrimos novas formas do programa de espionagem da NSA saber o que estamos fazendo a cada dia. Mas agora parece que não é apenas a NSA, mas também outras agências governamentais que querem saber o que você faz quando ninguém está olhando. O FBI pode hackear uma rede anônima e deixar a anonimidade de lado? Qual é a próxima coisa, uma ferramenta que diz aos agentes exatamente o que estamos fazendo e falando sempre que estamos online? Ei, espere. Isso já existe. [Wired]



FONTE:
CLARK ESTES, ADAM. "O FBI está espalhando malwares para identificar usuários de redes anônimas?." Gizmodo Brasil | Tech Lovers. http://gizmodo.uol.com.br/fbi-malware-tor/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+gizmodobr+%28Gizmodo+Brasil%29 (accessed August 6, 2013).

Tribuna da Bahia: Divulgadores da Telexfree bloqueiam entrada do aeroporto em Salvador

Divulgadores da Telexfree bloqueiam entrada do aeroporto em Salvador



Um protesto de divulgadores da empresa Telexfree deixou o trânsito complicado na entrada do aeroporto de Salvador, no bairro de São Cristovão, no início da tarde dessa segunda-feira (5/8), de acordo com informações da Transalvador. Alguns passageiros que seguiam para o aeroporto desceram do carro e caminharam a pé até o saguão de embarque.

Segundo o órgão de trânsito, os manifestantes atrapalharam a passagem de veículos no local conhecido com bambuzal, que dá acesso ao aeroporto Intenacional Luís Eduardo Magalhães. O protesto começou a influenciar no trânsito por volta das 13h50. No entanto, integrantes do grupo que protesta dizem que começaram uma passeata na Avenida Paralela até o aeroporto por volta das 11h, sem interromper o tráfego de veículos.

O divulgador da Telexfree Abraão Macedo afirma que o protesto é para pedir o retorno das atividades da empresa, que estão suspensas em todo país por ordem judicial. A Telexfree é alvo de investigação do Ministério Público.

“O protesto é a favor das atividades da Telexfree. Escolhemos a Paralela porque houve uma organização no país inteiro para chamar a atenção das autoridades, queremos que a empresa volte a exercer suas atividades. A empresa não nos lesou, não tem nada que nos desabone, é uma empresa que cumpre suas obrigações, é uma empresa legal, moral e honesta”, diz.


FONTE: 
"Divulgadores da Telexfree bloqueiam entrada do aeroporto em Salvador." Tribuna da Bahia. http://www.tribunadabahia.com.br/2013/08/06/divulgadores-da-telexfree-bloqueiam-entrada-do-aeroporto-em-salvador (accessed August 6, 2013).

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

G1: Brasil tem a banda larga móvel mais cara da América Latina, aponta estudo


O preço da banda larga móvel no Brasil vem crescendo nos últimos anos e se tornou o mais caro da América Latina, em um movimento contrário à tendência de queda nos preços observada na região, apontou uma pesquisa da GSMA (associação internacional das companhias de telecomunicações).

Segundo o estudo "Banda Larga móvel e a base da pirâmide na América Latina", 149 milhões de pessoas com renda apertada poderão ser conectadas por meio da web móvel, devido à queda nos preços de acessos na região.

A pedido da GSMA, a Telecom Advisory Services comparou os preços dos pacotes mais econômicos de internet móvel para modems e celulares em 16 países da América Latina. Ao tabular a evolução dos valores ao longo de 2010 e 2013, os pesquisadores constataram que a região presenciou uma queda na média dos preços cobrados pelos pacotes.


Porém, na contramão da tendência nos países latinos, os preços cobrados no Brasil não só cresceram como fizeram do país o mais caro em duas das três categorias de serviço analisadas.

Custando em torno de US$ 32 (R$ 73,80) mais do que o dobro da média na região, de US$ 15,60 (R$ 36), os planos para modems com franquia de pelo menos 1 Gigabyte (GB) são os mais caros da região. O país também é campeão de preço em pacotes de banda larga para celulares com franquia de pelo menos 1 GB, com preços de US$ 24,70 (R$ 57), enquanto a média na região é de US$ 14,44 (R$ 33,20).

Em ambas as categorias, o país não estava nem perto de ser o mais caro na região em 2010, quando o preço da banda larga para modems no Brasil era apenas o oitavo mais caro e, para smartphones, chegava a ser o quarto mais barato.

Desde então, os preços para modens caíram 25% entre os latinos, enquanto no Brasil dispararam 66%. Já os valores dos pacotes para smartphones despencaram quase 60% na região, enquanto os serviços no Brasil ficaram 28% mais caros.

Competitividade

A única categoria analisada em que os preços do Brasil não são os mais caros é a banda larga para smartphones com franquias de ao menos 250 MB (Megabytes). No país, a média é de US$ 5,90 (R$ 13,60). Nesse segmento, os pacotes no mercado doméstico caíram além do índice registrado entre os latinos. Os preços de 2013 são 30% do cobrado em 2010, enquanto a média na região é de preços em torno de 48% do cobrado há três anos.

Segundo a pesquisa, o acréscimo de competitividade na região foi o fator que derrubou os preços. Citam como exemplo a Costa Rica, onde pacotes de banda larga para smartphones de 1 GB custavam US$ 20,34 (R$ 46,90) em 2010, quando o país possuía apenas uma operadora. Caíram para US$ 13,56 (R$ 31,25) em 2011, com a entrada de duas empresas. E, com a disputa entre elas pelo mercado, despencaram para US$ 7,94 (R$ 18,30), em 2012, e para US$ 5,05 (R$ 11,65), em 2013, o mais baixo da região.

Paradoxalmente, o estudo aponta o Brasil como um país onde a competitividade é alta. Segundo Raul Katz, responsável pelo estudo, a explicação é que os planos de 1 GB aumentam a pressão na rede móvel, que já está estressada pelo explosivo crescimento da conectividade no Brasil. Em junho, a banda larga móvel chegou a 74,1 milhões de acessos, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Já os planos para smartphone de 250 MB são "menos pesados em capacidade". "Então os operadores tentam limitar o crescimento da oferta de grandes capacidades enquanto competem em um produto mais leve. É por isso que o preço desse produto está caindo enquanto nos outros estão crescendo", afirmou Katz ao G1.

"Se as operadoras tivessem acesso a mais espectro, elas poderiam acomodar uma maior demanda para dados móveis em suas redes e ficarem mais confortáveis para competir em produtos com capacidades maiores (o que levaria a preços menores)", completa.

Em maio, na Copa das Confederações, as operadoras de telecomunicações enfrentaram o teste de fogo para a banda larga de quarta geração, o 4G, que opera na frequência de 2,5 GHz licitada no ano passado. Durante a competição, 14% das comunicações feitas pela internet móvel já utilizaram a tecnologia.

Além disso, o governo prepara uma nova licitação para acomodar uma nova operação do 4G. Para 2014, as faixas de frequência de 700 Mhz devem ir a leilão.

Fonte: Gomes, Helton Simões . "G1 - Brasil tem a banda larga móvel mais cara da América Latina, aponta estudo - notícias em Tecnologia e Games." G1 - O portal de notícias da Globo . http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/08/brasil-tem-banda-larga-movel-mais-cara-da-america-latina-aponta-estudo.html (accessed August 5, 2013).