segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

G1: Apple é processada por 'encolher' memória de dispositivos

Apple é processada por 'encolher' memória de dispositivos
Usuários alegam que, com novo sistema operacional, têm menos capacidade para armazenar dados pessoais em aparelhos. 

Usuários alegam que, com novo sistema operacional, têm menos capacidade para armazenar dados pessoais em aparelhos

A companhia americana Apple está sendo processada por não informar usuários sobre a capacidade de memória exigida pelo novo sistema operacional.

Segundo usuários, o iOS 8 exige tanto espaço da memória interna de iPods, iPhones e iPads que sobra aos usuários menos capacidade daquela veiculada em propagandas para armazenar seus dados pessoais nos aparelhos.

A Apple ainda não se pronunciou oficialmente sobre o processo.

A reclamação foi apresentada na Califórnia pelos americanos Paul Orshan e Christopher Endara. Eles afirmam que o iOS 8 pode ocupar até 23,1% da memória disponível em alguns dispositivos da Apple.

Além disso, segundo os autos do processo, aparelhos que possuam a versão anterior do sistema operacional, o iOS 7, quando atualizados, podem perder até 1,3 gigabytes de memória.

Orshan e Endara afirmam ainda que a quantidade de espaço exigida pelo iOS 8 pode levar os usuários a ficar rapidamente sem memória. Sem armazenamento, eles acabariam forçados a assinar o sistema de armazenamento em nuvem da Apple, o iCloud.

No processo, os americanos pedem milhões de dólares em reparação aos usuários que tiveram problemas de armazenamento com seus dispositivos da Apple.

Procurada pela reportagem da BBC, a Apple não retornou as ligações.

A última atualização para o iOS 8 foi disponibilizada no final de setembro, mas a Apple acabou forçada a tirá-lo de circulação logo depois e, posteriormente, relançá-la após verificar que alguns iPhone 6 não estavam conseguindo fazer chamadas.

A Apple emitiu um pedido de desculpas público sobre a atualização e informou que "apenas" 40 mil pessoas foram afetadas pelo problema. 

IdgNow: Samsung cria aplicativo “Look at Me” para ajudar crianças com autismo

Samsung cria aplicativo “Look at Me” para ajudar crianças com autismo

Testes clínicos em pequena escala mostram uma melhoria de até 60% na habilidade de manter contato visual com as pessoas
A Samsung Electronics Co. Ltd. está usando tecnologia para melhorar a vida das pessoas com autismo. A empresa criou o aplicativo “Look At Me” para desenvolver as habilidades de comunicação de crianças autistas, aprofundando as relações com aqueles ao seu redor.

Alguns estudos mostraram que jovens autistas gostam de interagir com dispositivos inteligentes e, pensando nisso, a Samsung, em parceria com médicos e professores da Seoul National University e da Yonsei University, desenvolveu o aplicativo “Look At Me”, conduzindo testes clínicos conjuntos com 20 crianças por 8 semanas.

Por meio de smartphones e tablets com funções de câmera, crianças podem aprender a interpretar o humor de uma pessoa, lembrar rostos e tirar fotos delas mesmas, exibindo uma gama de emoções e diferentes poses. Sete missões divertidas e interativas mantêm as crianças engajadas, enquanto um sistema de pontos, recompensas e efeitos visuais e sonoros as incentivam a fazer o seu melhor. Cada missão dura de 15 a 20 minutos para ser completada.

Progresso em contato visual
O professor Kyong-Mee Chung, da Yonsei University, notou que “60% das crianças testadas mostraram progresso para fazer contato visual. Elas também puderam identificar expressões emocionais mais facilmente. Este aplicativo irá ajudar crianças com autismo a melhorar suas percepções e a expressão de diversas emoções, como felicidade, surpresa e medo”.

“Mais de 60 milhões de pessoas já foram diagnosticadas com autismo no mundo. Os custos do tratamento são altos e possuem períodos de espera para o início do período clínico. Sabendo que crianças autistas interagem bem com tecnologia, nós imaginamos que poderíamos ajudar de alguma forma o desenvolvimento de suas habilidades de comunicação”, disse Chung Lyong Lee, Vice Presidente da Corporate Citizenship Group na Samsung.

O “Look At” me foi desenvolvido em colaboração com o professor Hee-Jeong Yoo da Seoul National University Bundag Hospital e os professores Kyong-Mee Chung e Sang-Chul Chong do Departamento de Tecnologia da Yonsei University. O aplicativo pode ser baixado na Google Play e é otimizado em aparelhos da Samsung, incluindo Galaxy S5, Galaxy S4, Galaxy S3, Galaxy Note 4, Galaxy Note 3, Galaxy Note 2, Galaxy Zoom 2, Galaxy Zoom e Galaxy Tab S.

G1: 2015 é o ano de máquinas falarem com máquinas, apostam especialistas

Tecnologia permite, por exemplo, comandar eletrodomésticos do celular.
Neutralidade de rede e pagamento pelo celular também são tendências.
Depois de os computadores se conectarem via web e de as pessoas fazerem das redes sociais a extensão de suas vidas, 2015 deve ser o ano que consolidará a chamada "internet das coisas" – termo criado para explicar a conversa entre máquinas, o que, na vida real, já permite que celulares comandem lavadoras de roupas e se conectem a carros, por exemplo.

O professor da Uerj e pesquisador do MIT Media Lab Ronaldo Lemos identifica em alguns acontecimentos recentes a construção da pista de decolagem para essa nova tendência. Um deles é a compra da Nest pelo Google por US$ 3,2 bilhões. A empresa adquirida, aparentemente uma fabricante de termostatos inteligentes, entra em cheio nessa onda, pois os aparelhos criados por ela são todos "inteligentes", ou seja, se conectam a outros dispositivos para funcionar.

Outro fator é o interesse do governo chinês, que investe maciçamente na área. Por lá, já há lâmpadas integradas à internet e que "falam" com outros aparelhos, como TV e utensílios domésticos. "Isso vai começar a entrar na casa dos consumidores de forma silenciosa", diz Lemos.

Estímulo do governo
Por aqui, o caminho também vai sendo pavimentado por ações do governo. O BNDES já realizou seminários em que indicou ter linhas de investimento para a área e, em maio, desonerou aparelhos de internet M2M (máquina-a-máquina). O nome pode parecer estranho, mas são essas conexões que ligam maquininhas de cartão de crédito, por exemplo. Até agosto, já eram 9,2 milhões de aparelhos M2M no país.

Lemos aponta os "smart grids" – redes inteligentes de transmissão e distribuição de energia – como um exemplo de que a internet das coisas já é realidade. Essas redes já são implantadas por empresas como a CPFL, a fim de identificar escoadouros de energia e automatizar a cobrança dos consumidores.

"A expansão da banda larga muda o comportamento do consumidor, que pressiona por novos serviços. O cidadão fica 'inteligente', utiliza o Waze, apps para medir energia, e ele começa a esperar que, não só a cidade, mas empresas e órgãos públicos também utilizem esses sistemas para facilitar a vida dele", comenta André Gualda, especialista do ConsumerLab da Ericsson na América Latina.

Para ele, apesar de ser uma tendência forte, a "internet das coisas" caminhará mais rápido conforme avançar o uso da banda larga e a cobertura de celular de qualidade no Brasil. Lemos aposta que a internet rápida vai dominar as iniciativas públicas no ano, já que o país come poeira dos vizinhos Colômbia, Venezuela e Argentina. “O Brasil ficou para trás nessa discussão.”

Neutralidade de rede
Os especialistas afirmam ainda que outras tendências andarão lado a lado com a "internet das coisas" em 2015. Uma delas é a regulação da neutralidade de rede. O termo define o tratamento igualitário que provedores de internet devem dar aos pacotes de dados trafegados pela rede e ficou famoso no Brasil por estar presente no Marco Civil da Internet, que entrou em vigor em junho. Só que, para destravar a discussão sobre a lei, o governo negociou deixar a questão em aberto.

"O ano de 2015 vai ser da regulamentação da neutralidade de rede no Brasil", afirma Lemos, acrescentando que também "vai ter a possibilidade de se interpretar práticas e serviços de operadoras". Na berlinda, estão pacotes de internet que não tarifam o acesso a Facebook, Twitter e WhatsApp, assim como a cobrança adicional a provedores de conteúdo que não queiram ter seus serviços transmitidos a baixas velocidades. O debate já está quente na Europa e nos Estados Unidos, onde o presidente Barack Obama é um defensor da neutralidade.
Pagamento por aproximação permite pagar contas
com celular.
Pagamento pelo celular
Outra coisa que deve entrar com força na vida das pessoas são os pagamentos móveis. Para Lemos, a principal responsável por isso é a Apple. Em outubro, a empresa colocou para funcionar o Apple Pay, seu sistema que quita contas apenas com a aproximação entre celular e terminal de pagamento. Em 72 horas, mais de um milhão de cartões de crédito já estavam registrados só nos EUA. Em breve, o serviço chegará a Europa, Índia, Oriente Médio e África.

Assim como ocorreu quando mexeu com o mundo da música ao lançar o iTunes 11 anos atrás, a Apple já provocou reação no mercado com a iniciativa. A Samsung prepara seu próprio facilitador de pagamentos, enquanto o Walmart lidera um consórcio de varejistas norte-americanos para criar uma ferramenta rival.

"As pessoas estão cansadas de carregar três cartões, o da loja, o de crédito e o de débito", diz Gualda. Uma pesquisa da Ericsson realizada com donos de smartphones em todo o mundo mostrou que 48% deles preferem carregar apenas o celular e deixar a carteira em casa. Foram ouvidos 5.024 pessoas, com idades de 16 a 59 anos, de nove países. Dos entrevistados, 80% dizem esperar que até 2020 o celular substitua a carteira. E esse futuro começa em 2015. 

Info: Fabricante indiana de smartphones Micromax planeja abrir capital

Fabricante indiana de smartphones Micromax planeja abrir capital
Segunda maior fabricante de smartphones da Índia planeja levantar até 500 milhões de dólares no IPO

A Micromax Informatics, segunda maior fabricante de smartphones da Índia, planeja levantar até 500 milhões de dólares por meio de uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em abril, informou o jornal Economic Times neste sábado.

A empresa, que entrou no mercado de celulares da Índia em 2008, com telefones baratos de tela grande, vai vender uma participação minoritária, disse o jornal, citando executivos de bancos e outro da empresa.
A Micromax escolheu o Morgan Stanley e o Goldman Sachs para coordenar a oferta, segundo o relatório, acrescentando que espera ser avaliada em 14 vezes seu lucro operacional.

A Micromax não respondeu imediatamente ao pedido da Reuters para comentar o assunto.

Apoiada pelas empresas de private equity TA Associates e Sequoia Capital, a Micromax havia contratado bancos em 2010 para um IPO para levantar até 150 milhões de dólares, mas descartou o plano de um ano depois, citando as frágeis condições do mercado.

Seus principais rivais em mais rápido crescimento do mercado de smartphones do mundo incluem a Samsung Electronics, a Motorola e a chinesa Xiaomi.

No trimestre fechado em setembro, mercado de smartphones da Índia cresceu em 64 por cento. A líder Samsung tem uma fatia de mercado de 25 por cento, seguido pela Micromax com 20 por cento, de acordo com a agência de pesquisa Contraponto Research.

Info: Netflix bloqueia usuários que burlam restrição geográfica

Netflix bloqueia usuários que burlam restrição geográfica
Gabriel Garcia

De acordo com site, o Netflix está bloqueando assinantes que acessam o serviço utilizando VPN e outras ferramentas para burlar a restrição geográfica

O Netflix passou a bloquear assinantes que acessam o serviço utilizando VPN (que altera o endereço de IP) e outras ferramentas que burlam as restrições geográficas.

As mudanças, que também podem afetar usuários que acessam de forma normal o serviço, foram pedidas por estúdios de cinema que querem controle total sobre o que as pessoas podem ver em seus respectivos países. As informações são do site TorrentFreak.

Devido a acordos e licenças, o Netflix é disponível apenas em algumas dezenas de países, todos eles com diferentes conteúdos em suas bibliotecas de filmes e séries.

Algumas pessoas enganam as restrições de conteúdo e acesso ao usar VPNs ou outras ferramentas que alteram sua localização geográfica. Isso possibilita que pessoas do mundo todo acessem a versão americana do Netflix, por exemplo.

Os estúdios de cinema não estão satisfeitos com esses assinantes, já que eles violam seus acordos de licenciamento. Eles são chamados de “piratas do VPN” por essas empresas de entretenimento, que alegam que esses usuários prejudicam seus negócios.

Nas últimas semanas, o Netflix começou a agir contra pessoas que usam ferramentas para burlar a restrição geográfica. O aplicativo de Android começou a forçar o uso do Google DNS, tornando mais difícil usar desbloqueadores DNS baseados na localização. Vários outros serviços de VPN também foram alvo das medidas do serviço de streaming.

Até agora, as ações se limitaram a alguns casos, então nem todos os usuários de VPN tiveram problemas. O TorGuard, um desses serviços, porém, já verificou um crescimento de problemas com seus usuários a partir de dezembro.

O Netflix estaria testando vários métodos de bloqueio. Além de forçar o uso do DNS do Google, o serviço também verifica o fuso horário da localização do usuário por meio do browser e então o compara à hora de seu endereço de IP.

Info:Xiaomi vendeu 61 mi de aparelhos em 2014 e planeja expansão

Xiaomi vendeu 61 mi de aparelhos em 2014 e planeja expansão

Gabriel Garcia
Os resultados foram divulgados pelo fundador e presidente Lei Jun em seu blog pessoal
A Xiaomi, fabricante chinesa de smartphones, confirmou que vendeu 61,1 milhões de telefones em 2014, gerando receitas que superaram os 12 bilhões de dólares (32 bilhões de reais).

Os resultados foram divulgados pelo fundador e presidente Lei Jun em seu blog pessoal e estão de acordo com as expectativas da empresa para o ano passado.

Fundada há quatro anos, a Xiaomi vendeu 18,7 milhões de aparelhos em 2013 e 7,2 milhões em 2012. Em dezembro, a empresa levantou 1,1 bilhão de dólares em investimentos, aumentando seu valor de mercado para 45 bilhões de dólares.

Em 2014, a empresa tornou-se a terceira maior fabricante de smartphones do mundo.

Lei Jun afirmou que a empresa espera vender 100 milhões de aparelhos em 2015, focando-se em outros países além da China e os outros sete territórios asiáticos no qual a marca comercializa seus produtos.

O presidente da Xiaomi disse que a fabricante irá se expandir nesses próximos meses, mas não especificou quais eles serão. Rumores afirmam que a marca deve chegar em outros países do Sudeste Asiático, além do México, Turquia, Rússia e até o Brasil.

O mercado chave da empresa atualmente é a Índia, onde a empresa vendeu um milhão de aparelhos em seus primeiros cinco meses.

No post de Lei Jun, feito em forma de carta de agradecimento aos quase 5 mil funcionários da empresa, o fundador da Xiaomi afirmou que a marca está mais competitiva do que nunca.

“Somos uma empresa que a indústria da tecnologia nunca havia visto. De agora em diante, cada passo que dermos irá escrever um novo capítulo na história da indústria”, escreve o fundador da Xiaomi.

IdgNow: Casa conectada terá espaço no CES, mas ainda é mercado de nicho

Casa conectada terá espaço no CES, mas ainda é mercado de nicho


Segundo pesquisa do Gartner, apenas consumidores de alto poder aquisitivo adotam os dispositivos e é preciso aumentar a percepção de valor

A casa conectada é um dos assuntos mais quentes do momento e um bocado de inovações em torno dela devem ser mostradas durante a International Consumer Electronics Show (CES) 2015, que acontece de 6 a 9 de janeiro em Las Vegas.

Embora o interesse por criar uma casa mais inteligentes e mais eficiente cresça diariamente, compelido especialmente pelo crescimento dos dispositivos móveis que interagem com inúmeros objetos e dispositivos conectados, segundo o diretor de pesquisas do Gartner, Hendrik Bartel, os dispositivos para uma casa conectada por enquanto têm penetração em um nicho muito específico de lares de alto poder aquisitivo.

Dispositivos para casas conectadas incluem automação doméstica como termostatos inteligentes e lâmpadas conectadas a redes wi-fi; dispositivos de monitoramento como câmeras de segurança que transmitem imagens para um dispositivo móvel do dono da casa ou para uma estação central de monitoramento.

Bartel diz que uma pesquisa recente feita pelo Gartner com 6,5 mil consumidores dos EUA e Alemanha identificou que 16% dos lares americanos possuem pelo menos um dispositivo para casas conectadas, enquanto que outros 4% possuem dois ou mais dispositivos. Isso dá um total de 25 milhões de casas nos Estados Unidos.

Na Alemanha, menos de 10% das casas também possuem um dispositivo inteligentes e a fatia de lares com dois ou mais dispositivos é de apenas 3%.

Segundo o pesquisador, para aumentar o interesse do mercado e ampliar a adoção, será necessário que as empresas aumentem a percepção do valor dos produtos para os consumidores, convencendo-os da vantagem de ter uma casa conectada. Outra alternativa, segundo ele, é oferecer descontos na compra de múltiplos dispositivos. Esse recurso daria um benefício adicional ao consumidor e também aumentaria a fidelização junto a produtos e marcas.

Bartel diz que é imperativo garantir que os dispositivos de automação das casas se conectem facilmente a controles digitais preexistentes (como notebooks, smartphones e tablets) e também a qualquer dispositivo de automação que a casa já possua.

Para o pesquisador, durante o CES 2015, uma das tendências será ver mais marcas previamente ligadas a produtos para o lar anunciando dispositivos para a casa conectada. Esse movimento, segundo ele, será um tremendo avanço na direção da democratização de serviços e dispositivos de casas inteligentes.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Prodeb encerra o ano com balanço positivo e futuro promissor



O Conselho de Administração felicita a Prodeb pelo trabalho feito ao longo do último quadriênio do Governo Wagner

A Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), em sua última reunião do Conselho de Administração do exercício de 2014, foi parabenizada pelos conselheiros durante a apresentação de seu balanço financeiro, das atividades em curso e da visita à sua nova sala cofre. Para o Conselheiro e Secretário da Educação, Osvaldo Barreto Filho, a empresa realmente deu um grande salto. "Eu estou acompanhando e tenho a certeza que nós estamos tratando de uma nova Prodeb, em termos de prestação e de integração de serviços. Uma empresa que olha para o futuro e para essa gama de possibilidades de mudanças radicais". Para Osvaldo Barreto, a Prodeb pode ser a grande empresa de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) do Estado, não apenas de governo, mas para outros segmentos do Estado da Bahia.
"A Secretaria da Educação pretende prosseguir com a ampla parceria com a Prodeb a fim de atender a grande necessidade de organização de bancos de dados escolar, pois um grave problema para os municípios é que, ao final de cada gestão, é comum a falta de continuidade e preservação das informações do município. Implanta-se e se perde. Entendo que um dos trabalhos da Prodeb é abrigar esses bancos de dados da educação na Bahia, ter uma visão sobre os processos dos professores e das necessidades de informação", pontuou Osvaldo Barreto, ao descrever uma base de dados que possa relacionar desde documentos de gestão escolar a artigos de caráter multidisciplinar, de uso em sala de aula.

Rede e Data Center- Durante a visita feita ao Data Center, os conselheiros e diretores da Prodeb, participaram da apresentação sobre a nova Sala Cofre da Prodeb, realizada pela assessora de Segurança da empresa, Elba Vieira. Parcialmente em operação, a ser inaugurada em janeiro próximo, a nova Sala Cofre da Prodeb é a maior do Norte e Nordeste do país. "Temos a estrutura adequada para atender com qualidade e segurança às necessidades do estado e iniciar um projeto de nuvem privada ofertando serviços sob demanda aos seus clientes, e com isto, otimizando a utilização dos recursos computacionais, e consequentemente, reduzindo os preços dos serviços e melhorando a satisfação dos seus clientes. Esse projeto e o projeto de Banda Larga, em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), são dois componentes basilares para oferecermos soluções para o cidadão e para a modernização do Estado", explicou Álvaro Santos.
De acordo ainda com Álvaro Santos, “dispor de uma forte infraestrutura de comunicação é fundamental para democratizar os serviços de TI e reduzir a distância entre o governo e o cidadão”. A Prodeb fecha o ano completando a expansão em fibra ótica da rede principal (backbone) integrada à Remessa, que viabiliza a integração em alta velocidade de todos os pontos (inicialmente 300 e depois a totalidade) do governo do estado na Região Metropolitana de Salvador. Quando implantada nas escolas públicas estaduais, parte desta capacidade poderá ser ofertada, no horário noturno, para o cidadão residente nas áreas do entorno destas escolas. No próximo ano, junto com os mesmos parceiros, a Prodeb estará iniciando a ampliação deste projeto de Banda Larga para todo o interior do Estado, em várias etapas, conforme região geográfica.
Na reunião do Conselho foi apresentado o e-Cidade, projeto do Ministério do Planejamento acolhido e internalizado pela Prodeb, para ofertar aos municípios baianos serviços básicos nas áreas de Educação, Saúde, Finanças, Tributário, Recursos Humanos, etc. ampliando a cobertura de atendimentos ao cidadão que mora no interior do Estado da Bahia. A Prodeb reúne atualmente todos os requisitos necessários para prestar este tipo de atendimento aos municípios.
O futuro próximo, horizonte promissor - Além do atendimento ao cidadão e ao governo em suas duas esferas, estadual e municipal, a Prodeb pretende inaugurar um novo foco na sua atuação: geração de renda, voltada para o atendimento das necessidades de TIC ao pequeno empreendedor (iniciativas familiares, em regra), e para o mega empresário. O esforço no processo de interiorização das ações de TIC no Estado da Bahia se justifica pelo alcance desta iniciativa. “Imaginem uma loja de aplicativos (APP’s para uso em dispositivos móveis) orientada para o pequeno empresário que possa viabilizar a informatização dos seus pequenos negócios. Com muito baixo custo, serão ofertadas soluções para atender as necessidades destes empreendedores, alcançados através das redes que estaremos montando ou quaisquer outros meios de comunicação de dados já existentes”, descreve Álvaro Santos. Para o presidente da Prodeb, ofertar infraestrutura tecnológica e ampliar a visibilidade desses pequenos negócios, hoje espalhados e isolados no interior do Estado, “será sem dúvida uma grande contribuição do Governo do Estado a muitos milhares de baianos, um público fora do foco do mercado privado de TIC e, portanto, não atendidos", avalia.
Segundo Álvaro, a Prodeb espera envolver o mercado de TIC da Bahia, as universidades, as empresas incubadas do Parque Tecnológico e grandes provedores mundiais deste tipo de tecnologias – negociações já iniciadas - para participarem desse esforço na criação de APP’s voltadas para esses pequenos negócios e para o uso do próprio cidadão, pessoa física. Na outra extremidade do universo empresarial estão as grandes corporações. “Nestes casos podemos afirmar que empresa alguma no mundo funciona sem estar interligada com sua cadeia de fornecedores e de clientes. A contribuição da Prodeb para este segmento está no provimento de link de comunicação de dados de qualidade em parceria com a Secti e Seinfra”, acrescenta Álvaro Santos.
Ao segmento intermediário, empresas de médio porte, a Prodeb pretende, sempre que necessário, prestar atendimento em parceria com o mercado de TIC local, complementando competências que estes empresários não ofereçam. “Entendemos que o fortalecimento do mercado local de TIC é um importante instrumento de desenvolvimento socioeconômico do nosso estado, especialmente por se tratar de um setor gerador de postos de trabalho qualificados e de empreendimentos não poluentes. Por meio da capacidade de contratação de produtos e serviços de TIC do Governo do Estado estimulamos e fortalecemos toda a cadeia empresarial local”, pontua Álvaro.
A terceira plataforma de TIC é composta por mobilidade, cloud, big data, redes sociais, internet das coisas etc., constitui um conjunto de inovações disruptivas, simultâneas, nunca visto antes. A Prodeb vem estudando e se preparando para esta nova realidade tecnológica, buscando antever oportunidades, extraindo destas tecnologias utilidades que promovam a melhoria dos serviços públicos oferecidos aos cidadãos, ganhos de competitividades ao setor produtivo e a modernização da máquina pública. A evolução tecnológica da Prodeb rumo a essa plataforma será fundamental para a TIC do estado construir sua solução de governo eletrônico (e-government) atendendo às necessidades do cidadão e da sociedade com oferta crescente de serviços de uma forma universal, democrática, justa, ágil, racional, econômica e segura.
De acordo com Álvaro Santos, empreender esta grande transformação em curto prazo é um desafio de difícil superação, mas é importante lembrar que a Prodeb, constituída em uma época em que só existia o mainframe (1ª plataforma de TIC em computador centralizado), já superou ao longo dos anos várias mudanças radicais, com sucesso. “Até recentemente mais de 70% dos serviços da Prodeb eram baseados num CPD centralizado com a utilização do mainframe. Atualmente, com a disseminação do uso de servidores poderosos (2ª plataforma de TIC), menos de 25% de nossos serviços depende do mainframe. O horizonte futuro é desafiador, mas a experiência vivida ao longo de décadas nos dá a certeza que saberemos superar. Um futuro promissor nos aguarda!”

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

G1: Hacker diz ter clonado digital de ministra alemã

Hacker diz ter clonado digital de ministra alemã
Caso amplia dúvidas sobre segurança da biometria por impressão digital - método usado para identificar eleitores no Brasil.  
Ursula von der Leyen, ministra da Defesa da
Alemanha, pode ter tido sua digital clonada

Um membro da rede de hackers Chaos Computer Club (CCC) diz ter clonado a impressão digital de uma política alemã usando imagens feitas de seu dedo durante uma entrevista coletiva.

Jan Krissler garante que teria conseguido falsificar a impressão digital da ministra da Defesa da Alemanha, Ursula von der Leyen, a partir de fotos feitas com uma câmera fotográfica comum.

O caso parece reforçar a ideia, defendia por alguns especialistas, de que a biometria por impressão digital - que começou a ser usada em urnas eletrônicas no Brasil - deixou de ser um método seguro para proteger dados e identificar pessoas.

As declarações de Krissler - também chamado de "starbug" no circuito dos hackers - foram feitas em uma convenção para integrantes do CCC, que, aos 31 anos, diz ser "a maior associação de hackers da Europa". Sua palestra também foi transmitida online a partir do site da associação.

Segundo o hacker, as fotos de Von der Leyen teriam sido feitas em outubro. Um "close" de seu dedo e algumas outras fotos de ângulos diferentes teriam sido suficientes para falsificar a digital da ministra.

"No passado já havia sido demonstrado como é fácil 'roubar' a impressão digital de uma pessoa se ela tocar uma superfície polida (como um vidro ou um celular)", diz o texto de apresentação da palestra de Krissler no site da CCC.

"Agora, uma nova e às vezes surpreendente maneira de fazer isso será demonstrada. E com esse conhecimento não haverá mais a necessidade de se roubar objetos com as digitais (a serem clonadas)."

Foto de dedo de ministra teria sido tirada durante entrevista coletiva

Durante seu discurso, Krissler sugeriu que, após ouvirem sobre sua descoberta, "os políticos provavelmente passarão a usar luvas ao falar em público" .

Falhas e alternativas

Além de ser usado durante as eleições brasileiras, o sistema de identificação por impressão digital também é utilizado como medida de segurança em dispositivos da Apple e da Samsung.

"Não é fácil falsificar um teste de biometria que depende de informações estáticas - como identificação da face ou de impressões digitais, mas há um certo reconhecimento de que esses sistemas têm falhas", diz o especialista em segurança cibernética Alan Woodward, da Universidade de Surrey.

Woodward diz que já há métodos que reconhecem características mais difíceis de serem replicadas, como as veias dos dedos ou o movimento do corpo.

Em setembro, por exemplo, o banco Barclays lançou para clientes corporativos esse sistema de reconhecimento que identifica as vasos sanguíneos dos dedos.

A técnica também seria utilizada em caixas eletrônicos no Japão e na Polônia.

Segundo a empresa Hitachi, que fabrica aparelhos que fazem esse reconhecimento, ele é possível porque as veias têm uma composição única em cada indivíduo.

Testes feitos na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Geral de Southampton em 2013 indicam que esses padrões não são alterados por mudanças na pressão arterial. 

G1: Gmail é bloqueado na China

Gmail é bloqueado na China  
Usuários do serviço disseram que ele não funcionava nesta segunda.
Tráfego diminuiu desde sexta-feira (26). 

O Gmail, do Google, foi bloqueado na China após meses de interrupções do maior serviço de email do mundo, e um grupo de ativistas anticensura sugeriu que a culpa era da intervenção do país asiático na internet.

Vários endereços do Gmail na internet foram cortados na China na sexta-feira (26), disse o GreatFire.org, um grupo de defesa de liberdade de expressão com sede na China. Usuários disseram que o serviço ainda estava sem funcionar nesta segunda-feira (29).


"Eu acho que o governo está apenas tentando eliminar a presença do Google na China e até enfraquecer seu mercado no exterior", disse um membro do GreatFire.org, que utiliza um pseudônimo.

"Imagine se os usuários do Gmail não puderem entrar em contato com clientes chineses. Muitas pessoas fora da China podem ser forçadas a trocar o Gmail".

O Relatório de Transparência do próprio Google, que mostra o tráfego de serviços do Google, mostrou uma diminuição do tráfego do Gmail na China na sexta-feira.

"Nós checamos e não há nada errado na nossa ponta", disse em um email um porta-voz do Google em Cingapura.

Quase todos os serviços do Google estão sendo pesadamente interrompidos na China desde junho deste ano, mas até a semana passada os usuários do Gmail ainda podiam acessar emails baixados via protocolos como IMAP, SMTP e POP3. Eles permitiam que as pessoas se comunicassem usando o Gmail em aplicativos como o email do iPhone, da Apple, e o Microsoft Outlook.

A China mantém controle pesado da Internet, impedindo quaisquer sinais de dissidência ou desafios ao Partido Comunista.

G1: '3 horas para ver um clipe': cubanos relatam drama de interagir em redes sociais

'3 horas para ver um clipe': cubanos relatam drama de interagir em redes sociais
#SalaSocial Reaproximação com EUA deve impactar telecomunicações na ilha; 'Ter internet em Cuba hoje é mais difícil que ter telefone fixo há 30 anos no Brasil', diz dono de site.
Cuba ocupa 160º lugar em um ranking mundial que mede acesso a telefonia, banda larga, residências com internet e computadores

Cubanos natos, moradores e visitantes da ilha governada pelos Castro a rigor podem acessar o YouTube com liberdade. O problema é que, na prática, a maioria não consegue assistir a nenhum vídeo.

Velocidade, qualidade de conexão, preço e quantidade de pontos de acesso à internet sempre foram pedras no caminho de quem passa pelo único país comunista das Américas. Agora, se depender das promessas recentes de Raúl Castro e Barack Obama, líderes de Cuba e dos Estados Unidos, a barricada tecnológica pode cair.

Em discurso simultâneo feito em 17 de dezembro, ambos anunciaram, entre outras medidas, que provedores americanos de telecomunicações poderão instalar sua infraestrutura e exportar serviços para a ilha caribenha. Para "melhorar a comunicação entre os países", a Casa Branca disse por comunicado que quer estimular a oferta de "serviços comerciais de telecomunicações e internet" - inclusive via smartphones.

À BBC Brasil, moradores da ilha disseram que uma única hora de acesso à rede hoje pode custar até US$ 8. O valor equivale a 40% do salário mensal de 8 em cada 10 cubanos - cuja renda é de aproximadamente US$ 20 por mês.

Incomum em residências, o acesso é realizado normalmente em universidades ou espécies de lan houses estatais criadas pelo governo em 2013 - há 154 no país, segundo fontes oficiais.

Mas enquanto o Estado afirma que 25% dos cubanos têm acesso à rede, entidades internacionais de direitos humanos alertam que apenas 5% acessam a "internet total", isto é, sem restrições, páginas controladas ou bloqueadas.

De acordo com relatório divulgado em novembro pela UIT (União Internacional de Telecomunicacões), Cuba ocupa o 160º lugar em um ranking mundial que mede acesso a telefonia, banda larga, residências com internet e computadores.

A lista inclui 166 países - considerados piores que Cuba, só a Eritrea, a República Democrática do Congo, a República Centro-Africana, Chade, Mianmar e Madagascar.

Revolução

Governo cubano diz que falta de internet é fruto de bloqueio dos EUA; americanos dizem que limitação é estratégia cubana para controlar cidadãos

Duas justificativas distintas são frequentes para explicar a dificuldade de conexão da ilha, segundo os cubanos entrevistados.

Por um lado, simpatizantes de Raúl Castro atribuem as limitações ao embargo econômico imposto pelos Estados Unidos. Outros argumentam que a má qualidade do acesso seria uma forma conveniente de dificultar o contato dos moradores da ilha com outras pessoas e com as informações em circulação.

"Posso deixar um videoclipe carregando por três horas e sei que não vou conseguir assisti-lo", disse ao #SalaSocial da BBC Brasil o documentarista cubano Ismael Perdomo, de 43 anos, que vive em Havana.

A ligação para o telefone fixo do cineasta caiu quatro vezes durante uma hora de conversa.

Criador do site Cuba24horas.com, onde publica minidocumentários como Havana-Miami: Os tempos mudam (série de histórias sobre a vida dos cubanos que vivem nas duas cidades), Perdomo lamenta que seus conterrâneos tenham "perdido muita coisa do mundo digital".

"Ter internet em Cuba hoje é mais difícil que ter telefone fixo há 30 anos no Brasil", diz. Ele se refere à época em que uma linha telefônica comum chegava a custar US$ 3 mil nas principais capitais brasileiras e demorava anos para ser instalada.

O cineasta, entretanto, defende o regime comunista que rege a ilha desde o início do castrismo, em 1959.

"A pressão financeira nos fez um país pequeno", argumenta. "Cuba precisa de muitas mudanças, mas nossa revolução foi autêntica, legítima e durou muitos anos. É uma etapa importante que passou e agora queremos alcançar o resto do mundo."

Sua opinião não coincide com a de muitos moradores da ilha - caso da espanhola Libia Pérez, que vive em San Antonio de los Baños, a 27 quilômetros de Havana. "Quem vive fora da ilha tem muito mais facilidade de se informar sobre o que acontece em Cuba do quem vive dentro", ela diz.

À reportagem, por meio de mensagens privadas no Facebook, Pérez questiona o argumento de que a internet ruim seria culpa do bloqueio. "Agora é hora de comprovar. A suspeita geral é contra o governo, que parece não querer abrir esta janela ao povo", diz.

Redes

Mas qual será o alcance local das redes sociais - reconhecidas em todo o ocidente como espaços de discussão política, críticas a governos e organização de eventos como as "primaveras" que se espalharam por vários países?

Segundo o documentarista Perdomo, elas são mais usadas como ferramentas de comunicação do que fonte de informação ou questionamento.

"Fizemos uma pesquisa local e, para a maioria dos garotos, as redes sociais são apenas espaços para conversar com amigos distantes e familiares no exterior", diz.

A conclusão foi que as redes funcionam em Cuba como um "telefone mais moderno", e não como espaço para troca de notícias e dados, diz o morador de Havana.

Leia mais? `Os cubanos não têm sentimentos antiamericanos'

Nas palavras do conterrâneo Pablo Nuñez, de 19 anos, os cubanos "não tiveram chance" de criar o hábito de usar as redes como ferramenta crítica. "Com a baixa velocidade, as redes aqui servem para o básico: mandar e receber notícias, às vezes fotos, para as pessoas que amamos", diz.

Graças ao mercado negro, as redes sociais por lá acabam se tornando "analógicas": para driblar restrições, os cubanos têm o hábito de fazer circular HDs externos, CDs e até disquetes com vídeos, fotos e textos que poderiam ser questionados pelo governo ou demorar muito para serem acessados pelo computador.

O estado das comunicações digitais é complicado pelo fato de boa parte dos cidadãos usar o que se chama internacionalmente de "intranet cubana".

De acordo com o jornal Washington Post, a internet para a maioria dos cubanos se restringe a um sistema local que inclui e-mails, sites favoráveis ao governo "e um punhado de outros serviços". A "internet completa" fica restrita a estrangeiros em hotéis e universidades e alguns profissionais cubanos autorizados pelo governo.

Pablo desconversa quando questionado se poderia criticar o que não lhe agradasse no governo. "Há muitas maneiras de se mostrar o que se sente. Não precisa ser na frente do computador." 

IdgNow: Facebook pede desculpas após app de retrospectiva relembrar momentos ruins

Facebook pede desculpas após app de retrospectiva relembrar momentos ruins


Web designer criticou recurso da rede social por trazer foto de filha recém-falecida entre "os pontos altos" de 2014.

O Facebook se desculpou na última sexta-feira, 26/12, após o seu aplicativo de retrospectiva trazer memórias ruins para o web designer Eric Meyer.

Em seu blog, Meyer analisou e explicou o erro do aplicativo Year in Review, do Facebook, que junta um “pacote” os posts e fotos mais curtidas do usuário. Mas, para o designer, isso significou ver uma foto da sua filha que faleceu há pouco tempo, cerca por ícones “alegres” da rede social.

O usuário também criticou o fato que a ferramenta foi exibida no seu feed padrão no Facebook e que não havia um recurso fácil de acessar para conseguir esconder a retrospectiva em questão.

Facebook se desculpa...

No final de semana, o jornal Washington Post publicou um pedido de desculpas do gerente de produtos do Facebook, Jonathan Gheller, sobre o incidente. “O aplicativo foi incrível para muitas pessoas, mas claramente nós trouxemos tristeza em vez de alegria neste caso.”

...e o usuário também

Meyer confirmou o recebimento de um pedido pessoal de desculpas enviado diretamente pelo Facebook e disse que sua intenção com o post foi alertar para o fato de que o design na web quase nunca leva em conta os chamados “piores cenários possíveis”.

Por fim, o designer pediu desculpas à equipe responsável do Facebook por “derrubar a Internet na cabeça deles durante o Natal”.

IdgNow: Microsoft prepara novo navegador para o Windows 10, diz site

Microsoft prepara novo navegador para o Windows 10, diz site

Segundo página especializada, novo browser da empresa seria chamado Spartan e teria características dos rivais Chrome e Firefox. IE continuaria sendo oferecido.
A Microsoft trabalha em um navegador totalmente novo para o Windows 10 que teria o codenome de Spartan, segundo informações do site especializado ZDNet.

De acordo com a página, esse novo browser não é o Internet Explorer 12, possível próxima versão do velho conhecido browser da empresa que ganha uma atualização com a chegada de produtos importantes.

Com esse novo navegador, a Microsoft estaria planejando começar do zero nesse segmento com um browser que tenha características dos rivais Chrome, do Google, e Firefox, da Mozilla, aponta a ZDNet.

No entanto, a possível chegada do Spartan não significaria o fim do Internet Explorer, que continuaria sendo oferecido juntamente com o Windows 10 por questões de compatibilidade – assim, o novo sistema chegaria aos consumidores com dois browsers diferentes.

Vale lembrar que a Microsoft agendou um evento especial sobre o Windows 10 para o próximo 21 de janeiro. Pode ser que a empresa já fale sobre essa novidade muito em breve, pelo jeito.

G1: Fabricante de smartphones Xiaomi levanta US$ 1,1 bilhão de investidores

Fabricante de smartphones Xiaomi levanta US$ 1,1 bilhão de investidores
'Apple da China' é terceira maior fabricante de smartphones do mundo.
Valor de mercado da companhia alcançou US$ 45 bilhões.
A chinesa Xiaomi, uma das fabricantes de smartphones de maior crescimento no mundo, levantou US$ 1,1 bilhão em uma rodada de captação que cimenta seu status como uma das empresas privadas de tecnologia mais valiosas do mundo, com valor de US$ 45 bilhões.

Os investidores incluem fundos de private equity como All-Stars Investment, DST Global, Hopu Investment Management e Yunfeng Capital, assim como o fundo soberano de Cingapura GIC, disse o presidente-executivo da empresa, Lei Jun, nesta segunda-feira (29) em Weibo.

A operação representa um dos primeiros investimentos de alto nível do All-Stars, um fundo estabelecido recentemente e liderado pelo ex-analista de tecnologia do Morgan Stanley Richard Ji. Também fortalece as ligações entre Lei Jun e o magnata de tecnologia Jack Ma, presidente do Conselho do grupo Alibaba que investe de forma privada por meio de seu fundo Yunfeng Capital.

Dados das vendas da indústria dos últimos trimestres mostram que a Xiaomi elevou-se em apenas três anos para se tornar a terceira maior fabricante de smartphones do mundo -- atrás apenas da Samsung Electronics e da Apple -- e sua última rodada de investimentos reforça sua posição como uma das companhias privadas mais valiosas do mundo.

Agora avaliada em US$ 45 bilhões, a Xiaomi alcançou aproximadamente três vezes o valor de mercado da Lenovo, maior fabricante de PCs do mundo, e mais do que o quádruplo da avaliação de US$ 10 bilhões de dólares que tinha em sua última rodada de investimentos, em 2013.