sexta-feira, 14 de setembro de 2012

COMPUTERWORLD: Isenção fiscal para e-book e e-reader é aprovada pelo Senado


Agora, o PLS segue para a Câmara dos Deputados. Se for aprovado e sancionado, aparelhos como o Amazon Kindle não serão tributados, como é o caso dos livros tradicionais

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou na tarde desta quinta (13) o Projeto de Lei Senado (PLS) 114/2010, que prevê isenção de impostos para livros no formato eletrônico (e-books), tal como acontece com os tradicionais. Em maio, o PLS havia sido aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

A proposta do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) equipara ao livro de papel dispositivos que tenham como "função exclusiva ou primordial a leitura de textos em formato digital ou a audição de textos em formato magnético ou ótico". 

De acordo com reportagem de O Estado de S. Paulo, a Política Nacional do Livro, de 2003, não enquadra os e-books na categoria "livro". A mudança no projeto foi solicitada pelo autor do PL.

Agora, o PLS segue para a Câmara dos Deputados. Se for aprovado e sancionado pela presidente Dilma Roussef, e-readers como o Amazon Kindle não serão tributados, como é o caso dos livros tradicionais, jornais e revistas.

COMPUTERWORLD: Venda de smartphones no Brasil salta quase 80% no primeiro semestre


Segundo a IDC, o mercado de celulares em geral sofreu queda de 16% - o de feature phones, de 29%. Porém, smartphones tiveram alta de 77%.

Apesar da queda em geral, os smartphones estão em forte alta no País. De acordo com dados divulgados nesta quinta (13/9) pela consultoria IDC, o mercado brasileiro de celular chegou à marca de 27,3 milhões de unidades vendidas durante os seis primeiros meses de 2012. Deste total, 6,8 milhões foram de smartphones, e 20,5 milhões, os chamados feature phones (aparelhos que permitem acesso à internet, redes sociais e sistemas de mensagens instantâneas, mas sem sistema operacional). 

Comparando o primeiro semestre deste ano com o mesmo período de 2011, o mercado de celulares em geral sofreu queda de 16% - o de feature phones, de 29%. Porém, os smartphones tiveram alta de 77%. “A tendência é que os smartphones ganhem cada vez mais espaço no mercado. De modo geral os fabricantes têm aumentado o portfolio de modelos focando mais esse tipo de dispositivo”, diz Bruno Freitas, analista de mercado da IDC Brasil.

A expectativa da IDC é de que o mercado total de celulares chegue à marca de 62 milhões de unidades em 2012, número 8% menor do que o do ano passado. “Desse total, 26% devem ser smartphones e 74% feature phones. Sendo que os aparelhos com sistema operacional devem ter alta de 82% e os celulares tradicionais queda de 21% em relação a 2011”, completa o analista.

Ainda de acordo com as previsões da IDC, até 2015 os smartphones devem representar 57% do mercado total de celular no Brasil. “Esse dispositivo tem valor agregado maior e é a grande aposta das fabricantes para aumentarem suas receitas. Além disso, o canal com as operadoras continua puxando este mercado para cima e elas também tendem a aumentar seus faturamentos por conta dos planos de dados. Este promete ser um mercado bastante aquecido nos próximos anos”, conclui.

Olhar Digital: Celular é o produto mais desejado por internautas brasileiros


Estudo revela que a classe C é a que mais apresenta intenção de compra 


O produto mais desejado entre os internautas brasileiros é o aparelho celular, de acordo com levantamento da Navegg. Nos últimos 30 dias, a consultoria analisou cerca de 19 milhões de pessoas que mostraram intenção de compra na rede e descobriu que 3,3 milhões delas querem um celular novo.

Os carros aparecem em segundo lugar, desejados por 3 milhões de internautas, seguidos por livros (2,8 mi), produtos de informática (2,42 mi) e de casa e decoração (2,41 mi).

A navegação de cada um influencia diretamente na propensão de compra, segundo o estudo. Quem lê sobre moda, por exemplo, tem 18,6 vezes mais chances de adquirir roupas e acessórios. Leitores sobre carros têm taxa de 17x, depois vem música (8x), beleza (5x) e tecnologia (4,3x).

A classe C é a que apresenta maior propensão de compra e foi a única com interesse superior à média dos internautas, com 1,06 vezes mais do que todos os outros. Os que estão nas classes A e B têm intenção negativa em 13% e, se se unir A, B, D e E, essa taxa cai para -20%. 

TI INSIDE: Vendas de celulares têm queda de 16% no primeiro semestre no Brasil



As vendas de telefones celulares no mercado brasileiro somaram 27,3 milhões de unidades nos seis primeiros meses do ano, de acordo com dados da IDC. Segundo a consultoria, deste total, 6,8 milhões foram de smartphones e 20,5 milhões dos chamados feature phones, aparelhos que permitem acesso à internet, redes sociais e sistemas de mensagens instantâneas, porém, não são equipados com sistema operacional.

De acordo com a consultoria, enquanto o mercado de celulares de forma geral sofreu queda de 16%, os feature phones tiveram crescimento de 29% e os smartphones, expansão de 77%. A IDC projeta que as vendas deste tipo de aparelho devem representar 57% do mercado total de celulares no país até 2015.

A expectativa é que o mercado total de celulares chegue à marca de 62 milhões de unidades vendidas neste ano, número que é 8% menor que o registrado no ano passado. “Deste total, 26% devem ser smartphones e 74% feature phones. Sendo que os aparelhos com sistema operacional devem ter alta de 82% e os celulares tradicionais, queda de 21% em relação ao ano de 2011”, diz Bruno Freitas, analista da IDC. 

TI INSIDE: Mercado de infraestrutura de segurança crescerá 8,4% neste ano, indica estudo



O mercado de infraestrutura de segurança deve crescer 8,4% neste ano, movimentando US$ 60 bilhões em todo o mundo, ante US$ 50 bilhões registrados no ano passado, segundo projeção do Gartner. A previsão tem como base a necessidade das empresas de investir em tecnologias de segurança, mesmo com os orçamentos para TI estando mais enxutos nos próximos quatro anos. Para 2016, a expectativa de receita desse segmento de mercado é de US$ 86 bilhões.

O levantamento considera os gastos com software, serviços e aplicações de segurança de rede utilizadas tanto no mercado de consumo quanto no segmento corporativo. Ainda segundo a pesquisa, outsourcing (terceirização de serviços de gestão de segurança), gateways de aplicações na web e gestão de eventos e segurança da informação (SIEM, na sigla em inglês) são os subsetores que terão alta mais acelerada. A demanda por serviços associados à computação em nuvem, argumenta a consultoria, também impactará positivamente diversos fornecedores do mercado.

No geral, 45% dos CIOs entrevistados pelo Gartner esperam aumentar o orçamento para a segurança, enquanto 50% estimam que o valor permanecerá estável e apenas 5% pensam em diminuí-lo. Essa distribuição é a mesma em todas as regiões geográficas, apesar de haver uma tendência de aumento nos gastos com a área nos países emergentes. A complexidade e sofisticação de ataques cibercriminosos dirigidos devem devem contribuir para que os investimentos em segurança nas corporações sejam mantidos.

“Apesar do tema segurança permanecer importante, mesmo em tempos difíceis, a crise prolongada vista nos Estados Unidos e Europa teve um impacto nos custos com segurança de TI mundialmente, mas foi menor em países como Brasil, China e Índia”, defende o diretor de pesquisa do Gartner, Ruggero Contu. Nos próximos anos, ele espera que o mercado mantenha uma alta entre 9% e 11%. 

TI INSIDE: Projeto obriga cartórios e tribunais a disponibilizarem decisões e despachos na web


O Projeto de Lei 4074/12, que obriga cartórios e tribunais a disponibilizarem integralmente na internet as decisões e despachos, está em análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, em caráter conclusivo. De autoria do deputado Pedro Novais (PMDB-MA), ele modifica a Lei de Acesso à Informação (12.527/11) e exclui os documentos restritos por segredo de justiça.

Novais defende a informatização de tribunais e cartórios, mas reforça o encarecimento de documentos hoje publicados online porque isso só acontece com aqueles que possuem a certificação digital. Ele vê o processo como uma limitação do acesso às informações, que deveriam ser públicas.

O deputado acredita que as informações devam estar disponíveis ao público sem essa restrição. “Trata-se de um retrocesso, que impede o acesso da maior parte da população e até de pequenos advogados, que não podem arcar com tal ônus, ao teor de decisões judiciais públicas, que não deveriam ser restritas”, afirma. Com informações da Agência Câmara. 

TI INSIDE: Google mantém liderança com folga no mercado de buscas nos EUA



O Google manteve a liderança no mercado de buscas nos Estados Unidos em agosto, ao atingir 66,4% de participação, de acordo com levantamento da comScore. O relatório aponta que o Bing, site de buscas da Microsoft, foi responsável por 15,9% da fatia de mercado, seguido pelo Yahoo, com 12,8% de market share. Em quarto lugar aparece o Ask Network, com 3,2%, seguido pela AOL, com 1,7%.

No que diz respeito ao volume de buscas feitas em agosto, a ComScore constantou que das 17 bilhões de pesquisa feitas por usuários americanos, o Google respondeu por 11,3 bilhões (68,8% do total), seguido do Bing, com 2,7 bilhões (25,3%), e o Yahoo, com 2,1 bilhões. Já o Ask Network foi responsável por 550 milhões das buscas e a AOL, por 292 milhões. 


INFO: Intel quer acabar com senhas online e testa aceno de mão



São Francisco - Senhas para banco online, redes sociais e email podem ser substituídas por um aceno com a mão, caso uma tecnologia ainda em fase de testes desenvolvida pela Intel consiga chegar aos tablets e laptops.

"O problema com senha é que usamos muitas delas, suas regras são complexas e elas diferem dependendo do site", disse Sridhar Iyengar, diretor de pesquisa sobre segurança da Intel Labs, durante o fórum de desenvolvedores da empresa em San Francisco, nesta quinta-feira. "Há um jeito para se livrar disso, e a biometria é uma opção".

Iyengar demonstrou a tecnologia, rapidamente acenando sua mão em frente a um tablet, sem tocar nele. Quando o tablet reconhece o usuário, ele consegue seguramente comunicar a identidade da pessoa aos bancos, redes sociais e outros serviços nos quais a pessoa tem uma conta, disse ele.

Produzir laptops, tablets e smartphones responsáveis por identificar usuários tiraria essa exigência dos sites e descartaria a necessidade de individualmente apresentar senhas para cada um deles, disse Iyengar.

"Nós planejamos trabalhar com fornecedores de serviços para tirar total vantagem disso", disse ele.

TI INSIDE: Após aporte, site de e-commerce projeta dobrar faturamento



Em quatro anos de atuação, o site de comércio eletrônico de cosméticos Beleza na Web já colhe resultados positivos, após atrair investimentos internacionais. Os fundos estrangeiros Tiger Global Management e Kaszek Ventures, juntos, fizeram, um aporte de mais de R$ 20 milhões na startup no ano passado. Com a injeção de capital, o site consolidou-se no segmento, encerrando 2011 com faturamento de R$ 17 milhões. Para este ano, a meta da companhia é mais que dobrar esta cifra.

Com mais de 400 mil clientes cadastrados e volume mensal de vendas de 70 mil produtos, o site possui mais de 5 mil itens à venda – dentre eles perfumes, produtos para cabelos e unhas. Além de poder comprar os cosméticos, os consumidores têm à disposição explicações detalhadas sobre cada produto, dicas de utilização, além da possibilidade de tirar dúvidas via telefone, e-mail ou bate-papo. “Entendemos as necessidades das clientes. O sucesso tem sido acima do esperado", afirma o criador da startup, Alexandre Serodio.

A empresa, que tem mais de 80 empregados, possui um centro de distribuição de 1,5 mil metros quadrados localizado em São Paulo, com capacidade para armazenar até 10 mil itens. 

Convergência Digital: Multinacionais detêm metade do mercado de PCs no Brasil


Para a IDC, a aquisição da CCE/Digibras pela fabricante chinesa Lenovo impulsiona a tendência do domínio das empresas multinacionais sob o mercado brasileiro de computadores.

Em 2008, sustenta a consultoria, os fabricantes multinacionais detinham apenas 22% do volume de vendas de PCs, já em 2011, a concentração foi de 43%. Com a compra, esse percentual pode ultrapssar os 50%. A rendição das empresas nacionais frente às multinacionais, salienta ainda a IDC, 'é uma realidade provocada pelo alto poder de investimento e competitividade das empresas estrangeiras'.

Para a IDC, no médio prazo, haverá mais disputas pela liderança em toda a cadeia de bens de consumo de tecnologia. O anúncio de compra da CCE realizado pela Lenovo nesta quarta-feira pode ser considerado o movimento mais conciso da multinacional na busca pela liderança do mercado Brasileiro de PCs que, hoje, está na terceira posição mundial.

Ainda de acordo com a consultoria, para a Lenovo, mundialmente, a aquisição é apenas um pequeno passo na busca pela liderança do ranking, mas o foco da empresa nos países emergentes reforça que é este o alvo da chinesa - que brigará com a HP para ser a número 1.

Folha: Google ganha disputa judicial contra Buscapé em São Paulo


A Justiça de São Paulo deu parecer favorável ao Google em ação movida pelo Buscapé por prática anticompetitiva e abuso de poder econômico.
HELTON SIMÕES GOMES


O processo corre em segredo de Justiça, e a decisão em primeira instância foi proferida na semana passada pela 18º Vara Cível do Fórum Civil João Mendes Júnior.

A decisão, em inglês, foi veiculada em sites especializados dos EUA.

O Buscapé, maior comparador de preço da América Latina, acusa o Google de utilizar sua ferramenta de busca para favorecer outro de seus serviços, o Google Shopping.

Lançado em outubro do ano passado, o Google Shopping mostra imagens de produtos vendidos em lojas de comércio eletrônico, mas exclui do resultado das buscas os sites de comparação de preço, como Buscapé e Bondfaro.

A empresa brasileira alega que, como o Google controla 95% das buscas da internet, a prática é anticompetitiva.

Isso porque permite que o Google Shopping exponha melhor os produtos, ao mostrar fotos, e incluir artificialmente os resultados da ferramenta entre os primeiros lugares da busca, o que canaliza mais usuários para o site.

R$ 500 MIL POR DIA

O Buscapé entrou com ação em março pedindo ressarcimento de perdas pela prática do Google e o mesmo tratamento no ranqueamento de resultados. Segundo o texto da decisão, a brasileira pedia R$ 500 mil por dia em que se considerou lesada.

Segundo a decisão, o Google argumenta que não tem a obrigação de promover o site de terceiros.

Para o Tribunal, o Google não detém o monopólio das buscas de internet e os sites Buscapé e Bondfaro não dependem da ferramenta para ter sucesso.

O Google não comentou a ação. Já o Buscapé informou, por meio de nota, que irá recorrer da decisão.

PRÁTICAS ABUSIVAS

À parte da ação, o Buscapé entrou em dezembro passado com uma representação na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (agora parte do "SuperCade") por considerar as práticas do Google abusivas.

A conduta do Google é investigada nos EUA, Austrália, França, Alemanha e Argentina. O órgão que preserva a competitividade na União Europeia analisa as explicações prestadas pela empresa para decidir se aplica sanções ou não.

No Brasil, o deputado Vicente Cândido (PT) protocolou na semana passada um requerimento na Comissão de Defesa do Consumidor convocando os diretores do Google no Brasil a prestar esclarecimentos sobre as denúncias.

UOL: Microsoft identifica computadores que já vêm infectados por vírus de fábricas


Cerca de 20% dos computadores comprados em diferentes cidades chinesas foram infectados com programas maliciosos ainda na fábrica, segundo a Microsoft.


Na última quinta-feira, um tribunal da Virgínia, nos Estados Unidos, deu à empresa permissão para desativar uma rede de mais de 500 vírus que davam acesso aos computadores das vítimas.

A decisão foi tomada após um relatório da própria Microsoft, que dizia que cibercriminosos passaram a se infiltrar em cadeias de produção de computadores não-autorizadas no país para colocar vírus nos computadores.

Investigadores da Unidade de Crimes Digitais da companhia americana compraram 20 computadores em diversas lojas na China e descobriram que pelo menos quatro deles já estavam infectados com um vírus chamado "Nitol".

Este e outros programas maliciosos, chamados de malware, permitem realizar ataques a partir de computadores remotos, roubar senhas de banco e até ligar remotamente a webcam e o microfone da máquina.

"Se você não sabe de onde seu computador ou software vem, você não sabe o que está vindo com ele", disse um vídeo divulgado pela empresa após a decisão judicial.

"Cibercriminosos infectam computadores com vírus que podem causar danos a pessoas e sistemas de infraestrutura em todo o mundo. O malware se esconde nos computadores até que os criminosos o colocam em ação."

'Tolerância zero'

Nos últimos anos, a Microsoft conseguiu permissões similares para combater vírus e redes que controlam programas maliciosos.

Neste caso, a empresa disse ao tribunal que a maioria dos servidores de internet usados para controlar os computadores estava na China, e alguns em Estados americanos como Califórnia, Nova York e Pensilvânia.

A maior parte dos computadores infectados com vírus Nitol se conectavam a um centro de controle no servidor 3322.org, registrado em nome de uma empresa de tecnologia chinesa. Segundo a Microsoft, o domínio chinês abriga, sozinho, 500 tipos de softwares maliciosos.

O domínio 3322.org também vem sendo associado a ataques e ações de espionagem vindos da China contra empresas americanas e europeias.

O proprietário da empresa registrada no endereço, Peng Yong, disse à agência de notícias Associated Press que não tinha conhecimento da decisão americana e que sua empresa tem uma política de "tolerância zero" para atividades ilegais no domínio.

No entanto, ele afirmou que "não pode negar o fato de que usuários podem estar usando seus domínios para propósitos escusos."

O advogado sênior da Microsoft, Richard Boscovich, disse no blog da empresa que "a ação vai reduzir significativamente o impacto das ameaças perturbadoras associadas com o Nitol e o domínio 3322.org, e vai ajudar a resgatar os computadores das pessoas do controle desdes softwares."

Nos primeiros dias após a decisão judicial, a Microsoft afirma que já bloqueou o acesso de 37 milhões de vírus em computadores à rede chinesa.

Folha: Leves e potentes, óculos do Google têm potencial sem precedentes; confira teste


Novos gadgets --ou melhor, categorias de gadgets totalmente novas-- não aparecem com muita frequência. O iPhone é um exemplo recente. Você pode dizer que o iPad é outro. Mas, se há alguma coisa realmente diferente e ousada no horizonte, certamente é o Google Glass.

O Glass é o protótipo do Google de um dispositivo que você usa no seu rosto. A empresa não gosta do termo "glasses" (óculos), pois ele não tem lentes. (A equipe do Glass, parte dos laboratórios experimentais do Google, também não gosta de termos como "realidade aumentada" ou "computador vestível", que têm uma certa bagagem.)


O Glass parece apenas uma armação de óculos com um bloco pequeno e transparente posicionado acima e à direita do seu olho direito --a tela do dispositivo. O Google Glass é, de fato, um computador razoavelmente completo. Ou, então, algo como um smartphone que você nunca precisa tirar do bolso.

A ideia deixou muita gente animada quando Nick Bilton, do "New York Times", revelou o projeto, em fevereiro. O Google demonstrou-o pela primeira vez em abril, em um vídeo. Em maio, na conferência Google I/O, ele ganhou mais destaque após os visitantes assistirem a uma transmissão de vídeo ao vivo feita do Glass usado por um saltador que pulou de um avião e caiu de paraquedas no telhado do prédio do evento. Mas, até agora, pouquíssimas pessoas fora do Google foram autorizadas a experimentá-lo.

Na semana passada, tive a oportunidade de usar um. Estou apresentand uma série na PBS chamada "Nova ScienceNow" (que estreia em 10 de outubro), e um dos episódios é sobre o futuro da tecnologia. Claro, projetar o que ainda está por vir em tecnologia para o usuário final é quase impossível, mas o Google Glass parecia um exemplo perfeito de uma grande inovação iminente. Então, na semana passada, a equipe do "Nova" e eu encontramo-nos com Babak Parviz, chefe do projeto Glass, para discutir e experimentar os protótipos.

Mas o Google enfatizou --e eu faço o mesmo-- que o Glass ainda está em um estágio muito, muito inicial. Muitos elementos ainda não foram finalizados, incluindo o que o Glass fará, como a interface será, como ele funcionará e assim por diante. O Google não quer deixar o público empolgado com algum recurso que pode não se materializar na versão final do produto. (No momento, a empresa planeja oferecer os protótipos a desenvolvedores no ano que vem --por US$ 1.500--, antes de vender o Glass para o público em, talvez, 2014.)

Quando você pega os óculos, não consegue acreditar no quão leve eles são. Pesam menos do que um par de óculos de sol, na minha estimativa. O Glass é um feito absolutamente impressionante de miniaturização e integração.

Dentro da haste direita --o suporte horizontal que fica sobre a sua orelha--, o Google colocou memória, processador, câmera, alto-falante, microfone, antenas de Wi-Fi e Bluetooth, acelerômetro, giroscópio, bússola e bateria. Tudo isso dentro de uma haste.

O Google disse que, eventualmente, o Glass terá um rádio celular para que ele possa ficar on-line; no momento, ele conecta-se sem fio ao seu telefone para conseguir acessar a rede. E o que é surpreendente é que esse negócio fino é o protótipo. Nas gerações menores, ele ficará apenas menor. "Esta é a versão do Glass mais volumosa que já teremos feito", disse-me Babak.

O maior triunfo --e, para mim, a maior surpresa-- é que a telinha é completamente invisível quando você está falando ou dirigindo ou lendo. Você simplesmente se esquece dela. Não fica absolutamente nada entre os seus olhos e o que ou quem quer que você esteja olhando.

E, ainda assim, quando você foca a tela, levando o seu olhar para cima e à direita, aquele pequeno display de meia polegada é surpreendentemente envolvente. É como se você olhasse para uma grande tela de um laptop ou coisa do tipo.

(Ainda que eu geralmente necessite de óculos de leitura para ver de perto, esse display tão próximo parecia flutuar longe o suficiente para eu não precisar deles. Porque, sim --usar óculos sob o Glass pode dar uma aparência estranha.)

O avanço do hardware, em outras palavras, está aí. O Google está agindo com cuidado para se certificar de que, na primeira tentativa, consiga acertar o máximo possível com o resto do aparelho.

Mas o potencial já é incrível. Pariz ressaltou que o Glass é projetado para dois propósitos principais --compartilhamento e acesso instantâneo a informação-- com as mãos livres, sem ter que tirar qualquer coisa do seu bolso.



Foto captada com o Google Glass por um
 dos fotógrafos selecionados para o Google+
 Photographer's Conference

Você pode controlar o software deslizando um dedo sobre a haste direita em diferentes direções; ela é um touchpad. Seus movimentos podem conduzi-lo por menus simples. Em diversas apresentações, o Google mostrou ícones para coisas como tirar uma foto, gravar um vídeo, fazer uma chamada telefônica, navegar no Google Maps, verificar sua agenda e assim por diante. Um toque seleciona a opção desejada.

Em demonstrações recentes, o Google também mostrou que você pode usar reconhecimento de voz para controlar o Glass. Você diz "OK, Glass" para chamar o menu.

Para ilustrar como o Glass pode mudar o jogo no compartilhamento de sua vida com outros, testei uma demonstração. Nela, é exibida uma foto --uma cena de selva, com uma passarela de madeira bem na minha frente--, e o tema de "Jurassic Park - O Parque dos Dinossauros" é reproduzido com clareza no meu ouvido direito. (Bonito, muito bonito.)

Mas, quando eu olhava para a esquerda, para a direita, para cima ou para baixo, a minha visão mudava de acordo com a minha escolha, como se eu estivesse usando um daqueles velhos equipamentos de realidade virtual. A detecção do ângulo da minha cabeça e a resposta da foto envolvente eram incrivelmente definidas e precisas. Deslizando o dedo sobre o touchpad, eu podia mudar para outras cenas.

Ainda há um longo caminho entre o protótipo de hoje e o dia em que o Google Glass estará no resto de todos. A empresa terá que terminar o design --e diminuir o preço. Questões de privacidade e distração terão que ser resolvidas. Pessoas que usam óculos podem ter que esperar até o Glass possa ser incorporado dentro de seus óculos.

Talvez estejamos esperando, ainda, aquele recurso incrivelmente estimulante, algo hoje que você não pode fazer com seu telefone (além de usá-lo sem as mãos). Temos visto que as massas nem sequer se dão o trabalho de colocar óculos especiais para ver TV 3D; pode ser necessário um "killer app", um aplicativo matador inédito para convencê-las a usar o Google Glass o dia todo.

Mas algumas coisas já são claras. A velocidade, a potência, o tamanho diminuto, o pouco peso e a clareza e a eficácia do áudio e do vídeo estão além de qualquer coisa que eu poderia ter imaginado. A empresa tem empregado muito esforço em design --de hardware e software--, o que é, de fato, a abordagem correta para algo tão pessoal como um gadget vestível. E mesmo neste protótipo inicial você já sente que Google está se dedicando à clareza e à simplicidade da experiência --também uma abordagem inteligente.

Em suma, é muito cedo para prever o sucesso ou o fracasso do Google Glass. Mas é fácil ver que ele tem um potencial que nenhuma outra máquina teve antes --e que o Google está conduzindo seu desenvolvimento pelo caminho certo.

Tradução de EMERSON KIMURA

TI INSIDE: Facebook é processado pela Universidade da Califórnia por quebra de patentes



A Universidade da Califórnia abriu processo contra o Facebook sob a alegação de uso indevido de quatro de suas patentes de tecnologia interativa na web. A rede social, no entanto, não consta sozinha na ação judicial: os estúdios Disney e a rede varejista Walmart também são apontados.

As tecnologias foram criadas pela instituição de ensino e licenciadas à Eolas, empresa cuja receita advém de registros de patentes e processos envolvendo propriedade intelectual. De acordo com o The Next Web, site que teve acesso aos papéis do processo, a Eolas tem como objetivo auxiliar a Universidade da Califórnia a monetizar tecnologias desenvolvidas pela comunidade acadêmica.

Ainda segundo o site, as mesmas patentes foram a razão de muitos outros processos controversos, inclusive um deles envolvendo a Microsoft, que foi multada em US$ 565 milhões em 2004. Na época, a ação terminou com um acordo entre a fabricante de software e a Eolas, cujo valor não foi divulgado. Em fevereiro deste ano, contudo, ações envolvendo as tecnologias foram consideradas inválidas por tribunais americanos, quando os acusados de violar os registros eram Yahoo, Google, Amazon, entre outras. 

G1 - BMW vai corrigir falha que permitiu 'hackear' carros no Reino Unido


Montadora disse que sabe do problema há um ano.
Em julho, ladrão foi condenado por 'hackear' veículos.

A montadora de veículos alemã BMW revelou ao programa "Watchdog", da "BBC", que está corrigindo uma a falha de segurança que permitiu que ladrões extraíssem as chaves eletrônicas dos computadores de bordo. Segundo o programa da BBC, os ladrões conseguem reprogramar uma "chave em branco" em três minutos para roubar qualquer veículo BMW com tecnologia de chaves eletrônicas. A montadora disse que uma solução já está disponível para alguns modelos.

Em julho, uma quadrilha foi condenada no Reino Unido por roubar diversos carros que usavam chaves eletrônicas, especialmente das marcas BMW, Audi e Range Rover. A BMW era a preferida dos ladrões em Londres.

De acordo com a "BBC", a polícia de Londres chegou a deixar panfletos nos para-brisas de veículos da BMW, alertando para a incidência incomum de roubos dos carros com a marca alemã.

A BMW se distanciou do problema e afirmou que não era uma vulnerabilidade específica da BMW. "Não existe problema de segurança específico da BMW, é algo que afeta muitas marcas, porém os criminosos buscam carros desejáveis, com peças mais valiosas, e é por isso que a BMW é uma das marcas mais afetadas".

A montadora disse que ficou sabendo do problema no segundo semestre de 2011. Os modelos X5 e X6 já dispõem de uma correção de segurança, mas modelos da série M também terão uma correção "dentro de oito semanas", um ano após o problema ter sido identificado. Carros fabricados após setembro de 2011 também não possuem o problema.

"Isso não vai tornar os carros impossíveis de roubar, mas vai impedir esse método de ataque", informou a montadora à BBC.

A BMW recomendou que donos de veículos sempre verificassem que o carro está trancado após o acionamento remoto da trava elétrica. Outras recomendações da montadora incluem cuidados ao ceder a chave para estranhos (porque elas podem ser clonadas) e sempre que possível estacionar em locais seguros ou vigiados por câmeras de segurança. Os donos dos veículos também devem procurar as concessionários para se informar sobre qualquer atualização dos sistemas do computador de bordo.

Governo da Bahia: Secretaria da Segurança e Exército se unem para atuar juntos na Copa 2014



Alinhar os planejamentos estratégicos para a segurança durante a Copa do Mundo de 2014 foi o objetivo da reunião realizada nesta quinta-feira (13), entre representantes da Secretaria da Segurança Pública e do Exército, na sede SSP, no Centro Administrativo da Bahia. O encontro discutiu capacitação dos efetivos, integração das unidades de inteligência, ações preventivas e repressivas contra possíveis tentativas de ataques terroristas e dos trabalhos investigativos que inibirão crimes eletrônicos.

O subsecretário Ary Pereira de Oliveira, acompanhado do superintendente de Gestão Integrada da Ação Policial, delegado André Barreto de Oliveira, e do coordenador de Planejamento e Projetos para Grandes Eventos, major PM Marcos Antônio Oliveira, apresentou o Plano Diretor de Segurança Pública para a Copa de 2014, que funcionará também durante a Copa das Confederações em 2013.

Representado pelos generais Luiz Guilherme Terra Amaral e Luiz Roberto Fragoso Peret e pelo coronel José Alberto Figueiredo, o Exército aproveitou a ocasião para explicar o Projeto Brigada Braço Forte, preparatório para os grandes eventos que ocorrerão no Brasil nos próximos anos.

“Esta reunião foi uma primeira conversa, que, no futuro, poderá sinalizar um acordo de cooperação entres os órgãos estaduais e federais de segurança pública, para que atuem mais integradas durante os grandes eventos programados para a Bahia”, explicou o major Marcos Oliveira, acrescentando que “tal aproximação será muito positiva para as instituições”.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Inovação tecnológica: Sistema imunológico digital promete defesa permanente contra vírus




Baseando-se em uma analogia com o sistema imunológico, o programa de segurança visa a detecção de novos malwares em redes de computadores. [Imagem: Unesp Ciência]

Imunidade para computadores

O que tem a segurança dos computadores a ver com anticorpos, antígenos e linfócitos?

Para responder à questão, basta fazer outra pergunta: se os computadores são infectados por vírus, por que não dotá-los de um sistema imunológico?

Foi com esta analogia em mente que Isabela Liane de Oliveira, que é cientista da computação, começou a estudar imunologia, para tentar dar aos computadores o seu próprio "sistema imunológico digital".

Esta é a base de uma linha de pesquisa relativamente nova nas ciências da computação. Inspirados nos mecanismos de defesa imunológica, pesquisadores querem criar sistemas inteligentes capazes de detectar pragas cibernéticas conhecidas genericamente como malware (do inglês malicious software), que abundam na internet.

Malwares

Os malwares são programas criados geralmente para danificar a operação de um computador ou para roubar dele dados sigilosos, quase sempre com objetivo criminoso.

Dependendo da forma como agem e se replicam, os malwares podem ser classificados como vírus, cavalos de troia, worms (vermes), spywares (programas espiões) etc.

"As diferenças entre eles são pequenas, na prática podemos chamar todos de vírus", simplifica Adriano Mauro Cansian, chefe do Laboratório de Segurança de Computadores da UNESP em São José do Rio Preto, que orientou a pesquisa de Isabela.

Enquanto os antivírus dependem de uma atualização constante, para que possam reconhecer cada novo malware que surge, a intenção dessa nova linha de pesquisas é dotar o computador de uma capacidade de detectar algo estranho e desconhecido, que possa ser inoculado tão coloca ameace fazer qualquer mal.

"Como os ataques mudam de padrão muito rapidamente, o ideal é um sistema [de proteção] com certo grau de adaptabilidade para acompanhar essas mudanças", explica Cansian.

Armadilha para malwares

Baseando-se em uma analogia com o sistema imunológico, o sistema desenvolvido por Isabela e Cansian visa a detecção de novos malwares em redes de computadores - as redes seriam o equivalente ao corpo.

O primeiro passo é a captura dos malwares, que pode ser feita de duas formas. Uma é a simulação de um ambiente totalmente desprotegido, que vai funcionar como armadilha. A outra depende da colaboração dos usuários, que podem permitir que um programa analisador se conecte ao servidor de e-mail e vasculhe suas mensagens pessoais.

"Esses programas não violam a privacidade dos usuários", frisa Isabela. "Apenas buscam códigos aparentemente maliciosos, que estão contidos principalmente nos anexos e nos links."

Ao encontrar suspeitos, o sistema imunológico digital fazem uma cópia deles.

Seleção negativa

Em seguida, cópias dos malwares coletados são executadas em um computador próprio para isso.

O objetivo é analisar o fluxo de dados dentro da máquina e o tráfego de rede. Um cavalo de troia, por exemplo, pode se empenhar em capturar a senha de acesso ao site do banco e enviá-la para o criador do malware, que pode estar do outro lado do mundo. Isabela ressalta que dados sigilosos, como os de acesso a contas bancárias, nunca são acessados nem armazenados pelo sistema de detecção de malwares.

Nesta etapa ocorre ainda a chamada "seleção negativa", à semelhança do que faz o sistema imunológico. No corpo humano, as células imunológicas fazem uma espécie de checagem para garantir que o suspeito é realmente um elemento estranho e não está sendo confundido com algo próprio do organismo. Isso é importante também porque alguns malwares fazem coisas como qualquer outro programa, para disfarçar sua identidade, explica Isabela.

Se ficar comprovado que o suspeito é realmente um malware, todo esse disfarce é removido, explica ela, restando apenas a parte de fato maliciosa do código. Com ela são geradas "assinaturas", que vão para um banco de dados. Elas farão o papel de receptores de células imunológicas, que têm afinidade com o elemento estranho.

Do mesmo modo que células imunológicas, como linfócitos T e macrófagos, circulam pela corrente sanguínea, o sistema desenvolvido pelos pesquisadores vigia o tráfego na rede.

E toda vez que detecta um fluxo de dados (antígeno) compatível com alguma das assinaturas armazenadas no banco de dados (receptor), automaticamente gerará um alerta para o administrador da rede, indicando-lhe as medidas que devem ser tomadas para eliminar aquele mal específico.

Camadas de segurança

Sistemas desse tipo vêm sendo desenvolvidos e testados por cientistas da computação em várias partes do mundo e ainda estão longe de se tornarem soluções comerciais. "É realmente uma pesquisa de fronteira", afirma Cansian.

Segundo ele, a ideia não é substituir outros métodos de segurança, mas agregar mais um mecanismo de defesa, que tem como diferencial a adaptabilidade. "A boa segurança deve ter várias camadas, se cair uma, tem outra."

Embora pesquisas como a de Isabela tenham seus resultados divulgados publicamente, ninguém na área gosta de falar muito dos detalhes, "por razões óbvias", segundo Cansian.

"A proteção do método faz parte da cadeia de segurança. É preciso ter esse cuidado porque a criação de malwares já é um grande negócio, uma ferramenta do crime organizado", diz.

TI INSIDE: Big data movimentará US$ 370 milhões na América Latina neste ano


As tecnologias de big data, que permitem processar grandes volumes de dados coletados de fontes variadas, devem movimentar US$ 370 milhões neste ano na América Latina, consolidando-se como um mercado de muitas oportunidades de negócios para empresas de hardware, software e serviços, de acordo com estudo da IDC. Em 2015, a projeção é que o mercado atinja US$ 1 bilhão na região.

O significativo e contínuo crescimento do volume de dados trafegando nas diversas redes de serviços e comunicações já exige que as empresas comecem a lidar com grandes volumes de informação. De acordo com a IDC, as empresas na América Latina verão a capacidade de seus sistemas de armazenamento ultrapassar 200 terabytes até o fim do ano – o que representa quase 30% de aumento em relação a 2011 – e aumentando a taxas similares nos próximos anos.

Segundo relatório da consultoria, uma em cada cinco empresas na América Latina tem planos imediatos para investir em tecnologias avançadas de software que permitem armazenar, organizar e gerenciar grandes volumes de dados estruturados e não-estruturados. O investimento no mercado de software de gerenciamento de processos de negócios deve crescer a uma taxa de crescimento composto combinado anual (CAGR, na sigla em inglês) de 13,7% em cinco anos, período compreendido de 2010 a 2015. 


IDG Now!: Um terço das crianças brasileiras têm acesso a web via aparelhos móveis


De acordo com estudo, a Índia lidera o ranking, com 53% das crianças conectadas via smartphones, seguida pelos EUA (37%); Brasil divide com Espanha a 3ª colocação

Pesquisa da F-Secure em 14 países revela que mais de um terço das crianças brasileiras em famílias com acesso banda larga possuem um dispositivo móvel com acesso à web.

De acordo com o estudo, a Índia lidera o ranking, com 53% das crianças conectadas via smartphones, seguida pelos Estados Unidos (37%). O Brasil divide com a Espanha a terceira colocação (31%). Enquanto isso, o Japão se destaca pelo menor percentual - somente 9% das crianças. 

No caso do Brasil, 91% dos pais entrevistados na pesquisa afirmaram estar muito preocupados em proteger os filhos contra conteúdos inapropriados. Este índice é ainda maior em países como Alemanha (96%), Bélgica, Canadá e Finlândia (95%). Já os holandeses são os que menos se preocupam com essa questão (85%).

“É importante que os pais, mães e todos os familiares saibam educar as crianças sobre as ameaças que circulam na internet e esta conscientização deve acontecer desde os primeiros cliques. É fundamental os pais estarem seguros com relação ao que seus filhos acessam, pois um único clique pode redirecioná-la para um site com conteúdo nocivo. Então, além de estabelecer limites e explicar o uso correto da navegação, é importante que os pais instalem soluções de controle parental nos dispositivos. Estes aplicativos possibilitam que os pais permitam, ou não, o acesso dos filhos a diversos tipos de sites”, alerta Ascold Szymanskyj, vice-presidente de vendas e operações da F-Secure para a América Latina.

Olhar Digital: Instagram passa a ser usado em coberturas jornalísticas


Aplicativo marca presença na New York Fashion Week 


Assim como o Twitter criou um formato de cobertura jornalística por conta do teor colaborativo e rápido das mensagens, o Instagram se tornou pivô de uma revolução no mercado de fotojornalismo.

Nesta semana, durante a New York Fashion Week, a Getty Images, uma das principais distribuidoras de imagens no mundo, mandou fotógrafos usarem o Instagram. Três deles clicam com smartphones Android ou iPhone, enquanto um fotografa com uma câmera tradicional e filtra as fotos depois com a versão do aplicativo para iPad.

Ao Buzzfeed, a porta-voz da companhia, Jodi Einhorn, informou que as imagens filtradas serão disponibilizadas no site da Getty para serem adquiridas pelos clientes (veja aqui). Nenhuma delas seria compartilhada via Twitter, por exemplo, e nem aparecem no stream do Instagram.

Mas ainda trata-se de um projeto paralelo, já que das cerca de 20 mil fotos tiradas durante o evento, apenas 73 (ou 0.4%) passaram pelos filtros. Não é a primeira cobertura "instagramizada" da Getty, que já fez experimentos com retratos dos Yankees e em alguns festivais de música, no verão americano.

A empresa também não é a única a apostar na nova plataforma. Outra gigante do setor, a Associated Press, tem usado o Instagram em convenções políticas, incorporando o perfil pessoal de repórteres e fotógrafos ao seu site, a fim de mostrar uma cobertura alternativa.