quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Folha de S.Paulo: Volume da internet móvel no Brasil crescerá 11 vezes em 4 anos, diz estudo


Mike Segar 

O tráfego de dados móveis crescerá 11 vezes de 2013 a 2018 e ampliará sua participação de 2% para 13% no tráfego total das operadoras no Brasil, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira (5) pela empresa de tecnologia Cisco.

Daqui a quatro anos, a velocidade média do 4G será de 6,8 Mbps (megabits por segundo), enquanto a velocidade média 3G será de 2,5 Mbps (crescimento de 2,2 vezes). No ano passado, a velocidade média de conexão móvel no Brasil foi de 657 kbps.


O estudo Cisco Visual Networking Index Global Mobile Data Traffic prevê ainda que o 4G representará 35% do tráfego total de dados móveis até 2018, comparado a 2% no fim de 2013.

A previsão é de que o tráfego de smartphones 4G será de 30% do tráfego total de smartphones até 2018, comparado a 1,6% no fim de 2013. Já os tablets representarão 15% do tráfego total de dados móveis até 2018, em comparação com 3,2% no fim do ano passado.

No mundo, o tráfego mundial de dados móveis também crescerá aproximadamente 11 vezes nos próximos quatro anos e alcançará uma taxa anual de operação de 190 exabytes até 2018. Um exabyte é uma unidade de informação ou armazenamento em computador equivalente a um quintilhão de bytes ou um bilhão de gigabytes.

O estudo prevê ainda que até 2018 haverá 4,9 bilhões de usuários móveis no mundo, em comparação com os 4,1 bilhões em 2013. Já as velocidades médias de rede móvel globais irão quase dobrar, de 1,4 Mbps em 2013 para 2,5 Mbps até 2018.

Até 2018, os vídeos móveis representarão 69% do tráfego global de dados móveis, ante 53% em 2013, disse a Cisco. A companhia prevê ainda que nos próximos quatro anos as conexões 4G suportarão 15% de todas as conexões, em comparação com 2,9% em 2013. 

INFO: Tráfego de dados móveis subirá 11 vezes no Brasil até 2018, diz Cisco


Getty Images

O tráfego de dados móveis crescerá 11 vezes de 2013 a 2018, ampliando sua participação de 2 para 13 por cento no tráfego total das operadoras no Brasil, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira pela empresa de tecnologia Cisco.

Daqui a quatro anos, a velocidade média do 4G será de 6.823 kbps (kilobits por segundo), enquanto a velocidade média 3G será de 2.468 kbps (crescimento de 2,2 vezes). No ano passado, a velocidade média de conexão móvel no Brasil foi de 657 kbps.

O estudo Cisco Visual Networking Index Global Mobile Data Traffic prevê ainda que o 4G representará 35 por cento do tráfego total de dados móveis até 2018, comparado a 2 por cento no fim de 2013.

A previsão é de que o tráfego de smartphones 4G será de 30 por cento do tráfego total de smartphones até 2018, comparado a 1,6 por cento no fim de 2013. Já os tablets representarão 15 por cento do tráfego total de dados móveis até 2018, em comparação com 3,2 por cento no fim do ano passado.

No mundo, o tráfego mundial de dados móveis também crescerá aproximadamente 11 vezes nos próximos quatro anos e alcançará uma taxa anual de operação de 190 exabytes até 2018. Um exabyte é uma unidade de informação ou armazenamento em computador equivalente a um quintilhão de bytes ou um bilhão de gigabytes.

O estudo prevê ainda que até 2018 haverá 4,9 bilhões de usuários móveis no mundo, em comparação com os 4,1 bilhões em 2013. Já as velocidades médias de rede móvel globais irão quase dobrar, de 1,4 Mbps (megabits por segundo) em 2013 para 2,5 Mbps até 2018.

Até 2018, os vídeos móveis representarão 69 por cento do tráfego global de dados móveis, ante 53 por cento em 2013, disse a Cisco. A companhia prevê ainda que nos próximos quatro anos as conexões 4G suportarão 15 por cento de todas as conexões, em comparação com 2,9 por cento em 2013.

G1 - FBI oferece até US$ 25,5 milhões para contratar software malicioso

FBI oferece até US$ 25,5 milhões para contratar software malicioso 

Polícia federal dos EUA entrou com pedido para contratação de malware.
Detalhe do pedido não permite identificar se objetivo é prender fornecedor.



O FBI, a polícia federal dos Estados Unidos, iniciou um processo para contratar os serviços de interessados em fornecer um vírus de computador ou software malicioso.

O pedido de compra foi feito pela unidade de análise investigativa (IAU) do FBI, que pertence à Divisão de Tecnologia Operacional, segundo registro no banco de dados de compras públicas do governo dos EUA nesta segunda-feira (4). Segundo esse documento, o valor do contrato pode chegar a US$ 25,5 milhões.

O IAU é composto por analistas, especialistas e engenheiros treinados para oferecer suporte técnico ao FBI e criar métodos e ferramentas para analisar informações coletadas em investigações que envolvam computadores, redes de internet e softwares maliciosos.

“A coleta de malware a partir de múltiplas indústrias, pedidos legais e fontes de pesquisa é crítica ao sucesso da missão dos IAUs para obter total consciência da ameaça do malware. A coleta desse malware permite ao IAU prover inteligência incontestável à investigação, tanto em assuntos criminais quanto de inteligência”, escreveu o FBI no documento.

O FBI não dá maiores informações sobre o funcionamento do malware que pretende comprar ou sobre o profissional que terá de executar a tarefa.

Com isso, não é possível definir se o objetivo dos federais norte-americanos é investigar um programa malicioso específico ou capturar um cibercriminoso.

Entre as características do pedido, o FBI estabelece que o malware seja atualizado a cada 24 horas e tenha, em média, 35 GB de arquivos gerados por dia.

Fonte: "FBI oferece até US$ 25,5 milhões para contratar software malicioso." Tecnologia e Games. N.p., n.d. Web. 6 Feb. 2014. <http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/02/fbi-oferece-ate-us-255-milhoes-para-contratar-software-malicioso.html>.

G1 - Mercadão de SP terá internet sem fio de graça a partir desta quinta-feira


Prefeito Fernando Haddad vai inaugurar o serviço às 11h.
Projeto Praças Digitais prevê acesso à internert em 120 pontos de SP.

Os frequentadores do Mercado Municipal, no Centro de São Paulo, poderão acessar gratuitamente a internet pela rede sem fio a partir desta quinta-feira (6). O plano Wi-Fi livre será lançado às 11h pelo prefeito Fernando Haddad (PT) no Mercadão, o terceiro ponto turístico da capital a oferecer internet de qualidade, gratuita e sem fio.

Antes do Mercadão, o Páteo do Colégio e a Praça Dilva Gomes Martins, em Artur Alvim, na Zona Leste de São Paulo, já contam o serviço. Os próximos locais a receberem o projeto Praças Digitais são o vão livre do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), as praças Benedito Calixto, em Pinheiros, na Zona Oeste, e Fortunato da Silveira, em São Miguel Paulista, na Zona Leste.

No total, estão previstos a implantação de 120 pontos de conexão sem fio à internet, sendo 36 na Zona Leste, 28 na Zona Sul, 23 no Centro, 18 na Zona Norte e 15 na Zona Oeste. Entre os pontos mais conhecidos que receberão o serviço estão o Parque Dom Pedro II, a Praça da Sé, o Parque da Independência (Ipiranga) e a Praça Silvio Romero, no Tatuapé.

Ao todo, mais de 11 mil usuários poderão utilizar o serviço ao mesmo tempo, a uma velocidade de 512 kbps efetivos para download e upload. O valor do contrato anual da Prefeitura com fornecedor do serviço ficou em R$ 9,2 milhões, cerca de 40% inferior ao valor inicial estimado, que era de R$ 15 milhões. O preço médio de cada praça digital será de R$ 6,4 mil por mês.

COMPUTERWORLD: Ícaro aposta em Big Data para expandir operação em 2014


Empresa aumentou receita em 40% em 2013 e espera mesmo ritmo de expansão este ano ajudada pela sua tecnologia Dash Analytics, solução para processamento e análise de dados.

A Ícaro Technologies, desenvolvedora e integradora de soluções de análise e gerência de serviços, redes, encerrou o ano de 2013 com um crescimento de 40% em relação ao ano anterior. Para 2014, a expectativa da empresa é de manter o nível de crescimento e ultrapassar o patamar de receita de R$ 30 milhões. Uma das apostas das companhia são os negócios com Big Data.

O forte crescimento obtido em 2013 é resultado, principalmente, dos investimentos que as operadoras de telecomunicações têm feito em gestão para aprimorar a qualidade dos serviços e reduzir a incidência de falhas, além da consolidação de produtos próprios para gestão de infraestruturas e operações, avalia Kleber Stroeh, diretor executivo da Ícaro. O executivo cita como exemplo contrato firmado com a Nextel.

Para este ano, a Ícaro prevê um forte crescimento na procura por soluções que ajudem as empresas a captar e analisar seus dados e obter informações estratégicas para o negócio. 

“O conceito de Analytics vêm ganhando representatividade porque as grandes corporações têm um imenso volume de dados à sua disposição, mas têm dificuldades em estruturá-los e tirar conclusões com base neles. A busca por maior eficiência operacional e novas oportunidades de receita passa necessariamente pela análise desses dados”, diz Stroeh.

Em 2013, a Ícaro lançou o Dash Analytics, solução para processamento e análise de Big Data, e passou a oferecer serviços de consultoria para apoiar as empresas na interpretação destes dados e a tomada de decisões de forma mais ágil e assertiva. 

Além de telecom, a Ícaro prevê crescimento em setores como de energia, financeiro (em especial no mercado de meios de pagamentos) e infraestrutura. Outra meta para 2014 é ampliar as exportações com o fechamento de novos contratos na América do Norte. “Em 2013, 5% do nosso faturamento foi resultado de exportações. Para este ano, acreditamos que esse número supere 15%”, afirma Stroeh.

Folha de S.Paulo: Twitter encerra 2013 com prejuízo de US$ 645 milhões

A rede social Twitter encerrou 2013 com um prejuízo líquido de US$ 645 milhões, um salto de oito vezes em relação a perda de US$ 79 milhões do ano anterior.

Apenas no quarto trimestre do ano passado, a perda foi de US$ 511 milhões, um crescimento também expressivo em relação ao prejuízo de US$ 8,7 milhões obtido um ano antes.

Ao mesmo tempo, as receitas da companhia cresceram 110% no ano passado, em relação a 2012, atingindo a marca dos US$ 665 milhões, ante US$ 317 milhões. A empresa, baseada em São Francisco, nos Estados Unidos, abriu seu capital na Bolsa americana em novembro do ano passado, com um preço inicial de US$ 26 por ação.

Apenas no quarto trimestre, a companhia também fez crescer em 116% o seu faturamento, atingindo a marca de US$ 243 milhões, ante US$112 milhões do mesmo período do ano anterior, superando as projeções de consenso. O prejuízo de US$ 0,02 por ação ficou em linha com o projetado por analistas consultados pela FactSet.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês), uma medida de desempenho das operações da empresa, ficou em US$ 45 milhões no último trimestre e em US$ 75 milhões no ano de 2013.

Segundo a companhia, os ganhos com publicidade aumentaram, sendo que a receita por cem "views" da timeline da rede social atingiram US$ 1,49, um crescimento de 76% em relação ao ano anterior. O faturamento com publicidade totalizou US$ 220 milhões no trimestre, alta de 121% em relação a um ano antes. Os aparelhos móveis, como smartphones, representaram mais de 75% da receita com anúncios.

Segundo a empresa, o prejuízo seria explicado por gastos financeiros de US$ 521 milhões, usados em remunerações baseadas em ações devidas a seus funcionários. Desses, US$ 406 eram em ações garantidas a funcionários e cujo gasto não foi reconhecido até a abertura de capital da companhia no último trimestre do ano passado.

Outro destaque do último trimestre foram as receitas internacionais, que chegaram a U$ 66 milhões, representando um crescimento de quase 200% em relação ao ano anterior e alcançando 27% das receitas totais da empresa no período.