quinta-feira, 25 de setembro de 2014

G1: PayPal vai começar a aceitar a moeda virtual bitcoin em pagamentos


Aceitação começará a partir da plataforma PayPal Payment Hub.
Esse serviço processa pagamentos de games, músicas e ebooks.

O PayPal, que gerencia um sistema de pagamento eletrônica, anunciou nesta terça-feira (23) que começará a aceitar a moeda virtual bitcoin para algumas transações realizadas em sua plataforma.

A integração foi concluída para uma ferramenta chamada “PayPal Payment Hub”, que é uma alternativa voltada para receber pagamentos apenas de bens digitais.

Com isso, as pessoas que tiverem bitcoins em suas carteiras virtuais poderão comprar games, músicas, vídeos, ebooks e outros conteúdos.

“Nós acreditamos que o bitcoin oferece oportunidades únicas tanto quanto os negócios fazem experimentações com eles”, afirmou Scott Ellison, diretor de estratégia do PayPal, em nota.Para começar a receber dinheiro em forma de bitcoin, a empresa formulou uma parceria com a BitPay, que desenvolve soluções para integrar a moeda virtual em meios de pagamento.

Com isso, os comerciantes que usem o PaylPal Payment Hub poderão criar uma conta no BitPay e, na hora de uma transação de venda, fornecer suas credenciais ao consumidor, para que ele transfira a quantia devida em bitcoins.

Em seu comentário sobre a parceria, a BitPay afirma que esse é apenas o “primeiro projeto”, o que sugere que outros recursos de pagamento administrados pelo PayPal podem aceitar o bitcoin no futuro.

Outros expoentes do mundo da tecnologia também já passaram a aceitar o bitcoin como moeda de troca. A fabricante de computadores Dell já aceita a moeda em vendas a partir de sua loja eletrônicas. O mesmo ocorre com a Wikimedia, a fundação por trás da Wikipédia, que aceita doações dessa forma. Todas elas formaram uma parceria com a Coinbase, um sistema de carteira eletrônica para moedas virtuais mais usados no mundo.

Uol: Pendrive Ultra Fit 3.0 da SanDisk transfere filmes de 1 GB em 30 segundos


Pendrive Ultra Fit 3.0 da SanDisk é rápido e pequeno, mas pode ser perdido facilmente

Do tamanho de uma moeda de 50 centavos, o Ultra Fit 3.0 da SanDisk é um pendrive que, como diferencial, transfere filmes e arquivos pesados com muita agilidade para computadores. Com o produto plugado na entrada USB 3.0, o fabricante promete terminar a gravação até dez vezes mais rápido, nas versões de 32 GB e 64 GB, e com cinco vezes mais agilidade, na opção de 16 GB.


SanDisk Ultra Fit 3.0

Armazenamento16 GB, 32 GB e 64 GB 

ConectorUSB 3.0 (compatível com USB 2.0) 

Dimensões (sem tampa)1,59 cm x 1,91 cm x 0,88 cm 

PreçoR$ 50, R$ 95 e R$ 190, respectivamente 

Pontos positivosMuito rápido; compatível com portas USB 2 e 3 

Pontos negativosPode ser facilmente perdido, superaquece



O modelo avaliado pelo UOL Tecnologia, com 32 GB e preço sugerido de R$ 95, cumpriu as expectativas. Enquanto um filme de 1 GB demorou três minutos para passar do computador para um pendrive comum conectado na entrada para USB 2.0, com o Ultra Fit na porta 3.0 o processo demorou apenas 30 segundos.

Transferir vários arquivos pesados ao mesmo tempo também se mostrou uma tarefa bem simples para o minúsculo pendrive. Dois filmes e 12 episódios de uma série totalizando 6 GB levaram apenas três minutos. O processo durou "intermináveis" 18 minutos para o dispositivo na porta 2.0.

O ponto negativo do produto da SanDisk é que ele fica superaquecido após o uso. O acessório sai "pelando" do computador. Por ele ser tão pequeno, é praticamente impossível segurá-lo sem machucar os dedos. Com relação ao seu tamanho, há prós e contras. Embora seja prático para transporte, também pode ser muito fácil de perder.

O Ultra Fit 3.0 ainda conta com uma tampa de cor preta para protegê-loe pode ser usado em portas USB 2.0 (apesar de a agilidade ficar comprometida, o dispositivo apresenta desempenho melhor do que os pendrives comuns).

G1: iPhone 6 que 'dobra' vira piada na web


Usuários publicaram imagens quem brincam com a falha do aparelho.
Compradores do smartphone relatam que ele dobra ao ficar no bolso.

Internautas criaram imagem que lembra o site da Apple, brincando que o iPhone 6 é flexível 

Após muitos usuários que já estão com o iPhone 6 e o modelo de tela maior, o iPhone 6 Plus, afirmarem e mostrarem imagens de que estes aparelhos dobram ao serem colocados no bolso da calça, muitos publicaram imagens com piadas sobre a falha de design dos aparelhos.

Até mesmo um site que imita a página oficial da Apple que mostra os seus produtos, dizendo que o iPhone 6 é "flexível". "Apresentando o Flex. O projeto da Apple que usa alumínio criou uma nova experiência ao moldar o iPhone", diz o texto em tom de brincadeira.
Usuário compara iPhone com obra de Dali
(Foto: Reprodução/Twitter/MattNav)

No Twitter, muitos usuários publicaram montagens com fotos mostrando o iPhone 6 em situações inusutadas por conta dele dobrar com facilidade. Um deles comparou o smartphone com uma pintura de Salvador Dali.

Outro usuário brincou com o kit que a Applecomeçaria a vender que inclui um rolo de macarrão, uma fita adesiva e um ferro de passar roupa, o que poderia consertar um iPhone 6 que dobrou no bolso de alguém.
Conta do Twitter que faz piadas brinca, dizendo que o fato de o iPhone 6 ser 'dobrável' é uma função secreta do aparelho e que é uma exclusividade da Apple (Foto: Reprodução/Twitter/Funny Tweets)
Usuário no Twitter brinca com o fato de o iPhone 6 dobrar levemente 

Falha de design?
O iPhone 6, lançado nos Estados Unidos e em mais 9 países na sexta-feira (19) ganhou sua primeira polêmica. O primeiro telefone com tela grande, de 4,7 polegadas, é o mais fino já criado pela Apple e sua espessura está fazendo com que ele entorte ao ser colocado no bolso da calça.

Na internet, usuários relatam que o iPhone 6 dobra levemente, sem causar quebra da tela, ao ser colocado no bolso traseiro da calça e com o usuário sentando. Outros afirmam que o aparelho dobra ao ser colocado no bolso lateral da calça e com o usuário caminhando ao longo do dia. Outros dizem que apenas ao manipular o aparelho com as mãos ele já dobra levemente.


Um usuário publicou no YouTube um vídeo em que mostra, com pouco esforço, que é possível dobrar o iPhone sem quebrar a tela (assista aqui). Ele usa os dedos para empurrar a parte traseira do aparelho para dobrá-lo.

Ao site Gizmodo", o engenheiro Jeremy Irons disse que o iPhone foi muito bem construído, mas que a base traseira de alumínio é tudo o que mantém a integridade estrutural do aparelho, o que, por conta de metal ser maleável, ele dobra. Ele aponta que o tamanho maior do iPhone 6 e sua estrutura mais fina - os anteriores eram menores e mais "gordinhos" - permite que haja uma mudança estrutural ao sofrer alguma força.

Até a publicação desta reportagem, a Apple não se manifestou sobre o assunto ou informou se vai substituir os aparelhos que sofreram danos.


G1: Aparelhos ficaram sem rede de celular e sem o Touch ID.



Aparelhos ficaram sem rede de celular e sem o Touch ID.

Empresa diz que investiga problemas.
Atualização do iOS 8 trouxe problemas para os
iPhones 6

Uma atualização do sistema iOS 8, da Apple, usado no iPhone, no iPad e no iPod touch, foi retirada do ar após ela apresentar problemas com usuários que a baixaram e instalaram em seus aparelhos. No iPhone 6, usuários ficaram sem rede de celular e também sem poder usar o recurso do Touch ID, que usa impressões digitais para ativar o telefone.

A Apple lançou a atualização 8.0.1 uma semana depois do lançamento oficial do iOS 8, no dia 17 de setembro, para corrigir pequenas falhas, mas o resultado foi a criação de um problema muito maior para os usuários que realizaram o download. Como o "update" foi retirado do ar, muitos usuários não conseguiram atualizar o aparelho, visualizando uma mensagem de erro.

Quem possui um iPhone 6 e realizou a atualização e apresentou falha deve esperar até que a Apple lance uma correção. O download poderá ser feito por redes Wi-Fi, diretamente no aparelho, ou usando um computador com o programa iTunes.

Não é claro se usuários de outras versões do iPhone tiveram problemas.

"Recebemos relatos de um problema com a atualização 8.0.1 do iOS. Estamos investigando estes relatos e forneceremos novas informações assim que possível. Neste meio tempo, retiramos a atualização do ar", disse a Apple em comunicado.


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

G1: Banco do Brasil distribui arquivo detectado como vírus


Instituição diz que foi 'inconsistência'.
Internauta precisa usar antivírus para resolver problema.
Um arquivo do módulo de segurança do Banco do Brasil aparentemente infectado com um vírus começou a ser distribuído na quarta-feira (17). O vírus em questão, chamado de Chir ou Runonce, dependendo do software antivírus, é uma praga digital que infecta outros arquivos no sistema. O arquivo já foi modificado pela instituição e não apresenta mais o problema.

Clientes do banco relataram o ocorrido no site "ReclameAqui" (veja aqui). O Banco do Brasil, respondendo ao cliente, sugere o uso de "qualquer antivírus disponível no mercado" para solucionar o problema.

O banco, no entanto, fala em "inconsistências". Uma nota do banco enviada ao G1 diz que o arquivo "provocou, principalmente para usuários do Windows XP, comportamento similar ao de um vírus no computador dos clientes". "As muitas possibilidades de configurações das máquinas dos clientes podem, eventualmente, gerar ocorrências pontuais de situações como as descritas no Reclame Aqui", diz a nota (veja íntegra abaixo).

De acordo com o banco, este comportamento "similar ao de um vírus" não tem capacidade para destruir arquivos ou roubar senhas.

O banco confirmou que a orientação ao cliente é a que foi informada no atendimento à publicação no "ReclameAqui". Quem teve problemas deve tentar usar um antivírus ou ligar para o suporte técnico do Banco do Brasil: 0800 729 0200.

Direito do consumidor
De acordo com a supervisora da área de assuntos financeiros do Procon-SP, Renata Reis, o banco deve fornecer instruções precisas para sanar o problema dos consumidores que enfrentaram dificuldades causadas pelo módulo de segurança do banco e agir de forma preventiva. "Acho importante também a empresa prestar um informativo mesmo para quem não reclamou, pedindo que o consumidor verifique e os cuidados que deve tomar, de forma muito detalhada", diz.

Renata explica que o banco só precisa ressarcir o cliente caso não haja ferramenta gratuita capaz de sanar o problema ou se o código comprovadamente causar uma cobrança indevida, por exemplo. Para dano moral, depende de decisão da Justiça. "É o juiz quem vai verificar a ocorrência e o valor do dano moral", afirma.

Nota do Banco do Brasil
"O arquivo com inconsistências provocou, principalmente para usuários do Windows XP, comportamento similar ao de um vírus no computador dos clientes, porém sem capacidade destrutiva de arquivos ou roubo de credenciais. O arquivo com inconsistências foi identificado como ameaça pelos antivírus justamente pelo comportamento anômalo, e pode ser removido normalmente no processo de "limpeza".

Toda nova versão do módulo de segurança é testada antes de ser disponibilizada. Porém, as muitas possibilidades de configurações das máquinas dos clientes podem, eventualmente, gerar ocorrências pontuais de situações como as descritas no Reclame Aqui. Quando isso ocorre, o BB faz alocação de equipes especializadas e atua na pronta regularização. A versão do módulo de segurança foi corrigida imediatamente após a detecção da ocorrência."