terça-feira, 26 de agosto de 2014

Folha de S.Paulo:Por uma revolução tecnológica no serviço público


Como melhorar os serviços públicos usando a tecnologia? Não há gestor público sério hoje que não se preocupe com esse tema. Um bom estudo de caso envolve o desastre que quase arruinou o site do sistema de saúde dos EUA, o "HealthCare.Gov".

Anunciado como símbolo da principal política do governo Barack Obama, o projeto custou US$ 400 milhões, empregou milhares de pessoas e levou dois anos para ser desenvolvido. Quando foi lançado em outubro de 2013, o site naufragou. Cidadãos não conseguiam sequer fazer log-in para se beneficiar do novo plano de saúde pública.

Em uma ação de emergência, a Casa Branca chamou o engenheiro Mikey Dickerson, de 35 anos, para resolver o problema. Ele já havia trabalhado na campanha de Obama e em empresas de tecnologia. Coordenando uma equipe inicial de 5 pessoas, em 6 semanas ele resolveu os problemas e evitou que a bomba política explodisse.

Dickerson acaba de ser contratado como Diretor-chefe de Informação da Casa Branca. Sua principal tarefa é proteger o governo de empresas gigantescas, que oferecem soluções caras, demoradas e monolíticas. Na visão dele, esse modelo é antiquado. O governo precisa atuar mais como uma start-up, apostando em soluções que já existem, em código aberto, e ciclos rápidos de desenvolvimento, que duram semanas e não anos para acontecer.

No Brasil a questão é similar. A maioria dos gestores públicos é assediada o tempo todo por grandes empresas querendo vender soluções mágicas, caras e demoradas, que na prática não funcionam como esperado e se tornam obsoletas rapidamente. É preciso mudar isso. Alguns exemplos já seguem esse sentido.

No Rio, onde o trânsito só piora, o Centro de Operações da Prefeitura poderia ter contratado um estudo sobre o problema, que levaria meses e custaria alto aos cofres públicos. Em vez disso, fez um acordo com o Waze. Os dados do app sobre a cidade como um todo são fornecidos para a Prefeitura em tempo real, que pode planejar o trânsito com eles. E o melhor: a custo zero. É esse tipo de parceria que Dickerson defende.

Outro exemplo é o mapeamento das favelas. Em um tema onde o poder público falha há anos (até hoje muitas comunidades aparecem nos mapas como "áreas verdes"), o avanço vem sendo feito por empresas como Microsoft e Google.

Esta última, em parceria com o Afroreggae, criou o "Tá no Mapa", projeto que colocou as ruas de diversas comunidades on-line (inclusive no recurso "Street View"). São áreas onde os Correios ou outros serviços públicos não chegam. Onde as pessoas não têm endereço nem CEP.

É significativo que o mapeamento seja feito por empresas privadas. Essas companhias enxergam novos e importantes consumidores para seus produtos em áreas onde nem cidadania chegou como deveria.
Em suma, pode haver uma grande revolução tecnológica nos serviços públicos. Hoje ela depende muito mais de visão do que de dinheiro.

Opinião:Nuvem, big data e internet das coisas exigem mais dos data centers


Fernando Almeida Prado
Novas tecnologias e tendências, como a computação em nuvem, big data e a internet das coisas, têm animado gestores e empresas no setor de tecnologia da informação. E não é à toa: estima-se que a internet das coisas, por exemplo, incluirá 26 bilhões de dispositivos instalados e integrados até 2020, e os fornecedores de produtos e serviços vão gerar receitas adicionais superiores a US$ 300 bilhões nesse período.

Além disso, o mercado de nuvem pública – incluindo Software as a Service (SaaS), Plataform as Service (PaaS) e Infrastructure as a Service (IaaS) – é de R$ 328 bilhões ao ano.

Um dos setores que será altamente impactado pelas demandas geradas pelas novas tecnologias é o de data centers. Hoje, a nuvem já faz parte das estratégias de segurança das empresas, que podem optar por migrar os serviços integral ou parcialmente e escolher entre diferentes níveis de terceirização.

Algumas companhias, por exemplo, preferem manter as informações mais sensíveis aos negócios “dentro de casa” e armazenar o restante no ambiente da nuvem. De qualquer forma, a crescente demanda por virtualização faz com que as empresas que oferecem serviços de nuvem dependam cada vez mais dos data centers, que por sua vez exigem soluções integradas e confiáveis para garantir a continuidade das operações.

Assim, o cloud computing continuará tendo influência direta na elevação do padrão de qualidade e segurança dos data centers em toda a América Latina.

Na mesma direção, o big data e a análise de dados não-estruturados estão auxiliando cada vez mais empresas a tomarem as melhores decisões e a entender seus clientes e consumidores.

Atualmente, a tecnologia permite a análise em tempo real de dados digitais em volume, variedade e velocidade inéditos, mudando o foco da carga para o fluxo de trabalho do data center, tornando crucial a otimização e programação da análise de dados, para aumentar o rendimento e produtividade e reduzir custos.

Um pouco menos sólida, mas com aplicações bastante promissoras, a internet das coisas também terá impacto na demanda por data centers. Ao conectar dispositivos remotos e fornecer um fluxo de dados entre eles, será possível prover informações sobre status, localização e funcionalidade, por exemplo.

O número de dispositivos e o volume de dados a ser transmitido demandarão mudanças na arquitetura dos centros de dados. O grande desafio será gerenciar o balanceamento de dados em diversos data centers simultaneamente, controlando o fluxo de dados e demandas de infraestrutura.

Portanto, as novas tendências, e o consequente aumento no tráfego e armazenamento de dados, deixam as empresas de infraestrutura de data centers com a cabeça nas nuvens, mas os pés bem plantados no chão. Todas as informações acabam por residir em data centers, tanto globalmente quanto nas regiões de atuação das empresas, entre elas Brasil e América Latina.

Com isso, para as empresas especializadas em data centers, inovação e conhecimento são diferenciais extremamente importantes para se destacar no mercado que está em constante mudança.

Empresas que dominarem as práticas para atender a demanda por data centers cada vez mais confiáveis, sustentáveis do ponto de vista operacional, e auto adaptáveis aos tipos de demanda e balanceamento, irão incorporar a maior parte dos investimentos em novos centros de dados no país, cifra em torno de R$ 6 bilhões por ano, de acordo com o estudo Global Data Center Investment da DCD Intelligence.

G1 - Prefeitura de São Paulo pedirá suspensão do app de caronas Uber


Para Prefeitura, app viola lei federal; carros de 3 usuários foram recolhidos. Os motoristas que usam o app foram multados em mais de R$ 2,4 mil.
Aplicativo de caronas Uber 

Após apreender três carros de motoristas que usavam o aplicativo de caronas Uber nesta semana, a Prefeitura de São Paulo pedirá a suspensão do programa sob o argumento de que ele motiva motoristas sem autorização a fazerem o transporte de passageiros, atividade econômica reservada aos taxistas.

Por meio do aplicativo, disponível para iPhones e celulares Android, passageiros podem pedir caronas. O valor a ser pago pelo trajeto é contabilizado pelo próprio aplicativo, que também efetua os pagamentos, feitos com cartão de crédito.

“A questão central desse aplicativo da Uber é que eles usam o argumento de que estariam dando carona, mas, no final da carona, as pessoas têm que pagar. Quando você paga por um serviço, passa a ser um atividade economia. É um transporte individual remunerado”, disse Daniel Telles, diretor do Departamento de Transporte de Passageiros (DTP), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Transporte. O G1 entrou em contato com os responsáveis pelo aplicativo mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.

'Isso não é carona'
O diretor lembra que a lei federal nº 12.468, de 2011, estabelece que o transporte individual remunerado de passageiros é uma atividade privativa dos taxistas. Segundo o DTP, o aplicativo fere essa lei. “Uma coisa é o cidadão que sai de casa e pega o amigo e o leva para o serviço. Outra coisa é um cidadão que fica o dia inteiro dando carona. O dia inteiro na cidade dando carona? Que história é essa? Isso não é carona. Isso passou a ser uma atividade econômica”, diz. “Quem é que tem tanto amigo assim?” Esse também é o entendimento da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para qual “os aplicativos que cobram para a realização do transporte estão sujeitas às mesmas penalidades ao transportador pirata”, segundo comunicado enviado ao G1 em julho.

“No nosso entendimento, um aplicativo como esse, promovendo uma atividade clandestina, não deveria ficar sendo disponibilizado dos serviços de internet”, afirmou Teles. Após as apreensões, o setor jurídico do DTP abriu um processo administrativo para analisar a medida judicial mais adequada. "Assim que a gente tiver um parecer definitivo sobre essa situação, nós tomaremos as providências judiciais para que o aplicativo não fique no ar”, afirmou ao G1. Em um lance semelhante, a Justiça do Espírito Santo decidiu nesta semanasuspender o aplicativo Secret das lojas de Google e Apple.

Multa
Desde que o serviço estreou na capital paulista em junho, a luz amarela foi acesa no DTP. Teles lista os problemas: o carro não passou por vistoria nem consta no cadastro de veículos autorizados a transportar passageiros, e o motorista não possui autorização de taxista nem tem seus dados registrados na prefeitura. "Esse aplicativo não segue nenhuma regra, qualquer cidadão pode habilitar um carro." Até flagrar alguém usando o app, não podia ser feito. “Eu só posso tomar uma medida quando eu pego alguém exercendo a atividade [ilegal]. Enquanto o app está na internet, ele tem o potencial de vir provocar a situação. Agora, eu constatei a situação ocorrendo”, afirma Telles.

Daniel Telles, diretor do Departamento de
Transporte de Passageiros (DTP) da cidade de
São Paulo. 

Os três motoristas que tiveram os carros recolhidos nesta semana foram os primeiros que, ao passar por fiscalização na cidade de São Paulo, foram flagrados utilizando o aplicativo Uber. As duas primeiras apreensões ocorreram na terça-feira (19). Uma no Terminal Rodoviário do Tietê, outra no Terminal da Barra Funda. A terceira ocorreu no dia seguinte no Aeroporto de Congonhas.

Após os fiscais constatarem que os motoristas não possuíam autorização para transportar pessoas, os carros foram levados para o pátio do DTP. Depois do pagamento das multas, os veículos foram liberados. Os condutores parados no Tietê e em Congonhas pagaram R$ 2.443,42 (multa de R$ 1.800,47 mais R$ 642,95 de taxa de remoção e custo de estadia) e o da Barra Funda teve que desembolsar R$ 2.520,22 (multa de R$ 1.800,47 mais R$ 719,75 de taxa de remoção e custo de estadia). Caso haja reincidência, o valor da multa dobra.

Proibido em Berlim
No ano, 313 carros já foram apreendidos na cidade de São Paulo – 192 deles eram táxis operando de forma ilegal. Na semana passada, o Uber escritório na cidade, o segundo do país. Antes de desembarcar em São Paulo, o app estreou no Brasil a partir do Rio de Janeiro, onde irritou os taxistas. Pelo mundo, por onde passa, a reação é semelhante.

Na Alemanha, o Departamento de Estado para Assuntos Civis de Berlim proibiu o Uber de operar em toda a capital do país por não oferecer aos passageiros a garantia de que os motoristas eram licenciados para trabalhar. A empresa recorreu à Justiça e a decisão foi suspensa provisoriamente.
A top model Alessandra Ambrósio foi a primeira passageira a pegar carona com a ajuda do aplicativo Uber, diz a empresa.

G1 - Bancário aposta em ideia inovadora e cria rede social em Uberlândia


Jovem empreendedor pediu afastamento do cargo para investir em startup.'Pingnic' recebeu downloads de cerca de 20 países em menos de um mês.


O bancário Otávio Vitorino, de 26 anos, interrompeu quatro anos da profissão para investir em uma ideia que acredita ser eficiente e funcional. Ele e mais dois sócios de Uberlândia criaram uma rede social que conecta e localiza amigos em qualquer lugar do mundo com apenas um toque informando onde a pessoa está. A empresa “Pingnic”, como foi nomeado o aplicativo disponível para smartphones, já supera as fronteiras e 700 usuários em menos de um mês no ar.

Segundo Otávio, abrir o próprio negócio foi possível por meio da iniciativa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae-MG), que premia as melhores ideias inovadoras do estado. O projeto venceu dois editais que conseguiram suprir parte da verba de um investimento total avaliado em R$ 70 mil. 

Mas o empreendedor sabe que investir em uma startup pode ter seus riscos, mesmo assim, pediu afastamento do cargo como concursado e não se arrepende das decisões. “Mudei completamente o ramo acreditando nessa proposta inovadora e já recebo um retorno disso. Realizamos recentemente uma pesquisa de satisfação e tivemos um feedback muito positivo. A repercussão que a rede tem ganhado também nos deixa muito otimistas”, afirmou.

Os dados da pesquisa indicaram que 54% das pessoas confirmaram a funcionalidade, 15% responderam a eficiência em encontrar os amigos e 31% disseram não por não terem muitos amigos adicionados ainda. Otávio disse que nenhuma das respostas contestou a utilidade do serviço. 

A rede social já conta com usuários de cerca de 20 países como Brasil, Portugal, Filipinas, Estados Unidos, Arábia Saudita, Espanha, Suíça, Romênia entre outros. “Inicialmente era só para o Brasil. Alguns amigos meus que moravam fora pediram para que liberássemos para outras plataformas e quando vimos, já haviam vários downloads sendo feitos lá fora”, contou.

Tecnologia e inovação 
A ferramenta é voltada para o público jovem e integrada ao Facebook para facilitar adicionar os amigos. Também é possível conferir os locais mais frequentados, informações sobre o estabelecimento e funciona de forma interativa, mostrando em um mapa onde os amigos estão.

De acordo com o sócio proprietário, outro fator favorável da rede social é a privacidade do usuário, uma vez que o aplicativo não utiliza nenhum mecanismo de rastreamento automático. “Tudo iniciou com uma vontade minha de saber onde os meus amigos estavam, mas sem ser por meio de um rastreador ou dependendo da pró-atividade do usuário em fazer um check-in. Com um único ‘ping’ consigo encontrar meus amigos”, disse Otávio.


O Pingnic é gratuito e a primeira versão está disponível para download para os sistemas iOS e Android. A expectativa da empresa é chegar a 1 milhão de usuários ainda neste ano dependendo da aceitação do público.

Uma nova versão será lançada no próximo mês e entre as mudanças está a opção de curtir e comentar check-ins feitos, garantindo maior interação entre os usuários, e criar grupos restritos para compartilhar ‘pings’.

O engenheiro de software, Jayr Motta, é um dos usuários do aplicativo e fez as suas considerações. “Não sou muito de baladas e portanto não usei muito, mas achei ele bem engenhoso e fico feliz pela criação partir de um colega empreendedor uberlandense”, comentou.



G1 - Cuba anuncia seu primeiro aplicativo médico para celulares


App com banco nacional de remédios está disponível para Android.Como os celulares de Cuba não têm internet, app deve ser baixado no PC.
Cuba anunciou na quinta-feira (21) que já está disponível seu primeiro aplicativo médico, o Formulário Nacional de Remédios, para os celulares com sistema operacional Android. O app apresenta buscadores por ordem alfabética, categoria farmacológica, apresentação e riscos dos diferentes remédios, além de incluir um guia de plantas medicinais com as descrições, origem, propriedades curativas e outros usos das mesmas.

Em Cuba, os telefones celulares não dispõem de rede para a conexão à internet, mas o serviço deve começar a ser oferecido antes do final de ano. Por isso, é preciso baixar um pacote de arquivos para o computador e transferi-lo para o smartphone para instalar o app. Veja aqui.

O aplicativo surge como complemento do trabalho dos especialistas do Comitê Editorial do Formulário Nacional de Remédios de Cuba, cujo conteúdo está disponível em formato impresso e digital, como fonte de informação da Biblioteca Virtual em Saúde.

O conteúdo do novo programa é dirigido fundamentalmente aos profissionais da saúde, mas não estão restritos para o acesso público, segundo explicou o site Infomed.

O Android é desenvolvido pelo Google, que na quarta-feira (20) anunciou que o navegador Chrome poderá ser baixado em Cuba, como parte de um relaxamento nas sanções do embargo econômico e comercial que o governo dos Estados Unidos aplica à ilha a mais de 50 anos.

No entanto, os cubanos ainda não podem acessar outras serviços do Google, como o Google Analytics e o Hangouts.

O número de usuários de telefones celulares na ilha no fechamento de 2013 era de 1.995.700 clientes, o que representa uma cobertura doe 85,3%, segundo os últimos dados oficiais disponíveis.

Também não é fácil para os cubanos conectar-se à rede de suas casas, opção permitida apenas a profissionais como médicos, jornalistas, acadêmicos, intelectuais ou artistas, enquanto os moradores da ilha se conectam à rede em salas de navegação públicas ou hotéis, a preços caros para a maior parte da população.

G1 - PSN volta ao ar e dados de usuários estão seguros após ataque


PSN volta ao ar e dados de usuários estão seguros após ataque
Rede online da Sony foi atacada por hackers e saiu do ar no domingo (24).Avião em que executivo estava teve ameaça de bomba; voo foi desviado.

A PlayStation Network (PSN), rede online da Sony, voltou à normalidade nesta segunda-feira (25) após um ataque eletrônico ter derrubado a rede no domingo (24). O ataque coincidiu com temores sobre uma bomba em um voo comercial que transportava um alto executivo da empresa nos Estados Unidos.

A Sony disse em seu blog do PlayStation que a PSN foi derrubada por um ataque do tipo negação de serviço (DDoS), que sobrecarregou o sistema com tráfego, mas não invadiu a rede nem acessou qualquer informação de seus 53 milhões de usuários.


Um usuário do Twitter com a conta "@LizardSquad" disse no domingo ter sido responsável pelo ataque, e acrescentou que o objetivo era pressionar a Sony a gastar mais de seus lucros com a rede.

"A Sony, mais uma companhia grande, mas eles não gastam os rios de dinheiro que ganham nos serviços (PSN) aos consumidores. Acabem com a ganância", dizia uma publicação no domingo.

O negócio de rede da Sony foi alvo de ataques anteriormente, com uma falha de segurança em 2011 representando um grande revés para planos de uma rede mais flexível com o objetivo de permitir a conexão de uma série de dispositivos da Sony.

Desde então a companhia investiu pesado no sistema e agora espera que a rede possa servir como peça central de seus planos para reconstruir seus negócios após anos de prejuízos em suas operações com eletrônicos.

"Lizard Squad" também enviou uma mensagem via Twitter à American Airlines no domingo dizendo ter escutado que havia explosivos a bordo de um voo que transportava o presidente da Sony Online Entertainment, John Smedley.

Isso se seguiu um tuíte anterior de um fórum de jogadores que dizia à companhia aérea: "Vou colocar uma bomba no seu avião, esteja pronta para mim amanhã".

Uma porta-voz da PlayStation nos Estados Unidos disse que o FBI está investigando o desvio do voo de Dallas/Fort Worth para San Diego.

O FBI não tinha comentários sobre o incidente.

Folha de S.Paulo:Atualização do Viber traz 'grupos abertos' para aplicativo de mensagens


JOÃO VITOR OLIVEIRA

Luiz Felipe Barros, diretor do escritório
do Viber no Brasil
A Viber Media apresenta nesta terça-feira (26) a versão 5.0 do popular aplicativo de mensagens Viber.

Com lançamento previsto para o começo de setembro, a atualização tem como principal novidade a ferramenta "grupos abertos" –grupos de conversa que podem ser visualizados por qualquer usuário do aplicativo.

Funciona assim: cada sala de bate-papo tem dois tipos de participantes: os membros, que conversam e interagem com outros convidados, e os seguidores, que têm acesso a todo o conteúdo trocado pelos membros –mas só podem conversar com outros seguidores.

A ideia é que canais de televisão, jornais, personalidades e todo tipo de marca criem "grupos abertos" no serviço.

Segundo o diretor do Viber no Brasil, Luiz Felipe Barros, a empresa quis unir a "dinâmica de conexão pessoal" oferecida pelos aplicativos de mensagem ao hábito dos usuários de redes sociais de seguir páginas de artistas, programas de TV e outras marcas famosas.

"Nas redes sociais, por mais que as marcas busquem interatividade, a relação com o usuário ainda é muito institucional. A gente quer trazer o conteúdo dessas páginas respeitando a dinâmica de diálogo mais humano dos apps de mensagem", disse o executivo.

Para ele, a nova ferramenta pode funcionar como segunda tela –plataforma de conteúdo complementar ao de programas de TV– de maneira mais eficiente do que o Twitter.

"No Twitter não dá para o usuário acompanhar um diálogo direito. As marcas têm que 'forçar' a visualização' com retuítes. O grupo aberto organiza o assunto em um único ambiente", afirmou.

A empresa já fechou com 40 companhias para o lançamento da ferramenta, como os canais Esporte Interativo e History Channel e a rádio Mix FM.

Apesar da usabilidade por grandes marcas, o diretor ressalta que os grupos poderão ser criados por qualquer usuário que quiser ter um chat de conteúdo público com seus amigos. O número máximo de membros por é de 100 usuários, mas a quantidade de seguidores é ilimitada.

O Viber é atualmente o segundo maior aplicativo de mensagens no Brasil. O serviço foi de 9 milhões a 17 milhões de usuários no país entre o final do ano passado e este mês de agosto.

G1 - Galaxy S5 'participa' da campanha do balde de gelo e desafia iPhone 5s


Lumia 930, da Nokia, e One M8, da HTC, também foram desafiados.Samsung provoca rivais porque seu smartphone é à prova d'água.
Smartphone Galaxy S5, da Samsung, participa da campanha do balde de gelo e desafia iPhone 5s e Lumia 930. (Foto: Reprodução/YouTube)

O desafio do balde de gelo fez surgir uma onda de vídeos pela internet em que as pessoas atiram água gelada na cabeça antes de sugerir que três amigos façam o mesmo. A fabricante de eletrônicos sul-coreana Samsung participou do desafio, mas não colocou um de seus executivos para passar frio. O escolhido para representá-la foi seu smartphone top de linha, Galaxy S5.

Um vídeo do celular tomando um banho de gelo foi publicado nesta sexta-feira (22) no canal do YouTube da empresa (Veja aqui). O próprio celular é quem narra as ações, como dizer estar participando da campanha do balde de gelo até o anúncio dos desafiados. “Nossa, isso está congelante”, diz.

À prova d’água, o Galaxy S5 não poderia ter feito escolhas mais oportunas. Também escolheu celulares, mas de empresas rivais: o iPhone 5s, da Apple, o One M8, da HTC, e o Lumia 930, da Nokia. Todos eles, porém, não sobreviveriam a um banho de água fria como esses.

Chamada de "ALS Ice Bucket Challenge", a campanha visa chamar atenção para a esclerose lateral amiotrófica (ELA), um mal degenerativo também conhecido como doença de Lou Gehrig.

As pessoas são desafiadas a jogar um balde de água gelada sobre a cabeça, fazer uma doação de US$ 100 à "ALS Association" ou os dois. A associação norte-americana financia pesquisas para encontrar a cura da doença e serviços para os portadores da doença.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Uol: Hackers da DefCon dão uma de Watchdogs e manipulam semáforos de Las Vegas



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Um grupo de hackers europeus participando da DefCon mostrou que tem jogado Watchdogs demais e decidiu tentar mexer na rede de semáforos de Las Vegas. Para sua surpresa e de todos os participantes da conferência, não houve dificuldade alguma, já que o sistema que gerencia os sinais envia e recebe suas informações completamente limpas, sem nenhum tipo de criptografia.

A DefCon é uma conferência anual voltada para a cybersegurança e reúne "hackers de chapéu branco" (os bonzinhos) do mundo todo para expor falhas em sistemas de segurança importante a fim de conscientizar as pessoas da importância de fortalecer suas barreiras contra invasores mal intencionados. Sendo assim, Cesar Cerrudo, o responsável por invadir o sistema das luzes do trânsito, publicou a técnica que utilizou para tal feito e declarou "estou apenas apontando para o problema, não estou criando ele". Via Neowin.

Uol: PROGRAMA INOVA TELECOM SELECIONA R$ 1,68 BILHÃO EM PROJETOS


O programa Inova Telecom vai financiar R$ 1,68 bilhão em projetos inovadores no setor de telecomunicações do País, volume ligeiramente superior ao orçamento inicial, de R$ 1,5 bilhão. O programa, que faz parte do Plano Inova Empresa, foi desenvolvido pela Finep e pelo BNDES, com participação dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação, da Saúde e das Comunicações.

Foram selecionados 35 Planos de Negócios, coordenados por 35 empresas. Os projetos foram bem distribuídos nas áreas contempladas pelo edital, com o maior volume sendo concentrado na linha temática de Comunicações Digitais Sem Fios (25%), seguido das linhas de Comunicações Estratégicas (23%) e de Redes de Transporte de Dados (21%). As contratações e desembolsos devem acontecer no período de quatro anos, a partir de 2014.

De acordo com o gerente, dentro da área de Comunicações Digitais Sem Fios, se destacam projetos que abrangem tecnologias de computação em nuvem e de comunicação M2M (Machine to Machine): “São tendências”.

O edital foi dividido em duas modalidades: empresas do setor de telecomunicações e prestadoras de serviços de telecomunicação (PST). As ICTs (Instituições Científicas e Tecnológicas) e as operadoras de telefonia se enquadram na categoria PST. “As empresas da modalidade 1 são fabricantes de equipamentos de telecomunicações, já as da modalidade 2 são, em sua maioria, operadoras que fazem encomendas para empresas e ICTs desenvolverem”, explica Octavio, ressaltando que a maior parte dos Planos de Negócios foi apresentado em parcerias.

Idg Now: Mercado de iPhones usados antecipa explosão de vendas do iPhone 6

Gregg Keizer 

Donos de iPhones aumentaram em até 350% o número de pedidos de cotação de preço de aparelhos usados para lojas especializadas em trade-in

A venda de iPhones usados, da parte dos seus antigos donos, sinaliza que a Apple poderá ter um "tremendo" sucesso de vendas com o iPhone 6. A informação é das empresas especializadas na compra de aparelhos usados (trade-in) que estão observando um movimento sem precedentes de usuários buscando avaliação sobre o preço dos seus aparelhos velhos antes que o novo seja lançado.

"A demanda por um iPhone com tela maior é gigantesca", diz Jeff Trachsel, CMO da NextWorth, empresa americana que compra dispositivos de eletrônica de consumo usados, incluindo dezenas de milhares de iPhones anualmente, e os revende dentro dos Estados Unidos ou mesmo fora do país.

Segundo cotações da NextWorth, o usuário de um iPhone 5S desbloqueado em bom estado pode conseguir até US$ 335 na venda, o que representa 40% do seu preço original de loja. Um Galaxy S5 chega a ser avaliado em US$ 236, o que é praticamente 40% também do preço de um novo. O iPhone 5 consegue até US$ 215 e um LG G Flex chega ao máximo de US$ 191

Salto de 350%

"Tivemos um crescimento de 350% esta semana no número de pedidos de cotação de preços para compra de iPhones usados, comparado com o mês passado", diz Trachsel. Segundo o comerciante, o número de pedidos de cotação é 182% maior que no ano passado. Outro dado interessante é que no mês passado, 69% dos pedidos eram para venda de iPhone 4 e iPhone 4S. Esta semana, com o saldo dos pedidos, a grande maioria - 61% - referia-se a iPhones 5 e 5S

A NextWorth tem uma política de manter o valor de compra oferecido para o consumidor por até 30 dias, portanto o crescimento dos pedidos está sincronizado com o prazo de 30 dias que analistas e profissionais do mercado estima para o lançamento do iPhone 6 (9 de setembro) e a data de início das vendas (19 de setembro).

Outra empresa de compra de usados, a Gazelle, de Boston, viu um crescimento similar nos pedidos de cotação, 50% a mais que no ano passado, segundo Alyssa Voorhis, analista técnica da Gazelle. A empresa anunciou um programa de garantia de preços para até 10 de outubro.

Essa política de cotação garantida permite que os usuários saibam por quanto vão vender seus iPhones e possam ter tempo para comprar um novo e ativa-lo antes de enviar seus aparelhos velhos para venda.

Até no Android

As duas empresas consideram normais picos de solicitação de cotações em anos pares, que são quando normalmente a Apple lança novos designs do iPhone. 

Mas o movimento deste ano tem um elemento novo que sinaliza para Trachsel e Voorhis que as vendas do iPhone 6 vão ultrapassar em muito as vendas do iPhone 5S ou do iPhone 5: os pedidos de cotação de aparelhos Android usados também aumentou. Na Gazelle o crescimento foi entre 15% e 30% sobre o número do mês passado.

"A Apple pode ter finalmente criado uma oferta que atendeu aos pedidos dos usuários de Android e é por conta da tela maior", diz Voorhis. Segundo ela, uma pesquisa feita pela Gazelle com seus clientes mostra que 45% de todos os donos de smartphones querem um iPhone 6 e eles estão particularmente interessados na tela maior. Outros 21 dos entrevistados disseram ainda não ter decidido, preferindo aguardar a confirmação dos rumores para decidir.

Olhar digital: Samsung usa desafio do balde de gelo para criticar iPhone 5s



A Samsung resolveu tirar proveito do desafio do balde de gelo (Ice Bucket Challenge) para fazer mais uma provocação à Apple.
Como? A empresa botou seu Galaxy S5 na campanha, atirando um balde de água com gelo sobre ele, e desafiou iPhone 5s, HTC One M8 e Lumia 930 a fazerem o mesmo.

O detalhe é que, enquanto o Galaxy S5 pode ficar até 30 minutos submerso e os smartphones da HTC e da Nokia são resistentes à água, o iPhone 5s não conta com qualquer proteção do tipo.

O Ice Bucket Challenge começou há alguns dias e envolveu primeiro grandes nomes das principais empresas de tecnologia dos Estados Unidos e, depois, todo tipo de celebridade (incluindo brasileiras), viralizando entre internautas do mundo todo.

A ideia é dar visibilidade à ALS, esclerose lateral amiótica, uma doença cerebral degenerativa. Quem é desafiado tem de escolher: ou doa US$ 100 para contribuir com pesquisas relacionadas ao problema, ou joga um balde de gelo sobre a cabeça. Ou, claro, faz as duas coisas.


Uol: Twitter removerá posts que ofendam mortos


O Twitter começará a remover imagens e publicações ofensivas referentes a pessoas que já morreram a pedido de seus familiares.
O anúncio ocorre depois que a filha do ator Robin Williams recebeu mensagens com insultos após escrever sobre a morte do pai. No mesmo período, extremistas divulgaram um vídeo onde assassinavam um jornalista americano.

O boletim de tecnologia desta semana também destaca a tecnologia que faz carros "conversarem" para tentar evitar batidas e os exoesqueletos que estão sendo testados em estaleiros da marinha americana.

Idg Now: Ecossistema Android tem 19 mil dispositivos e 7 versões de SO


Estudo da OpenSignal mostra a fragmentação do mercado, que ganhou 8 mil novos dispositivos em um ano. Samsung tem 43% de market share

A fragmentação do ecossistema de dispositivos usando o sistema operacional móvel Android, da Google, quase duplicou de tamanho em um ano. Segundo novo estudo divulgado pela OpenSignal, o número de diferentes dispositivos usando o SO saltou de 11 mil em 2013 para praticamente 19 mil em 2014.

Considerada o calcanhar de Aquiles da plataforma, por trazer complexidade para lidar com tantos dispositivos e tantas versões diferentes do sistema operacional, a fragmentação é criticada pela concorrência - leia-se Apple - e minimizada pelos fabricantes que adotaram o Android. E, pelo estudo da OpenSignal, é muito mais complexa do que imaginavam os dois lados.

Enquanto que no universo Apple 91% dos usuários já utilizam a última versão do sistema operacional (iOS 7), 8% usam o iOS 6 e 1% usam as outras, no universo Android o cenário está distribuído em 7 diferentes versões do sistema operacional da Google, sendo que a mais recente está instalada em apenas 1/5 do total de dispositivos.

Segundo o estudo, o Android 4.4 (Kit Kat) equipa 20,4% de todos os dispositivos. A versão anterior do Android, batizada de Jelly Bean, e suas três variações, está em 54,2% dos dispositivos - Jelly Bean 4.1 (26,5%); Jelly Bean 4.2 (19,8% ) e Jelly Bean 4.3 (7,9%). De todas as versões do sistema operacional lançadas até hoje, a mais antiga ainda em atividade é a 2.2 (Froyo) em apenas 0,7% dos dispositivos. Em seguida vem o 2.3.3 (Gingerbread) com 13,6%; e o 4.0.3 (Ice Cream Sandwich), com 10,6%.

Samsung domina
Do ponto de vista de participação de marcas de fabricantes, a Samsung ainda domina o mercado Android, sendo dona de 43% do market share (contra 47% do ano anterior). As concorrentes LG, Motorola, Sony, Huawei e Lenovo cada qual tem uma fatia similar do mercado (média de 4,7%) deixando o restante para dezenas de outras marcas.

No site do estudo é possível "brincar" com os gráficos interativos gerados a partir do big data de números coletados pela Open Signal. A empresa usou dados gerados pelas pessoas que baixaram seu aplicativo Android para mapear versões do sistema operacional, tamanhos de telas e localização, entre outras coisas. Foram coletados dados de mais de 600 mil dispositivos.

Um ponto no entanto conta a favor da fragmentação: permitiu a um grande número de fabricantes oferecer os dispositivos e isso, entre outros fatores, foi determinante para que oAndroid superasse o iOS em uso da web este ano pela primeira vez.