quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Uol: "Apple da China", Xiaomi prepara chegada ao mercado brasileiro; conheça


Guilherme Tagiaroli

Lei Jun, diretor-executivo e fundador da Xiaomi, participa de lançamento de produto
Uma empresa fundada em 2010 tornou-se a líder no mercado de smartphones chinês, desbancando gigantes como Samsung e Lenovo. A companhia que conseguiu esse feito é a (desconhecida) chinesa Xiaomi (lê-se cháomi), que prepara sua estreia no Brasil.

Considerada a "Apple da China", a companhia expressou em abril, durante uma coletiva de imprensa, que mira o mercado brasileiro. Por enquanto, de concreto, a Xiaomi mantém um escritório registrado em São Paulo. Porém, ainda não se sabe como a companhia manterá seu "modus operandi" fora de sua terra natal. Se for algo parecido com que ocorreu na China, a empresa deve incomodar as grandes fabricantes.
Conheça a Xiaomi11 fotos6 / 11
Lei Jun, fundador e diretor-executivo da fabricante chinesa Xiaomi, apresenta aparelho Mi 2 em evento realizado em agosto de 2012, em Pequim (China). A companhia ganhou notoriedade no mercado chinês por oferecer aparelhos a preços acessíveis e por vender seus dispositivos majoritariamente pela internet Jason Lee/Reuters
Como parte do esforço para crescer em mercados internacionais, a companhia contratou no ano passado o brasileiro Hugo Barra, que trabalhava como vice-presidente da plataforma Android. Em uma publicação no Google+ do início deste ano, Barra postou: "Conversa boa com o governador de Minas Gerais (...). Começamos a falar em levar a Xiaomi à América Latina começando pelo Brasil."
Anindito Mukherjee/Reuters
Hugo Barra, vice-presidente da Xiaomi, participa de coletiva de imprensa sobre lançamento dos aparelhos Mi phones
A companhia fechou o segundo trimestre deste ano com 14% do mercado chinês de smartphone, segundo a consultoria de mercado Canalys. Seus principais concorrentes, Samsung, Lenovo e Yulong têm 12% cada de participação de mercado. O restante é composto por várias marcas menores.
Por que a Xiaomi faz sucesso?
A Xiaomi se define como uma empresa de tecnologia, pois ela não só fabrica dispositivos, mas também investe em um sistema de comércio eletrônico próprio e desenvolve uma interface gráfica Android personalizada usada tanto em seus aparelhos como em outros dispositivos. 

"A Xiaomi é diferente, pois vende seus aparelhos apenas pela internet, não lança vários aparelhos (não passa de cinco ao ano), na China eles usam o Weibo (uma espécie de Twitter) para interagir com os fãs da marca e contam com uma interface gráfica Android personalizada com vários serviços", disse Jingwen Wang, analista da consultoria de mercado Canalys, em entrevista ao UOL.
Reprodução
Capa da interface gráfica do MiUI 6, feito Xiaomi, que deve ser lançada ainda em setembro
Fundada em abril de 2010, seus primeiros lançamentos foram o MIUI Rom (uma versão modificada do Android) e o MiTalk (um serviço de mensagens como o WhatsApp).

Apenas em agosto de 2011 eles lançaram seu primeiro aparelho, o MI 1 custando 1.999 yuanes (cerca de US$ 325 ou R$ 735), um preço bem abaixo dos concorrentes para uma configuração topo de linha. As especificações técnicas do aparelho são: processador dual-core de 1,5 GHz, tela de 4 polegadas e duas câmeras, sendo uma de 8 megapixels e a frontal de 2 megapixels.

A título de comparação, um Galaxy S II, lançado no mesmo ano e com configurações parecidas, tinha preço sugerido de venda de R$ 1.800. Enfim, a empresa chinesa começou a oferecer um aparelho com boas configurações a um valor possível para o público local.

"O preço é acessível porque a companhia corta despesas ao vender diretamente e em marketing, usando sua loja online e sua conta no Weibo [espécie de Twitter chinês]", explica a analista Jingwen.

A empresa começa a pré-venda de aparelhos seis dias antes do lançamento. Durante esse período, eles costumam vender entre 200 mil e 300 mil unidades, segundo um relatório da consultoria de mercado Gartner.
Divulgação
Além de smartphones, a Xiaomi comercializa tablets (foto), pulseiras e mascotes


Apple chinesa?

O apelido de "Apple da China" foi dado pela mídia ocidental, sobretudo pelo estilo de apresentação de produtos feita por Lei Jun, diretor-executivo e fundador da Xiaomi, que é muito igual às feitas por Steve Jobs. Geralmente, Jun veste camiseta preta, há um telão em suas costas e na plateia há milhares de fãs ansiosos pelos anúncios.
No entanto, a Xiaomi não se assemelha nem um pouco com a empresa norte-americana no que diz respeito ao preço baixo dos seus aparelhos e no relacionamento com os fãs. Uma das ações de fidelização é um festival promovido pela companhia para celebrar o aniversário de fundação.

No Mi Fan Festival deste ano, por exemplo, fãs da marca podiam jogar um game que dava desconto em novos produtos ou distribuía o Mi Habbit, o coelho mascote da marca.

Por estar sempre em contato com os fãs, a empresa desenvolve para seu sistema soluções pedidas por eles, como um bloqueador de spam para SMS, integração da lista de contatos com o serviço de páginas amarelas local e acionamento da câmera por comando de voz.


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

G1: Internet Explorer e Windows Media Player são investigados na China


Órgão regulador chinês incluiu programas em investigação sobre Microsoft.
China apura se empresa de softwares não foi transparente com vendas.
O navegador Internet Explorer e o reprodutor Windows Media Player, ambos da Microsoft, se tornaram alvos da investigação antitruste liderada pela China, abrindo a chance de o país revisitar a questão do agregamento de softwares no centro de reclamações antitruste anteriores contra a companhia no Ocidente.

A administração estatal para indústria e comércio Saic suspeita que a Microsoft não está sendo totalmente transparente com informações sobre vendas de Windows e do pacote Office, mas a empresa expressou disposição em cooperar com as investigações atuais, disse Zhang Mao, chefe do regulador antitruste, em uma coletiva em Pequim nesta terça-feira (26).

À medida que o Windows se tornava o sistema operacional dominante no mundo nas décadas de 1990 e 2000, a questão de como a Microsoft agrupava seu navegador de web e reprodutor de mídia se tornou o foco de casos antitruste apresentados por autoridades nos Estados Unidos e na Europa.

O foco da China nos dois produtos já disputados em outros locais parece formar a base de sua investigação, mas a averiguação pode se estender para além da questão do pacote do reprodutor de mídia e do navegador, disse You Youting, sócio da Shanghai Debund Law Offices.

"É possível que o governo não tenha sido bem-sucedido em encontrar o que buscavam", disse You. "Mas ao começar com estes dois produtos, isso dá tempo a eles".

Um porta-voz da Microsoft não quis comentar quando contatado por telefone.

A investigação sobre a Microsoft surge em meio a uma série de investigações antitruste contra empresas estrangeiras na China, incluindo a fabricante de chips para dispositivos móveis Qualcomm e a unidade de carros de luxo Mercedes-Benz da montadora alemã Daimler. As investigações fizeram ressurgir termores sobre protecionismo na China.

Olhar Digital: Descoberta nova forma de atacar aparelhos com Android


Pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, descobriram uma nova ameaça a dispositivos móveis que, embora ainda não tenha sido explorada criminalmente, já causa preocupação.

Batizado de UI state interence attack (ataque por inferência na interface do usuário), o problema explora um caminho diferente de outros tipos de ataque: a interface gráfica em aplicativos. E seis a cada sete aplicativos para Android estão vulneráveis.

"A interface gráfica do usuário em aplicações para dispositivos móveis sempre foi uma preocupação para os especialistas em segurança digital e, até o momento, não se acreditava que ela poderia ser explorada para outra aplicação sem privilégios especiais. Mas tudo indica que isso está mudando", comenta, em nota, a especialista Ilya Lopes, da ESET Brasil.

O ataque tira proveito da comunicação entre aplicações através de um canal de comunicação desprotegido. As interfaces de apps populares revelam cada passo dos usuários, como iniciar a aplicação, cadastro de login e senha e inserir dados de cartão de crédito. Tudo isso pode ser interceptado por aplicativos maliciosos.

O ataque é ativado no momento em que o usuário baixa um app falso acreditando ser legítimo. É importante prestar atenção a isso, porque neste ataque o aplicativo não depende de permissões especiais para agir. "Uma das formas de evitar esse tipo de ataque é sempre baixar os aplicativos de páginas oficiais e utilizar uma solução de segurança da informação específica para dispositivos móveis", aconselha Ilya Lopes.

Olhar Digital: Projeto de lei do Senado tenta modificar o Marco Civil



O Marco Civil está em vigor desde junho, mas o Senado já estuda projetos de lei que modificarão o funcionamento da “Constituição da Internet”. O PL 180, que você pode conferir clicando aqui, proposto pelo parlamento propõe reformas nos artigos 2º, 3º, 5º, 7º, 10, 12, 13, 15 e 21, além do acréscimo de novos artigos.

O projeto, assinado pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), tem a finalidade de restringir as autoridades que tem acesso a dados privados do cidadão, entre outros fins.

“Em relação ao requerimento de guarda de dados por mais tempo do que o legal, a ser feito pelo Delegado ou Ministério Público, a lei complica a vida destas autoridades, exigindo que tal requerimento seja judicial”, explica o advogado especialista em direito digital José Antonio Milagre. Atualmente, o texto original da Lei dá a entender que o pedido deve ser direto ao provedor, acrescenta ele.

No artigo 21, o projeto de lei também amplia a possibilidade da remoção de conteúdo imediato após pedidos de pessoas. Atualmente, a lei prevê que os provedores devem remover o material sem necessidade de intervenção jurídica apenas em caso de publicação de material de cunho sexual que ofenda a vítima. A reformulação amplia o artigo para “qualquer conteúdo que viole a dignidade da pessoa humana”, o que Milagre considera um problema por ser algo muito subjetivo.

O PL 180 também propõe a criação do artigo 21A, que desonera sites e blogs sobre o conteúdo publicado por terceiros nos comentários. O objetivo é impedir que os geradores de conteúdo sejam notificados pelo conteúdo gerado pelos seus usuários. Por exemplo: se um comentário considerado ofensivo a algum político for postado nos comentários de um post do Olhar Digital no Facebook, a solicitação de remoção não deve ser encaminhada para os responsáveis pela página. O caminho a ser feito será o da justiça para que ela decida se a rede social, e não o Olhar Digital, deve excluir o post. A justificativa é que o Marco Civil originalmente protege bem as grandes empresas contra solicitações arbitrárias, mas abre a brecha para notificação judicial do gerador do conteúdo.

Além disso, o artigo 23-A também propõe que o provedor de serviços deverá oferecer um sistema próprio para recebimento de denúncias e solicitações de usuários, de acordo com José Milagre.


IdgNow: Tesla contrata hackers para testar a segurança de seus carros elétricos


A fabricante vai contratar em tempo integral 30 hackers para encontrar e bloquear as vulnerabilidades do software que controla seus carros high-tech
A fabricante de carros elétricos Tesla Motors, baseada no Silicon Valley, quer usar especialistas em segurança digital para hackear seus veículos. Nos próximos meses, a empresa vai contratar 30 hackers, para trabalhar em tempo integral, descobrindo e corrigindo possíveis vulnerabilidades no software que controla seus carros sofisticados.

"Nosso time de segurança está concentrado em garantir tecnologia de segurança avançada para nossos carros conectados", diz um porta-voz da empresa. O foco das contratações "definir novos padrões de segurança e criar novos recursos para carros conectados que não existem atualmente na indústria automobilística. As posições são em tempo integral e vamos ter também oportunidades para estagiários", diz o porta-voz.

Os mais conectados

Os carros da Tesla estão entre os veículos mais conectados da indústria. Suas baterias, transmissão, motores, controle de temperatura, travas de portas e sistema de entretenimento podem ser todos acessados remotamente via internet. Nesse sentido, a empresa tem muito a perder se tiver problemas de conectividade, daí o investimento num time especializado que impeça eventuais ataques remotos aos seus carros.

Especialistas em segurança mostraram recentemente que é possível hackear os controles eletrônicos de um carro e assumir o controle de áreas vitais do veículo, como navegação, freios e aceleração.

Hall da fama

A Tesla está entre os fabricantes de carros que tem sido mais proativos no sentido de atacar os problemas de segurança potenciais. Ela era a única montadora presente na conferência de segurança Def Con, em Las Vegas, e seu executivo da área de segurança aproveitou para mostrar o relatório mais recente da companhia sobre vulnerabilidades e recrutar alguns novos membros para seu time.

A empresa diz que tem uma política de não tomar medidas legais contra pesquisadores que tentem invadir seus carros desde que eles concordem em informar abertamente como o ataque pode ser feito e onde estão as vulnerabilidades, bem como concordem de boa fé em evitar destruição de dados e violação de privacidade. Ela tem oferecido recompensas para hackers que descubram brechas sérias em seu software.

A empresa mantém, inclusive, um Hall da Fama, onde apresenta a lista de 20 pesquisadores de segurança que descobriram e informaram para a empresa vulnerabilidades em seus software.

Olhar Digital: Facebook cortará alcance de posts com chamadas enganosas


O Facebook definiu um novo alvo para seus cortes de alcance. A rede social anunciou nesta segunda-feira, 25, que tem planos de podar o desempenho de posts conhecidos como “clickbait” (iscas de cliques, em tradução literal), que costumam viralizar e ter muitos acessos por não deixar claro para o leitor qual é o conteúdo da página publicada na rede.

A medida é importante porque cada vez mais chamadas como “Você não vai acreditar o que este cão fez” começavam a povoar o feed de notícias dos usuários pelo fato de despertar naturalmente a curiosidade do leitor, gerando muitos acessos e compartilhamentos. No entanto, muitas vezes o artigo não corresponde às expectativas, criando uma experiência negativa e é isso que o Facebook começará a caçar.

O Facebook define o “clickbait” como um post feito por uma página com uma manchete que encoraja a pessoa a clicar para ver mais sem, no entanto, dar muitas informações sobre o que ela verá. A rede social diz que uma pesquisa diz que 80% dos usuários preferiam ter mais indicações sobre o que se trata o artigo antes de dar seu clique.

Para determinar se o artigo realmente é válido, o Facebook se baseará em dois fatores: o tempo que o usuário passa lendo de fato o artigo, indicando que o post realmente foi relevante, e a quantidade de cliques em comparação com as curtidas, comentários e compartilhamentos. A rede social entenderá que se a taxa de cliques é muito alta, mas as pessoas não curtem a postagem nem a compartilham, será um indicador de que o material não era de fato tão relevante. Estes posts deverão ter o alcance reduzido em pouco tempo.

Posts com links ou imagens?
O Facebook também anunciou que vai começar a privilegiar a ferramenta de compartilhamento de links em vez de postagens com uma imagem e um link. Não entendeu? As imagens abaixo devem explicar. A da esquerda utiliza uma imagem com um link na legenda, que também é o sistema que usamos na página do Facebook do Olhar Digital; a da direita utiliza um link colado. A segunda opção começará a ser privilegiada pela rede social.


Segundo o Facebook, o segundo tipo de post deixa mais claro o conteúdo do post, ajudando o usuário a decidir se ele quer clicar. Além disso, a área “clicável” maior ajuda os usuários do Facebook em celulares, que não precisam se esforçar para pressionar um link escondido na legenda.

IdgNow: Amazon pretende competir com Google nos anúncios online


A Amazon planeia expandir o seu pequeno negócio de entrega de anúncios online para competir com o sistema AdWords, da Google, que coloca anúncios segmentados por palavra-chave ao lado dos resultados de pesquisas do Google e em milhões de outros sites, segundo o Wall Street Journal (WSJ).
A empresa está desenvolvendo uma plataforma para fornecer anúncios tanto nos seus próprios sites como em sites de terceiros, criando potencialmente uma nova fonte significativa de receitas. A medida também pode reduzir o número de anúncios do Google oferecidos na própria Amazon.

Potenciais parceiros poderão começar a testar a plataforma, apelidada de Amazon Sponsored Links, ainda este ano.

Dada a sua escala e acesso a informações de compras, a Amazon pode ser capaz de desafiar o domínio do AdWords, que alimentam o negócio de publicidade da Google em 50 bilhões de dólares ao ano.

Muitos dos anúncios da Amazon são agora fornecidos pela Google, embora a Amazon também coloque alguns anúncios de produtos no seu próprio site, e venda anúncios para outros sites. Com o novo sistema, a Amazon pode expandir o seu próprio programa para lidar com mais tipos de anúncios, diz o WSJ.

A sua tecnologia permitiria às agências de publicidade comprarem anúncios em massa, possivelmente para milhares de anunciantes.

G1 - Erro faz 'Google Imagens' exibir apenas fotos de acidente na Rússia


Foto tomava lugar de outros resultados em pesquisas.Google diz já ter resolvido o problema.

Um erro fez uma foto de um acidente na Rússia aparecer repetidamente como resultado em várias pesquisas no Google Imagens, mesmo quando a pesquisa não tinha qualquer relação com a foto. O problema aconteceu nesta terça-feira (26) e, segundo a companhia, já foi solucionado.

A imagem foi publicada em um site de notícias ucraniano em novembro de 2012 e faz parte de uma reportagem sobre um acidente na Rússia que deixou três pessoas mortas.

O Google não explicou como a imagem passou a dominar os resultados de pesquisa. A empresa recebeu reclamações de usuários nos fóruns oficiais de suporte e internautas também comentaram o erro em redes sociais. O "bug" permaneceu ativo por algumas horas.

No fórum de discussão "Reddit", um usuário do Canadá relatou que imagens do jogador de basquete Kevin Durant também apareciam aleatoriamente nos resultados do Google Imagens.

Internautas levantaram suspeitas de que o Google Imagens teria sido "hackeado" para exibir a foto, mas não há indícios de que o problema tenha sido causado por um ataque.

G1: Bancário aposta em ideia inovadora e cria rede social em Uberlândia

Caroline Aleixo

Jovem empreendedor pediu afastamento do cargo para investir em startup.
'Pingnic' recebeu downloads de cerca de 20 países em menos de um mês.

Rede social conta com mais de 700 usuários
O bancário Otávio Vitorino, de 26 anos, interrompeu quatro anos da profissão para investir em uma ideia que acredita ser eficiente e funcional. Ele e mais dois sócios de Uberlândia criaram uma rede social que conecta e localiza amigos em qualquer lugar do mundo com apenas um toque informando onde a pessoa está. A empresa “Pingnic”, como foi nomeado o aplicativo disponível para smartphones, já supera as fronteiras e 700 usuários em menos de um mês no ar.

Segundo Otávio, abrir o próprio negócio foi possível por meio da iniciativa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae-MG), que premia as melhores ideias inovadoras do estado. O projeto venceu dois editais que conseguiram suprir parte da verba de um investimento total avaliado em R$ 70 mil. 

Mas o empreendedor sabe que investir em uma startup pode ter seus riscos, mesmo assim, pediu afastamento do cargo como concursado e não se arrepende das decisões. “Mudei completamente o ramo acreditando nessa proposta inovadora e já recebo um retorno disso. Realizamos recentemente uma pesquisa de satisfação e tivemos um feedback muito positivo. A repercussão que a rede tem ganhado também nos deixa muito otimistas”, afirmou.
Mudei completamente o ramo acreditando nessa proposta inovadora e já recebo um retorno disso".
Otávio Vitorino, empreendedor

Os dados da pesquisa indicaram que 54% das pessoas confirmaram a funcionalidade, 15% responderam a eficiência em encontrar os amigos e 31% disseram não por não terem muitos amigos adicionados ainda. Otávio disse que nenhuma das respostas contestou a utilidade do serviço. 

A rede social já conta com usuários de cerca de 20 países como Brasil, Portugal, Filipinas, Estados Unidos, Arábia Saudita, Espanha, Suíça, Romênia entre outros. “Inicialmente era só para o Brasil. Alguns amigos meus que moravam fora pediram para que liberássemos para outras plataformas e quando vimos, já haviam vários downloads sendo feitos lá fora”, contou.

Tecnologia e inovação 
A ferramenta é voltada para o público jovem e integrada ao Facebook para facilitar adicionar os amigos. Também é possível conferir os locais mais frequentados, informações sobre o estabelecimento e funciona de forma interativa, mostrando em um mapa onde os amigos estão.

De acordo com o sócio proprietário, outro fator favorável da rede social é a privacidade do usuário, uma vez que o aplicativo não utiliza nenhum mecanismo de rastreamento automático. “Tudo iniciou com uma vontade minha de saber onde os meus amigos estavam, mas sem ser por meio de um rastreador ou dependendo da pró-atividade do usuário em fazer um check-in. Com um único ‘ping’ consigo encontrar meus amigos”, disse Otávio.
Usuários se comunicam com apenas um 'ping'
(Foto: Reprodução/Pingnic)

O Pingnic é gratuito e a primeira versão está disponível para download para os sistemas iOS e Android. A expectativa da empresa é chegar a 1 milhão de usuários ainda neste ano dependendo da aceitação do público.

Uma nova versão será lançada no próximo mês e entre as mudanças está a opção de curtir e comentar check-ins feitos, garantindo maior interação entre os usuários, e criar grupos restritos para compartilhar ‘pings’.

O engenheiro de software, Jayr Motta, é um dos usuários do aplicativo e fez as suas considerações. “Não sou muito de baladas e portanto não usei muito, mas achei ele bem engenhoso e fico feliz pela criação partir de um colega empreendedor uberlandense”, comentou.

Olhar Digital: Apple estaria preparando iPad de 12,9 polegadas para 2015


Se os novos rumores estiverem corretos, o iPhone não deve ser o único produto da Apple a ficar maior. De acordo com a Bloomberg, o iPad deve ganhar uma versão de 12,9 polegadas no início de 2015, citando fontes anônimas mas que estariam familiarizadas com o assunto.

De acordo com a publicação, a empresa já está conversando e trabalhando com fornecedores há mais de um ano para telas de dispositivos maiores com telas de toque, de acordo com as fontes.

Tim Cook tem falado frequentemente em novas categorias de produtos, e um novo tamanho para o iPad se encaixaria na proposta. No entanto, o que está mais perto de se concretizar é um novo iPhone de 4,7 polegadas e o “iWatch” uma pulseira/relógio inteligente da Apple.

Caso a ideia se confirme pode se tratar de uma medida de resposta da Apple à queda de venda nos iPads. Nos últimos trimestres fiscais a empresa tem notado uma redução nos números de seu tablet, embora o produto ainda esteja longe de dar prejuízo, o que pode motivar a busca por novos mercados.

No entanto, vale a pena observar em tom de curiosidade que a Microsoft lançou seu Surface Pro 3, de 13 polegadas, comparando-o diretamente com o laptop Macbook Air. Se a Apple seguir o mesmo caminho, poderia colocar seus produtos em competição entre si, pelo menos na visão da rival Microsoft.

G1: Hyperlapse é aplicativo do Instagram para fazer vídeos acelerados




Ferramenta tem recursos para timelapse como estabilizador de imagem.

Usuários podem acelerar vídeo em até 12 vezes e compartilhar na web.
O Instagram lançou nesta terça-feira (26) o aplicativo Hyperlapse, que tem como proposta dar recursos ao usuário para fazer vídeos acelerados, ou de "timelapse", facilmente. O app é gratuito e está disponível para o sistema iOS (acesse aqui), do iPhone e do iPad. Não há previsão para o sistema Android receber o programa.

O programa funciona como um aplicativo de foto ou de vídeo. Ao tocar no botão que aparece na tela, o vídeo começa a ser gravado. Durante a gravação, há um segundo relógio que mostra a duração da gravação caso ela seja acelerada. Ao finalizar o vídeo, pode-se escolher aumentar sua velocidade em até 12 vezes.
Hyperlapse é app do Instagram para fazer timelapse
Para ajudar a todo o tipo de usuário, o Hyperlapse apresenta ferramentas simples, dá dicas durante seu uso e tem um estabilizador de imagens. Isso faz com que ao gravar o vídeo caminhando, por exemplo, as imagens sejam estabilizadas, dando um ar de produção profissional. Ao escolher a velocidade normal, o usuário terá um vídeo "tradicional", sem aceleração, mas com a imagem estabilizada automaticamente. De acordo com o Instagram, o aplicativo usa algoritmos que permitem suavizar as trepidações do usuário ao segurar o smartphone ou tablet para gravar um vídeo.

Ao finalizar a gravação, pode-se guardar o vídeo no dispositivo ou compartilhar com amigos no Instagram - usando filtros, função que não existe no Hyperlapse - ou no Facebook.