sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

INFO: - Ciência - Notícias - Brasil quer construir anel óptico

 INFO:- Ciência - Notícias -Brasil quer construir anel óptico 



São Paulo - O Ministério das Comunicações apresentou uma proposta técnica para a construção do anel que vai interligar as fibras ópticas dos países da América do Sul com o propósito de reduzir os custos de conexão.

O anúncio foi feito durante a 1ª Reunião do Grupo de Trabalho sobre Telecomunicações do Conselho Sul-Americano de Infraestrutura e Planejamento (Cosiplan). O evento foi realizado no dia 31 de janeiro, no Paraguai.

A construção foi estabelecida como uma prioridade pelos ministros das Comunicações dos países sul-americanos. Isso porque ela vai possibilitar aos cidadãos uma conexão mais rápida por preços mais baixos.

Atualmente, o caminho percorrido pelos dados em uma conexão simples à internet é extenso e caro. Por exemplo, para um internauta brasileiro acessar um site do Chile, a conexão segue até um servidor nos Estados Unidos por cabos submarinos. Somente depois disso ela volta ao Chile.

Com o anel óptico interligando os países sul-americanos, o tráfego circulará diretamente entre as redes locais. Portanto, a rede irá integrar os países e reduzir os custos das conexões de banda larga.

O processo custará cerca de 100 milhões de dólares. Os acordos devem ser firmados assim que os países avaliarem a proposta. Além disso, a construção das redes ficará a cargo da estatal de cada país. No caso do Brasil, a empresa responsável será a Telebras.

PC WORLD:- Dicas -Quatro truques rápidos para resolver problemas de rede

PC WORLD:- Dicas - Quatro truques rápidos para resolver problemas de rede 

A conexão está “capenga”, sites estão sumindo e alguns programas não conseguem acessar a internet? Siga estas dicas para voltar a ficar online

Com o Windows 7 ficou mais fácil configurar e manter uma rede doméstica. Mas muitos problemas de rede ainda não podem ser facilmente resolvidos usando um painel de controle. Veja algumas dicas que podem ajudar.

Troque seu endereço IP

Se a conexão está se comportando de forma estranha ou você está recebendo mensagens de “conflito de endereço IP”, tente conseguir um novo endereço IP. Clique no botão Iniciar e digite cmd no campo de pesquisa. Clique no primeiro resultado da lista (que deve se chamar cmd) com o botão direito e selecione a opção Executar como administrador.

Isso irá abrir uma janela de linha de comando com permissões de administrador, permitindo que você altere as configurações de rede. Nela digite ipconfig /release e tecle Enter para descartar o endereço IP atual de seu computador. Isso irá interromper todas as suas conexões de rede. Agora digite ipconfig /renew e tecle Enter para pegar um novo endereço IP. Algumas informações sobre sua conexão de rede devem ser mostradas na janela. Digite exit e tecle Enter para fechar a janela.

Descarte o cache de DNS

A cada vez que você digita o endereço de um site (URL) no navegador, seu PC faz uma consulta a um servidor DNS para descobrir o endereço IP do servidor que responde por aquela URL para estabelecer uma conexão. Esta informação, é armazenada em um cache para acelerar consultas futuras, o “Cache de DNS”, que pode ficar desatualizado ou se corromper, o que leva a problemas de conexão (como sites que “somem” do nada).

Para limpar o cache, abra uma janela de linha de comando com permissões de administrador (como descrevemos na dica anterior), digite ipconfig /flushdns e tecle Enter.

Desligue e religue o roteador e o modem

Às vezes a causa dos seus problemas de conexão pode estar em seu modem (não importa se ADSL ou cabo). Também podem acontecer problemas na conexão entre o modem e seu roteador Wi-Fi. Em ambos os casos, reiniciá-los pode levar tudo de volta ao normal.

Para fazer isso do jeito certo desconecte os cabos de força de ambos os aparelhos, aguarde 30 segundos e reconecte o modem. Espere cerca de 1 ou 2 minutos até ele terminar a inicialização (geralmente até as “luzinhas” pararem de piscar) e aí religue o roteador.


Use o firewall do Windows para controlar quais programas podem acessar a internet

Adicione ou remova exceções ao firewall do Windows

Parece maluquice: você consegue navegar na internet, receber e-mails e conversar via MSN, mas existe UM programa em seu PC que não “enxerga” a conexão com a internet de jeito nenhum. Isso pode acontecer se, na primeira vez em que ele foi executado, você o bloqueou por engano no firewall do Windows. Nesse caso você terá de mudar manualmente algumas configurações no painel de controle do firewall para remover o bloqueio.

Clique no botão Iniciar, digite permitir no campo de busca e selecione a opção Permitir um programa pelo firewall do Windows. A janela que surgir irá listar todos os programas identificados pelo firewall do sistema. Clique no botão Alterar configurações, encontre o programa que deseja desbloquear na lista e marque a caixinha em frente ao nome dele, bem como as caixas para acesso a redes do Domínio, Doméstica / Corporativa e Pública, logo ao lado. Clique em OK e pronto.

Para bloquear um programa o processo é o inverso: encontre-o na lista e desmarque a caixinha em frente ao nome dele.

sonyericsson preview:América Latina terá 305 milhões de aparelhos com internet móvel em 2015

sonyericsson preview:América Latina terá 305 milhões de aparelhos com internet móvel em 2015





Um relatório divulgado pela empresa de consultoria em telecomunicações GSMA informa que, em 2015, a América Latina terá 750 milhões de dispositivos móveis, dos quais 305 milhões terão internet.

Em 2011, afirma o documento, a região acumulou mais de 630 milhões de conexões móveis –ou o equivalente a 13% de crescimento anual durante os últimos quatro anos.

Já o acesso à internet por meio de celulares ocorreu em 61 milhões de aparelhos até o final de 2011, o que representa um crescimento de 133% por ano durante a última meia década.

Ainda segundo a consultoria, a previsão é a de que o crescimento prossiga na média de 50% anuais durante os próximos cinco anos.

A região possui um total de 210 milhões de usuários de internet, de acordo com a GSMA.

O mercado móvel na América Latina gera, atualmente, uma estimativa de US$ 175 bilhões, isto é, 3,6% do Produto Interno Bruto da região.

IDG Now! - Segurança - Maioria dos internautas acredita que número de vírus está aumentando

IDG Now!:- Segurança - Maioria dos internautas acredita que número de vírus está aumentando 

Um estudo da empresa de segurança Sophos revelou que a consumerização é uma das causas da vulnerabilidade das empresas.

De acordo com a empresa de segurança online Sophos, 67% dos internautas em todo o mundo acreditam que o número de malwares está aumentando em comparação com 2010.

Em um recente relatório da companhia, Estudo de Ameaça de Segurança 2012, foi revelado que o malware é considerado atualmente a maior ameaça na web.

Enquanto 61% entrevistados pensam que o maior risco é não se proteger da forma adequada na internet, outros 20% acreditam que golpes em redes sociais são a principal ameaça.

Como os cibercriminosos continuam a expandir seus ataques, o vice-presidente do SophosLabs, Mark Harris, prevê que o maior desafio para empresas é manter a segurança mesmo com a adoção de novas tecnologias.

“Como continuamos a acessar informações em diversos sites, de diferentes aparelhos e locais, as ferramentas de segurança devem proteger o usuário 'em todo lugar', em desktops, dispositivos móveis e na nuvem”, afirmou Harris. "Mas o mais importante e muitas vezes desconsiderado é que os criminosos continuarão a perseguir as presas mais fáceis, e alvos com noções básicas de segurança, como correções de softwares e gerenciamento de senhas devem continuar a ser um desafio significativo."

O relatório concluiu, assim como muitos antes dele, que 2011 foi marcado por um aumento da criminalidade cibernética, com a disponibilidade de ferramentas comerciais resultando em um crescimento significativo no volume de malware e infecções.

Os ataques por motivação política, os "hacktivistas" promoveram a conscientização da segurança online no ano passado, enquanto o surgimento do LulzSec e do Anonymous anunciaram uma mudança de "hackear para o ganho financeiro" para "hackear como forma de protesto."

Além disso, a SophosLabs encontra uma média de 30 mil páginas de internet infectadas por dia, indicando que quase nenhum portal está imune a ameaças ou danos, e o surgimento de malware para Mac OS levou tirou o foco dos malwares para Windows em 2011.

"Não há dúvida de que o problema de malware do Windows é muito maior do que a ameaça para o Mac, mas os acontecimentos de 2011 mostram que as ameaças aos usuários de Mac são genuínas", disse Harris.

Segundo o relatório, 2011 também apontou a consumerização (uso de aparelhos pessoais no ambiente de trabalho) como uma das causas mais recentes da vulnerabilidade de dados, já que os funcionários começaram a acessar informações confidenciais da empresa seus próprios computadores, smartphones e tablets.

Olhar Digital: Foxconn hackeada!

Olhar Digital: Foxconn hackeada!:

Em protesto por condições de trabalho, grupo ativista (que não é o Anonymous!) invade site da montadora chinesa e vaza dados internos



Um coletivo "hackativista" que atende pelo nome de "SwaggSec" diz ter invadido o site da Foxconn, a empresa chinesa que monta os produtos de diversas fabricantes tecnológicas como os iPhones iPads e iPods da Apple. Segundo informações do 9to5mac, a ação representa um protesto sobre as condições de trabalho que empregados da montadora vêm reportando à imprensa mundial.

A invasão, feita mediante acesso administrativo ao site, resultou no vazamento de uma série de documentos, contendo informações de login de alguns empregados e executivos - inclua aí também o do CEO da companhia, Terry Gou - além de relatórios de transações financeiras. O SwaggSec está atualizando via perfil no Twitter os caminhos para download de todos esses dados.

As informações vazadas até o momento correspondem a dados de Intranet - não exatamente públicos, mas nada que possa ser considerado sigiloso ou delicado. Até o momento, a Foxconn não se pronunciou sobre o assunto.

G1 - Exército brasileiro prepara sistema para prevenir ataques cibernéticos - notícias em Brasil

G1 - Exército brasileiro prepara sistema para prevenir ataques cibernéticos - notícias em Brasil:

Exército brasileiro prepara sistema para prevenir ataques cibernéticosPrograma das Forças Armadas terá simulador de ataques; ativistas já atacaram sites do Banco Central e de outras instituições.


Exército brasileiro prepara sistema de prevenção
contra ataques cibernéticos. (Foto: BBC)

O Exército brasileiro anunciou a compra de novos softwares para segurança e prevenção contra ataques cibernéticos.

As medidas fazem parte de um planejamento mais abrangente do governo brasileiro para criar um sistema de defesa e contra-ataque de possíveis ameaças a páginas e redes institucionais e de proteção a dados sensíveis.

"Hoje temos um preparo mínimo para cenários de ataque. Temos uma grande rede, a EBnet, que reúne os quartéis em todo o país, e ela está bem blindada, mas há pontos de vulnerabilidade", disse à BBC Brasil o general Antonino Santos Guerra, diretor do Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (Ccomgex).

Em janeiro, as Forças Armadas concluíram duas licitações para a compra de um antivírus e de um programa que simula ataques cibernéticos, no valor total de cerca de R$ 6 milhões. Os dois programas serão desenvolvidos por empresas brasileiras.

Na última sexta-feira, o grupo de hackers Anonymous Brasil atacou o site do Banco Central e as páginas dos bancos BMG, Citibank e PanAmericano, que ficaram temporariamente instáveis.

O grupo também assumiu a autoria de ataques aos sites dos bancos Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e HSBC, que aconteceram durante a semana.

Também na última sexta-feira, o FBI anunciou que está investigando como ativistas ligados ao grupo Anonymous conseguiram interceptar uma conferência telefônica entre agentes americanos e a britânica Scotland Yard, em que discutiam ações legais contra os hackers.

Outros ataques em sites institucionais americanos e gregos foram registrados.

Defesa cibernética
"Os ataques que registramos até agora são parecidos com os que acontecem em qualquer empresa. Tentativas de roubos de senhas, negações de serviço, etc. Mas o modo como se obtém uma senha de banco é o mesmo que se pode usar para obter dados confidenciais do Exército. E já tivemos sites do governo derrubados", afirma Guerra.

Segundo o general, o simulador de guerra cibernética treinará os oficiais em pelo menos 25 cenários de diversos tipos de ataque contra redes semelhantes às do Exército.

A Ccomgex, que coordena a compra do antivírus e do simulador de ataques cibernéticos faz parte do Centro de Defesa Cibernética do Exército (CDCiber), criado em 2010 para concentrar a administração de todas as ações de proteção virtual da organização.

O programa adquirido por R$ 5,1 milhões será desenvolvido pela empresa carioca Decatron e atualizado de acordo com as necessidades da organização, o que deve facilitar a manutenção do sistema de segurança, de acordo com o general.

O antivírus, no valor de R$ 800 mil, também está em fase de desenvolvimento e deverá ser entregue pela empresa BluePex, de Campinas (SP), dentro de 12 meses.

O diretor do Ccomgex diz que a preferência por empresas nacionais para o programa de proteção do Exército deve estimular a competição e o avanço das empresas de tecnologia e sistemas de segurança no Brasil.

Por isso, as empresas que venceram as licitações terão prazos maiores para realizar mudanças customizadas nos programas, de acordo com as necessidades das Forças Armadas.

O orçamento previsto para o CDCiber em 2012 é de R$ 83 milhões, que devem ser destinados a pelo menos outras quatro aquisições que incluem equipamentos, softwares e o treinamento de pelo menos 500 oficiais.

"Temos cursos externos para militares das três forças e também no mercado universitário, para pós-graduações. No futuro, queremos contratar pessoas que conhecem a área para trabalhar aqui, ou que possam dar consultoria", disse Guerra.

Roubos eletrônicos
O especialista em segurança cibernética Mikko Hypponen, da empresa finlandesa F-Secure, diz que o Brasil se distingue de outros países pela frequência de ataques cibernéticos relacionados ao roubo de dinheiro.

No entanto, o país já começa a registrar ataques a sites de instituições governamentais e empresas privadas de grupos de ativistas, como o Anonymous e o LulzSec, que tem 'divisões' nacionais.

"Na maioria dos países, os ataques são feitos por pessoas de fora. O Brasil é diferente porque boa parte dos ataques alveja os bancos e a maioria deles é feita por pessoas do próprio país", disse Hypponnen à BBC Brasil.

Segundo o especialista, o Brasil é considerado o número 1 em criar 'cavalos de Troia', espécies de programas maliciosos, para atacar bancos.

"Esses programas nem tentam romper os sistemas de segurança do bancos, que são, em geral, muito bons no Brasil. Mas eles infectam os computadores pessoais dos clientes, para poder entrar em suas contas quando elas acessam os bancos online", explica.

Para o general Antonino Guerra, o Brasil ainda não precisa se preocupar com ataques realizados por outros países nem com a espionagem de seus cidadãos. "Somos um pais pacífico, não é esse o tipo de problema que temos aqui", diz.

No entanto, Hypponnen acredita que o governo brasileiro precisará se preocupar também com a segurança de empresas privadas, caso queira prevenir possíveis crises.

"Boa parte da infraestrutura crítica do Brasil não é gerida pelo governo e sim por companhias privadas, como a telefonia e as usinas nucleares. Para garantir que o país conseguirá operar durante uma crise, é preciso garantir que essa infraestrutura continuará a funcionar. O governo tem que ter um papel mais ativo em ajudar as empresas a protegerem suas redes", afirma.

Em comunicado enviado à BBC Brasil, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI) disse que 'os ataques mais preocupantes são aqueles que visam acesso indevido a informações sigilosas da Administração Pública Federal' e afirmou que a preparação do órgão contra possíveis ataques tem sido 'adequada'.

De acordo com o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança (CERT), que reúne notificações de ataques eletrônicos em todo o país, o Brasil registrou quase 400 mil ataques a computadores em 2011.

Cerca de metade das fraudes registradas, segundo o CERT, foram páginas falsas, geralmente de bancos, criadas para roubar dinheiro dos usuários. A outra metade das notificações corresponde quase completamente aos cavalos de Troia, que dão acesso a contas bancárias quando elas são acessadas pela internet.

O centro, que recebe dados de empresas, universidades, provedores de Internet e Grupos de Segurança e Resposta a Incidentes (CSIRT), diz que as segundas-feiras são os dias com mais incidentes reportados e que mais de 80% dos ataques tem origem no Brasil.

Segundo dados da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), as fraudes bancárias realizadas pela internet e computadores dos clientes custaram R$ 685 milhões aos bancos só no primeiro semestre de 2011, 36% a mais do que no mesmo período em 2010.

Olhar Digital: Nova tecnologia permite que sites de compartilhamento fiquem imunes a ataques

Olhar Digital: Nova tecnologia permite que sites de compartilhamento fiquem imunes a ataques:

Nova tecnologia permite que sites de compartilhamento fiquem imunes a ataques
Software foi projetado para ficar online em qualquer circunstância e a única maneira de derrubá-lo seria fechando toda a internet


Os planos e esforços dos governos em todo o mundo em tentar combater a pirataria e acabar com os sites de compartilhamento de arquivos podem ir por água abaixo. Uma nova tecnologia, chamada de Tribler, foi criada para proteger essas páginas de qualquer tipo de ataque governamental e a única maneira de derrubá-lo seria fechando toda a internet.

De acordo com o Daily Mail, o software é uma variante do popular programa de arquivos BitTorrent, com a diferença de ser projetado especificamente para ficar online em qualquer circunstância - incluindo ataques por parte de governos e organizações anti-pirataria. Pesquisadores da Delft University of Technology (Países Baixos) explicam que, por não possuir um "ponto central", ou seja, uma origem para ser atacada, o Tribler continuaria funcionando mesmo se todos os sites do mundo fossem fechados.

"Nossa missão fundamental é facilitar o compartilhamento de informações sem estabelecer limites. Não importa o quanto as leis malucas podem avançar no futuro; as pessoas sempre vão ser capazes de compartilhar seus arquivos", declarou o Dr. Pouwelse, criador do Tribler.

Outras informações afirmam que os testes com essa tecnologia acontecem há cerca de seis anos e, em sua vida útil, nunca foi desligada ou experimentou uma queda ou instabilidade, nem por um segundo.

Pelo fato de não ter um ponto de origem, os usuários podem compartilhar os arquivos com outras pessoas sem a necessidade de uma lista para hospedar seus dados e ainda têm a possibilidade de divulgar torrents postados em sites como The PirateBay.

G1 - Google planeja fabricar primeiro dispositivo próprio, diz jornal - notícias em Tecnologia e Games

G1 - Google planeja fabricar primeiro dispositivo próprio, diz jornal - notícias em Tecnologia e Games:

Segundo 'Wall Street Journal', Google lançará sistema de entretenimento.Atualmente, empresa confia em fabricantes para produzir seus produtos.

Fabricantes usam o sistema Android, do Google,
em seus smartphones (Foto: Laura Brentano/G1)

O Google deverá lançar no final de 2012 um sistema de entretenimento para a casa que será fabricado com sua própria marca e representará sua entrada na produção de hardwares, informou na quinta-feira (9) o “Wall Street Journal”.

Conforme o jornal, seria a primeira vez que o Google fabricaria um dispositivo com sua própria marca. A informação, que cita fontes próximas aos planos do Google, não foi confirmada oficialmente pela companhia, embora sejam consistentes com os anúncios feitos nos últimos meses pela empresa.

O futuro dispositivo de entretenimento doméstico tem como objetivo principal a reprodução de música hospedada nos servidores do Google e transmitida a alto-falantes sem fio a partir de tablets ou smartphones. Em uma fase seguinte, o dispositivo poderia reproduzir outros formatos digitais, como vídeos.

Outros fabricantes
A presença do Google nos lares não é nova. No entanto, até então, a empresa confiava em fabricantes para produzir seus produtos, como a Logitech, que leva a Google TV aos televisores, e companhias como a Sony, que integraram a Google TV em seus aparelhos.

O mesmo ocorre no mercado de smartphones, onde o Android, sistema operacional criado pelo Google, é o software predominante, apesar de a empresa o oferecer gratuitamente a fabricantes como Samsung e HTC, que comercializam a tecnologia com sua marca.

A decisão de vender dispositivos próprios aproximaria a estratégia do Google a da Apple, cujo iPhone é o modelo de smartphone mais vendido do mundo, assim como seu tablete iPad.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Olhar Digital: Especialistas em hacktivismo criticam ações do AnonymousBR


Especialistas em hacktivismo criticam ações do AnonymousBR

Em debate na Campus Party, os ataques do grupo hacker foram considerados sem sentido; de acordo com especialistas, parecem mais "farra do que protesto"
08 de Fevereiro de 2012 | 19:54h
Reprodução
Anonymous
Daniel Junqueira

Uma série de ataques do grupo AnonymousBR, que se considera uma versão nacional do Anonymous, derrubou sites de bancos na semana passada como uma forma de protestar contra a corrupção no Brasil. O grupo usou "computadores zumbis" para tirar os sites do ar com ataques de negação de serviço.

Para muitos, isso poderia ser considerada uma forma de "hacktivismo", união de hackers com ativistas. Porém, em um debate na Campus Party, alguns especialistas em ciberativismo afirmaram que as ações feitas pelos brasileiros são bastante diferentes dos Anonymous internacionais.

"Essas pessoas que se denominam Anonymous no Brasil não refletem uma posição ideológica, uma luta específica. O que a gente vê parece mais uma farra do que um protesto", afirmou Anchises de Paula, um dos fundadores do Garoa Hacker Clube, primeiro HackerSpace brasileiro. "Eles atacam sites por atacar, páginas que não têm nada a ver com nada para protestar contra alguma coisa, como a falta de ventilador na Campus Party", disse, brincando com a frequente reclamação dos campuseiros em relação ao forte calor que faz dentro do Anhembi.

Segundo Anchises, o brasileiro em geral sabe usar bem a internet e ativistas conseguem usar a capacidade dos brasileiros para divulgar ideias na rede. O que falta é o outro lado do hacktvismo - os hackers - conseguirem se unir aos ativistas para lutar por uma causa. "Pelo menos uma parcela da comunidade hacker não está sabendo fazer isso", disse.

Já o sociólogo Sérgio Amadeu acredita que as ações feitas pelos hackers brasileiros não significam muita coisa. Como exemplo, ele citou os protestos feitos pelo Anonymous após o fechamento do MegaUpload pelo governo dos Estados Unidos. O AnonymousBR atacou sites governistas brasileiros em suas ações. "Eles derrubaram o site do governo do Distrito Federal, blogueiros congressistas. Não tem nada a ver com a história. Atacaram por atacar. Quero ver derrubar o site do FBI, quero ver participar junto do protesto", criticou.

Ciberativistas brasileiros

Outra questão abordada no debate foi a participação de brasileiros em manifestações feitas pela internet. Os participantes mostraram opiniões divergentes sobre o tema: alguns defendem a mobilização dos brasileiros na rede, enquanto outros acham que não sabemos protestar.

Alberto Azevedo, do Movimento Software Livre, acredita que os brasileiros têm uma ideia errada do que é o protesto na web. "Trocar a foto do Facebook não vai combater a violência aos animais", afirmou. Anchises mostrou ter uma visão parecida. "O hacktivismo está engatinhando no Brasil. Uma parcela está criando mobilizações defendendo causas políticas, e outras pessoas não têm a mesma capacidade de mobilizar", afirmou.

Já Marcelo Branco, do site Softwarelivre.org, lembrou que muitas das manifestações que ocorreram pelo mundo, e inclusive no Brasil, começaram de protestos na web. "Ciberativismo ser considerado um militante de sofá é uma visão defensiva demais. Nos últimos 12 anos, quase todas as manifestações de rua foram feitas por pessoas conectadas à rede que usaram a internet como forma de mobilização social", afirmou. "A internet é um novo espaço de disputa e envolve tanto progressistas quanto conservadores", finalizou.

Segundo Amadeu, os brasileiros já mostraram que conseguem protestar pela web. "Quando colocamos protestos contra SOPA e PIPA nos trending topics do Twitter antes dos americanos, mostramos que sabemos nos manifestar", afirmou. Para ele, o que falta é uma mobilização maior em algumas questões.

Olhar Digital: Governo estuda "internet 0800" e quer 4G em 2013

Olhar Digital: Governo estuda "internet 0800" e quer 4G em 2013:

Governo estuda "internet 0800" e quer 4G em 2013
Ministro afirmou, em entrevista na Campus Party, que projeto piloto de internet gratuita será concretizado este ano e leilão da faixa 2,5GHz será em maio

Cristiano Sant'Anna



Daniel Junqueira

Imagine um serviço de internet "a cobrar", nos moldes do sistema telefônico 0800, no qual o receptor da conexão é quem paga para o usuário se conectar. Um projeto desses está sendo discutido pelo Governo Federal e deve começar a ser testado nos próximos meses, de acordo com o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

O projeto está sendo discutido entre o Ministério das Comunicações, o Comitê Gestor da Internet (CGI.br) e a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) e deve entrar em fase de testes a partir de março na região de Varjão (Brasília).

"Queremos criar uma conexão não tarifada como existe na telefonia. O usuário entra no site e quem paga é a empresa responsável por ele", explicou. "É uma espécie de 0800 digital. Pode ser uma alternativa para bancos, que estimulam o acesso eletrônico, e para serviços de call center", explicou o ministro.

Paulo Bernardo não deu muitos detalhes, mas afirmou que o projeto piloto pode indicar os caminhos que a internet 0800 deve seguir.

4G

O leilão para a venda da faixa 2,5GHz, voltada para conexões móveis 4G, deverá ser realizado em maio, afirmou o ministro. Paulo Bernardo disse que o edital será publicado no dia 16 de abril e terá prazo de 30 dias. A presidenta Dilma Rousseff queria tudo pronto para 30 de abril mas, com a nova data, o leilão deve ser atrasado em cerca de 15 dias.

A venda da faixa permitirá a exploração das redes LTE no Brasil. O Governo Federal espera que as primeiras redes comerciais estejam disponíveis em 2013 nas cidades que serão sede da Copa das Confederações e, até o fim do ano, em todas as que receberão jogos da Copa do Mundo de 2014. Depois disso, a expansão para outras regiões do país deve ser gradual.

"Até a Copa do Mundo, todas as cidades com 500 mil habitantes terão 4G", disse Bernardo. "Estamos preocupados em atender também quem não tem acesso. Hoje temos 3G em 3 mil municípios e dificilmente chegaremos aos outros a curto prazo."

Para regiões rurais, o Governo Federal fará o leilão da faixa de 450MHz, que permite uma conexão mais lenta, porém mais fácil de ser implementada. "O 450MHz é antigo. Vai servir para atender pequenas comunidades. A tendência é que um serviço de melhor qualidade seja oferecido no futuro", disse.

O Governo Federal tenta vincular o leilão do 450MHz ao do 2,5GHz, mas enfrenta resistência das operadoras de Telecom. "Estamos fazendo a consulta pública, vamos ouvir todas as partes e, se tiver que mudar para melhor, vamos mudar", concluiu.

PC WORLD:- Notícias - Segundo ministro, leilão de frequências para redes 4G está previsto para maio

Paulo Bernardo afirma que houve um atraso de cerca de quinze dias na previsão inicial. A publicação do edital está prevista para o dia 16 de abril.


A polêmica realização do leilão de frequências para a implantação da quarta geração da tecnologia de telefonia celular no Brasil foi adiada mais uma vez, agora em 15 dias, segundo declarações do Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, à Agência Brasil, durante a Campus Party 2012. O leilão estava previsto, inicialmente, para ser realizado até 30 de abril de 2012, conforme o Decreto 7.512, de 30 de junho de 2011. Mas houve um atraso de cerca de quinze dias na previsão inicial e, agora, a publicação do edital para a licitação está prevista para o dia 16 de abril, informou o Ministro.

Desde janeiro, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vem realizando audiênciaa públicaa para que a sociedade possa se manifestar a respeito da proposta de edital de licitação das faixas de radiofrequência para prestação dos serviços de 4G no Brasil.

Serão licitadas as faixas de 451 MHz a 458 MHz e de 461 MHz a 468 MHz e de 2.500 MHz a 2.690 MHz.

As subfaixas de 451 MHz a 458 MHz e de 461 MHz a 468 MHz serão utilizadas para atendimento a áreas rurais e regiões remotas, em conformidade com o Plano Geral de Metas para Universalização da telefonia fixa, aprovado pelo Decreto 7.512/2011.

Os vencedores da licitação deverão cumprir compromissos que possibilitem a ampliação progressiva da penetração de serviços de telecomunicações de voz e de telecomunicações de dados nas áreas rurais e nas regiões remotas, a preços acessíveis. Também deverão ser atendidas, com banda larga, de forma gratuita, todas as escolas públicas rurais situadas na área de prestação do serviço.

De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), todas as cidades-sede da Copa das Confederações de 2013 (torneio-teste para a Copa do Mundo) devem ser atendidas com a tecnologia de 4G até o fim de maio de 2013. No mesmo período, o serviço também estará disponível para as cidades-sede e subsede do Mundial de 2014.

Bernardo ressaltou ainda que a licitação das frequências de 4G incluem exigências, como a ampliação da oferta da terceira geração (3G). “Porque tem lugar que vai demorar mais para chegar 4G, mas podemos acelerar o 3G”.

As teles pediram alteração da proposta do edital para licitação, em consulta pública. O SindiTelebrasil argumenta que as faixas de 2,5 GHz e de 450 MHz possuem características e finalidades distintas. Segundo a associação, o regulamento tem outros dois pontos críticos: compromissos de abrangência inadequados às características da faixa de 2,5 GHz e a não destinação da faixa de 700 MHz para os serviços móveis.

A entidade sugere a desvinculação das faixas de 450 MHz e de 2,5 GHz e solicitou a fixação de metas de cobertura do serviço de 4G apenas para a as cidades-sede e sub-sedes da Copa das Confederações e da Copa do Mundo de 2014. E alerta para a importância de que sejam estabelecidos mecanismos para cobertura e atendimento de áreas rurais e remotas, com recursos públicos, especialmente os de fundos setoriais de telecomunicações.

TI INSIDE Online - Brasil atinge 314 milhões de acessos de telecomunicações em 2011

TI INSIDE Online - Brasil atinge 314 milhões de acessos de telecomunicações em 2011:

Brasil atinge 314 milhões de acessos de telecomunicações em 2011No ano passado, os serviços de telecomunicações no Brasil, incluindo telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura, registraram 314 milhões de acessos, de acordo com balanço da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). Segundo o relatório, foram ativados 45,7 milhões de novos acessos no ano - 125 mil por dia -, o que representa um aumento de 17% em relação a 2010.

O segmento que mais evoluiu em 2011 foi o de banda larga, com 68% de crescimento na comparação com o ano anterior. Na banda larga fixa, que conta com 16,7 milhões de acessos, a expansão foi de 20%, enquanto a móvel registrou crescimento de 99%, com 20,5 milhões de novos acessos adicionados aos 41,1 milhões.

O segundo setor que mais cresceu no ano passado foi o de TV por assinatura, com um aumento de 30%, chegando a 12,7 milhões de acessos. Ao todo, 2,9 milhões de novos assinantes entraram na base de clientes dos serviços de TV paga em 2011. Na telefonia móvel, foram registrados 39,3 milhões de novos celulares. Em dezembro do ano passado, o Brasil contabilizou 242,2 milhões de telefones móveis, um crescimento de 19% frente a 2010, quando havia no país 202,9 milhões de celulares. A telefonia fixa também apresentou evolução, alcançando 42,9 milhões de acessos. Cerca de 1 milhão de novas linhas de telefones fixos foram ativadas no ano, com crescimento de 2% frente a 2010.

TI INSIDE Online - Escolha da entidade aferidora da qualidade promete embate entre teles e entidades do consumidor

TI INSIDE Online - Escolha da entidade aferidora da qualidade promete embate entre teles e entidades do consumidor:

Escolha da entidade aferidora da qualidade promete embate entre teles e entidades do consumidor
As empresas que entregaram propostas para se tornarem a entidade aferidora da qualidade na banda larga prevista nos regulamentos de qualidade do SCM e do SMP foram as seguintes, segundo a Anatel: ISPM - Serviço de Informática Ltda; NIC.br - Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR; ABR Telecom - Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações; PwC - PricewaterhouseCoopers Corporate Finance Recovery Ltda. A seleção está sendo coordenada pelo SindiTelebrasil, já que o regulamento da Anatel diz que quem fará a contratação são as empresas, e o resultado deve ser anunciado até o dia 29. A entidade aferidora terá o papel de verificar se os parâmetros de qualidade estabelecidos pela agência estão sendo obedecidos pelas prestadoras de serviço, e terá também a função de desenvolver os softwares de acompanhamento que serão disponibilizados aos consumidores finais.

Mas a seleção promete ainda muitas surpresas. Segundo fontes ouvidas por este noticiário, o quadro que se desenha é o seguinte: do lado das entidades de defesa do consumidor, é inconcebível que as teles escolham uma entidade ligada a elas para realizar a tarefa. A crítica recai diretamente sobre a ABR Telecom, que é uma associação de operadoras responsável pela harmonização do roaming e da portabilidade. Para as entidades de defesa do consumidor, nesses casos, como os conflitos, quando existem, são entre duas operadoras, a ABR Telecom consegue ser neutra. Mas como na questão da qualidade as operadoras têm interesse comum, ela seria uma entidade parcial, o que é vedado pela regulamentação. "As operadoras estarão, na prática, contratando elas mesmas para fazerem o trabalho de se fiscalizarem", diz uma fonte das entidades de defesa do consumidor.

Mas do lado das empresas o desconforto funciona da mesma forma. Em especial com relação ao NIC.br, uma entidade ligada ao Comitê Gestor da Internet. No entendimento das empresas, o CGI.br e, em especial, o NIC.br, também são órgãos parciais pois têm, em sua maioria, conselheiros e representantes do governo, academia e entidades de defesa do consumidor. "Certamente não são órgãos que olham o problema da banda larga sob a ótica de quem opera", diz uma fonte. As empresas argumentam que já que a Anatel preferiu passar a tarefa de fiscalização para uma entidade independente, e que deu às operadoras a prerrogativa de escolher (e pagar) por esta entidade, elas querem alguém que entenda a lógica dos serviços do ponto de vista empresarial. "É um pouco demais o governo nos obrigar a contratar alguém, pagar por isso e ainda me dizer quem eu devo contratar", diz um executivo da indústria. Outra crítica do empresariado é pelo fato de o Fistel já estar sendo pago justamente para financiar a atividade de fiscalização do Estado.

TI INSIDE Online - Telefônica cria duas novas diretorias

TI INSIDE Online - Telefônica cria duas novas diretorias:

Telefônica cria duas novas diretorias


No final da semana passada, a Telefônica passou por importantes mudanças organizacionais, em complemento àquelas que já haviam sido iniciadas desde que Paulo Cezar Teixeira se tornou diretor geral da companhia, no final do ano passado. As duas mudanças mais importantes dizem respeito a duas novas diretorias executivas voltadas para o segmento de mercados residenciais. Uma é a diretoria executiva de TV, fibra e cabo, que ficará a cargo de Roberto Piazza. A outra é a diretoria de voz e banda larga, que fica com Daniel Cardoso. Ambos já estavam no grupo: Piazza era diretor de estratégia da Telefônica e Cardoso era diretor de marketing móvel da Vivo. O interessante da nova estrutura, sobretudo na nova diretoria executiva de voz e banda larga, é que ela é responsável pelos serviços tanto nas redes fixa quanto móvel. Já a diretoria de fibra, TV e cabo reforça a estratégia da Telefônica de utilizar a rede de FTTx como o principal meio para oferta de serviços de vídeo.

Olhar Digital: Conheça o OpenKinect, o Kinect para todos

Olhar Digital: Conheça o OpenKinect, o Kinect para todos:

Conheça o OpenKinect, o Kinect para todos
Hackers criam inúmeras possibilidades para o dispositivo da Microsoft através de um software livre. Saiba mais sobre essa tecnologia

Kinect (Reprodução)




Você que gosta de videogames, certamente já deve ter se aventurado a brincar um pouco noMicrosoft Kinect, pensado, inicialmente, para proporcionar diversão e uma experiência única ao usuário. Afinal, quando podíamos imaginar usar o nosso próprio corpo para controlar os personagens dos games?

Pensando no futuro do dispositivo, vários hackers e desenvolvedores têm criado soluções bastante criativas e úteis para o aparelho interativo. Essa iniciativa ganhou o nome deOpenKinect, que, como o próprio nome já diz ("Kinect Aberto", na tradução livre), é, basicamente, um módulo para que você consiga acessar as configurações do console.

Mais que isso, é um grupo de pessoas interessadas em utilizar o dispositivo daMicrosoft em computadores e outros periféricos, criando, assim, produtos embarcados com software livre. Dessa forma, o aparelho pode ser utilizado em diferentes plataformas e sistemas operacionais, incluindo Windows, GNU/Linux e Mac OS X. Hoje, essa comunidade já conta com mais de 2 mil membros.

O projeto surgiu com o objetivo de integrar o Kinect aos computadores, desenvolvendo os já conhecidos frameworks - conjunto de códigos comuns que promove uma funcionalidade genérica, ou seja, que serve para todos. A partir daí, o foco principal é o software libfreenect, um driver que inclui todo o código necessário para ativar, inicializar e fazer a comunicação de dados com o hardware Microsoft Kinect através de imagens de profundidade e RGB, acelerômetro, áudio e outras linguagens.

A princípio, isso tudo pode parecer um bicho de sete cabeças. E de fato é mesmo! Gustavo Jordan, pesquisador e engenheiro de Software na Corollarium Technologies, afirmou, na palestra que ministrou na Campus Party, que, para começar a criar os próprios frameworks, é necessário já ter um certo conhecimento nessa área. Ou seja, não é qualquer pessoa que vai conseguir usar a máquina, pois é necessário um aprendizado técnico acerca do produto.

Agora você deve se perguntar: mas invadir um aparelho não é considerado ilegal? A princípio sim, já que a Microsoft ainda não permite o uso do Kinectpara fins comerciais. Mas hoje, existe uma companhia que certifica e promove a compatibilidade da interação natural (NI, na sigla em inglês) para dispositivos e aplicações. Inclusive, criou um framework de código aberto, o Open NI, que tem as mesmas funcionalidades do OpenKinect.

A própria Microsoft reconheceu que o uso do software livre é essencial para o desenvolvimento de plataformas como o OpenKinect. É aí que muita gente aponta o verdadeiro motivo para o lançamento do Kinect para PC, que seria uma alternativa da empresa americana para evitar a criação e a cópia não-autorizada de programas não patenteados por ela ou outras instituições.

A versão para computadores adiciona recursos de detecção de movimentos e características específicas dos PCs, além da câmera ter sido adaptada para rastrear objetos que estejam a cerca de 40cm de distância.

PC WORLD:Notícias - Saiba quais são os melhores antivírus do mercado em 2012


Testamos um total de 14 programas de segurança para eleger os 10 melhores. Confira a lista e as principais tendências do segmento para o ano


Os pacotes de segurança para computadores chegaram ao ponto em que todos funcionam?

De longe, é isso que parece: todos eles tentam te proteger de vírus, spywares, Cavalos de Troia, e outros malwares. E a maioria das suítes que testamos desempenhou um bom trabalho na detecção de ameaças. No entanto, outros fatores também são importantes: alguns pacotes são mais fáceis de usar do que outros, e alguns fazem um uso mais eficiente dos recursos do seu PC. Testamos um total de 14 programas para ver quais você deve considerar comprar, e no final das contas o G-Data Internet Security 2012 saiu como o grande vencedor.

Pacotes de 2012: Mais rápidos, finos e eficientes

Os pacotes desse ano possuem ênfase em leveza e velocidade, assim como em uma interface mais amigável. Bitdefender e Eset renovaram seus pacotes para tornar o uso mais fácil. Já a Webroot começou do zero em 2012 com seus produtos SecureAnywhere, criando um pacote que é amigável e ágil.

Os pacotes também estão começando a usar a computação na nuvem para ajudar a detectar novos malwares. E esses esforços podem estar valendo a pena: neste ano, os programas se saíram muito melhor em nossos testes de detecção no mundo real em comparação a temporada anterior. 

Mais uma vez, os testes foram feitos em parceria com a AV-Test, uma companhia alemã com renome no campo de testes de softwares de segurança. A AV coloca os softwares de segurança sob testes pesados para determinar não apenas qual deles é o melhor em detectar ameaças, mas também o que “limpa a bagunça” de forma mais eficiente. Além disso, a AV-Test realiza uma bateria de testes de desempenho para descobrir qual dos pacotes deixará o PC rastejando de tão lento – e quais não fazem isso.

Os testes desse ano foram talvez os mais concorridos da nossa história: todos os pacotes do nosso Top 10 realizaram um ótimo trabalho na detecção de malwares, e até mesmo os programas restantes (leia-se "que ficaram de fora do Top 10") saíram-se razoavelmente bem. Como resultado, demos mais importância do que antes para a facilidade de uso dos softwares, e se eles consomem ou não muitos recursos do sistema.

Confira abaixo a lista com todos os 14 softwares testados e depois os melhores pacotes de antivírus em cada categoria para esse ano. Publicaremos os reviews de todos os 14 programas no decorrer das próximas semanas, por isso fique ligado na PC World Brasil.


Os 14 pacotes que testamos:

Norton Internet Security 2012
Kaspersky Internet Security 2012
Trend Micro Titanium Internet Security 2012
Avast Internet Security 6
Eset Smart Security 5
F-Secure Internet Security 2012
AVG Internet Security 2012
Check Point ZoneAlarm Extreme Security 2012
Avira Internet Security Suite 2012
Panda Internet Security 2012
McAfee Internet Security 2012




Pacote da G Data foi eleito o melhor do ano em nossos testes

Os melhores antivírus testados

Melhor desempenho geral: G Data InternetSecurity 2012

A interface não é maravilhosa, mas o software da G Data é a nossa escolha como melhor opção do ano por causa da força da sua detecção de malware e capacidades de remoção, além do impacto mínimo sobre o desempenho do computador.


Esse produto superou o software da G Data na detecção e remoção de problemas. Mas essa eficiência tem um preço: o pacote foi o mais lento entre todos que testamos.


Apesar de não ter ido tão bem para chegar ao nosso Top 10, o pacote renovado do Webroot desempenha as tarefas mais comuns com muito pouco atraso.


A Bitdefender revisou toda a sua linha de produtos para esse ano. O pacote atualizado da companhia é amigável e acessível para usuários regulares enquanto mantém muito poder para os usuários mais avançados.

Segurança na nuvem

Há cinco ou seis anos, um pacote de segurança poderia “se safar” ao depender simplesmente de arquivos de definição de vírus (também conhecidos como assinaturas). As definições de vírus, que as empresas de segurança enviam periodicamente para seus softwares via atualizaçõs online, dizem para o mecanismo de detecção de malware o que ele deve buscar. E, por um tempo, esse sistema funcionou.

Mas nos últimos anos, à medida que o cibercrime tornou-se mais sofisticado e a quantidade de malware cresceu, essa estratégia não é mais o bastante. Ao longo do caminho as companhias de antivírus desenvolveram novas tecnologias, como análises heurísticas (em que os antivírus aprende o que é bom e o que é ruim com o tempo) e análises comportamentais (em que o software identifica o malware com base em como o invasor age no seu computador).

A última tendência na luta contra os malwares é o uso da computação na nuvem: o pacote de segurança no seu computador requisita o poder dos enormes sistemas online da fabricante de software para ajudar na detecção de ameaças.

Esse método possui duas vantagens. Primeiro, ele permite que as empresas de segurança respondam aos novos malwares de maneira mais rápida ao efetivamente atualizar tudo de uma vez. E o segundo é que, quando bem feito, esse ato de se delegar a parte pesada da detecção de malwares para um sistema online pode reduzir o impacto que o pacote terá no desempenho do seu computador.

Alguns pacotes antivírus usam computação na nuvem para complementar outras tecnologias de detecção. Mas novas suites contra malware, incluindo o Secure Anywhere da Webroot e a linha Titanium da Trend Micro, dependem quase que exclusivamente desse recurso.

Apesar de não termos um teste específico para proteção baseada na nuvem, nosso teste de malwares do mundo real dá uma boa ideia se essas ferramentas de antivírus mais novas podem manter seu PC mais seguro. Esses testes colocam os pacotes de segurança contra sites maliciosos para descobrir como os programas se saem ao bloquear variações de malwares nunca antes vistas. De forma geral, os pacotes de 2012 bloquearam totalmente 95% desses ataques, um crescimento notável em relação a média de 85% registrada no ano passado.

Toda tecnologia de detecção de malware possui seus prós e contras, e ainda estamos nos primeiros dias da proteção baseada na nuvem, mas se a força dos pacotes desse ano serve como indicativo, essas novas tecnologias avançadas estão fazendo seu papel de manter seu sistema ainda mais seguro.

Brasil - Portal BK2:Sites do governo baiano estão fora do ar desde segunda-feira


O responsável pelo ataque diz ser ligado ao coletivo hacker Anonymous


Os sites do Governo do Estado da Bahia (ba.gov.br), da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (sefaz.ba.gov.br), Prefeitura de Feira de Santana (feiradesantana.ba.gov.br), Assembleia Legislativa da Bahia (al.ba.gov.br) e outros estão fora do ar desde a segunda-feira (6). O servidor que abriga as páginas está indisponível no momento e o acesso foi interrompido por volta das 11h40min.

O mesmo perfil de Twitter (@anonbrnews), que assumiu a autoria de ataques contra bancos na semana passada, publicou mensagem sobre um ataque de Negação de Serviço Distribuída (DDoS, na sigla em inglês) aos endereços do governo que tirou as páginas do ar em razão da quantidade excessiva de tentativas de acesso.

De acordo com os tweets publicados por ele, os sites foram derrubados "em solidariedade ao trabalhador bahiano" - uma referência aos confrontos entre policiais militares e homens do Exército na Bahia durante uma greve de PMs que acontece deste a última terça-feira.

“Remuneração mais justa para aqueles que realmente trabalham”, escreveu o usuário do microblog, que diz ser ligado ao coletivo hacker Anonymous.

Na semana passada, sites de bancos privados como Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, HSBC, Citibank, BMG, Panamericano e da empresa de pagamento eletrônicos Cielo ficaram fora do ar por horas após ataques virtuais como esses. A página do Banco Central também foi um alvo, mas se recuperou mais rapidamente.

No fim de semana, o site da Caixa Econômica passou por problemas de acesso, durante o sábado. Os hackers dizem fazer isso "em protesto a desigualdade social".

Gizmodo Brasil:Galaxy Tab 7.7, da Samsung, chega ao Brasil; coreanos oferecem revistas digitais de graça

 Gizmodo Brasil:Galaxy Tab 7.7, da Samsung, chega ao Brasil; coreanos oferecem revistas digitais de graça 



Veja só quem chegou às terras tupiniquins: o Galaxy Tab 7.7, da Samsung. Lembra dele? Você pode enxergá-lo como uma simples atualização do Galaxy Tab 7, mas se você curte esse lance de tablets menores, ele provavelmente será seu sonho de consumo. Agora, além de ter tablets de todos os tamanhos possíveis, a Samsung também quer encher suas tabuletas com conteúdos — como as revistas gratuitas da editora Globo.

Nós já ficamos cara a cara com o Galaxy Tab 7.7 no ano passado, durante a IFA, em Berlim. E particularmente eu gostei um bocado do que vi: além de rodar o Android 3.2, o aparelho tem evoluções sensíveis em seu design. Ele é fino — 7,89mm, 3,1mm a menos que o Tab original — mais leve — 335g, 45g a menos em comparação a seu antecessor. E ele ainda tem um acabamento em aço escovado bem bacana.




Mas a grande sacada é que o tablet é o primeiro com Super AMOLED da Samsung: com resolução de 1280 por 800 pixels, olhar para a tela do Tab 7.7 é uma ótima experiência. Com a leveza e a resolução, ele pode ser uma boa ferramenta para leitura. Pena que achamos que R$1.899 por um tablet de sete polegadas é muito.

E se ler nessa telinha é bom, esperamos que a Samsung estenda sua nova parceria ao Tab 7.7. A empresa fornecerá uma série de revistas da editora Globo — Época, Época Negócios, GQ, Auto Esporte e Galileu — de forma gratuita até o fim de fevereiro para quem tem um Galaxy Tab 10.1 ou 8.9. Como nós já falamos por aqui, os coreanos entendem que essa é uma saída interessante para vender mais tablets — tentando transformá-los em nossos Kindle Fire. Mas, novamente, para atingir esse patamar será necessário cortar um pouco os preços, certo?

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Acorda Cidade | Dilton Coutinho | Prodeb confirma invasão de hacker em sites governamentais



A equipe técnica da empresa está reabilitando progressivamente os serviços e mantém um plantão para a monitoria e acompanhamento do ambiente.


Acorda Cidade

Em nota divulgada nesta segunda-feira (6), a Companhia deProcessamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb) informa queuma falha no fornecimento de energia no final da manhã acarretoudanos em componentes do grupo gerador e deixou o Data Center daempresa “apenas com o fornecimento de energia dos no-breaks,dimensionados para suportar até duas horas de pane total de energia”.

Segundo a nota, assim que Companhia de Energia Elétrica do Estadoda Bahia (Coelba) restabeleceu a normalidade da energia para aempresa, por volta das 16h, a equipe de técnicos da Prodeb iniciou ostrabalhos de manutenção do grupo gerador.

Ainda de acordo com a informação da empresa, simultaneamente ao problema acarretado pelo fornecimento deenergia elétrica, “a Prodeb detectou uma série de ataques de hacker que resultou na indisponibilidade de todosos sites governamentais”. A nota acrescenta também que a equipe técnica da empresa “está reabilitandoprogressivamente os serviços e mantém um plantão para a monitoria e acompanhamento do ambiente”.

Olhar Digital: Campus Party: Inovação é importante para o governo, diz Ministro das Comunicações

Olhar Digital: Campus Party: Inovação é importante para o governo, diz Ministro das Comunicações:

Campus Party: Inovação é importante para o governo, diz Ministro das Comunicações
Durante evento, Paulo Bernardo, disse que o governo está criando mecanismos para incentivar inovação e defendeu o plano de banda larga

Cristiano Sant'Anna




Daniel Junqueira

O investimento em tecnologia é visto como fundamental para o governo Dilma, portanto, facilitar o acesso à internet pode contribuir para o desenvolvimento do Brasil, afirmou o ministro das comunicações Paulo Bernardo durante palestra realizada na Campus Partyrasil 2012.

O debate sobre o papel da inovação no desenvolvimento do Brasil também contou com participação de Demi Getshko, diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do PontoBR (NIC.br) e Antônio Carlos Valente, presidente da Telefônica Vivo. Em pauta estava o papel do investimento em tecnologia para o crescimento do paísa, além da participação do governo e do setor privado no incentivo à inovação.

Bernardo destacou que o governo federal faz esforços para incentivar a inovação no país. "Estamos colocando no FINEP um orçamento de R$ 6 bilhões para Ciência e Tecnologia, quase o dobro do que foi ano passado", afirmou, referindo-se ao órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação que disponibiliza financiamento para projetos inovadores. "Queremos diminuir a burocracia e achamos isso importante para o desenvolvimento do país. Empresas inovadoras melhoram a produtividade, a qualidade do trabalho e oferecem soluções melhores para a sociedade", disse.

Uma das principais ações de Paulo Bernardo desde que assumiu o Ministério das Comunicações em 2011, no início do governo de Dilma Rousseff, foi colocar em prática o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), idealizado no governo Lula, mas com algumas alterações. Foi Bernardo quem aumentou a velocidade mínima dos planos populares de 512Kbps para 1Mbps, mas ainda assim o projeto foi alvo de críticas por oferecer uma internet de velocidade considerada baixa por muitos. O ministro defendeu o PNBL.

"A nossa tarefa central é a banda larga, mas o plano vai muito além disso. Em muitas regiões não existe disponibilidade de banda larga e em alguns lugares chega a custar mais de R$ 250 por uma conexão com menos de 1 Mbps", disse. "Não achamos que só isso vai resolver. Precisamos incorporar novas tecnologias", completou.

O ministro também destacou que o governo tem planos para levar conexão de banda larga para áreas rurais, que normalmente não entram nos planos da iniciativa privada. "Empresas têm prioridade de explorar locais que têm renda e lucratividade", afirmou, referindo-se a regiões como o sul e sudeste, que normalmente possuem mais investimentos das teles em relação a regiões mais pobres do país. "Precisamos de um plano para um todo", ressaltou.

Inovação

Para Demi Getschko, "inovação é quase sinônimo de internet". Ele acredita que a web representa um ambiente propício para experimentos e que ela deve continuar livre para a criatividade não ser prejudicada. "Uma regulação pesada ou inadequada pode tolher a criatividade dos internautas", comentou.

Do ponto de vista da iniciativa privada, a internet coloca em risco empresas gigantes do passado que não se adaptaram aos avanços tecnológicos. "Empresas precisam evoluir. Duvido que alguém fabrique máquina de escrever hoje em dia", disse. Para Getschko, a internet precisa ser vista como uma ferramenta fundamental na vida do ser humano, assim como uma caneta ou um caderno. "Você tem que ter um computador e integrá-lo ao seu dia a dia e crir uma mentalidade de que isso faz parte da sua vida", afirmou.

Já segundo Antônio Carlos Valente, a inovação é fundamental para criar uma sociedade mais justa. "Uma empresa tem dois vetores importantes no processo de inovação. Um deles é quando ela se envolve em projetos como oferta de banda super rápida, ou internet por fibra óptica", disse, afirmando que a Telefônica já oferece este tipo de conexão para cerca de 60 mil domicílios. "Outro vetor é o empreendedorismo da ótica da empresa. São muitas experiências bem sucedidas neste caso", disse.

"Uma série de ações empreendedoras se desenvolvem e, se usados de maneira corriqueira por agentes da sociedade, tem capacidade de transformação muito grande", disse. Ainda segundo o executivo, "vivemos um período muito bom da história e devemos aproveitá-lo. Por isso acho que cada vez mais a sociedade, através do Estado, tem que incentivar esse tipo de ação. O empreendedorismo cria pequenas e médias empresas, que depois se tornam médias, grandes e que vão criar riquezas para todos", finalizou.