segunda-feira, 23 de abril de 2012

Receita identifica fraudes por meio de tecnologia - Information Week

Cada unidade tem procurado identificar, por meio dos sistemas informatizados, os tipos de fraudes para planejar as operações, que devem ser deflagradas ainda no 1º semestre



A Receita Federal utiliza cada vez mais a tecnologia para preparar novas operações e coibir fraudes na declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). Este ano, só em abril, como resultado de cruzamento de dados, foram feitas operações de fiscalização no Paraná e no Distrito Federal.

De acordo com subsecretário de Fiscalização da Receita Federal, Caio Marcos Cândido, cada unidade da Receita no país tem procurado identificar, por meio dos sistemas informatizados, os tipos de fraudes para planejar as operações, que devem ser deflagradas ainda no primeiro semestre.

No último dia 18, a Receita Federal, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal deflagraram a Operação Ferrugem com o objetivo de combater fraudes na declaração do IR em Araucária, região metropolitana de Curitiba. Dois escritórios de contabilidade são investigados, suspeitos de enviar, desde o início do ano, cerca de 10 mil declarações de IRPF com indícios de fraude.

Os prejuízos estimados aos cofres públicos, caso a Receita não descobrisse as fraudes, ultrapassariam os R$ 60 milhões. Entre as principais infrações, estão despesas falsas com profissionais de saúde, pensões alimentícias e previdência privada, que buscavam gerar um abatimento ilegal no imposto a pagar, ou uma restituição indevida de impostos.

No dia 11, o cerco aos contribuintes que fraudam a declaração foi realizado em Brasília por meio da Operação Marcação Cerrada. O esquema de fraude nesse caso envolve mais de 1,5 mil contribuintes, principalmente funcionários públicos. Em uma das declarações, um menor de idade, com 9 anos, declarou pagamentos de pensão alimentícia, segundo a Receita. Os prejuízos estimados em Brasília somam R$ 30 milhões. A operação em Brasília é continuação de outras realizadas em anos anteriores na região, como a Leão Ferido, Risco Duplo e Risco Calculado.

Na última sexta-feira (20), a Subsecretaria de Fiscalização da Receita Federal divulgou um balanço sobre as fraudes nas declarações de pessoas físicas. Só no primeiro dia do prazo para a entrega, foram identificados 14,7 mil formulários eletrônicos com indícios de fraude. Essas tentativas de burlar os sistemas informatizados do Fisco foram realizados por 6,5 mil contribuintes, que procuraram, mais de uma vez, enviar declarações com irregularidades.

A Receita informou ainda que intimidou, até agora, 158.094 mil contribuintes que tiveram problemas com declarações até 2011 e abriu mais 200 mil procedimentos de fiscalização até o dia 15 de abril de 2012.

O contribuinte pode retificar a declaração quantas vezes achar necessário, mas se for notificado não terá alternativa. Terá que provar para a Receita que houve algum tipo de engano. Caso haja sonegação, a multa de ofício mínima é 150%, mas pode chegar a 225%, além de ação criminal por prejuízos aos cofres públicos.

O prazo para a entrega da Declaração do Imposto de Renda em 2012 começou no dia 1º de março e termina em 30 de abril. O programa gerador da declaração está disponível na página da Receita na internet. O contribuinte deve baixar ainda o Receitanet, aplicativo para a transmissão dos dados, disponível no mesmo endereço.

Para facilitar o preenchimento, a Receita atualizou a página especial com o tutorial que simula o desenho de uma linha de metrô, em que cada estação representa uma etapa a ser cumprida até a entrega da declaração. Para encontrá-la, o contribuinte deve acessar o endereço eletrônico www.receita.fazenda.gov.br/irpf2012.

Portal Fator Brasil:Porto Digital e Reino Unido firmam acordo de cooperação técnica




 Presidente do Porto Digital e Ministro Inglês assinam parceria

 entre clusters de desenvolvimento de tecnologia e economia criativa dos dois países.

São Paulo – O Porto Digital, um dos maiores parques tecnológicos do Brasil, firmou na última segunda-feira, dia 16 de abril, um importante acordo de cooperação técnica com a comitiva inglesa, que participou durante toda a manhã, da rodada de negócios com empresas do parque tecnológico de Pernambuco. A parceria possibilitará a troca de experiências entre os dois clusters de desenvolvimento de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Economia Criativa.

O evento contou com as presenças do presidente do Porto Digital, Francisco Saboya, do secretário de Governo de Pernambuco, Maurício Rands, do ministro Francis Maude, do Reino Unido, do embaixador britânico Alan Charlton, além de sete empresas pernambucanas e quatro organizações privadas britânicas do setor de TIC.

Segundo Francisco Saboya, o encontro serviu para retomar o relacionamento produtivo entre os setores de TIC de Pernambuco e do Reino Unido. “Com este convênio, queremos estimular a troca de experiências entre os dois polos. Estamos dando um passo que vai além de uma simples troca de cartões de visita. Daqui pra frente, reforçaremos cada vez mais esta relação entre o Porto Digital e o setor de TIC do Reino Unido”, destacou Saboya.

Para Francis Maude, a iniciativa de construir um intercâmbio entre Pernambuco e o Reino Unido mostrou-se bastante produtiva. “Isso irá ajudar culturalmente e tecnologicamente as duas regiões. É com imenso prazer que eu estou aqui com a chance de visitar e assinar este acordo com o Porto Digital. Nós aprenderemos muito um com o outro”, enfatizou o ministro britânico.

Porto Digital-Criado em 2000 por cinco empresas e 54 funcionários, o Porto Digital é um Arranjo Produtivo Local (APL), que tem como objetivo promover o desenvolvimento de Pernambuco, por meio da produção de conhecimento localmente para a exportação de serviços com valor agregado para o mundo. Considerado um dos maiores Polos de Tecnologia do Brasil, o Porto Digital abriga atualmente 200 empresas, entre elas 147 na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), duas incubadoras, uma instituição de ensino e quatro entidades de classe. Situado no porto do Antigo Bairro do Recife, que foi completamente restaurado, o Porto Digital possui mais de 6 mil funcionários trabalhando direta ou indiretamente e um fatura mento que chega a R$1 bilhão de reais.

Brasil é o quinto país mais conectado do mundo - Internet - Notícias - INFO



Domingo, 22 de abril de 2012



Brasília - Com 75,9 milhões (37,4% da população) de usuários da internet, o Brasil desponta hoje em quinto lugar entre os 20 países com maior número de pessoas conectadas na rede mundial de computadores, atrás apenas do Japão, da Índia, dos Estados Unidos e da China. Levantamento feito pela assessoria do PT no Senado, com base em dados de institutos governamentais e não governamentais, faz uma radiografia desse setor.

O aumento dos valores captados pelas lojas virtuais, no chamado comércio eletrônico (e-commerce), de R$ 540 milhões, em 2001, para R$ 18,7 bilhões, em 2011, dá uma dimensão de como o brasileiro tem se mostradao cada vez mais à vontade diante da vitrine virtual da internet. O valor dessas transações comerciais no ano passado não leva em consideração vendas de automóveis, passagens aéreas e leilõesonline.

Os dados servem de subsídio para que os senadores do partido formem opinião sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) que redistribui os recursos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) entre os estados nas relações comerciais pela internet. A matéria deve ser apreciada na reunião de quarta-feira (25) da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Só nas compras de Natal de 2011, último ano do levantamento, o faturamento das lojas virtuais, no período de 15 de novembro a 23 de dezembro, somou R$ 2,6 bilhões. Esse valor representou um incremento nas compras pela internet de 18% se comparado ao mesmo período de 2010.

Os ítens mais procurados no varejo nas lojas brasileiras especializadas em vendas pela rede mundial de computadores foram os eletrodomésticos (15%), seguidos por equipamentos de informática (12%) , além de produtos para saúde e beleza (7%) e moda e acessórios (7%).

A avaliação da assessoria do PT é baseada em informações da empresa eBit, especializada em comércio eletrônico, e mostra o perfil do consumidor das lojas virtuais. As famílias com renda mensal entre R$ 1 mil e R$ 3 mil respondem por 38% das vendas via internet. O estudo mostra ainda que, quanto maior a renda familiar, menor é o número de pessoas que utilizam o e-commerce. Os brasileiros com renda familiar entre R$ 3,1 mil e R$ 5 mil representam 22% dos compradores. Entre as famílias mais ricas, com renda acima de R$ 8 mil, só 9% utilizam a internet para fazer compras.

O estudo também levantou informações sobre a relação entre as vendas pela internet e a idade dos compradores. As pessoas entre 35 e 49 anos são as que mais usam o e-commerce, respondendo por 38% das vendas mensais. Os jovens entre 18 e 24 anos, por sua vez, são responsáveis por 11% das transações comerciais pela internet.

UOL: FBI vai encerrar internet de usuários com computadores infectados



Do UOL, em São Paulo


Em novembro do ano passado, o FBI lançou uma rede de proteção a computadores infectados por um certo tipo de trojan. Em julho deste ano, porém, este sistema será fechado e os computadores que vem sido protegidos poderão ficar sem internet, segundo a polícia federal norte-americana.

Há dois anos, um grupo internacional de hackers lançou um tipo de vírus que entrava nos computadores das pessoas, desabilitava o antivírus e fazia com que suas máquinas ficassem mais vulneráveis. Além disso, o malware pirateava os sites que os usuários entravam. O FBI resolveu intervir para desabilitar a internet deste grupo de hackers. Então, a polícia descobriu que, no mínimo, 570 mil usuários ao redor do mundo poderiam ficar sem a rede, uma vez que o software criava uma ligação entre os computadores infectados e o dos hackers.

Dessa forma, o governo norte-americano criou um servidor paralelo de internet para substituir aquele infectado que os hackeados estavam usando. Tal servidor deveria funcionar até março deste ano até que as pessoas pudessem retirar o trojan do computador. Como boa parte ainda não limpou a sua máquina, o FBI deixará o sistema funcionando até dia 9 de julho.

Para descobrir se o computador está ou não infectado, a polícia federal norte-americana pede que os usuários entrem neste site da operação e baixe o scanner de vírus. Depois de 9 de julho, aqueles que tiverem o trojan alojado não poderão mais se conectar à internet.

“O usuário médio irá entrar na internet e virá um ‘page not found’ e pensará que a internet está quebrada”, afirmou o supervisor do serviço no FBI.

G1 - Lâmpada que dura 20 anos e custa US$ 60 chega às lojas nos EUA - notícias em Tecnologia e Games




Lâmpada que dura 20 anos e custa US$ 60 chega às lojas nos EUA
Fabricada pela Philips, lâmpada venceu concurso promovido pelo governo americano.

Uma lâmpada que dura 20 anos e custa US$ 60 (cerca de R$ 110) começou a ser vendida nos Estados Unidos nesta semana.

O produto é fabricado pela multinacional Philips, que substituiu os tradicionais filamentos por diodos emissores de luz (LED, em inglês).


Lâmpada custa cerca de R$ 110 (Foto: AP/BBC)


A tecnologia LED aumenta a vida útil das lâmpadas, mas também encarece a mercadoria. A Philips está oferecendo descontos a algumas lojas, para tentar popularizar o produto.

Com descontos, a lâmpada especial pode custar até US$ 20 (cerca de R$ 35). Os fabricantes argumentam que apesar do alto custo, a lâmpada pode trazer economias no longo prazo, já que consome menos energia elétrica para funcionar.

Eficiência energética

O produto venceu a competição Bright Tomorrow ('Amanhã brilhante', em português), promovida pelo ministério de Energia do governo americano, voltado para busca de alternativas mais eficientes à lâmpada comum, de 60 watts, com menor consumo de energia.

A Philips foi a única empresa que participou da competição. O seu produto passou por 18 meses de teste, até ser considerada vencedora.

Uma versão um pouco mais barata, porém menos eficiente, da lâmpada de LED da Philips já é vendida nos Estados Unidos e na Europa.

A principal concorrente das lâmpadas LED são as fluorescentes, que são quase tão eficientes, mas custam bem menos.

Governos de diversos países estão tentando incentivar a compra de lâmpadas eficientes, e acabar com a produção das incandescentes, com filamentos e alto consumo de energia.

As lâmpadas de 100 watts não são mais produzidas nos Estados Unidos e na Europa. As de 60 watts não são mais vendidas na Europa, e estão sendo abandonadas nos Estados Unidos. Até 2014, o governo americano pretende proibir a produção de lâmpadas de 40 watts.

Tribuna da Bahia Online: Enfim, a TV 3D sem óculos


Na tela do televisor de 200 polegadas (5,08 metros) de diagonal, as imagens 3D de alta definição podem ser vistas sem necessidade de óculos especiais e num ângulo de visão muito maior do que os sistemas anteriores. O monitor é tão grande que nele cabe um carro inteiro, um tubarão ou pessoas, em tamanho natural.

É o maior protótipo de TV 3D e alta definição já lançado no mundo e o primeiro que permite a visão tridimensional (3D) sem necessidade de óculos especiais, num ângulo muito maior do que as tentativas feitas até aqui por alguns fabricantes. Na realidade, a sensação tridimensional é produzida por um sistema de retroprojeção de 200 equipamentos de multiprojeção colocados atrás da tela. O desenvolvimento desses projetores e da tela foi feito pelo Instituto Nacional de Informação e Comunicação (NICT, na sigla em inglês), entidade estatal japonesa de pesquisa tecnológica, em colaboração com a JVC Kenwood Corp.

A TV 3D sem necessidade de óculos especiais (Glasses-free 3D TV) deverá chegar ao mercado em 2013, ou seja, dois anos mais cedo do que se esperava, segundo expectativa dos dirigentes do NICT. O novo avanço, demonstrado com grande
sucesso no NAB Show 2012, no pavilhão dedicado à pesquisa internacional, é bem superior ao televisor 3D glasses-free da Toshiba, porque permite boa visão com um ângulo de visão bem maior do espectador.

TV Multissensorial - Muito além da alta definição e das imagens tridimensionais, a TV multissensorial traz novos recursos que até há pouco não passavam de ficção. Diante de um roseiral em flor, a TV pode simular até o perfume das flores. Em cenas de batalha, a plateia sente até o cheiro da pólvora dos canhões. Num filme de terremoto, nossa poltrona vibra e simula tremor.

Esse sistema multissensorial e interativo é outra contribuição do NICT no mesmo espaço do International Research Park, no NAB Show 2012. O laboratório japonês apresentou o protótipo da TV multi-sensorial interativa, também chamada de TV 4D, por tudo que acrescenta à tecnologia 3D, com o objetivo de levar mais realismo à TV e ao cinema.

Segundo os pesquisadores do NICT, o sistema multissensorial e interativo de TV poderá ter aplicações nas áreas científicas, no treinamento e no planejamento de cirurgias, em designs ou projetos de alta qualidade e em sistemas de televendas e comércio eletrônico.

Computação em nuvem

A computação em nuvem chegou ao NAB Show em 2012 com toda a força. Isso significa que, num futuro próximo, leitor, poderemos baixar conteúdos gratuitos ou pagos em qualquer lugar e a qualquer hora (anywhere, anytime). Poderemos assistir a tudo, tanto online, quanto off-line.

O programa de rádio ou de TV que não conseguimos acompanhar ao vivo, em tempo real, poderá estar lá na nuvem, guardado, para ser visto no momento que melhor lhe convier, off-line.

A nuvem chegou ao mundo do audiovisual, em particular ao broadcasting ou radiodifusão, quer dizer, em difusão aberta, pela atmosfera ou pela internet. E o melhor disso tudo é que os radiodifusores de todo o mundo já começam a descobrir o potencial da nuvem – seja para o rádio, para a TV, o cinema ou qualquer outro conteúdo ou outras formas de multimídia, como os serviços híbridos da web.

Inicialmente, a nuvem começa a servir prioritariamente às emissoras, produtoras, distribuidoras e redes em geral. Mas a tendência inexorável é chegar ao usuário final, em especial com a multiplicação das opções de dispositivos móveis capazes de receber conteúdos de áudio, música, vídeo, podcasts, clippings, noticiários e tudo o mais que a indústria do audiovisual puder oferecer.

Este NAB Show 2012 comprovou as vantagens das aplicações da nuvem para dinamizar a cadeia de programação de rádio, de armazenamento de conteúdos de cinema, de produções corporativas de áudio e vídeo e de múltiplos conteúdos gerados pelos usuários.

Olhar Digital: Operações bancárias via dispositivos móveis cresceram 50% em 2011



Segundo pesquisa, se o crescimento continuar neste ritmo, mobile banking terá a mesma relevância do internet banking 

23 de Abril de 2012




As operações bancárias realizadas por meio de smartphones e tablets (mobile banking) cresceram 50% no Brasil em 2011, segundo uma pesquisa da Febraban.

Atualmente, mais de três milhões de correntistas já fazem uso deste meio e, se o crescimento se manter neste ritmo, num prazo de cinco a sete anos, o mobile banking terá a mesma relevância do internet banking, que, por sinal, também vem avançando muito no Brasil.

O estudo, realizado com um grupo de instituições financeiras que representa mais de 90% dos ativos do setor, consolida dados da atividade bancária de 2011, tais como despesas e investimentos dos bancos em tecnologia, número de contas correntes, de clientes de Internet Banking e de Mobile Banking, além das operações e evolução do uso de caixas eletrônicos no Brasil.

"Esse crescimento está diretamente relacionado ao aumento da penetração de smartphones e tablets no Brasil. Hoje mais de três milhões de correntistas já fazem uso deste meio para transações", disse Luis Antonio Rodrigues, presidente da Comissão Organizadora do CIAB FEBRABAN 2012.

Neste contexto, o executivo considera fundamental entender o papel da plataforma tecnológica que deverá apoiar este novo perfil e quais ferramentas são necessárias como, por exemplo, CRM, Big data, entre outras. "Certamente os próximos anos, no que se refere à tecnologia e conectividade, serão desafiadores e igualmente promissores para os Bancos", finalizou Rodrigues.

Mesmo com o aumento da internet e do mobile banking no ano passado, a pesquisa também revela que o número de agências e postos de atendimento físicos cresceu. Foi um aumento de 5% em comparação a 2010, tendência que deve continuar no curto prazo. 

R7: Anonymous ataca o site oficial da F-1 em protesto ao GP do Bahrein



Anonymous ataca o site oficial da F-1 em protesto ao GP do Bahrein
Hackers são contra o acontecimento do evento em meio à violência no país
Hackers anunciaram ataque no Twitter e
comprovaram qual era o alvo

A "operação Bahrein" começou: o grupo de hackers Anonymous iniciou nesta sexta-feira (20) uma série de ataques aos sites oficiais do Bahrein e à página oficial da F-1 — em protesto à corrida que acontece neste final de semana, em meio à violência no país.

Por volta das 12h32 desta sexta-feira (20), o site oficial da F-1 apresentava problemas — ele ficava dando atualizar, ou F5, sem parar, sozinho, em uma possível tentativa dos hackers para tentar derrubar o sistema pelo volume de acessos. Depois de apresentar um pouco de estabilidade, carregando inclusive o plano de fundo, o site voltou a ser alvo da atualização automática. E a alternância prosseguia.

Ao mesmo tempo, no Twitter, os hackers clamavam autoria da derrubada de sites como totalf1 e do Ministério do Interior do Bahrein (interior.gov.bh).


Às 13h10, eles anunciaram que o alvo agora era realmente o site oficial da F-1.

Nota de protesto 

Mais cedo, os hackers soltaram uma nota de protesto. Nela, eles dizem que são contra os assassinatos que ocorrem nas ruas do Bahrein, de pessoas "atropeladas por veículos, espancadas, torturadas, alvos de gás lacrimogênio, sequestradas pela polícia, com seus negócios vandalizados pela polícia, e que tiveram gás lacrimogênio jogado em suas casas à noite".

- Por esses motivos o Grande Prêmio de F1 do Bahrein deve ser fortemente rejeitado. O regime de Al Khalifa quer lucrar muito com a corrida e prometeu usar munição contra os manifestantes. Eles já aplicaram punições coletivas a vilas inteiras por conta de protestos e prometeram mais ações para "manter a ordem" para os eventos da F1 no Bahrein.

Além disso, eles pediram que Abdulhadi Alkhawaja, que passou 70 dias em greve de fome, seja liberado.

O braço brasileiro do Anonymous alega ter criado transtornos na web nesta semana. Eles clamam autoria daderrubada de sites como Banco do Brasil, Banco Central e Câmara dos Deputados, entre outros importantes, como da Ancine. Anteriormente, eles já haviam dito ter derrubado vários bancos, companhias aéreas e até operadoras de cartão de crédito.

R7: RapidShare lança manifesto contra pirataria

RapidShare lança manifesto contra pirataria



Site tenta limpar a sua imagem após caso Megaupload

O RapidShare, site que presta o serviço de upload e download de arquivos, lançou um manifesto antipirataria.

Considerado também "pirata", porque arquivos piratas circularm por seu sistema, o site tenta arrumar a sua imagem desde o fechamento do Megaupload.

O documento visa à proteção do direito autoral para um novo nível. Isso significa que se houver, pelo menos, alguma suspeita de violação de copyright, os usuários levarão a culpa até que se prove ao contrário.

Para as contas acusadas de violação, o site recomenda a atualização dos termos de serviços, incluindo os direitos de examinar os arquivos dos usuários.

Outra proposta do site é a operação de serviços de armazenamento em países que acatem os direitos autorais.

O Site RapidShare informa que não voltará a desrespeitar esses direitos.

G1 - Cidade do Sul de Minas produz mais de 13 mil equipamentos eletrônicos - notícias em Sul de Minas



Santa Rita do Sapucaí, no Vale da Eletrônica, tem 142 empresas.
Cidade é única do país a produzir e exportar tokens e transmissores digitais.


Trabalhador em linha de produção de uma
fábrica no Vale da Eletrônica
(Foto: Tiago Campos/G1)

Quase um quarto de todos os moradores deSanta Rita do Sapucaí, a 400 km de Belo Horizonte, têm envolvimento na produção de artigos eletrônicos, o principal destaque da economia da região. Com menos de 40 mil habitantes, a pequena cidade do sul de Minas Gerais soma 142 empresas e exporta produtos para países como Estados Unidos, Alemanha e Japão. São apenas 265 habitantes para cada empresa localizada ali.

Fundado há 25 anos, o complexo de indústrias conhecido como Vale da Eletrônica gera 10 mil empregos diretos, resultando em 13,7 mil produtos eletroeletrônicos fabricados e um faturamento anual de R$ 1,7 bilhão, segundo números do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel).



Santa Rita do Sapucaí se destaca nacionalmente por ser o único centro de indústrias de tecnologia a produzir transmissores e componentes eletrônicos para a transmissão de sinal de TV digital. É ali também que está a única empresa que fabrica as urnas eletrônicas usadas durante as eleições em todo o país, e a produção exclusiva de tokens, um dispositivo de segurança que fornece senhas para sistemas restritos, como contas de bancos.

NúmerosO crescimento da produção da região atraiu o interesse de investidores estrangeiros. A Hitachi, multinacional japonesa, fechou um acordo para comprar parte da Linear, a mais antiga empresa do Vale da Eletrônica. A empresa fabrica transmissores e componentes eletrônicos para a transmissão de sinal de TV digital. A Hitachi Kokusai terá uma participação majoritária no negócio.

Um ano de eleição costuma acelerar a produção de urnas na cidade. Somente em 2010, 250 mil urnas foram fabricadas no município. Para o pleito deste ano, outros 35 mil equipamentos foram produzidos.

Em Santa Rita do Sapucaí são produzidos cerca de 10 mil tokens por dia e já foram vendidos mais de 2,5 milhões destes aparelhos no Brasil e para outras 4 países. A indústria já possui mais de 1 milhão de encomendas feitas pelos principais bancos nacionais, espanhóis e norte-americanos.

Segundo o presidente da Sindvel, Roberto de Souza Pinto, o Vale da Eletrônica passou a a ter forte representação nacional e manteve crescimento contínuo. “Nós plantamos uma semente que brotou uma nova vertical em Santa Rita do Sapucaí. Até o final do ano, teremos pelo menos mais 20 empresas fazendo parte do nosso pólo”, diz.

O início

O complexo de tecnologia do Sul de Minas surgiu de uma escola fundada em 1959, a primeira voltada para a formação de técnicos em eletrônica da América Latina e a 7ª no mundo. A fundadora, Luzia Rennó Moreira, conhecida como "Sinhá Moreira", se inspirou em uma palestra que assistiu no exterior, com ninguém menos que Albert Einstein, para investir em educação para jovens que não tinham condições de pagar um ensino particular.

“O mais interessante a se dizer sobre a idealizadora Sinhá Moreira foi a atitude dela de investir na pequena Santa Rita do Sapucaí com recursos próprios”, conta Pinto.


Atualmente são 142 empresas que oferecem 10 mil postos de trabalho (Foto: Tiago Campos/G1)

Atualmente, 73% dos alunos estudam na escola como bolsistas. Já são mais de cinco mil profissionais formados em 52 anos de história. Quem sai da escola, já tem caminho certo: o Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), referência nacional e internacional em pesquisa e formação de profissionais da área de tecnologia. Esse é o caminho direto para quem passa pelo primeiro estágio. O Inatel tem 1,4 mil alunos em cinco cursos superiores.

Com uma política de incentivos e profissionais preparados para o desenvolvimento de produtos eletrônicos, em 1986 o município criou a marca do Vale da Eletrônica para atrair investidores de outros cantos do país. A marca é uma analogia ao Vale do Silício, nos Estados Unidos, o principal polo de tecnologia do mundo.

Transformando concorrentes em aliados

Para evitar a concorrência entre empresas do mesmo ramo, o Vale da Eletrônica adotou um sistema conhecido como Arranjos Produtivos Locais (APL's). Organizadas neste formato, as pequenas e médias empresas ganham em escala, reduzem custos e conseguem ser mais competitivas, conquistando resultados que dificilmente seriam possíveis com uma atuação isolada.

Entre os benefícios estão compras conjuntas de matéria-prima, melhor negociação com fornecedores, visibilidade, aprendizado coletivo e compartilhamento de processos tecnológicos. Por outro lado, através da articulação com o governo e parcerias com instituições financeiras, é possível obter acordos, tratamento diferenciado nos financiamentos e linhas de créditos especiais, já que empresas participantes oferecem menos risco.

“É um exemplo bem sucedido de que esse modelo de negócio é certeiro para o alcance de uma economia sustentável. No Vale da Eletrônica, uma indústria se desenvolve em decorrência do negócio da outra, o que estimula o surgimento de novas empresas e a formação de uma cadeia produtiva cooperada”, explica Pinto.

Presidente da Sindvel se reuniu com militares e
representantes da Fiemg (Foto: Tiago Campos/G1)

Na mira das Forças Armadas

O desenvolvimento do Vale da Eletrônica chamou a atenção das Forças Armadas Brasileiras. Na segunda quinzena de março deste ano, uma reunião foi proposta pelo Conselho da Indústria de Defesa e Compras Governamentais da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Condefesa-Fiemg) para estreitar laços entre a indústria mineira com o setor militar.

Durante a reunião, os militares conheceram 10 empresas de Santa Rita do Sapucaí que foram selecionadas para oferecer tecnologia para o Exército, como por exemplo, na área das telecomunicações e equipamentos cibernéticos.

Segundo o vice-presidente da Fiemg, Marco Antonio Castello Branco, o Vale da Eletrônica será uma importante aliada para tender à nova demanda do Exército brasileiro. “Esse encontro serviu para que os empresários de Santa Rita do Sapucaí saibam do que as Forças Armadas estão precisando. Entre os projetos estão a construção do primeiro submarino nuclear brasileiro e o primeiro satélite espacial a ser lançado”, informa.

O vice-presidente da Fiemg disse que os militares tiveram uma boa impressão da cidade e que agora um processo de catalogação será o primeiro passo para se fazer a parceria.

“O 1º contato já foi feito, os oficiais gostaram muito do que viram e agora iremos capacitar os profissionais. Para isso, teremos que entrar no projeto de catalogação das empresas de Santa Rita do Sapucaí junto às Forças Armadas, que está previsto para o segundo semestre deste ano”, diz Branco.

G1 - EUA vão punir quem usar tecnologia para abusos, diz jornal - notícias em Mundo


Portaria teria como alvo empresas e pessoas que ajudam o Irã e a Síria.
Futuras normas poderiam ampliar a lista.

Da Reuters


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai baixar nesta segunda-feira (23) uma portaria permitindo a imposição de sanções a cidadãos estrangeiros que usem novas tecnologias, como o monitoramento de celulares e internet, para promover violações de direitos humanos, informou uma reportagem do jornal 'The Washington Post'.

Segundo o periódico, uma fonte de alto escalão afirmou que a portaria tem como alvo empresas e pessoas que ajudam o Irã e a Síria, mas que futuras normas poderão ampliar a lista.

De acordo com o jornal, a ordem observa que, embora as mídias sociais e celulares tenham ajudado ativistas pró-democracia a se organizarem no Oriente Médio, esses meios também permitiram que serviços de segurança de nações autocráticas, como Síria e Irã, realizassem a vigilância de dissidentes e bloqueassem o acesso à internet.

O Post disse que a medida será anunciada por Obama em um discurso no Museu Memorial do Holocausto, em Washington. O jornal acrescentou que o presidente informará ter pedido que a Estimativa Nacional de Inteligência, preparada pelas várias agências de informações do governo, avalie pela primeira vez o potencial para assassinatos em massa em outros países e suas implicações para os interesses dos EUA.

IDG Now!: Comunicação IP gera economia de 43%, diz estudo


Levantamento da Siemens Enterprise Communications indica que além desse benefício, é possível ampliar a produtividade dos usuários.

Da Redação
Publicada em 23 de abril de 2012



Levantamento mundial realizado pela Siemens Enterprise Communications apontou que infraestruturas IP geram para as organizações uma economia de 43% em relação aos sistemas tradicionais de PABX. Intitulado o Estado da Comunicação nas Empresas 2012, o estudo identificou ainda que a mobilidade está levando as empresas a se adaptarem à computação em nuvem e que questões relacionadas com o tamanho das equipes e a formação de pessoal muitas vezes adiam a migração para plataformas de comunicação unificada.

“Os sistemas de comunicação unificada baseados em IP não apenas simplificam a produtividade para os usuários finais, mas também geram economia de dinheiro às empresas", afirma Chris Hummel, presidente para a América do Norte e diretor de Marketing da Siemens Enterprise Communications.

Pelo menos 90% dos entrevistados listaram a colaboração IP na web, comunicações unificadas (UC) e videoconferência IP como tecnologias que serão discutidas em 2012 e mais da metade já as usa. Mas, apesar de a comunicação unificada ser prioridade para a maioria das empresas, questões relacionadas com pessoal muitas vezes dificultam a migração, indica o levantamento.

De acordo com a pesquisa, os entrevistados têm notado que as equipes de TI, em geral, não têm as habilidades necessárias para implementar tecnologias mais novas, especialmente a computação em nuvem. Mais da metade sente que o cenário de TI ficou muito complexo e, combinado com a pouca capacitação e as taxas de alta rotatividade, pode dificultar a adoção da nuvem e da UC.

Portal Fator Brasil: “BlackBerry é plataforma mais segura para empresas”, dizem consultores


Graças ao cumprimento de normas, regulamentos e políticas de segurança de TI, e a suas certificações internacionais, a plataforma BlackBerry é considerada por empresas de análise de mercado como a mais segura da indústria.



São Paulo– O conceito de mobilidade está cada vez mais presente nas empresas. A cada dia, cresce o número de empresas que abre suas redes às tecnologias móveis. Isso, somado ao uso de smartphones e tablets por funcionários, criam riscos de segurança para as empresas. Por esse motivo, companhias buscam manter a segurança de suas redes através de soluções que ofereçam uma proteção aos dados corporativos contra ataques mal intencionados quando os usuários acessam emails e web através das redes sem fio.

Ainda que aumente a produtividade dos profissionais e agilize os processos de negócios, a tecnologia móvel também cria riscos latentes no campo de segurança que podem impactar inclusive as áreas financeiras e administrativas. Por esse motivo, as empresas começaram a adotar uma abordagem que combina estratégias e políticas flexíveis para adaptar as tecnologias móveis ao seu ambiente de segurança.

Estudos da IDC(1) e da López Research LLC(2) revelam que atualmente as empresas investem cada vez mais em soluções de mobilidade corporativa para aumentar sua produtividade, mas sem deixar de lado a segurança. Por esta razão, a necessidade de segurança acompanha a evolução dos smartphones.

Os smartphones BlackBerry® garantem a segurança das informações – corporativas e pessoais – incluindo funções específicas de seu sistema operacional, na autenticação de usuários, na criptografia dos dados, na administração remota e no controle dos recursos do dispositivo.

Além disso, os dispositivos da BlackBerry cumprem com as normas da indústria, regulamentos e políticas de segurança de TI(3), de governança corporativa e obteve as principais certificações internacionais de segurança(4). Tudo isso valeu à Research In Motion (RIM) diversos prêmios da indústria pelo cumprimento das normas de segurança, posicionando a BlackBerry como a plataforma mais segura do mercado.

BlackBerry supera iOS e Android como sistema mais seguro para empresas

Um estudo realizado pela empresa de segurança Trend Micro(5) revelou que o BlackBerry® OS 7 é o sistema operacional móvel que oferece mais segurança no ambiente corporativo. O sistema da RIM obteve pontuações melhores que seus principais concorrentes: iOS e Android.

“O sistema operacional da RIM sempre obteve um grande reconhecimento da indústria por sua segurança. O sistema de criptografia incorporado aos smartphones BlackBerry fez com que os dispositivos se tornassem o preferido das empresas, e parece que essas condições de segurança criaram o sistema com maior proteção”, diz o informe da Trend Micro.

A pesquisa analisou recursos de segurança do BlackBerry OS 7, iOS 5, Android 2.3 e Windows Phone, como autenticação, proteção de dados, administração de e-mails e aplicativos de segurança, entre outros. Os resultados foram conclusivos: .“O BlackBerry OS é o sistema mais seguro para empresas, com uma pontuação total de 2,89 de um máximo de 5, e apresenta muita superioridade em áreas como a proteção de correio eletrônico ou ferramentas de segurança".

. “O segundo classificado em recursos de segurança para empresas foi o iOS 5, com 1,70 pontos; em terceiro lugar está o Windows Phone 7.5, que conseguiu 1,61 pontos e em quarto lugar está o Android 2.3, com 1,37 pontos”.

. “O BlackBerry OS obteve pontuações muito altas em todos os quesitos, claramente separada do grupo com as três demais plataformas móveis. Segurança corporativa e capacidade de gerenciamento fazem dessa plataforma a opção preferida para as operações móveis mais exigentes”.

. “Os dispositivos BlackBerry, junto com o BlackBerry Enterprise Server (BES), são considerados por muitos como uma referência em segurança de dispositivos, com ampla aceitação e aprovação das versões anteriores do sistema operacional que consolidam essa reputação".

. Em autenticação, os dispositivos BlackBerry foram classificados em primeiro lugar, com pontuação de 3,90, especialmente em tecnologias de tempo de inatividade, troca de SIM, requisitos de segurança de senha e proteção contra outros ataques.

. Na área de proteção de dados, a BlackBerry obteve uma pontuação de 3,80, acima dos outros fabricantes, especialmente nos quesitos de criptografia de dados em repouso, dados em movimento, prevenção de serviços remotos de cópias de segurança e mídias removíveis.

. Em certificações de segurança, a BlackBerry obteve pontuação de 2.50, superando o iOS 5, que atingiu 0,83; o Windows Phone 7.5, com 0,00 pontos, e o Android 2.3, que tinha 0,67 pontos.

Desafio da segurança para mobilidade de dados corporativos -Atualmente, os dispositivos móveis representam um desafio para a segurança das empresas com funcionários remotos. No entanto, a quantidade de riscos pode ser administrada com mais cuidado ao selecionar uma plataforma corporativa que inclui um sistema operacional com as características de segurança necessárias para o dispositivo e para os dados.

Um estudo recente divulgado pela J. Gold Associates(5) mostra que: “...nossa análise revela que embora cada uma (plataforma) tenha pontos fortes e fracos, a plataforma mais segura para o mundo corporativo é a BlackBerry", em uma comparação entre as plataformas disponíveis no mercado, incluindo Windows® Mobile™, iPhone® e Android®. O relatório termina comentando que as empresas que não tomarem decisões coerentes em relação à segurança dos seus dispositivos móveis terão problemas graves, como multas, não-cumprimento de normas, questões legais e até perda de receitas.

Para confirmar essa afirmação, o relatório da López Research LLC(1) conclui que “a segurança foi projetada como parte da plataforma (BlackBerry) desde o começo", e conclui que “outros fornecedores redobraram seu foco em segurança no último ano, mas a RIM oferece a solução de segurança mais sólida”.

BlackBerry é o smartphone oficial do governo dos Estados Unidos - Um artigo recente do jornal The Washington Post(7) assinalou que – por questões de segurança – o governo dos Estados Unidos continua confiando nas redes e dispositivos da RIM. O jornal destacou que mais de 500 mil funcionários federais, incluindo o presidente Obama e sua equipe, utilizam os smartphones BlackBerry “graças ao foco em segurança da RIM, que é fundamental para o uso governamental”, segundo Casey Coleman, diretor de tecnologia da Administração de Serviços Gerais, que conta com mais de 12 mil smartphones BlackBerry.

O editorial menciona que “as agências e as grandes empresas perceberam que o BlackBerry é mais barato que o iPhone e muitos dispositivos Android”; além disso, “os departamentos de TI do governo inteiro mantêm contratos de longo prazo com a RIM e com as operadoras móveis que promovem o dispositivo”. A nota ainda informa que, segundo os funcionários da agência, “os dispositivos novos não são tão seguros quanto o BlackBerry”.

Apenas 1% dos brasileiros já fez pagamento via celular - Internet - IDG Now!


País está bem abaixo da média mundial, em que 25% dos entrevistados usou o telefone para compras.
Da Redação
23 de abril de 2012

Pesquisa do Ibope Inteligência, em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), revela que o setor de pagamentos via celular (m-payment) ainda tem muito a crescer no País. Apenas 1% dos brasileiros realiza pagamentos usando o telefone móvel, 23% pretendem realizar no futuro e 12% dizem que nunca o farão.

O Brasil está bem abaixo da média mundial. De acordo com a pesquisa, 25% dos usuários mundiais de smartphones já efetuaram algum pagamento via celular e 43% pretendem fazer novos pagamentos no futuro. No entanto, 25% declaram que nunca usariam esse serviço.

A segurança é a principal barreira para os usuários de smartphones não usarem esses serviços, de acordo com 54% dos entrevistados ao redor do mundo. Fraude (39%) e privacidade (29%) também são impedimentos. Entretanto, uma em cada três pessoas já utiliza serviços bancários pelo celular.

O estudo ouviu mais de 40 mil pessoas em 44 países. No Brasil, foram 2 mil entrevistas em âmbito nacional, com homens e mulheres de 16 anos ou mais, das classes A, B, C, D e E (Critério Brasil).

R7: YouTube perde caso de direitos autorais na Justiça

YouTube perde caso de direitos autorais na Justiça 

Processo na Alemanha pode ser precedente para outros sites pagarem royalties


Uma corte alemã concluiu nesta sexta-feira que o YouTube precisava alertar aos usuários sobre a publicação vídeos musicais sem a autorização dos donos de direitos autorais.

A Gema, entidade alemã que cuida do recolhimento de direitos autorais, e vários outros grupos que representam detentores de direitos autorias entraram em 2010 com processo contra o site de vídeos do Google.

O processo refere-se a sete clipes e pode ser um precedente para que o YouTube e outros sites que publicam conteúdos paguem altos valores em royalties.

O YouTube alega que somente dá as condições técnicas para que os internautas publiquem conteúdo e que não é responsável por monitorar os vídeos e clips para evitar violações de direitos autorais.

A corte de Hamburgo parcialmente deu razão ao YouTube ao concluir que o site não tem a obrigação de proativamente procurar possíveis violações de direitos autorais, mas ressaltou que a página precisa tomar atitudes quando os proprietários dos vídeos pedem.

"Essa decisão é bem-vinda", declarou um representante do Google na Alemanha, acrescentando que a conclusão da corte cria estabilidade legal para os sites de publicação de conteúdo ou usuários.
Saiba o que você pode publicar na internet sem ter problemas com a lei

COMPUTERWORLD: TI em call centers aprimora atendimento


Centros de atendimento contam com tecnologias para garantir qualidade na atenção ao cliente e promover ambiente saudável aos funcionários.


DÉBORAH OLIVEIRA, DA COMPUTERWORLD
23 de abril de 2012


Famosos por concentrarem alto nível de stress, call centers estão, cada vez mais, se apoiando na tecnologia da informação (TI) para promover um salto na qualidade do atendimento e ainda promover um ambiente adequado de trabalho. 

Na Xgen, empresa especializada no desenvolvimento de sistemas para atendimento ao cliente, a demanda aquecida do mercado fez com que os negócios crescessem e a expectativa de expansão para este ano é, segundo Marcelo Loiacono, diretor de novos negócios da companhia, dobrar o número de clientes e ampliar de 30% a 40% o faturamento.

Loiacono acredita que a TI tem papel fundamental nos call centers, mas que um dos principais desafios que observa nesses ambientes está relacionado ao conhecimento de quem está atendendo. “Muitas vezes, a pessoa que atende não é usuária do produto e isso dificulta o processo. A tecnologia pode ajudar nesse contexto”, observa.

Como exemplo, ele cita o caso da companhia área Gol, que investiu em uma solução para gestão de conhecimento em centrais de atendimento da Xgen, a Synapse. A ferramenta, segundo o executivo, é baseada em ambiente web e permite construção, armazenamento e distribuição do conhecimento. “Ela possibilita que o funcionário encontre, de maneira ágil e eficiente, respostas para perguntas feitas aos operadores durante o atendimento”, explica.

A plataforma também mantém um histórico dos atendimentos. “A Gol pode observar, 45 dias depois, redução de 10% no tempo médio de atendimento (TMA), o que é uma marca expressiva”, diz. “Sem contar que ganhou-se assertividade na hora de passar a informação para o cliente e maior confiança do agente durante o atendimento”, completa.

Uma das demandas identificadas pela Jabra, fabricante de tecnologia de headsets para telecomunicação, está relacionada aos ruídos gerados nos contact centers. “O distúrbio sonoro causado por diversas chamadas ao mesmo tempo pode resultar em oportunidades de vendas perdidas, atendimentos ruins e menor produtividade”, diz Carlos Souza, diretor comercial Jabra Brasil.

Uma pesquisa global realizada no final de 2011 pela consultoria Frost & Sullivan a pedido da Jabra, com 250 gerentes de contact centers, detectou que headsets de qualidade são considerados por 73% dos gerentes de contact center de todo o mundo o fator número um para se criar um ambiente satisfatório de trabalho.

O levantamento foi realizado, aponta Souza, com o objetivo de investigar a relação entre um bom ambiente sonoro e a satisfação dos empregados e descobriu-se que 91% dos ouvidos pelo estudo têm adotado estratégias para diminuir os ruídos, entre elas aplicar carpetes em pisos de madeira, ou ainda melhorar a qualidade do som dos aparelhos headset [89% afirmaram que estão investindo na aquisição de headsets de melhor qualidade]. “Quando se tem um headset adequado, é possível registrar ganhos de 15% a 20% na produtividade”, garante.

Adicionalmente, prossegue, a qualidade dos dispositivos de comunicações afeta a concentração dos usuários, permitindo que foquem na tarefa, em vez de se preocuparem com o dispositivo.

Atenta a esse cenário a Jabra aplica melhorias constantes nos aparelhos headsets que produz, aponta Souza. “Temos um laboratório com 180 engenheiros focados em pesquisa e desenvolvimento (P&D), sendo que mais de 10% do nosso faturamento é voltado para P&D para que possamos entregar benefícios aos call centers”, detalha.

De acordo com ele, o laboratório da empresa, localizado na Dinamarca, conta com mais de 200 modelos de cabeça e 300 de orelha para buscar assertividade no tamanho do fone.

Há pouco mais de um ano com operação em território nacional, a Jabra espera que a filial brasileira esteja entre as três mais estratégicas para a companhia nos próximos cinco anos. “O mercado está buscando alternativas para ampliar a performance do call center, pois trata-se de um segmento que registra alto turn over e, que ao mesmo tempo cresce. É preciso se apoiar na tecnologia para sair a frente”, afirma.

A AeC é prova de que a TI tem promovido resultados satisfatórios entre os operadores do call center. A companhia possui quatro contact centers em Belo Horizonte, quase 13 mil funcionários, com expectativa de crescimento para 16 mil nos próximos meses e além de programas de carreira, atividades de lazer e acompanhamento profissional periódico, conta com a tecnologia para levar qualidade ao ambiente.

“Nosso DNA é tecnológico e por isso não poderíamos abrir mão desse recurso nos negócios”, sintetiza Soraia Lemos, gerente-executiva de Recursos Humanos AeC. “A tecnologia nos ajuda a conquistar assertividade das informações e manter os profissionais mais tempo na empresa”, resume.

A AeC criou um sistema de RH, desenvolvido internamente, que concentra o histórico do profissional e mapeia o turn over, que, de acordo com Soraia está abaixo da média do mercado. “São indicadores que servem como base para que gestores possam agir e criar um plano para o profissional”, explica.

A organização também criou um portal para publicação de oportunidades internas. “Damos a chance de o profissional buscar recolocação interna. Se não conseguirmos preencher a vaga dessa forma, vamos para fora”, assinala. “Essa movimentação ajuda a reter o profissional”, completa.

CIO: Outsourcing de TI propõe novos modelos de cobrança


Entre as novas estruturas de preços com popularidade em alta estão os contratos de participação nos lucros e com base em incentivos, o acordo de risco/recompensa compartilhados e os preços com base no consumo.
Stephanie Overby, CIO


Na negociação de TI tradicional, o prestador oferece um serviço — administração de servidores, criação de aplicativos, gerenciamento de redes — e o cliente paga, a preço fixo, com base na duração do serviço e no material usado, ou com base em ambos os modelos.

Porém, já que os clientes se acostumaram a esperar negócios melhores de seus provedores de serviços de TI e os fornecedores ficaram mais ansiosos por margens potencialmente mais amplas, surgiram novos modelos de cálculos de preços. "Uma tentativa de estrutura mais criativa de preços para um jogo ganha/ganha”, afirma Shawn Helms, parceiro na prática de terceirização da empresa de advocacia K&L Gates.

Entre as novas estruturas de preços com popularidade em alta estão os contratos de participação nos lucros, os contratos com base em incentivos, os acordos de risco/recompensa compartilhados, e preços com base no consumo efetivo. "Os melhores contratos aspiram a satisfazer o cliente em todos os objetivos priorizados nos negócios que não possam ser convertidos em acordos tradicionais de nível de serviços nem reduzidos a especificações de desempenho”, explica Steve Martin, parceiro da consultoria em terceirização Pace Harmon.

Porém os primeiros adeptos talvez percebam que, embora esses novos modelos de preços ofereçam vantagens reais — incentivar inovações e até aumentar o controle sobre as despesas com TI — eles não servem para todos.

Expomos aqui os quatro modelos mais recentes que o leitor pode encontrar ao negociar ser próximo contrato de outsourcing: o que é, para quem funciona, vantagens, desvantagens e precauções.

1 - Modelo de cálculo de preços com participação nos lucros

O que é: Cálculo de preços baseado no valor do que é fornecido pelo prestador de serviço além de suas responsabilidades típicas, porém proveniente de sua especialização e contribuição. Por exemplo, um fabricante de automóveis pode pagar a um provedor de serviços com base no número de carros que produz.

Melhor para: Clientes à procura de aprimoramentos que queiram criar uma verdadeira aliança com seus fornecedores de serviços TI.

Prós: Teoricamente, esse modelo incentiva a colaboração e a resolução criativa de problemas, pois ambas as partes trabalham rumo a objetivos empresariais comuns, diz Ross Tisnovsky, vice-presidente sênior da consultoria em terceirização Everest Group. Também dá mais liberdade ao prestador de serviços para decidir a melhor maneira de alcançar os resultados.

Contras: A participação nos lucros requer um alto nível de confiança, distribuição equitativa de riscos e recompensas, e um significativo investimento inicial, declara Martin, da Pace Harmon. "Na prática, é muito comum que nem o fornecedor nem o cliente estejam dispostos a financiar o investimento sem uma garantia de retorno”. Pode ser difícil entrar em acordo a respeito dos lucros, e também há dificuldade em avaliá-los. Já que os resultados podem sofrer influência de fatores fora de seu controle, os prestadores de serviços cobram mais caro nesses negócios.

Cuidado com: A depressão do segundo ano. "Se o provedor do serviço tiver lucros inesperados em um ano, é provável que o cliente exija uma fórmula mais rígida ou uma nova base para pagamento no ano seguinte. Inversamente, se perdeu em razão de desempenho ruim da organização do cliente, o fornecedor vai querer alterar os métodos de avaliação", disse Tisnovsky. Isso pode levar à reconstrução do modelo anualmente.”

2 - Modelo de preços com base em incentivos

O que é: O prestador do serviço recebe bônus por alcançar níveis específicos de desempenho que excedam os acordos de nível de serviços contidos no contrato. Quase sempre usados em conjunção com um método tradicional de cálculo de preços, tal como tempo+material ou preço fixo, "o essencial é garantir que o resultado apresentado gere valores comerciais incrementais para o cliente”, informa Martin, da Pace Harmon.

Melhor para: Clientes capazes de identificar investimentos específicos que o fornecedor poderia fazer para apresentar níveis mais altos de desempenho.

Prós: Os incentivos podem compensar as desvantagens do método primário de cálculo de preços, bem como alinhar melhor a motivação do provedor e os objetivos do cliente, afirma Tisnovsky, do Everest Group.

Contras: "Este modelo sempre fracassa porque as empresas acabam recompensando os prestadores de serviço por um trabalho que provavelmente deviam fazer, afinal," disse Martin. "O “incentivo” devia ser eles continuarem a prestar o serviço". Avaliar desempenho que mereça bônus pode ser difícil e caro.

Cuidado com: Prestadores de serviço que lhe dizem ser comum fornecer esses bônus, caso você exija que ele pague multas por níveis de serviço não atingidos. Não é.


3 - Modelo de cálculo de de preços com base no consumo

O que é: Os custos são alocados com base no uso real (ex.: gigabytes de espaço em disco ou ligações atendidas pelo serviço de assistência técnica).

Melhor para: Compradores interessados na produtividade do provedor de serviços e os que têm demanda variável. O modelo utilitário é é especialmente apropriado a situações em que os custos fixos dos serviços sejam compartilhados com muitos clientes, diz Helms, da K&L Gates, como compromissos com computação em nuvem.

Prós: O pagamento por uso pode produzir ganhos de produtividade a partir do primeiro dia e facilita a análise de custos de componentes e os ajustes. O gasto de capital se transforma em despesas operacionais.

Contras: O cálculo utilitário de preços requer uma estimativa razoavelmente precisa do volume da demanda e um compromisso com determinado volume mínimo de transações, adverte Tisnovsky, do Everest Group. As despesas anuais são menos previsíveis.

Cuidado com: Relutância interna para adicionar serviços a fim de manter baixas as contas mensais. Além disso, “esse modelo só funciona da perspectiva do provedor de serviços se os serviços fornecidos estiverem diretamente relacionados com as despesas incorridas, conforme expresso no preço das unidades do recurso”, informou Helms. "O provedor do serviço assume o risco de ser usado um número insuficiente de unidades de recursos e de que não vai recuperar seus custos fixos, mas o cliente assume o risco de continuar a pagar um preço inflado depois que o provedor do serviço tiver recuperado todos os seus custos fixos".

4 - Modelo de cálculo de preços com risco/recompensa compartilhados

O que é: Provedor e cliente financiam em conjunto a criação de novos produtos, soluções e serviços, com o provedor compartilhando recompensas durante um periodo definido de tempo.

Melhor para: Clientes com o nível de governança necesária para fazer parceria com o provedor nesses projetos. O mais importante é que, segundo análise de Gartner, o cliente deve estar disposto a compartilhar tanto no potencial positivo quanto no negativo.

Prós: Este modelo incentiva o provedor de serviços a apresentar ideias para aprimorar a empresa e divide o risco financeiro entre as duas partes. Ameniza alguns dos riscos de novas tecnologias, processos ou modelos, atribuindo risco e responsabilidade ao fornecedor, segundo Gartner.

Contras: Pode ser difícil mensurar os resultados e as complicado quantificar as recompensas, afirma Tisnovsky, do Everest Group. Os clientes devem entregar ao provedor grande parte do gerenciamento.

Cuidado com: Discussões sobre recursos, despesas gerais, investimentos e índice de retorno.