segunda-feira, 19 de março de 2012

Folha.com - Tec - América Latina é a região onde mais cresce o acesso à internet - 16/03/2012

Folha.com - Tec - América Latina é a região onde mais cresce o acesso à internet - 16/03/2012

 



DA FRANCE-PRESSE, EM SAN JOSÉ (COSTA RICA)

A América Latina é a região do mundo onde mais cresce o acesso à internet, afirmou nesta sexta-feira (16) o vice-presidente para a região do Icann (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), Rodrigo de la Parra.

"É a região, sem dúvida alguma, que mais cresce em nível mundial. Uma das regiões que mais crescem é a América Latina quanto ao acesso à internet", disse à France-Presse o especialista de origem mexicana, sem divulgar números.

De la Parra afirmou que atualmente a penetração de cobertura de internet na América Latina é de 30% dos lares, contra quase 100% em países desenvolvidos, mas que esse número tem crescido rapidamente e, dentro de uma década, poderá dobrar.

"Eu acho que esta é a década da nossa região em muitos sentidos. Também quanto ao crescimento econômico que se observa, apesar da crise mundial, e a internet não é exceção", destacou.

Em relação aos atrasos que se observam em alguns países, especialmente na África, Parra disse que existe preocupação mas que há consciência internacional para superar as carências.

"Há uma preocupação de muitas regiões em desenvolvimento, e acreditamos que haja muitas instâncias em nível internacional preocupadas em fomentar o acesso naquelas regiões", disse.

"Elas têm um atraso muito mais importante do que a América Latina. A África tem um problema mais agudo do que a América Latina em todo tipo de infraestrutura, evidentemente infraestrutura de telecomunicações, e a internet está incluída", destacou.

O especialista participou na Costa Rica da 43ª reunião do Icann, que terminou na sexta-feira depois de cinco dias de reuniões entre 1.700 assistentes de 150 países, com delegados de governo e organizações privadas sobre temas alusivos a uso, acesso, códigos novos e segurança na internet.

O Icann é uma organização internacional sem fins lucrativos cujo objetivo é coordenar, em nível global, a assignação dos recursos críticos da internet, que são os nomes, números e endereços IP, disse De la Parra.

A organização celebra três reuniões ao ano. Em junho, a sede será Praga e, em novembro, a cidade canadense de Toronto.

Secom - Secretaria de Comunicação Social - Governo da Bahia: Portal Transparência Bahia amplia acesso às contas públicas

19Mar2012

Foto: Mateus Pereira/Secom


O acesso dos cidadãos às contas públicas do Estado ficou ainda mais completo, nesta segunda-feira (19), após a ampliação do Portal Transparência Bahia, que passa a disponibilizar dois módulos: ‘Convênios’ e ‘Compra Transparente’. As novidades do site desenvolvido pela Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz) foram apresentadas ao governador Jaques Wagner.
Além de conhecerem os números das receitas e despesas, por meio da página ‘Compra Transparente’, a população vai acompanhar o processo licitatório feito pelo Governo do Estado. Segundo o secretário da Fazenda, Carlos Martins, no portal estarão disponíveis informações detalhadas sobre os dados do bem ou serviço adquirido, a identificação do fornecedor ou prestador de serviço.
Os dados são informados por período, comprador e fornecedor das compras efetuadas e do processo utilizado para a aquisição do bem ou serviço pesquisado (dispensa, licitação ou inexigibilidade), assim como o tipo de licitação utilizado (pregão eletrônico e presencial, carta convite, tomada de preços ou concorrência). Outra novidade é que o usuário pode salvar o arquivo com as informações disponíveis.
No módulo ‘Convênios’ estão disponíveis a lei, os decretos e a resolução do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que regulamentam o setor. Estão também acessíveis os procedimentos para o controle, emissão da certidão para os conveniados (convenentes) adimplentes, orientações para o acesso, assim como as informações detalhadas dos convênios celebrados pelo Poder Executivo estadual com as prefeituras e instituições sociais e assistenciais. A consulta pode ser feita por município, região, convenente e concedente.
“O site com todas estas informações facilita o trabalho de fiscalização de órgãos como o TCE, permite que o cidadão comum avalie as contas do Estado e, caso necessário, denuncie. É uma maneira de inibir a corrupção”, afirmou o presidente do TCE, Zilton Rocha.

Transparência Bahia
Lançado em agosto de 2007, o Transparência da Bahia, é uma das ações prioritárias do Governo, e disponibiliza para os cidadãos todos os números das receitas, gastos com educação, saúde, segurança pública, os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal e permite a consulta a todos os pagamentos feitos pelo Estado.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Rádio Metrópole: Entrevista com José Sérgio Gabrielli

Rádio Metrópole: Entrevista com José Sérgio Gabrielli
Sinopse: Prodeb - Desenbahia - Seplan - operacionalização - Casa Civil - obrigações da secretaria - projetos - recursos - SETUR - orla de Salvador - Wagner - Petrobras - experiências


Data: 16/03/2012 08:14:22
Duração: 00:03:55
Emissora: METROPOLE
Programa: JORNAL DA BAHIA NO AR
Apresentador(a): MÁRIO KERTÉSZ
Categoria: ENTREVISTA
Impacto: NEUTRO

Tribuna da Bahia Online - Resistência


Tribuna da Bahia Online - Resistência:

Preocupado com o risco do que chama “aparelhamento” da Prodeb, com o ingresso do petista José Sérgio Gabrielli na secretaria estadual de Planejamento, que vai assumir o controle da companhia, o comando da estatal elabora um documento a ser entregue ao chefe da Casa Civil, Rui Costa, e ao governador Jaques Wagner, pedindo que mantenham a autonomia do órgão. 

Política Livre: Comando da Prodeb teme “aparelhamento” de Gabrielli na companhia


Política Livre: Comando da Prodeb teme “aparelhamento” de Gabrielli na companhia

Deu na coluna Raio Laser, da Tribuna: “Preocupado com o risco do que chama “aparelhamento” da Prodeb, com o ingresso do petista José Sérgio Gabrielli na secretaria estadual de Planejamento, que vai assumir o controle da companhia, o comando da estatal elabora um documento a ser entregue ao chefe da Casa Civil, Rui Costa, e ao governador Jaques Wagner, pedindo que mantenham a autonomia do órgão”."

Folha.com - Tec - Rio testa sistema pioneiro de tecnologia em centros urbanos - 16/03/2012

Folha.com - Tec - Rio testa sistema pioneiro de tecnologia em centros urbanos - 16/03/2012:

NATASHA SINGER
DO "NEW YORK TIMES", NO RIO

Perto da praia de Copacabana há uma sala de controle que parece algo saído diretamente da Nasa, a agência espacial americana.
Funcionários municipais, trajando macacões brancos, trabalham sem alarde diante de uma parede gigante com muitas telas --uma espécie de Rio virtual em tempo real. Imagens de vídeo chegam constantemente de estações de metrô e de cruzamentos importantes. Um programa de meteorologia traça previsões de chuva em vários pontos da cidade. Um mapa se ilumina para apontar os locais onde há acidentes de carro, falta de luz e outros problemas.

Andre Vieira - 7.nov.11/"The New York Times"

Guru Banavar, que dirigiu o projeto para a unidade Cidades Mais Inteligentes, da IBM


A ordem e a precisão parecem deslocadas nesta cidade brasileira descontraída. Mas o que está acontecendo aqui reflete um experimento ousado e potencialmente lucrativo que pode moldar o futuro de cidades em todo lugar do mundo.
O prédio em questão é o Centro de Operações Rio e seu sistema foi criado pela IBM.
O Rio está servindo de teste crucial para a empresa. Até 2050, aproximadamente 75% da população mundial deve estar vivendo em cidades. Muitas áreas metropolitanas já empregam sistemas de coleta de dados como sensores, câmeras de vídeo e GPS. Avanços na potência de computação e na análise de dados agora possibilitam que empresas como a IBM coletem e organizem todos esses dados e, com a ajuda de algoritmos de computador, identifiquem padrões e tendências.
O mercado para suprir cidades de sistemas "inteligentes" deve chegar a US$ 57 bilhões até 2014, segundo a firma de pesquisas de mercado IDC Government Insights. A IBM quer dominar uma parte disso.
Aberto pela unidade de Cidades Mais Inteligentes da empresa no final de 2010, o Centro de Operações Rio faz parte de um esforço para conquistar um lugar nesse mercado. Desde sua fundação, a unidade Cidades Mais Inteligentes já se envolveu em milhares de projetos.

EXPANSÃO ACELERADA

Cidade horizontal que se estende entre montanhas e o oceano Atlântico, o Rio de Janeiro é ao mesmo tempo uma cidade em expansão acelerada, uma cidade de praia, um paraíso, uma monstruosidade, um centro de pesquisas e uma grande obra em construção.
Gigantes do setor petrolífero como a Schlumberger vêm correndo para construir centros de pesquisas aqui, para ajudar a desenvolver os enormes campos marítimos de petróleo e de gás.
Unidades policiais especiais entraram em cerca de 20 favelas, em um esforço para afirmar o controle do governo e combater a criminalidade. O Rio está reconstruindo grandes estádios e construindo um sistema de ônibus, para a Copa do Mundo de 1914 e para os Jogos Olímpicos de 2016.
Esta é uma cidade em que alguns dos ricos vivem em condomínios fechados, enquanto alguns dos pobres nas favelas pirateiam eletricidade da grade elétrica.
Uma cidade às vezes atingida por desastres --naturais ou não. Temporais podem provocar deslizamentos de terra mortíferos. No ano passado um bonde histórico descarrilou, matando cinco pessoas.
No início deste ano, três prédios desabaram no centro da cidade, deixando pelo menos 17 mortos e dezenas de feridos.
As condições complexas criam um ambiente propício para a IBM ampliar seu trabalho com governos municipais. Se a empresa puder remodelar o Rio de Janeiro como cidade mais inteligente, poderá fazer o mesmo em qualquer outro lugar do mundo.
"Uma cidade inteligente é uma cidade com informação", disse Guru Banavar, 45, o executivo-chefe de tecnologia da IBM para o setor público global. "Uma vez que você tenha as informações necessárias, entenda-as e saiba o que fazer com elas, estará a meio caminho da inteligência."
O fato que catalisou a criação do centro de operações foi uma tempestade torrencial ocorrida há quase dois anos. Por volta das 4h daquela manhã, o prefeito Eduardo Paes começou a receber informações alarmantes. Deslizamentos de terra estavam ocorrendo em algumas favelas, e havia o risco de muitos mais. Houve inundações inesperadas.
Carros e caminhões estavam ilhados na água, que não parava de subir. Mas o Rio não contava com um local específico a partir do qual o prefeito pudesse monitorar a situação e supervisionar a resposta. "Percebi que éramos muito fracos", recordou.
Eduardo Paes viveu no Estado americano de Connecticut na adolescência e se lembrava que algumas cidades americanas decretavam "dias de neve", para que pudessem limpar as ruas.
Ainda na madrugada, ele começou a telefonar para estações de TV, rádios e jornais, declarando estado de emergência e recomendando à população que não saísse de casa.
"Não tínhamos planos para isso, mas funcionou", disse Paes. Sessenta e oito pessoas morreram, mas o número de mortos poderia ter sido muito maior. Mesmo assim, o prefeito decidiu que o Rio poderia fazer melhor.
Ele teve um encontro com a IBM, que tinha desenvolvido centros de controle de criminalidade para Madri e Nova York, além de um sistema de cobrança de taxa de congestionamento de trânsito para Estocolmo. Só que criar um sistema para o Rio, abrangendo a cidade inteira, era um empreendimento muito maior.
A IBM administrou o projeto em sua íntegra. Empresas locais cuidaram da construção e das telecomunicações. A Cisco forneceu infraestrutura de rede e o sistema de videoconferências que liga o centro de operações à casa do prefeito. As telas digitais são da Samsung.
A IBM incorporou hardware, software, capacidades analíticas e de pesquisas. Uma plataforma de operações virtual atua como centro de coleta e distribuição de dados, integrando as informações que chegam por telefone, rádio, e-mail e mensagens de texto. Quando os funcionários da prefeitura entram no sistema, eles podem carregar informações de uma cena de acidente, por exemplo, e ver quantas ambulâncias foram enviadas para o local.
Podem analisar informações históricas para identificar os locais onde tendem a ocorrer acidentes de carro, por exemplo. Além disso, a IBM desenvolveu um sistema de previsão de enchentes customizado para a cidade.
O prefeito disse que o projeto custou ao Rio cerca de US$ 14 milhões. Se tudo funcionar, poderá fazer do Rio um modelo de gestão municipal movida por dados.
"Queremos colocar o Rio à frente de todas as cidades do mundo em matéria de operações do cotidiano e resposta a emergências", afirmou o prefeito. Mas, segundo ele, o desafio será fazer a cidade funcionar com mais eficiência sem, entretanto, diluir o espírito que a faz ser o que é. "Não queremos ser uma Lausanne ou Zurique", acrescentou.

Marcelo Sayão - 6.abr.2010/Efe

Deslizamento de terra na favela da Mangueira, no Rio; incidente foi catalisador do novo centro de operações

PROVA DE EFICIÊNCIA

No final de janeiro, um edifício de 20 andares no centro do Rio, situado ao lado do Teatro Municipal, desabou, arrastando com ele dois outros prédios. O centro de operações entrou em ação imediatamente.
Por mero acaso, um funcionário da prefeitura estava tomando uma cerveja perto do local e avisou Carlos Roberto Osório, secretário de obras públicas e conservação da cidade. "Ganhamos um minuto graças à sorte", falou Osório. "Mas o sistema funcionou muito bem."
No centro de operações, funcionários alertaram os departamentos de bombeiros e da Defesa Civil e depois pediram às empresas de gás e de eletricidade que cortassem o fornecimento à área em volta do desastre. Outros fecharam temporariamente o metrô a partir do local, fecharam o acesso à rua, despacharam ambulâncias, alertaram hospitais, enviaram equipamentos pesados para remover os escombros e ativaram guardas civis para esvaziar prédios nas redondezas e garantir a segurança do local.
O Twitter do centro de operações alertou seus seguidores sobre as ruas bloqueadas e os caminhos alternativos possíveis. O próprio Carlos Osório dirigiu-se ao local às pressas e, de lá, postou fotos para suas contas no Twitter e no Facebook.
Pelo menos 17 pessoas morreram no desabamento. Mas a resposta coordenada da cidade foi uma vitória para o centro. "Nunca antes conseguimos reagir tão prontamente", disse Osório.

ARGUMENTOS A FAVOR

Em fevereiro, Osório estava em pé no Sambódromo, sob o calor do meio-dia, supervisionando a reconstrução do local, duas semanas antes do Carnaval.
A prefeitura tinha prometido alargar o espaço e acrescentar milhares de assentos em tempo para as Olimpíadas. Osório queria ver as obras concluídas em tempo.
Há muitas outras obras em andamento no Rio. Após décadas de descaso, o governo e empresas privadas estão investindo intensamente na modernização da infraestrutura e de serviços como os transportes.
Isso inclui um projeto de US$ 4,5 bilhões de revitalização da zona portuária, para fazer dela uma ampla área residencial, comercial e de turismo.
Em meio a tantas transformações, as autoridades enxergam o centro de operações como uma influência estabilizadora, além de ponto em favor da cidade. Carlos Osório diz que o centro de operações está sendo usado para minimizar inconvenientes e também para atrair investimentos.
O centro de operações vem recebendo muita publicidade no Brasil e no exterior. Apesar disso, muitos cariocas nunca ouviram falar dele, ou, se ouviram, não têm certeza de qual é seu papel.
Alguns se perguntam se não será tudo apenas "para inglês ver" --tranquilizar as autoridades olímpicas e os investidores estrangeiros. Outros receiam que essa vigilância toda tenha o potencial de limitar as liberdades ou invadir a privacidade dos cidadãos. Ainda outros enxergam o centro como uma solução tapa-buracos e que não resolve os problemas infraestruturais.
Numa noite de fevereiro, um incêndio começou na Visconde de Pirajá, uma rua comercial elegante em Ipanema. Alguns cariocas fotografaram o incêndio com seus smartphones. Pouco antes das 19h, a atriz Pitty Webo, que vive nas proximidades, começou a alertar seus seguidores no Twitter. Alguns minutos mais tarde, o Twitter do centro de operações informou que o trânsito estava sendo desviado da área.
A planejadora de eventos Luiza Amoedo juntou-se à multidão que acompanhava o incêndio a partir de uma praça nas proximidades. Vidraças racharam e caíram sobre a rua, espatifando-se. Carros de bombeiros chegaram e socorristas desceram de um helicóptero vermelho sobre o telhado do prédio em chamas.
A situação na rua era de caos. Ninguém tinha passado um cordão de isolamento em torno da praça ou afastado os espectadores do caminho da chuva de vidro. Uma extremidade da rua estava fechada ao tráfego, mas, na outra extremidade, um policial de trânsito direcionava os carros para darem a volta à multidão.
"O Rio está muito longe de estar preparado", comentou Amoedo com um suspiro. "Nada funciona. É um absurdo. Estamos em 2012. Isto não deveria ainda estar acontecendo até hoje."
No ano passado, um bonde descarrilou no bairro histórico de Santa Teresa, matando cinco pessoas. O governo estadual do Rio, não a prefeitura, era responsável pela manutenção dos bondes e suspendeu a circulação deles.
"O sistema que o prefeito criou vai resolver um problema quando acontecer, mas não resolve os problemas de infraestrutura", comentou Alexandre Hartz, avaliador de riscos de seguro-saúde que tomava uma cerveja no bairro. "A cultura do Rio de Janeiro é de reação, não de prevenção."
Desde os deslizamentos de terra de dois anos atrás, a cidade instalou em 66 favelas sirenes que são ligadas ao centro de operações por uma rede sem fios. A prefeitura já promoveu vários treinos de uso do sistema, nos quais voluntários ajudaram a retirar os moradores de suas casas.
Em condições reais de enchente, o centro de operações decide quando acionar as sirenes.
Mas, segundo o prefeito, é difícil para a população entender quando uma crise foi evitada. "São os problemas que poderiam acontecer e que deixam de acontecer, todos os dias", disse Márcio Motta, o subsecretário da Defesa Civil do Rio.

Folha.com - Mercado - Cisco compra desenvolvedora de software NDS por US$ 5 bi - 15/03/2012

Folha.com - Mercado - Cisco compra desenvolvedora de software NDS por US$ 5 bi - 15/03/2012:

A Cisco Systems anunciou nesta quinta-feira que comprará, por US$ 5 bilhões, a desenvolvedora de softwares NDS, que faz programas para redes de televisão multicanais.
Fundada em 1988 em Israel e com sede em Londres, 51% da empresa é de controle do fundo de private equity Permira , enquanto a News Corp tem participação de 49%. A companhia mantém um grande centro de pesquisa em Jerusalém.
A Cisco pagará cerca de US$ 5 bilhões, incluindo dívidas, por toda a NDS. A aquisição, que deve ser concluída no segundo semestre de 2012, teve a aprovação do conselho das duas companhias.
O negócio tem um valor 35% superior ao da NDS quando a companhia deixou a Bolsa em 2009.
A NDS desenvolve sistemas interativos para o envio seguro de entretenimento e informação para televisores digitais, decodificadores digitais, computadores e dispositivos móveis. A NDS também fornece sistemas de segurança para aplicativos de internet.

TI INSIDE Online - Banda larga popular já registra mais de 1 milhão de conexões, segundo Minicom


quarta-feira, 14 de março de 2012, 17h36
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse durante audiência pública nesta quarta-feira, 14, no Senado que já chega a 1,2 milhão as conexões de internet popular dentro do Programa Nacional de Banda Larga que teve início em outubro de 2011. Segundo ele, o Brasil é um mercado em expansão para a telefonia, com a entrada de novos consumidores a partir da melhoria da renda e tem chamado a atenção das empresas mundiais do setor.
O ministro mostrou dados que indicam um crescimento de 103% na banda larga móvel no ano passado, contra 19% da banda larga fixa, o que indica "uma tendência", afirmou. Ele acrescentou que o consumidor brasileiro, a exemplo do restante do mundo, prefere a internet móvel pela portabilidade e facilidade de acesso às redes sociais.
Paulo Bernardo apresentou as principais ações desenvolvidas por sua pasta no primeiro ano da nova gestão como o lançamento do Programa Nacional de Banda Larga, o decreto com novas regras de licitação de outorgas, a criação de uma secretaria dedicada à inclusão digital que está implementando o projeto piloto de cidades digitais.
O ministro destacou como prioridades para este ano a licitação das faixas de 2,5 GHz e 3,5 GHz e da faixa de 450-470 MHz, necessárias para a implantação da telefonia móvel de quarta geração e para o fornecimento de banda larga no meio rural. Outra ação importante, segundo Bernardo, é a desoneração tributária para estimular o investimento em redes de banda larga, além da infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.
Ainda como prioridade para este ano, ele citou o novo marco regulatório das comunicações eletrônicas com a realização da primeira fase da consulta pública com perguntas a respeito de temas relacionados à radiodifusão e telecomunicações. Com informações do Minicom.

Olhar Digital: Dell compra SonicWall, desenvolvedora de soluções de segurança

Olhar Digital: Dell compra SonicWall, desenvolvedora de soluções de segurança

Valor da negociação não foi divulgado. Com aquisição, Dell aumenta participação no mercado de segurança para pequenas e médias empresas



A Dell está perto de adquirir a empresa de desenvolvimento de soluções de proteção de dados SonicWall para ampliar seu portfólio de tecnologia corporativa.

O valor da manobra não foi divulgado. A SonicWall, com sede na California, é vista como uma empresa importante nos mercados de proteção de dados e de segurança avançada de redes. A empresa compete com gigantes como a Cisco, Juniper e Fortinet.

Com a compra da SonicWall, a Dell vai aumentar a disponibilidade de pacotes de produtos de segurança e deve crescer no mercado de pequenas e médias empresas. A finalização do negócio deve acontecer até o segundo semestre deste ano.

Essa é a terceira empresa de segurança comprada pela Dell nos últimos anos. Em 2010, a KACE, provedora de aplicativos de gerenciamento de sistemas, foi adquirida pela fabricante de PCs e, em 2011 foi a vez da SecureWorks, que atua no mercado de serviços de segurança de informação.

Com as três aquisições, a Dell visa expandir sua oferta de serviços de segurança permitindo que consumidores acessem com facilidade soluções para combater grandes ciberataques.

Matt Medeiros, presidente da SonicWall, afirmou para o site CRN que a aquisição pela Dell vai ajudar a acelerar o crescimento de uma forma que a empresa não conseguia por conta própria. "Também vai aumentar nossa participação no mercado com nossos produtos de segurança. Acreditamos que dar um passo desses é uma progressão natural", afirmou.

G1: Novo iPad é lançado na Austrália

G1: Novo iPad é lançado na Austrália

Pelo fuso horário, fãs australianos já receberam nova versão do tablet.
Terceira geração do iPad chega a mais 9 países nesta sexta-feira (16).

O novo iPad começou a ser vendido na Austrália no primeiro minuto desta sexta-feira (16), (às 10h de quinta-feira, no horário de Brasília). Muitos fãs fizeram fila em frente a duas lojas da operadora australiana Telstra para garantir a nova versão do tablet.

Pelo fuso horário, Japão, Hong Kong e Cingapura também já receberam a terceira geração do iPad com lojas que abriram durante a madrugada. Nesta sexta-feira (16), o tablet vai chegar ainda no Canadá, França, Alemanha, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos. A Apple ainda não anunciou a data de lançamento do aparelho no Brasil.

David Tarasenko ficou na fila na Austrália para comprar novo iPad (Foto: Tim Wimborne/Reuters)

David Tarasenko, de 34 anos, o primeiro a comprar o novo iPad na Austrália, disse que desde que o presidente-executivo da Apple, Tim Cook, mostrou a terceira geração do tablet, ele mal podia esperar para comprá-lo. "Quando Tim Cook fez o anúncio, parecia uma ferramenta mágica. Acho que me deixei convencer pela promoção", disse.
saiba mais

Na semana passada, Tim Cook apresentou a nova versão do iPad, que conta com tela de alta definição e internet 4G (quarta geração). No entanto, a tecnologia LTE, usada no 4G do novo iPad, não é compatível com a rede da Telstra na Austrália.

Em Cingapura, lojas de operadoras locais também abriram à meia-noite (às 13h, no horário de Brasília) para o lançamento do novo iPad. Zhuo Hanling, a mulher Seah Swee Kheng e a filha foram os primeiros da fila para adquirir a terceira geração do tablet em uma loja do país.
Zhuo, a mulher Seah e a filha foram os primeiros a comprar o iPad em Cingapura (Foto: Tim Chong/Reuters)

Em 23 de março, mais 25 países vão começar a vender a nova versão do iPad. São eles: Áustria, Bélgica, Bulgária, República Checa, Dinamarca, Finlândia, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Liechtenstein, Luxemburgo, Macau, México, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Polônia, Portugal, Romênia, Eslováquia, Eslovênia, Espanha e Suécia.

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G1: Polícia do MA prende homens que desviavam dinheiro pela internet

G1:Polícia do MA prende homens que desviavam dinheiro pela internet

Bando fazia transferências para uma conta bancária em São Paulo.
Só para uma conta de um dos criminosos foram transferidos R$ 3 mil.



Três homens foram presos na noite de quinta-feira (15) suspeitos de invadir contas bancárias usando a internet. Eles foram presos em São Luís.

Segundo a polícia, eles se preparavam para dividir o dinheiro que havia sido sacado da agência do Banco do Brasil que fica no Campus da Universidade Federal.

O delegado Breno Galdino disse que houve a transferência de R$ 3 mil de uma conta bancária de São Paulo para a conta de um deles. Quando o correntista sentiu falta do dinheiro comunicou a agência que informou a localização do saque e facilitou o trabalho da polícia.

Os crimes por meio da internet acontecem quando os hackers conseguem ter acesso à informações dos clientes além de páginas falsas pedindo que o cliente atualize os dados da conta corrente, as quadrilhas mandam e-mails com mensagens pornográficas.

Ao abrir, o computador é infectado por um vírus que captura os números da conta e da senha. Em seguida o programa espião envia os dados para o hacker.

Um ataque ainda mais perigoso usa as janelas que surgem na tela quando a vítima está conectada. São mensagens de venda de produtos e de atualizações de programas. Basta um clique e o computador passa a enviar informações sigilosas para a quadrilha.

Gizmodo Brasil: Carregue seu iPhone em qualquer lugar usando este case com plugue embutido

Gizmodo Brasil: Carregue seu iPhone em qualquer lugar usando este case com plugue embutido



or Andrew Liszewski
15-03-2012

Não faltam cases de iPhone com bateria extra. Então o JuiceTank, em vez disso, é o primeiro a incorporar um inovador plugue retrátil – ele funciona diferente do que você está acostumado. Com ele, você pode deixar o carregador em casa, e encher a bateria sempre que achar uma tomada.

Criado por Lloyd Gladstone e Jesse Pliner, o case incorpora todos os componentes eletrônicos de carregamento, incluindo o plugue. E ele consegue ser (relativamente) fino graças ao esperto design do plugue: os dois pinos são dobráveis – veja o vídeo acima – e ficam separados no case. Os pinos saltam do case pressionando-se um botão. Pena que os pinos são diferentes do novo (e irritante) padrão brasileiro. O JuiceTank não tem bateria embutida.

Os criadores do JuiceTank estão tentando arrecadar US$125.000 através do Kickstarter para colocá-lo em produção, e se você for uma das primeiras 400 pessoas a apoiar o projeto, pode reservar um dos cases por US$40. Se decidir esperar até o produto chegar ao mercado, provavelmente terá que gastar US$70. [Kickstarter via Ubergizmo]

Gizmodo Brasil: O Google constrói servidores super secretos no escuro

Gizmodo Brasil: O Google constrói servidores super secretos no escuro:

O Google constrói servidores super secretos no escuro
Por Cade Metz - Wired



Quão longe o Google iria para esconder do resto do mundo o seu hardware customizado na central de dados?

Em uma central de dados do Vale do Silício, a empresa está aparentemente tão paranoica com os competidores espiando os seus equipamentos, que é conhecida por manter seus servidores totalmente no escuro, vestindo sua equipe técnica como mineiros e enviando-os para explorar as cavernas com luzes nas cabeças.

“Muitas [empresas] tentam acobertar as coisas. Existe muita propriedade intelectual valiosa aqui”, diz Chris Sharp, gerente geral de conteúdo e nuvem na Equinix, conforme ele passa pela central de dados da empresa. “Mas nós sempre ficamos fascinados com o Google e seus capacetes”.

O Google é um dos muitos grupos de renome na web que alugam espaço na central de dados da Equinix – uma empresa cujas instalações massivas de computadores servem como hubs para os maiores fornecedores de internet do mundo. Todos os grandes nomes da web se instalaram nestas centrais de dados, para que eles também pudessem se conectar ao hub. A ironia é que eles também precisam dividir espaço com seus maiores concorrentes, e isso pode causar algum desconforto com empresas que veem o hardware como uma vantagem competitiva que é melhor se for escondida dos outros.

Cerca de dois anos atrás, segundo Chris Sharp, o Google tirou todas as lâmpadas que ficavam dentro das gaiolas de hardware que ele ocupava na central de dados da Equinix. “Eles fizeram com que nós desligássemos todas as lâmpadas no alto também, e os funcionários deles colocaram aqueles capacetes com luzes que você vê mineiros usando”, ele conta à Wired. “Supostamente, eles estavam trazendo equipamentos customizados que eles não queriam que mais ninguém visse”.

O Google se recusou a comentar a historinha de Sharp. Mas ela não é tão surpreendente. O Google projeta seus próprios servidores e seu próprio equipamento de rede, e apesar de ainda alugar espaço em centrais de dados de terceiros como as instalações da Equinix, ele está agora projetando e construindo suas próprias centrais de dados também. Esses projetos são feitos para melhorar o desempenho dos serviços web da empresa, mas também para economizar energia e dinheiro. Muito mais do que qualquer outro equipamento, o Google vê o seu trabalho na central de dados como uma importante vantagem em cima dos competidores.

Dito isto, o Google na verdade se soltou um pouco nos últimos anos. Em 2009, a empresa abriu uma janela na primeira central de dados sob medida que havia construído cinco anos antes, e tem discutido partes de suas novas instalações. Mas muitas de suas operações permanecem um mistério.

Alguns acreditam que isso deveria mudar. O Facebook agora projeta seus próprios servidores ecentrais de dados e como uma resposta direta à abordagem do Google, a rede social tornou os seus projetos “open source”, na esperança de encorajar colaboração em projetos pela indústria. Dessa maneira, segundo o Facebook, iria permitir que o resto do mundo economizasse energia de maneira muito similar à que o Google fez e por fim, salvar o planeta.

Várias empresas já adotaram essa postura, incluindo o Netflix, a empresa de dados na nuvem com sede no Texas, Rackspace, e a gigante japonesa de tecnologia, NTT Data. Mas outros ainda preferem manter seu hardware em segredo.

Hospedado com o inimigo

Amazon, por exemplo, tem uma abordagem similar ao Google. A empresa diz muito pouco sobre as instalações que controla, ou o hardware nestas instalações. Aparentemente, a empresa está trabalhando com vendedores de servidores tais quais a ZT Technologies para customizar os seus servers, e copiou o Google para construir suas centrais de dados com contêineres de carga modulares. Mas não está claro quão longe a empresa foi rumo a projetar e construir seu próprio hardware.

Esta semana, a internet está repleta de especulações sobre quantas máquinas estão sustentando o elástico serviço de computação na nuvem da empresa.

No Google, os funcionários assinam rigorosos acordos de não divulgação que os impedem de discutir o que acontece dentro das centrais de dados da empresa – e aparentemente, este acordo é aberto. Isso sozinho coloca uma proteção nos segredos mais profundos do Google. Nós vimos do Acordo de não divulgação em ação – muitas vezes. Mas para o Google, e outros, existe um problema extra quando eles se instalam em um lugar compartilhado como as centrais de dados administradas pela Equinix.

A origem do medo é que você está dividindo espaço com competidores. A Equinix anuncia as suas centrais de dados como lugares onde gigantes da web podem melhorar o desempenho ao conectar seu equipamento diretamente nas maiores provedoras de internet do mundo – e entre si. A empresa começou oferecendo um serviço – o Internet Core Exchange – que conectava todos os maiores provedores de internet, e agora permite que outros equipamentos se conectem neste hub de provedores.

De acordo com Sharp, mais de 70 provedores usam o centro de dados principal da empresa em San Jose, Califórnia. “Nós éramos um lugar para operadores de rede conseguir controlar o tráfego de maneira eficiente, e foi esse legado que criou a Equinix”, diz Sharp. “Não apenas as redes estão aproveitando para se conectar uma à outra, mas [os websites] também estão.”

A segurança é alta nas instalações das empresas. Leitores da geometria das mãos – ou seja, leitores de digitais que vão além das digitais – guardam acesso ao andar da central de dados. Tem uma câmera de segurança olhando para você cada vez que você se move. E cada empresa guarda seu equipamento em suas próprias gaiolas, protegidos por ainda mais leitores de mãos. Mas se você estiver no chão, pode espiar as gaiolas. Para fins de resfriamento, eles não são murados.

Enquanto algumas empresas mostram o logo com orgulho no lado das máquinas, os Googles do mundo fazem o que podem para se esconder. Para evitar que os competidores espiem seu equipamento, Sharp diz, muitas empresas deixam as luzes dentro das gaiolas desligadas quando ninguém está olhando. Outros vão ainda mais longe.

Google prepara grande mudança em seu mecanismo de busca - Internet - IDG Now!

Google prepara grande mudança em seu mecanismo de busca - Internet - IDG Now!:
Da Redação
Publicada em 16 de março de 2012 às 08h00

Empresa promete respostas mais inteligentes com o uso de mecanismos de "web semântica" para entender o que o internauta deseja.

O Google, que domina 66% das buscas, está prestes a fazer mudanças profundas em seu mecanismo de pesquisa. Dado o peso da empresa no tráfego para sites, as mudanças podem ter impacto profundo em toda a web. E, claro, aumento no lucro na empresa.

De acordo com reportagem do Wall Street Journal, ao longo dos próximos meses, o serviço vai responder às pesquisas na forma de fatos e respostas diretas, em vez de somente uma lista de links.

Isso não quer dizer que o Google vá modificar o tradicional sistema de busca por palavras-chave, que enumera os sites conforme as palavras que contém, o quanto outros sites apontam para ele, e vários outros critérios (muitos secretos). A empresa quer oferecer uma "busca semântica" – em que o contexto da pesquisa faz parte do processo, em busca de uma forma mais "natural" de entender o desejo dos usuários.

Amit Singhal, executivo de buscas, que o Google irá relacionar melhor as pesquisas com seu gigantesco banco de dados contendo milhões de "entidades" (pessoas, lugares e coisas) construído nos últimos dois anos.

O objetivo, diz Singhal, é que os resultados do Google sejam mais inteligentes. "Hoje cruzamos os dedos e esperamos que surja uma página com a resposta", diz.

Um exemplo do pretendido: ao pesquisar por uma cidade, o mecanismo irá retornar sua localização, temperatura média, atrações turísticas. Hoje, provavelmente recebe a página da cidade, um link para a Wikipedia e sugestões de fotos.

Para uma pergunta mais complexa, como "Qual os 10 maiores PIBs do mundo?", o Google daria o ranking, em vez de uma links para outros sites.

Tecnicamente, isso envolve uma mudança na forma como o Google analisa uma página. Hoje, o motor busca por palavras-chave. Com a busca semântica, ele vai caçar informações, dentro dessa página, ligadas à "entidade". Então, a partir da relevância desse site, o Google decide se esses dados serão apresentados ao internauta, e como.

De olho no Faceboook
De acordo com analistas consultados pelo WSJ, as alterações em seu principal produto fazem parte do objetivo do Google de evitar a ameaça do Facebook. A maior rede social do mundo também possui um maçiço banco de dados sobre marcas, lugares e pessoas, mas ainda não gerou nada muito útil em cima disso.

Além disso, ao apresentar mais dados, o Google espera que os internautas fiquem mais tempo, em vez de pular rapidamente para algum site. Com isso, também serão mais expostos aos links patrocinados, a principal fonte de renda da empresa.

De qualquer forma, não se trata de algo que vá acontecer do dia para a noite. A empresa diz que trata-se de um processo de melhoria constante, cujos resultados começarão a ser percebidos nos próximos meses.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Computação Corporativa - IDG Now!: As redes sociais no ambiente corporativo, segundo IBM, Marítima Seguros e TOTVS






Computação Corporativa - IDG Now!:As redes sociais no ambiente corporativo, segundo IBM, Marítima Seguros e TOTVS
Publicada em 07 de março de 2012 às 10h00
Atualizada em 15 de março de 2012 às 11h49
E-mail

Empresas compareceram ao evento #MarcaÚtil e descreveram como utilizam as plataformas sociais para aumentar a produtividade e reduzir custos.

Para discutir o uso das redes sociais no mercado corporativo, a RMA Comunicação realizou na terça-feira (6/03) em São Paulo o evento #MarcaÚtil. Representantes da Marítima Seguros, TOTVS e IBM deram suas versões sobre como têm aproveitado os recursos que a tecnologia oferece ou superado os desafios que ela impõe.

O primeiro a falar foi Armando Pasini, superintendente de atendimento da Marítima. Até dois anos trás a empresa não possuía uma estratégia para Twitter ou Facebook e ficava à margem do que ocorria nessas plataformas.

“Sabíamos que a marca estava lá, abandonada, mas tínhamos o receio de que não estávamos prontos para entrar”, afirmou logo no começo de sua apresentação.

Antes de aventurar-se, porém, Pasini decidiu iniciar um trabalho de monitoramento, e obteve o imprescindível crivo da alta direção da companhia, ou, em suas palavras, seu “apoio total e irrestrito”.

A estratégia traçada foi a seguinte: independentemente de o cliente ou corretor fazer parte da empresa, eles os ajudariam caso fossem requisitados. Além disso, ficariam de olho no microblog para que, assim que uma dúvida ou comentário negativo sobre a Marítima fosse publicado, uma solução fosse encaminhada.

Leia mais: Pesquisa mapeia a utilidade das marcas na Internet brasileira

Dentre os exemplos positivos, o tuite de um usuário que ameaçava a seguradora com um processo foi mostrado. Após a intervenção, porém, ele a agradeceu pela prontidão. Em outro, uma corretora reclamou do atendimento da empresas, o filho a retuitou, mas, antes que o problema se espalhasse a companhia conseguiu resolvê-lo.

De acordo com o executivo, os poucos anos de atuação nas redes sociais serviram para indicar o comportamento ideal a ser adotado. É preciso agilidade na ação – no Twitter, dois dias é tempo demais – e transparência, mesmo que esta explicite uma falha da corporação. Não se deve apagar comentários e respostas-padrão são abomináveis.

Segundo Pasini, a Marítima tem obtido sucesso no que se propões a fazer: unir o SAC offline com o online. Além de reduzir custos, a atitude ajudou na fidelização, já que muitos clientes se sentem mais confortáveis em contatá-la via rede social do que por telefone.

Uma rede só sua
Marcos Puccini, gestor da rede social byYou, da TOTVS, foi chamado em seguida para falar sobre a experiência. Ele explicou que antes de liberar a plataforma para os clientes, eles a testaram dentro de casa. Primeiro com algumas das pessoas que lá trabalhavam e, depois, com todas.

“Nossos funcionários eram ativos nas redes sociais privadas. Por que então não poderiam ser na corporativa?”, questionou.

O executivo alertou, no entanto, que não há sentido em criar um portal social interno só porque o concorrente tem ou porque é legal. É necessário definir objetivos, preparar-se e acompanhar todo o desenvolvimento do projeto. No caso da TOTVS, por exemplo, a byYou é útil por aumentar a colaboração entre os funcionários e elevar a produtividade.

Já para a IBM, responsável por milhares de novaspatentes a cada ano, as plataformas colaborativas servem para ajudar na inovação. A developperWorls, por exemplo, possui oito milhões de usuários – um milhão só no Brasil – e não só agrega desenvolvedores de todo o mundo, como ajuda a gigante a economizar com suporte técnico. Segundo Flávio Mendes, membro da IBM Latin America Social Business & Collaboration Tiger Team, o valor chega a 100 milhões de dólares anualmente.

Mendes também mostrou como a “Big Blue” consegue unir seus mais de 400 mil funcionários espalhados por 150 países. Sua intranet impressiona. Se quiser saber quem é o responsável por determinado segmento em certo Estado, basta uma rápida pesquisa para descobrir seu nome e como chegar até ele. O sistema analise seus contatos e entrega qual é o caminho mais curto para alcançar a pessoa com quem precisa falar.

A IBM também incentiva seus executivos a atuarem em sua rede social e se comunicarem a partir dela. Em um mapa é possível ver as relações de cada pessoa e, grosso modo, quanto menos isolada ela estiver, mais importante em termos de liderança ela é. De acordo com Mendes, essas plataformas não são só uma questão de tecnologia, mas também – e talvez, principalmente - de sociologia. Afinal, lidam e influenciam o comportamento das pessoas e só funcionam se este seguir conforme o esperado.

Computação Corporativa - IDG Now!:IBM cria dispositivo USB que transmite sistemas Linux e Windows via nuvem

Techworld.com
Publicada em 08 de março de 2012 às 09h00
Atualizada em 15 de março de 2012 às 11h48

Tecnologia é uma extensão do Smart Business Cloud e vai oferecer remotamente apps e dados seguros ao usuário em vez de armazená-los no aparelho.

A IBM levou o conceito de dispositivos USB seguros ao extremo, anunciando um serviço piloto capaz de transmitir via streaming um PC completo que tenha sistemas Windows ou Linux para um computador por meio de uma máquina virtual que roda a partir do aparelho USB.

Chamado Secure Enterprise Desktop (SED) e vendido como um extensão do serviço Smart Business Desktop Cloud da IBM, o sistema tem uma semelhança superficial com outras tecnologias baseadas em USB lançadas pelas concorrentes SanDisk/Check Point e IronKey/Imation.

Depois de inicializar o sistema do SED e estabelecer um canal VPN criptografado para a nuvem, um hipervisor permite que os aplicativos e dados do usuário sejam transmitidos com segurança para o hospedeiro.

O dispositivo da IBM transmite informações diretamente da nuvem da IBM

A novidade é que as aplicações e dados irão residir na nuvem, e não no dispositivo, sendo que as informações serão armazenadas na RAM temporariamente ou serão escritas no HD local, mas nesse caso a chave permaneceria com no aparelho. Isso permite que a tecnologia ofereça uma versão online que se atualiza sempre que o dispositivo estiver conectado.

O aparelho oferece diversas opções de autenticação, incluindo leitor de cartão de memória e PIN nativo.“Queríamos permitir que as pessoas usassem seus próprios equipamentos”, afirmou o engenheiro do projeto da IBM Research, Michael Baentsche.

O SED foi criado na divisão suíça da IBM, onde ela estava usando a tecnologia, em uma versão mais simples, como o Zone Trusted Information Channel (ZTIC), um dispositivo USB usado para garantir a segurança online do consumidor em diversas instituições bancárias na Suíça.

“Permitimos que as pessoas usassem o ZTIC quando estão trabalhando”, afirmou Baentsche.

Os requisitos mínimos para o Secure Enterprise Desktop são uma versão 64 bits do Linux ou do Windows (a edição para Mac OS ainda está em desenvolvimento), com servidor Linux e Apache na nuvem.

As implementações também se integram com o IBM Tivoli e WebSphere e são executados de dentro do firewall da empresa ou como um serviço confiável usando o IBM Cloud.

“O SED transmite via streaming todo o PC a partir de uma nuvem que é segura e fácil de usar”, declarou o colega de Baentsche na IBM Research, Paolo Scotton.


(John E Dunn)

TI INSIDE Online - Exigência de tecnologia nacional para 4G será mantida, diz ministro

TI INSIDE Online - Exigência de tecnologia nacional para 4G será mantida, diz ministro:



quarta-feira, 14 de março de 2012

A obrigatoriedade de tecnologia local no leilão das faixas de 2,5 GHz e 450 MHz – destinadas à banda larga móvel 4G e à comunicação rural – deverá ser mantida pelo governo, segundo afirmou nesta quarta-feira, 14, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Ele participou de audiência pública sobre o tema promovida pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado.
Segundo o edital submetido a consulta pública pela Anatel, até dezembro de 2014 60% dos investimentos na implantação das novas redes deverão usar produtos nacionais, dos quais 50% de acordo com o chamado Processo Produtivo Básico (PPB) e 10% em produtos com tecnologia brasileira. O índice sobe para 70% a partir de 2017. A exigência tem sido contestada por empresas estrangeiras, que levantam inclusive a possibilidade de recorrer à Organização Mundial de Comércio (OMC).
“Em recente viagem a Barcelona, para um encontro sobre telefonia celular, percebi que alguns estão muito incomodados com isso. Mas, se não adotarmos medidas para fomentar a produção e o desenvolvimento no país vamos aumentar nosso problema. Temos um déficit enorme na balança comercial (desse setor). Não achamos que isso fira condições da OMC”, disse Paulo Bernardo, em resposta a uma pergunta feita durante a audiência pelo senador Cyro Miranda (PSDB-GO).
Em sua apresentação aos senadores da comissão, o ministro estabeleceu entre as metas para a banda larga 4G alcançar, até maio de 2013, todos os municípios onde haverá jogos da Copa das Confederações. Até dezembro de 2013, prosseguiu, deverão ser atendidas todas as sedes e subsedes da Copa do Mundo de 2014. E, até maio de 2014, a nova banda larga deverá estar disponível em todos municípios com mais de 500 mil habitantes.
Paulo Bernardo ressaltou ainda a importância da licitação da faixa de 450 MHz, destinada à comunicação rural. A faixa será oferecida a investidores no início da licitação, prevista para junho. Caso não haja interessados, a licitação ofertará blocos conjuntos de 450 MHz e 2,5 GHz. Ele admitiu as dificuldades para implantar a rede em regiões onde há baixa densidade populacional, mas observou que a implantação do novo sistema permitirá “saldar uma dívida” com as populações do campo.
Ao final da reunião, a comissão aprovou a realização de três audiências públicas. A primeira, sugerida pelo senador Walter Pinheiro, pede um debate sobre o marco legal do setor de informática. A segunda, pedida pelo senador Gim Argelo (PTB-DF), requer uma discussão a respeito da escolha e da contratação de entidade aferidora da qualidade da internet em banda larga. A terceira, solicitada pelo senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), pede a realização de um debate sobre “A situação do Plano Nacional de Banda Larga em todo o Brasil e particularmente na Região Norte”. Com informações da Agência Senado.

Insight: Telebras anuncia banda larga em abril para Macapá:

Insight: Telebras anuncia banda larga em abril para Macapá:



Amazônia Brasil Rádio Web - 14/03/2012

O Plano de expansão da Banda Larga para a Região Norte chegará ao Amapá em abril. Essa foi a informação dada pelo presidente da Telebras, Caio Bonilha, nesta quarta-feira (14) durante reunião com o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), os deputados da bancada federal do Amapá e o deputado estadual Bruno Mineiro, no gabinete do senador.

Bonilha informou que foram concluídos os entendimentos entre a Eletronorte e a Telebras, e agradeceu o empenho da bancada no Ministério de Minas e Energia para o êxito dessas negociações. Segundo o presidente da Telebras, a primeira parte do projeto que dependeria de acertos apenas com a Eletronorte tem execução prevista para abril e atenderia primeiramente Macapá. Até o final deste ano estariam previstos no projeto os municípios de Amapá, Calçoene, Cutias, Laranjal do Jarí, Santana, Tartarugalzinho e Vitória do Jarí.

“É com grande alegria que recebemos essa informação. Ela é resultado de um esforço coletivo da bancada e do governo do estado que fez um verdadeiro mutirão pela banda larga. A chegada de banda larga é tão relevante quanto a chegada da televisão ao Amapá na década de 70”, declarou Randolfe.

PC WORLD: Vendas de tablets Android devem ultrapassar as do iPad em 2016

PC WORLD: Vendas de tablets Android devem ultrapassar as do iPad em 2016



Da Redação
14-03-2012

Consultoria IDC diz que no último trimestre de 2011 o tablet da Apple deteve 54,7% das vendas, enquanto os Android ficaram com 44,6%.

Segundo a consultoria IDC, o novo iPad deve gerar um aumento no consumo de tablets, passando de 87,7 milhões para 106 milhões de unidades em 2012. Mas outros modelos de menor custo também impulsionam esse mercado e, por isso, a previsão é que, em 2016, os tablets Android devem ultrapassar o número de vendas do aparelho da Apple.

No total, a fatia dos tablets Android chegou a 44,6%, enquanto a Apple ficou com folga em primeiro lugar, com 54,7%, crescimento de 110% em relação ao ano anterior. Mas, segundo especialistas, isso ainda não fecha as portas para as demais fabricantes, que segundo a IDC cresceram 155% em seis meses.

Apesar de estar disponível apenas no mercado norte-americano, o Kindle Fire, da Amazon, foi o tablet Android mais vendido no final do ano passado, atingindo 4,7 milhões de unidades.

Mesmo com diversos modelos, a Samsung ficou em segundo lugar entre os dispositivos Android, com 5,8% da parcela de mercado. Já as demais fabricantes viram suas vendas despencarem. O PlayBook da RIM teve uma queda de 0,4% em relação ao ano anterior, atingindo somente 0,7% do total.

Como informamos nesta semana, rumores dizem que a Nokia vai lançar um tablet com Windows 8 ainda neste ano, trazendo o novo sistema operacional para o mercado.

E o mercado de e-readers ainda não sucumbiu aos tablets, como muitos previram. No quarto trimestre de 2011, foram vendidas 10,7 milhões de unidades.

IDG Now: Quatro dicas para empresas garantirem a segurança de smartphones

IDG Now: Quatro dicas para empresas garantirem a segurança de smartphones



Computerworld (EUA)
Publicada em 15 de março de 2012

Aparelhos como o iPhone também são capazes cada vez mais de responder às necessidades de segurança e gestão nas empresas.

Muitos CIOs e CSOs já pararam de resistir ao uso dos dispositivos móveis nas organizações que gerenciam. Em vez disso estão empregando suas energias de outra forma: descobrir como aceitar que smartphones e tablets, iOS e Android, estão tornando-se rapidamente dispositivos de negócios.

Além de muito apelativos, aparelhos como o iPhone também são capazes cada vez mais de responder às necessidades de segurança e gestão nas empresas. A revolução dos PC, há 25 anos, obscureceu a distinção entre "trabalho" e "ambiente pessoal". Hoje, os dispositivos móveis estão em linha com a TI empresarial, diluindo ainda mais essas fronteiras.

Mas questões de segurança são ainda uma preocupação central na maioria das organizações. A gestão de dispositivos móveis pode ser feita a partir de uma matriz de quatro classes em que são consideradas a maioria das necessidades de segurança empresariais.

É preciso ter em mente que a mobilidade está em mutação. As obrigações de segurança podem variar, mas é possível ajustar a estratégia para smartphones conforme essas categorias. As recomendações são baseadas apenas no que já está disponível hoje. Espera-se, entretanto, que os fabricantes continuem a melhorar os seus produtos.

Que categoria de segurança será mais adequada?

Muitas histórias assustadoras sobre a segurança dos smartphones assumem a necessidade de manter estes dispositivos sob normas quase militares. A maioria das empresas não exige níveis de segurança muito elevados para todos os usuários. Afinal, as empresas tanto podem suportar funcionários envolvidos em negociações sensíveis, como aqueles para os quais não há nenhuma necessidade de acesso a dados empresariais vitais.

Na prática, a estratégia de segurança dos dispositivos móveis deve refletir essa diversidade interna. A verdade universal sobre a mobilidade é que uma solução única não satisfaz todos os conjuntos de necessidades.

Empresas dos setores da defesa e da área financeira já descobriram como dar suporte a iPhones e a iPads, apesar das suas maiores necessidades de segurança. O Bank of America e o Citigroup são exemplos disso. Normalmente, exigem uma mistura das quatro categorias descritas abaixo.

Categoria 1: engloba informações comerciais de rotina

Motoristas de caminhões, representantes de vendas, funcionários de vendas, designers gráficos, programadores, pessoal de manutenção etc, raramente lidam com informação muito sensível do ponto de vista pessoal ou legal.

Se um smartphone usado por um desses profissionais for perdido ou roubado, o impacto passa apenas pela necessidade de reconstrução de alguns dados, e garantia de que os serviços de comunicação serão suspensos. Há também o risco do ladrão ter acesso à conta de e-mail do funcionário, razão pela qual é necessário mudar imediatamente os dados de autenticação no servidor. Os mecanismos de segurança recomendáveis incluem o uso de um PIN autorizar a utilização do dispositivo.

Boas, mas não essenciais, as práticas de segurança e de gestão de capacidades englobam a utilização de processos de expiração de passwords e requisitos complexos para obtenção das mesmas.

É importante garantir também a possibilidade de apagar os dados do dispositivo, remotamente, associada a uma política de eliminação de dados após certo número de tentativas.

Categoria 2: informações importantes ao negócio

Gestores de vendas, veterinários, assistentes pessoais, consultores de gestão, professores, editores, operadores de vídeo, programadores, gestores de nível médio – as pessoas com estas funções ou profissões têm acesso a alguma informação pessoal e financeira que não chega a destruir uma empresa se for roubada, mas pode causar danos financeiros e de imagem. Têm acesso também a alguns sistemas internos através de passwords que poderão ser usadas por pessoas mal intencionadas. Portanto, melhor prevenir que remediar.

Se o smartphone for perdido ou roubado, o esforço para minimizar as falhas de segurança vai além da eliminação de informação e exigem alteração das senhas usadas. Pode exigir também informar aos parceiros de negócios sobre o ocorrido, e perder vantagens competitivas no curto prazo.

As capacidades necessárias de segurança e gestão incluem o uso de uma senha forte para o dispositivo, processos de expiração dessas senhas, a possibilidade de eliminação de dados remotamente, e encriptação SSL de e-mail e outros dados. A eliminação de dados após certo número de tentativas de autenticação erradas também é uma política importante.

Não é essencial que sejam usadas redes VPN, e/ou a autenticação por dois fatores para acesso a dados e sistemas de armazenamento. Mas a criptografia no próprio dispositivo pode ser muito útil se disponível.

Categoria 3: informações comerciais confidenciais

Funcionários financeiros, auditores, banqueiros, médicos, pessoal de RH, advogados, agentes reguladores, gestores de produto, investigadores, gestores de divisões, altos gestores de TI, gestores de marketing e chefes de vendas, executivos na maioria das empresas, e todos os seus assistentes – estes profissionais trabalham com informações muito sigilosas (legais, financeiras, de produtos e de RH).

E geralmente têm acesso aos principais sistemas internos de armazenamento de dados. Se os seus dispositivos forem perdidos ou roubados, pode haver sérias consequências financeiras: devido a custos de notificação dos visados pela fuga de informação de identificação pessoal; e perdas competitivas se detalhes sobre as negociações comerciais, de salários dos RH, ou dados semelhantes forem revelados.

As capacidades necessárias de segurança e gestão incluem a exigência de senhas complexas para usar o dispositivo, um sistema de expiração de passwords, a capacidade de eliminar dados por via remota, conjugada com limites de tentativas de autenticação. Envolve também a utilização de encriptação SSL de e-mail e de outros, além do uso de redes VPN e, ou, sistemas de autenticação de dois factores para acesso aos sistemas e dados sensíveis.

A utilização da encriptação no dispositivo de criptografia, também é essencial. Menos importante, será o controlo de acesso a redes específicas, ou a capacidade de desligar a câmara, e o controlo sobre a instalação de aplicações.

Categoria 4: fornecer informações altamente sigilosas

Fornecedores da defesa, espiões, polícias, diplomatas, militares, responsáveis políticos e assistentes – as pessoas com essas profissões e funções trabalham com informações confidenciais, cuja exposição pode colocar vidas em risco.

Os seus dispositivos devem suportar a utilização de passwords complexas, sistemas de passwords expiráveis, a eliminação remota de informação, a encriptação com nível militar, de dados de email e outros. Os processos de eliminação de informação depois de falhadas as tentativas de autenticação devem ser de nível militar.

E os dispositivos devem usar redes de acesso por VPN a sistemas internos, além de suportarem autenticação de dois fatores físicos. O dispositivo também deve suportar encriptação de grau militar no próprio equipamento e as normas MIME e FIPS 140. Deve possibilitar também o controle e o bloqueio discreto sobre o acesso à redes e a instalação de aplicações.

COMPUTERWORLD: Brasil e México lideram crescimento de tráfego de dados na AL

COMPUTERWORLD: Brasil e México lideram crescimento de tráfego de dados na AL



Região vivenciou mudança radical no uso da informação em todos os segmentos, o que contribuiu para formar esse cenário, indica pesquisa.

15 de março de 2012

A América Latina será responsável pelo crescimento de 40% no tráfego de dadosem 2012, aponta estudo da Extreme Networks, empresa que atua no mercado de redes convergentes. Nos últimos quatro anos, a região vivenciou uma mudança radical no uso da informação em todos os segmentos, o que contribuiu para formar esse cenário, indica a pesquisa.

Brasil e México deverão liderar a expansão de países em que o volume e a densidade de informações de usuários saltam cada vez mais. No México, especificamente, observa-se notável incremento no uso de tecnologia da informação e acesso à internet por meio de dispositivos móveis e telefones celulares.

De acordo com o estudo, atualmente existem muitas empresas provedoras de serviços de telecomunicação na América Latina que estão concentrando esforços para desenvolver e fortalecer suas infraestruturas de transmissão de dados e largura de banda para 10 Gigabit Ethernet (GbE), o que significa uma velocidade dez vezes superior a atual na transmissão de informações por meio de rede própria [backbone]. Isso porque, este ano, aponta a Extreme Networks, será pautado pela alta demanda por esse tipo de velocidade.

Ele aponta que muitos fornecedores estão implementando redes de fibra óptica e caminhando para oferecer recursos de telecom prontos para essa largura de banda.

Para ele, este ano uma das principais mudanças que serão observadas no setor é a entrega de serviços Triple Play que reúne dados, voz e vídeo on demand integrados diretamente à fibra óptica.

"A Extreme Networks na América Latina teve crescimento de dois dígitos nos últimos meses e é um dos menos afetados pelas recentes questões econômicas globais, com vários países mostrando expansão como Brasil, Chile, Colômbia e Peru”, contabiliza Carlos Perea, CEO da Extrema Networks na América Latina.

O Brasil está-se preparando para comportar esse quadro. Levantamento da Cisco identificou que o crescimento do tráfego de dados em solo nacional deverá alcançar 0,26 exabytes por mês em 2016. Embora o País tenha alcançado índice de mais de um celular por habitante, o setor ainda possui larga margem de expansão da rede, principalmente por conta da internet 3G, que avançou 130% ano passado, mas que não chegou nem a um quarto da população, o que resultado na atualização da rede local.

Insight: Brasil busca parceria com EUA para construção de satélite:

Insight: Brasil busca parceria com EUA para construção de satélite:



Terra Tecnologia - 13/03/2012


Empresas americanas poderão ser fornecedoras de componentes do programa Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB) - a ser produzido totalmente no País, para observação militar e comunicação. A informação é do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp. Segundo ele, a coordenação-geral do programa será da Agência Espacial Brasileira (AEB).

O SGB está sendo desenvolvido pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), que é privada, com a estatal Telebras. "Estamos começando, agora, a cooperação, que se destina a atender à banda larga. É um projeto puramente industrial, pelo qual já foi constituída uma empresa da Telebras e Embraer", disse Raupp.

De acordo com o ministro, o programa do SGB envolve compras estrangeiras e a coordenação brasileira da produção do satélite. "Duas coisas caracterizam esse projeto: as compras internacionais, que serão bastante grandes e, certamente, existem empresas americanas que poderão participar dessa escolha, e será a empresa integradora, a principal", disse.

Ele também destacou a importância da transferência de tecnologia que ocorrerá por meio do programa. "(O segundo aspecto, que é paralelo) é um programa de (transferência de) tecnologia que coordena esse processo e que está sob o âmbito da Agência Espacial Brasileira. É algo em que, certamente, haverá cooperação. Certamente, será em nível empresarial e de indústrias."

Além de componentes para o SGB, o Brasil tem interesse no intercâmbio de informações com os americanos para a prevenção de desastres naturais e observação oceanográfica. Os temas fizeram parte de uma série de reuniões iniciadas na segunda-feira e concluídas nesta terça-feira em Brasília, da Comissão Mista de Ciência e Tecnologia Brasil-Estados Unidos.

O secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI, Carlos Nobre, disse que a "experiência norte-americana é muito importante" nas práticas de prevenção de desastres. Segundo ele, já há uma série de ações iniciadas entre os Estados Unidos e o Brasil nessa área, que incluem programas referentes ao sistema de alerta de desastres naturais.

Insight: Telebrás terá rede de fibra óptica com 31.000 km:

Insight: Telebrás terá rede de fibra óptica com 31.000 km:



Rede atual conta com 10.000 km e extensão deverá ser triplicada ainda em 2012.

Tecmundo - 14/03/2012

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou nesta quarta (14) que a rede de fibras ópticas da Telebrás deverá ser triplicada até o final do ano. A extensão atual é de 10 mil km e, com as melhorias, o volume de cabos deverá chegar à marca de 31 mil km.

O investimento é parte do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e deve levar as fibras ópticas da empresa estatal a 37% dos municípios brasileiros, contemplando 48% da população. Segundo o ministro, ainda em 2012 o governo firmará convênio com 510 provedores, que ficarão responsáveis por oferecer o serviço à população.