segunda-feira, 30 de julho de 2012

TI INSIDE: Adoção de serviços em nuvem deve dobrar em três anos no Brasil, aponta estudo


Apesar das incertezas econômicas globais, 53% das pequenas e médias empresas no mundo e 68% das PMEs brasileiras esperam crescer em vendas nos próximos 12 a 18 meses com o uso de serviços em nuvem, de acordo com pesquisa encomendada à Edge Strategies pela Microsoft. O estudo revela que a computação em nuvem faz parte dos investimentos previstos pelas pequenas e médias empresas que buscam infraestrutura para sustentar seu crescimento.

O levantamento constatou que a adoção de serviços em nuvem pelas PMEs está crescendo à medida que elas adotam cada vez mais dispositivos e serviços e que suas preocupações sobre a nuvem diminuem. Aquelas que aderem à tecnologia esperam fazer mais com seus dispositivos, já que a mobilidade é essencial aos usuários. Além disso, 62% das empresas entrevistadas que utilizam os serviços em nuvem relatam benefícios significativos de produtividade em TI.

Outro dado da pesquisa mostra que a segurança é uma prioridade, mas não é a principal preocupação. Somente 23% das empresas brasileiras e 20% no mundo acreditam que os seus dados estão menos seguros na nuvem do que se estivessem em seus computadores. Trinta e sete por cento das PMEs consideram que os dados estão tão seguros na nuvem quanto nos seus sistemas instalados.

No Brasil, das 250 empresas entrevistadas, 33% são usuárias de nuvem e 45% afirmaram que devem utilizar nos próximos dois ou três anos. Em todo o mundo, o número de pequenas empresas que utilizam pelo menos um serviço pago na nuvem deverá triplicar no mesmo período. Para a análise, foram entrevistados tomadores de decisões na área de TI de mais de 3 mil empresas de pequeno e médio porte, em 13 países – Alemanha, Austrália, Brasil, China, Coréia do Sul, Dinamarca, Estados Unidos, Espanha, França, Japão, Reino Unido, Rússia e Turquia.

No que diz respeito aos fatores econômicos, o estudo revela que o Brasil está 18% mais otimista que os demais países participantes, uma vez que 30% das empresas nacionais consideram que a instabilidade econômica será um desafio para seu crescimento, enquanto que no mundo são 48%. Já o aumento nos custos com funcionários são mais preocupantes aqui do que para os demais países, uma vez que estamos sete pontos acima do percentual mundial com 32%, em vez dos 25% globais.

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