quarta-feira, 19 de novembro de 2014

IdgNow: Urgente: Microsoft libera correção para vulnerabilidade no Windows Server

Urgente: Microsoft libera correção para vulnerabilidade no Windows Server 
Gregg Keizer

Ajustes anunciados pela MS corrigem falha em todas as versões do software. Hackers já teriam explorado a brecha, diz empresa
A Microsoft liberou hoje um update de segurança "fora da curva" visando corrigir uma vulnerabilidade encontrada em todas as versões do software Windows Server, do praticamente aposentado Windows Server 2003 até a versão mais recente do software, o Windows Server 2012 R2. A empresa admite que hackers já teriam explorado da falha.

A recomendação dos especialistas para os gestores de TI é que façam a imediata instalação da correção. Depois de instalar o patch, os gestores de TI precisam reiniciar seus Windows Server e os PCs atualizados.


A correção, chamada MS14-068, estava num dos dois boletins que a Microsoft adiou há uma semana, na Patch Tuesday do dia 11 de novembro, quando liberou updates para Windows, Internet Explorer (IE) e Office. Estavam programadas 16 atualizações na data, mas apenas 14 foram liberadas.


O MS14-068 "mata" uma vulnerabilidade crítica existente em todas as versões do Windows Server e também atualiza as versões client do Windows - do Vista até o Windows 8.1. Embora a vulnerabilidade não possa ser explorada no caso das versões cliente, a Microsoft decidiu modificar o Vista, Windows 7, Windows 8 e Windows 8.1 no caso de uma nova técnica de ataque venha a ser descoberta no futuro.


O bug no Windows Server está numa implementação do Kerberos KDC (Kerberos Key Distribution Center), serviço de rede que fornece chaves temporárias de sessões para usuários e computadores dentro do domínio Active Directory de uma empresa. Um ataque bem sucedido permite que os invasores simulem ser qualquer pessoa no domínio, incluindo administradores, dando a eles acesso completo aos segredos da empresa e dados, além de permitir a instalação de programas maliciosos.


A Microsoft confirmou que hackers já teriam explorado o bug. "Quando esse boletim de segurança foi liberado, a Microsoft estava ciente de um número limitado de ataques que teriam tentado explorar a vulnerabilidade", declarou a empresa ao divulgar informações sobre o MS14-068. "Notem que os ataques conhecidos não afetaram sistemas rodando o Windows Server 2012 ou Windows Server 2012 R2."


A empresa creditou a descoberta do bug ao time de segurança da informação e gestão de risco da Qualcomm, agradecendo particularmente ao engenheiro de cibersegurança Tom Maddock, da Qualcomm, pela sua ajuda. 

Info: EUA oferece US$ 1 milhão por criminoso digital romeno

EUA oferece US$ 1 milhão por criminoso digital romeno

O FBI busca Nicolae Popescu fraude online, lavagem de dinheiro e falsificação de passaportes
Os Estados Unidos ofereceram nesta terça-feira um prêmio de 1 milhão de dólares por informações que levem a captura do romeno Nicolae Popescu, um dos mais procurados do mundo por crimes digitais.

A recompensa será paga por qualquer informação que permita encontrar Popescu, que desapareceu na Europa, destaca o comunicado das autoridades americanas.

Outra recompensa, de 750 mil dólares, é oferecida por informações que levem a captura de Dumitru Daniel Bosogioiu, que teria um papel-chave no esquema de fraude online montado por Popescu, que roubou milhões de dólares com vendas falsas de automóveis, barcos e motos, entre outros bens.

Os compradores eram dirigidos por sistemas de pagamento online a contas bancárias abertas sob nomes falsos, de onde o dinheiro era transferido para contas na Romênia, explicaram os investigadores.

O FBI busca Popescu e Bosogioiu por fraude online, lavagem de dinheiro e falsificação de passaportes, entre outros crimes.

G1: WhatsApp adota criptografia para proteger mensagens em trânsito

WhatsApp adota criptografia para proteger mensagens em trânsito
Recurso já foi integrado à versão de Android do aplicativo de bate-papo.
Edward Snowden é um dos apoiadores do projeto que evita espionagens.

Recurso de mensagem lida causou polêmica entre
usuários do WhatsApp 
Uma ferramenta que evita que as mensagens enviadas pelo aplicativo WhatsApp sejam espionadas foi anunciada nesta terça-feira (18) por empresas vinculadas ao setor. Apoiado por Edward Snowden, o projeto criptografa todo o conteúdo trocado pelo app enquanto ele viaja pela internet.

A empresa Open Whisper Systems anunciou uma aliança com o Facebook, dono do WhatsApp, com a finalidade de usar um protocolo de textos seguros (TextSecure) para codificar mensagens em trânsito e escondê-las de olhares indiscretos. O WhatsApp confirmou o anúncio à agência France Presse, mas se recusou a fazer mais comentários.

"O WhatsApp merece enormes elogios por dedicar um tempo considerável e um esforço a este projeto", indicou a Open Whisper Systems em nota publicada em um blog. "Embora estejamos ainda no começo desta implementação, achamos que isto já representa o maior desenvolvimento da comunicação criptografada na história".

O TextSecure é ativado automaticamente, pois está incluído por padrão na versão mais recente do WhatsApp para smartphones Android, onde são trocados bilhões de mensagens todos os dias, informou a Open Whisper.

De acordo com a Open Whisper, "o co-fundador do WhatsApp, Brian Acton, e a equipe de engenheiros do WhatsApp trabalharam incrivelmente nisto".

Ao participar da conferência South By Southwest, no começo deste ano, Edward Snowden, ex-funcionário da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA), apoiou as ferramentas de criptografia criadas pela Open Whisper.

Snowden se conectou à conferência pela internet da Rússia, onde segue refugiado após vazar informações sobre a vigilância em nível mundial por parte da NSA.

Em outubro, o Facebook completou a compra por US$ 22 bilhões do aplicativo para celulares WhatsApp, usada por 600 milhões de pessoas. 

G1: Android Lollipop tem notificações na tela de bloqueio e visual moderno

Android Lollipop tem notificações na tela de bloqueio e visual moderno

 Bruno Araujo 
Nova versão do sistema operacional do Google já chegou ao Brasil.
 
Lollipop também permite criar perfis de usuários e silenciar tipos de avisos.
 
O Android 5.0 Lollipop, nova versão do sistema operacional móvel do Google, já começou a ser distribuído no Brasil para smartphones compatíveis. O G1 atualizou na terça-feira (18) um Nexus 5, modelo da LG que roda o chamado "Android puro", sem modificações, para mostrar rapidamente algumas das novidades. Entre elas, se destacam a exibição de notificações na tela de bloqueio, o conceito visual de "material design" e a possibilidade de criar vários perfis de usuário em um único aparelho. Assista ao vídeo.

A primeira função inédita do Lollipop é vista de cara. A tela de bloqueio agora mostra notificações e permite que os usuários interajam com elas, seja dispensando um alarme ou respondendo a um e-mail. Esse tipo de notificação ativa já é usado pelo WhatsApp, que permite rebater uma mensagem mesmo com o telefone travado.

Ainda na tela de bloqueio, basta deslizar a tela para baixo para ir ao menu de configurações rápidas, que foi reformulado. De lá, é possível ligar ou desligar conexões Wi-Fi, Bluetooth e GPS, alterar o brilho da tela e acionar o Modo Avião. A aba também tem um inédito botão de lanterna. Se você usa algum mecanismo de segurança, no entanto, só é possível ativar (ou não) essas opções, e não modificá-las. Para isso, ainda é necessário digitar sua senha ou padrão.
Tela de bloqueio do Lollipop mostra notificações do

Ao chegar na tela inicial do novo Android, o visual moderno do "material design" aparece por toda a parte com suas cores sólidas e o uso de várias camadas de contexto. A ideia do Google com essa repaginação gráfica é identificar melhor cada aplicativo e suas principais funções. O Gmail, por exemplo, assume o vermelho e destaca nessa mesma cor o botão de "Escrever e-mail".

O "material design" também afeta as animações de abertura e fechamento de aplicativos, tornando-as mais responsivas aos toques na tela. Ao sair da gaveta de apps, por exemplo, ela se contrai até voltar ao formato original de botão. Porém, vale avaliar se a substituição dos fundos na cor preta, dominante na versão KitKat, pela branca irá afetar a duração da bateria dos dispositivos com o novo Android.

O Lollipop também ganhou um desdobramento do modo silencioso. Agora, é possível configurar o sistema para que apenas as notificações de certos aplicativos, classificados como prioritários, apareçam na tela. Isso pode acontecer indefinidamente ou em períodos que vão de 15 minutos a 8 horas. Também é possível alterar as configurações da tela de bloqueio para esconder o conteúdo de certos avisos.

Outra novidade é a possibilidade de criar mais de um perfil de usuário em um único aparelho. Dessa forma, o pai que dá o smartphone para o filho pequeno mexer, por exemplo, consegue limitar quais aplicativos podem ser abertos. O recurso também pode ser útil caso uma família divida o mesmo telefone. Assim, cada um pode ter sua própria tela inicial e apps, como o próprio navegador Google Chrome já faz.

Info: Apple libera documentação de desenvolvimento para o Apple Watch

Apple libera documentação de desenvolvimento para o Apple Watch

Marcus Vinícius Brasil

A Apple liberou a documentação de desenvolvimento para o Apple Watch junto com a atualização do Xcode 6.2 – software que permite a criação de apps otimizados para o relógio inteligente da empresa. Também estão disponíveis os guias de design que orientam o desenho de interfaces das aplicações.

Há vários detalhes interessantes no WatchKit liberado pela Apple. Um deles é que todos os apps do Apple Watch rodam primeiramente no iPhone – que fica responsável pela instalação e administração de informações. O software do relógio é responsável apenas por carregar a interface e sincronizar os dados com a "base" do iOS.

Há três formas principais como os aplicativos exibem informações no Apple Watch – por meio de um atalho na tela principal, que invoca a versão integral do app; por meio do chamado Glance, que exibe informações relevantes de forma abreviada; e por meio de notificações otimizadas. Segundo a Apple, essas são as três principais oportunidades que podem ser exploradas pelos desenvolvedores.

"O Apple Watch representa um novo capítulo na relação das pessoas com a tecnologia", escreve a Apple na página da documentação. "No começo de 2015, você poderá entregar experiências inovadoras para seus consumidores no pulso deles. Aprenda como as notificações de apps podem ser facilmente exibidas no Apple Watch. E se aproveitando do WatchKit, você pode levar seus apps ainda mais longe ampliando e melhorando suas funcionalidades no Apple Watch."

Quem já desenvolve para iOS não deve ter problemas em se adaptar à nova plataforma, já que o núcleo do app continua rodando no iPhone, e é por aí que começa o processo de desenvolvimento. A arquitetura no Xcode também segue igual, e o software agora virá equipado com ferramentas de teste e debug dedicadas para aplicações do Apple Watch.

O relógio inteligente tem lançamento previsto para o começo do ano que vem nos Estados Unidos.

G1: Twitter habilitará busca por mensagens enviadas desde 2006

Twitter habilitará busca por mensagens enviadas desde 2006
Ferramenta permitirá encontrar as publicações facilmente no site,
Também será possível pesquisar por hashtags antigas. 
O microblog Twitter anunciou, nesta terça-feira (18), que permitirá aos usuários buscar e ler todas as mensagens escritas desde que a plataforma estreou, em 2006.

"Desde o primeiro tuíte, escrito há pouco mais de oito anos, dezenas de milhares de tuítes cotidianos foram transcritos, mas também os de eventos históricos", anunciou em seu blog a empresa, sediada em San Francisco, oeste dos Estados Unidos.

"Nossa meta tem sido sempre permitir a todos navegar através de todos os tuítes escritos", acrescentou.

Graças a este motor de buscas, que deve ser lançado nos próximos dias, será muito simples encontrar, por exemplo, mensagens sobre o terremoto seguido de tsunami que varreu o Japão, em março de 2011, buscando a hashtag "#JapanEarthquake".

Criado em 2006, o Twitter entrou na bolsa em setembro de 2013 e reivindica ter 264 milhões de usuários mensais. 

Info: Google lança API para criação de aplicativos para carros

Google lança API para criação de aplicativos para carros

Lucas Agrela
O Google lança nesta terça-feira (18/11) uma API para desenvolver aplicativos para o Android Auto, sistema voltado para veículos que foi anunciado neste ano durante a conferência Google I/O.

De acordo com a empresa, essa API facilita a adaptação de seus aplicativos para sistemas de entretenimento automotivo que usarão o Android Auto, dispensando a preocupação com diferenças de hardware.

O Android Auto tem suporte para aplicativos de músicas, leitura de notícias em voz alta ou de notificações do celular e também responder a elas com comandos de voz, de acordo com o blog da empresa.

O Google alerta que apesar da disponibilização da API, os aplicativos criados para o Android Auto ainda não podem ser publicados em sua loja virtual.

Aos desenvolvedores interessados, há uma comunidade no Google+ voltada à discussão sobre criação de apps para a nova plataforma.

IdgNow: Amazon Appstore faz a festa e distribui apps e Wi-Fi grátis em SP

Amazon Appstore faz a festa e distribui apps e Wi-Fi grátis em SP

Válida até 22/11, promoção acontece por conta do primeiro ano da loja no Brasil. No total, serão 16 aplicativos e games de graça. 
A Amazon anunciou nesta semana uma promoção para comemorar o primeiro ano no Brasil da sua loja de aplicativos Android chamada Amazon Appstore, presente no Brasil desde o fim de 2013 com mais de 250 mil aplicativos.

A empresa vai oferecer sem custo um total de 16 games e apps pagos para Android, que valem mais de 200 reais. A lista de aplicativos (link aqui) inclui os jogo Angry Birds (ad-free) e Runtastic Pro, o dicionário Português-Inglês da Michaelis, o app de receitas Jamie Oliver’s 20-minute Meals e o pacote de produtividade OfficeSuite Pro 7, entre outros.

Wi-Fi grátis em SP
Além disso, a comemoração da Amazon inclui a oferta de Wi-Fi gratuito em 30 pontos de ônibus espalhados pela cidade de São Paulo, incluindo avenidas importantes como Faria Lima, Paulista e Berrini – a lista completa com todos os locais com Wi-Fi gratuito está em www.amazon.com.br/wifigratis

A iniciativa será válida até o próximo dia 22 de novembro.

Info: Todo jovem brasileiro com acesso à web usa redes sociais, diz AVG

Todo jovem brasileiro com acesso à web usa redes sociais, diz AVG

Gustavo Gusmão
Segundo a pesquisa, o Facebook é a rede social mais utilizada pelo público de 11 a 16 anos; Instagram e Twitter vêm em seguida
 
Uma nova pesquisa divulgada pela AVG revelou que, tanto no Brasil quanto no resto do mundo, crianças e adolescentes parecem entrar nas redes sociais cada vez mais cedo. Parte da série Digital Diaries, o estudo mostra que 99% dos jovens brasileiros entre 11 e 16 anos que fizeram parte da amostragem já têm contas em sites como Facebook e Twitter, um percentual consideravelmente maior do que a média de 78% verificada no resto do mundo.

O levantamento foi feito pela web e envolveu 4 000 crianças e adolescentes de nove países – além do Brasil, foram envolvidos Austrália, Canadá, República Tcheca, França, Alemanha, Nova Zelândia, Reino Unido e EUA. É uma parcela pequena, portanto, que ainda engloba apenas jovens com acesso à internet (o que logicamente aumenta a probabilidade de conseguirem entrar em uma rede social). Mas os dados não deixam de ser surpreendentes, especialmente se levarmos em consideração que a idade mínima para fazer cadastro no site de Mark Zuckerberg é 13 anos.

Mas nem tudo é notícia ruim. A pesquisa mostra também que, do total de entrevistados, 71% disseram saber o que é privacidade online e 70% deles ainda contou já ter alterado configurações de segurança em seus perfis no Facebook, dificultando a vida de bisbilhoteiros.

De acordo com a AVG, a rede social é a mais utilizada por esse público, seguida de Instagram e Twitter. Fora as três, os usuários desta faixa etária ainda têm muito interesse em serviços que dizem garantir o anonimato, como o Secret e o popular Snapchat, conforme explicou a INFO Tony Anscombe, Evangelista de Segurança Sênior da empresa, durante um café.

No entanto, mesmo com a aparente preocupação com privacidade, uma parcela de 28% disse já ter se arrependido de alguma postagem feita em redes sociais. Pedidos de remoção de conteúdo também têm razoável frequência: 32% dos jovens de 11 a 16 anos já pediram para algum parente ou amigo apagar algum conteúdo sobre eles postado online.

Boa parte desse grupo de usuários também não se preocupa muito com quem adicionam ou conversam online. De acordo com a pesquisa, só 29% de seus participantes disse conhecer todas as pessoas que têm adicionadas nas redes sociais, o que faz com que compartilhem informações pessoais com usuários estranhos. Isso tudo sem que os pais saibam, visto que são poucos (28%) os jovens que liberam as senhas de seus dispositivos móveis aos responsáveis.

Porém, isso não é necessariamente culpa dos adolescentes, de acordo com Anscombe. “Os pais deveriam saber com quem seus filhos estão falando – então os adultos são parcialmente responsáveis por isso”, disse o especialista. Aliás, apenas 48% dos mais velhos disse prestar atenção no que os jovens fazem online, o que reforça o ponto levantado.

E por que esse descuido acontece? Para Anscombe, a resposta é simples. “Muitos acabaram indo de um mundo ‘sem tecnologia’ para isso”, disse ele, apontando para um smartphone que deixou sobre a mesa. Ou seja, a evolução “brusca” não deu tempo para eles se adaptarem – e o processo todo ainda deve levar algum tempo, talvez mais uma geração, na visão dele.

G1: Facebook lança app que exibe apenas atualizações de grupos

Facebook lança app que exibe apenas atualizações de grupos
'Facebook Groups' é a segunda função do Facebook que ganha app próprio.
Aplicativo principal ainda mostrará atualizações de grupos, diz rede social.
Aplicativo 'Facebook Groups' exibe apenas as
atualizações e publicações dos grupos do
Facebook.
O Facebook lançou nesta terça-feira (18) um novo aplicativo para os usuários enviarem mensagens diretamente aos grupos de que participam.

Disponível para iOS e Android, o “Facebook Groups” simboliza mais uma iniciativa da rede social de pulverizar em seus aplicativos alguns dos serviços que podem ser acessados integralmente em seu site. O bate-papo com contatos da rede social migraram a partir de abril deste ano para o Messenger. A empresa não informa se o mesmo ocorrerá com os grupos, que ainda podem ser acessados no app principal.

Segundo o site “The Verge”, os grupos reúnem entre 650 milhões e 700 milhões usuários ativos mensalmente –uma parte considerável dos 1,35 bilhão de pessoas que acessam o Facebook. Além de bastante frequentadas, essas comunidades concentram boa parte da atividade. São 2,5 bilhões de publicação de conteúdo todo mês, sejam postagens, comentários ou simples “curtidas”.

Mas, segundo enxergava o Facebook, essas importantes ferramentas de interação entre seus usuárias estavam perdidas no meio do aplicativo principal. “Os grupos estão enterrados”, disse Shrley Sun, gerente de produto do Facebook.

Com o novo aplicativo, apenas as novidades publicadas nos grupos em que os usuários estão inscritos serão exibidas a ele. Também será possível criar novos grupos por ele. Para o Facebook, o novo serviço não irá esvaziar o app principal, porque irá atrair “pessoas que já estão ativas hoje, e querem se engajar ainda mais”, diz Sun. Quanto à presença de anúncios, Sun diz que a rede social está “focada em experiência sem considerar um objetivo final de rentabilização”.

O Facebook Groups foi desenvolvido pelo Creative Labs, a mesma área dentro da rede social responsável por outros apps, como o “Paper” e o “Sligshot”. 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

IdgNow: WhatsApp é citado como prova de traição em 40% dos divórcios na Itália

WhatsApp é citado como prova de traição em 40% dos divórcios na Itália

Segundo associação daquele país, aplicativo de mensagens facilita infidelidade. Empresa comprada recentemente pelo Facebook não comenta assunto.

O WhatsApp foi citado como evidência em quase metade dos casos de divórcio na Itália, de acordo com um novo relatório da Associação Italiana de Advogados Matrimoniais. As informações são do jornal britânico The Times.

Segundo o levantamento, 40% dos divórcios naquele país tiveram o aplicativo de mensagens comprado recentemente pelo Facebook citado como prova contra os parceiros infiéis.

“As redes sociais impulsionaram a infidelidade na Itália ao torná-la mais fácil, primeiro por mensagens de texto, depois com o Facebook, e agora com o WhatsApp”, afirmou o presidente da Associação, Gian Ettore Gassani.

Dinamite
Para Gassani, o WhatsApp tem um potencial explosivo. “Os amantes agora podem trocar fotos picantes deles mesmos, e já vimos os adúlteros usando o serviço para manter três ou quatro relacionamentos – é como dinamite.”

WhatsApp

De acordo com o Mashable, o WhatsApp não respondeu a um pedido de comentário sobre o assunto.

Info: Lufthansa assina acordo de US$1,25 bi com IBM para setor de TI

Lufthansa assina acordo de US$1,25 bi com IBM para setor de TI 
A medida é parte dos planos da Lufthansa de se reestruturar e cortar custos

A IBM fechou um contrato com a alemã Lufthansa no valor de 1 bilhão de euros (1,25 bilhão de dólares) por meio do qual a empresa norte-americana assumirá a divisão de serviços de infraestrutura de tecnologia da informação da companhia aérea e sua equipe.

A medida é parte dos planos da Lufthansa de se reestruturar e cortar custos, conforme a companhia alemã busca competir com rivais de maior crescimento tanto no mercado europeu quanto no da região do Golfo.

Sob o acordo, cuja duração é de sete anos, a IBM disse que tornará os processos de tecnologia da informação da Lufthansa mais eficientes e irá orientá-los em direção à computação em nuvem, o que pouparia à Lufthansa cerca de 70 milhões de euros anualmente.

Cerca de 1 400 trabalhadores da Lufthansa Systems serão transferidos à IBM como parte do acordo, que foi esboçado em outubro.

O acordo está sujeito à aprovação de autoridades regulatórias e do Conselho supervisor da Lufthansa.

G1: A “nova Nokia” fez um tablet Android com o novo padrão USB reversível

A “nova Nokia” fez um tablet Android com o novo padrão USB reversível

Felipe Ventura
Aquela caixa preta misteriosa da Nokia não era uma set-top box: era a embalagem do novo N1, um tablet Android bem fino que custa só US$ 249.

O Nokia N1 possui um corpo monobloco de alumínio que envolve a tela IPS de 7,9 polegadas e 2048 x 1536 pixels. Ela conta com a tecnologia “Zero Air Gap”: não há ar entre o vidro e o display, melhorando a legibilidade e reduzindo o reflexo.
Por dentro, temos um processador Intel Atom quad-core 64-bit, 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento, mais bateria de 5.300 mAh. Ele é compatível com MIMO, que acelera a conexão Wi-Fi.

Há dois alto-falantes estéreo, e também duas câmeras: 8 megapixels na traseira, e 5 megapixels na frente. São apenas 6,9 mm de espessura e 318 g.
Ele é um dos primeiros dispositivos a adotar o novo padrão USB reversível chamado Type-C. O conector se encaixa “para cima” ou “para baixo”, e ainda chega a velocidades de até 1,25 GB/s, o dobro do USB 3.0 – mas apenas se inserido em um conector Type-C no seu computador.

O tablet roda Android 5.0 Lollipop com o Nokia Z Launcher, que a finlandesa lançou este ano: ele organiza seus apps, contatos e páginas da web em uma lista automática, ao ver o que você mais usa em cada momento do dia; e permite abrir apps específicos desenhando letras na tela. Você pode baixá-lo neste link.



Vale notar que este tablet foi desenvolvido pela Nokia, mas não será produzido por ela, já que suas fábricas foram compradas pela Microsoft: é a Foxconn que está encarregada de tudo. O release diz:


A parceira OEM é responsável pela execução completa de negócios, da engenharia e vendas ao atendimento ao cliente, incluindo os passivos e custos de garantia, propriedade intelectual, licenciamento de software e acordos contratuais com terceiros.

O Nokia N1 será lançado inicialmente na China, até o final do ano, e depois na Rússia, Europa e em outros lugares. Saiba mais sobre o tablet aqui

G1: Loja de aplicativos da Apple na China passa a aceitar cartões populares

Loja de aplicativos da Apple na China passa a aceitar cartões populares 
Chineses podem comprar apps com cartão UnionPay, com débito em conta.
País é o segundo maior mercado de aplicativos para a Apple.
 
A loja de aplicativos da Apple na China agora aceita pagamentos com os cartões de crédito e débito da chinesa UnionPay, divulgou a fabricante do iPhone nesta segunda-feira (17), em mudança que facilitará as compras para os usuários no segundo maior mercado de aplicativos da Apple.

"A capacidade de comprar aplicativos e fazer compras usando cartões UnionPay tem sido uma das funcionalidades mais pedidas pelos nossos clientes na China", disse o vice-presidente sênior de Software e Serviços de Internet da Apple, Eddy Cue, em um comunicado.

A Apple tem tentado impulsionar a adoção de pagamentos móveis em suas plataformas, mas o complexo sistema de pagamento bancário da China faz com que seja difícil realizar qualquer tipo de pagamento online.

Antes do UnionPay ser adicionado, a Apple contava principalmente com um sistema para a sua loja de aplicativos na China com um valor mínimo de 50 iuanes (US$ 8,16). A opção de pagamento com o UnionPay implica transferência direta de dinheiro de uma conta bancária pelo montante exato de cada compra.

G1: Assinatura de plano para smartphone deve dobrar até 2020, prevê Ericsson

Assinatura de plano para smartphone deve dobrar até 2020, prevê Ericsson
Assinaturas irão de 2,7 bilhões, em 2014, a 6,1 bilhões, estima Ericsson.
Tráfego de dados crescerá oito vezes, estima relatório da companhia. 
Público usa smartphones durante o encontro da Apec de 2014.
As assinaturas de planos de telefonia para smartphones vão mais do que dobrar até 2020 em todo o mundo e ajudarão a impulsionar o tráfego de dados móveis em oito vezes, estimou nesta terça-feira (18) a fabricante sueca de equipamentos de rede Ericsson.

A empresa disse que espera 6,1 bilhões de assinaturas de planos para smartphones no mundo todo até o final de 2020, acima dos 2,7 bilhões em 2014, à medida que mais pessoas em mercados emergentes compram smartphones baratos em vez de telefones básicos.

Em seu Relatório de Mobilidade, a Ericsson incorporou mais um ano em relação à perspectiva de junho, que contemplava até 2019. "As tendências são estáveis e os fatores de crescimento subjacentes são os mesmos", disse o gerente de projeto do relatório, Peter Jonsson.

Maior fabricante de equipamentos de redes móveis do mundo, a Ericssom espera um aumento de oito vezes no tráfego de dados móveis entre 2014 e 2020. Em junho, a previsão era de um crescimento de dez vezes entre 2013 e 2019. A diferença é explicada por um maior ponto de partida em 2014, disse Jonsson.

O uso maior de dados móveis por conta de smartphones, impulsionado principalmente por vídeos, está contribuindo para o aumento esperado. A modalidade de vídeo deve aumentar a sua quota no tráfego móvel global para 55% em 2020, contra 45% em 2014, disse a Ericsson.

IdgNow: Fujitsu codifica dados em iluminação LED para serem lidos por smartphones

Fujitsu codifica dados em iluminação LED para serem lidos por smartphones

Tim Hornyak

Tecnologia insere código na luz que ativa o download de dados quando o objeto iluminado é visto através da câmera do smartphone 
Lâmpadas de LED iluminando mercadorias numa vitrine poderão, muito breve, revelar muito mais do que o consumidor vê apenas a olho nu. Graças a uma nova tecnologia mostrada nesta segunda-feira pela Fujitsu Laboratories, elas poderão esconder dados codificados que serão revelados ao usuário quando ele apontar a câmera do smartphone para o objeto usando um app especial.

O método desenvolvido pela Fujitsu Laboratories permite incluir dados ID na luz de LED que, quando vista pela câmera do smartphone, ativa a visualização de dados armazenados em um servidor na nuvem. A tecnologia poderia ser usada pelas empresas para oferecer mais informações sobre um produto na loja ou ativar um sistema de pagamento móvel para comprar os objetos, diz a Fujitsu. E a gama de usuários potenciais é gigantesca, de museus e galerias de arte a eventos e feiras de negócios.

Escondido no RGB

Para armazenar os dados a Fujitsu um sistema de modulação que modifica o mix de vermelho, verde e azul (RGB) nas luzes de LED. Ao modificar a intensidade de cada canal de cor ao longo do tempo, é possível armazenar dados dentro da luz sem mudar as características visuais intrínsecas da luz.

Em uma demonstração durante uma apresentação para mídia em Tóquio, nesta segunda-feira, um funcionário da Fujitsu apontou a câmera do smartphone para um pequeno manequim iluminado por LEDs. Um app especial no smartphone, que processa a imagem e extrai o ID, mostrou instantaneamente informações sobre o manequim e a história do bloco de madeira que o acompanhava.

"O conceito da Internet das Coisas é muito importante atualmente, mas não creio que tudo possa ser conectado à internet", diz Akira Nakagawa, diretor do Laboratório de Sistemas de Imagem do Fujitsu Laboratories. "Mas o nosso sistema permite que qualquer objeto possa ser virtualmente conectado. Essa foi nossa motivação para criá-lo."

De museus a artistas

A tecnologia de ID embedding é de certa forma similar aos QR codes, tags de NFC (Near-field communication) e visible light communication (VLC), um método de comunicação que também é ativado por LEDs. Como o que ativa o download de dados nesse caso é a luz que se reflete nas lentes da câmera, o sistema pode trabalhar virtualmente em qualquer situação, incluindo quando a luz se reflete sobre pessoas.

Por exemplo, um artista poderia entrar num palco iluminado por LEDs e qualquer pessoa que apontasse a câmera do smartphone para ele poderia fazer o download da letra da música que ele, ou ela, está cantando, afirma a Fujitsu.

A empresa está testando as várias aplicações da tecnologia para melhorar sua precisão e pertende comercializa-la ao longo do seu ano fiscal de 2015, que termina em 31 de março de 2016. O sistema de LED será mostrado nesta quarta e quinta-feira no Fujitsu Forum 2014, em Munique, na Alemanha

Info: Tablet do Project Tango aparece na Google Play, mas não está à venda

Tablet do Project Tango aparece na Google Play, mas não está à venda

Monica Campi
O tablet do Project Tango do Google — dispositivo com sensores 3D e que deverá custar mil dólares — foi liberado para exibição na loja Google Play. No entanto, o aparelho não está disponível para venda comercial.

O dispositivo listado na Google Play (acessível somente nos Estados Unidos) é voltado para desenvolvedores que querem produzir apps para esta tecnologia.

A disponibilidade cumpre uma das promessas do Google de entregar o tablet ainda este ano para os desenvolvedores. Já os consumidores finais devem esperar até meados de 2015 para obter o dispositivo.

O tablet traz tela de 7 polegadas, 4GB de RAM, 128GB de memória interna e vem equipado com NFC, múltiplas câmeras — incluindo uma com capacidades de rastreamento de movimentos — e um sensor de profundidade. O dispositivo roda com o sistema Android 4.4 KitKat e utiliza um processador Nvidia Tegra K1.

O Projeto Tango é o mais recente projeto experimental do Google dentro do grupo de Projetos e Tecnologias Avançadas (ATAP). Em fevereiro deste ano, o ATAP anunciou o primeiro dispositivo do programa, um smartphone com sensores 3D.

G1: Google libera serviço de música para todos usuários no Brasil

Google libera serviço de música para todos usuários no Brasil
Play Música tem 30 milhões de faixas e permite armazenar acervo pessoal.
Até 7 de janeiro, serviço oferece 60 dias de graça e assinatura por R$ 13.
Tela inicial do serviço Google Play Música, disponibilizado a todos os usuários nesta segunda
O Google liberou nesta segunda-feira (17) seu serviço de música por assinatura para todos os usuários no Brasil. O Google Play Música já estava disponível no país desde setembro, mas apenas para aparelhos da Samsung. Por enquanto, o aplicativo da plataforma segue exclusivo de dispositivos Android (clique aqui).

O Google Play Música tem um acervo de mais de 30 milhões de faixas e funciona como outros serviços do tipo, como Spotify, Deezer e Rdio. Os usuários ouvem músicas por streaming, mas também é possível baixar algumas delas no smartphone ou tablet para ter acesso quando não houver conexão à internet.

O destaque, porém, é a possibilidade de armazenar até 20 mil músicas do acervo pessoal na nuvem. Desse modo, os usuários podem ouvi-las em qualquer dispositivo compatível com o serviço.

O Play Música também conta com curadoria local, formada por listas feitas para o público brasileiro, estações de rádio e recomendações baseadas no histórico do YouTube e de pesquisas no Google, por exemplo. Segundo o Google, artistas nacionais como Valeska Popozuda, Criolo, Paralamas do Sucesso e Arlindo Cruz já têm suas músicas disponíveis na plataforma.

Quem fizer a assinatura do serviço até 7 de janeiro de 2015 tem direito a um período gratuito de teste de 60 dias e à mensalidade promocional de R$ 13. Após essa data, a gratuidade cai para 30 dias e o preço sobe para R$ 15.