Um problema no sistema do Serpro (empresa que administra parte dos sites do governo federal) impede a emissão de carteiras de habilitação em todo o país nesta terça-feira. A previsão é que o problema seja resolvido por volta das 18h de hoje.
Segundo o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), o problema começou na madrugada, afetando o Renach (Registro Nacional de Carteiras de Habilitação), responsável pela emissão e renovação da CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
No período da manhã, houve ainda um problema que atingiu parcialmente o Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) e prejudicou a emissão de documentos.
Técnicos do Serpro trabalham para solucionar o problema. As causas da falha ainda estão sendo investigadas.
O Detran-SP disse em nota que está impossibilitado de emitir carteiras de habilitação e realizar serviços que exijam consulta ou validação junto à base de dados nacional, como início do processo de habilitação, transferências de documentos e veículos e comunicação de venda.
O Detran-RJ informou que o problema no Renavam não impede a emissão do documento dos carros aprovados nas vistorias. É atingida apenas a emissão do CRV (Certificado de Registro de Veículo), obrigatório para os procedimentos relativos à primeira licença (emplacamento), transferência de propriedade e transferência de município.
Para os clientes que estão requerendo esses serviços, o atendimento é manual, com o responsável pelo veículo tendo cinco dias, sem a necessidade de agendamento, para retornar ao posto e receber o CRV.
Em São Paulo, quem pretende tirar a primeira habilitação tem que fazer um pré-cadastro no site e-cnhsp.sp.gov.br, desde o fim do ano passado.
Após o cadastro, a pessoa deve agendar a apresentação da documentação e a coleta biométrica (captação de digitais, fotografia e assinatura digital) em uma das unidades de atendimento do Detran.
O mesmo vale para quem vai renovar a carteira, para a reabilitação de permissionários ou adição e mudança de categoria na CNH.
O secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Paulo Câmera, assinou nesta sexta-feira (9), um convênio de cooperação técnica com instituto alemão Fraunhoufer, com o objetivo de criar o Centro de Projetos Fraunhofer em Engenharia de Software e Sistemas no Parque Tecnológico da Bahia. “Para nós é muito importante esta parceria. O Fraunhofer vem agregar junto com a IBM, Microsoft, e outras empresas âncoras que já trouxemos para consolidar o parque de tecnologia da informação (TI). Temos similaridades e acho que assim conseguiremos otimizá-las”, destacou Câmera. O ato aconteceu no gabinete do secretário e contou com a presença do reitor em exercício da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Luís Rogério Leal, e de representantes do instituto alemão.
De acordo com o diretor do Fraunhofer, Hans Dieter Rombach, a intenção é formar cientistas com excelência e fazer isso em parceria com a Bahia. “Estamos muito felizes com esta assinatura, algo que já está funcionado tão bem na Alemanha e outros países da Europa, e agora escolhemos a Bahia que consideramos promissora para esta parceria”.
Intercâmbio
Na ocasião, também foi celebrada uma parceria entre o Pre Park da cidade de Kaiserslautern e o Parque Tecnológico da Bahia. O foco da colaboração entre os dois parques tecnológicos é promover e apoiar novos negócios e incentivar a colaboração de projetos, além desenvolver conjuntamente programas de intercâmbio de cientistas.
“Queremos compartilhar as experiências dos parques em cada um destes países para fortalecer a competitividade. Além disso, com este acordo, as empresas brasileiras que desejarem ir para a Alemanha terão um suporte logistico e cultural e nossa idéia é fazer o mesmo aqui no Brasil” disse o diretor do Parque Tecnologico de Kaiserlautern, Michael Wenk.
O Instituto Fraunhofer é uma organização com 15 mil cientistas distribuídos em 60 centros de pesquisa e uma das mais bem sucedidas do mundo na transferência de tecnologia entre universidades e empresas. O Centro, que vai funcionar na Bahia, terá cerca de 30 profissionais envolvidos da Ufba, Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e da Alemanha. A atuação na Bahia será voltada para engenharia de softwares e sistemas de computação, uma das áreas de conhecimento mais estratégicas para o desenvolvimento da ciência e tecnologia do país.
Os ministros de Comunicações dos países da União de Nações Sulamericanas (Unasul) ratificaram sexta-feira (9), em Assunção, no Paraguai, uma declaração em que renovaram o compromisso para integrar as redes de banda larga da internet entre os vizinhos, por meio de um anel óptico. Os ministros aprovaram os prazos para a implementação de cada fase do projeto de anel óptico, que deverá ser concluído em três anos.
O documento destaca a importância do projeto para possibilitar aos cidadãos uma conexão mais rápida a preços mais baixos, além de fortalecer a soberania dos países. Hoje é necessário cruzar o oceano Atlântico para acessar do Brasil sites hospedados em países como Colômbia, Chile e Equador. A informação vai aos Estados Unidos, por meio de um cabo submarino, e depois retorna, por outro cabo, pelo oceano Pacífico. No caso do Peru, o trajeto tem mais de 8.000 km. Com o anel, a distância cairia para 2.000 km.
A declaração ressalta, ainda, a necessidade de trabalhar para a geração, armazenamento e distribuição de conteúdos locais, de modo a aumentar a importância do tráfego de dados na região, de acordo com proposta apresentada pelo ministro da Venezuela. Foi formada uma comissão técnica para avançar nesse tema.
Também foram definidas as datas dos próximos encontros sobre o projeto. Em junho, ocorrerá a II Reunião do Grupo de Trabalho de Telecomunicações, em Assunção. Em setembro, o Brasil sediará a III Reunião de Ministros de Comunicações dos países membros da Unasul.
Assinam o documento os ministros dos seguintes países: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela.
Rio de Janeiro - A Oi lançou nesta segunda-feira novas ofertas do serviço de internet banda larga Oi Velox em 385 cidades, no âmbito do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), totalizando 1.082 municípios contemplados com as novas ofertas, informou a companhia em comunicado nesta segunda-feira.
A Oi estima que no primeiro semestre 447 cidades serão atendidas pelo PNBL, chegando aos 4,8 mil municípios da área de atuação da empresa até o fim de 2014.
"As ofertas seguem o que estabelece o Termo de Compromisso de Adesão ao PNBL, firmado pela Oi junto ao Ministério das Comunicações e à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)", afirma a Oi.
O PNBL tem como objetivo orientar o processo de popularização da internet no Brasil, ampliando o acesso à banda larga no Brasil, promovendo a inclusão digital.
O tráfego mundial de dados em dispositivos móveis aumentará 18 vezes entre 2011 e 2016, atingindo um total de 10,8 Exabytes por mês – ou um volume de 130 exabytes por ano – até 2016.
Mas, para o Brasil, o aumento será um pouco maior: 19 vezes, o que equivale a um total de 0,26 Exabytes por mês em 2016.
As informações foram dadas pela empresa de tecnologia Cisco no último relatório “Visual Networking Index (VNI) Global Mobile Data Traffic Forecast Update”.
Ano a ano, isso representa um crescimento de 131% no tráfego de dados – mas, no último ano, ele foi de 133%.
Se você ainda acha pouco, a Cisco diz que, somente em 2011, o tráfego de dados móveis foi oito vezes maior do que toda a internet mundial no ano 2000.
Ainda segundo a empresa, o número de celulares vai ultrapassar o de pessoas no planeta até o final deste ano Serão 1,4 celulares per capita no mundo até 2016 –o que vai representar 10 bilhões de celulares, enquanto que a projeção da população mundial ficará em 7,3 bilhões de pessoas.
Claro que esse crescimento também vai contemplar a ampliação da popularidade dos smartphones.
A projeção diz que, se em 2011 eles foram responsáveis por 55 Mb de tráfego por mês, em 2012 esse número mensal aumenta para 1 Gb.
E não vai parar de crescer: em 2016, esse número sobe para 2,6 Gb mensais, um crescimento de 1% em relação à média de 2011.
Veja alguns pontos que merecem reflexão antes da sua empresa migrar para a nuvem
12 de Março de 2012
Marcelo A. Rezende *
Temos falado e lido muito sobre Cloud Computing. Acredito que todos já tenham entendido o que é a tecnologia, suas vantagens e, mais que isso, que veio para ficar. Porém, em um relatório divulgado recentemente pela Business Software Alliance (BSA), que aborda iniciativas e políticas para garantir o desenvolvimento da computação na nuvem, um dado negativo chama a atenção: dos 24 países que fizeram parte da pesquisa, o Brasil foi o último colocado do ranking, conseguindo apenas 35 pontos de 100 possíveis.
Um dos pontos que contribuíram para o mal resultado, é que no Brasil não há legislação específica para combater os crimes ligados à computação. Quando falamos em Cloud Computing, alguns acreditam que o risco aumenta, pois a concentração de informações em grande quantidade em Datacenter pode ser considerada como ponto crítico. Risco? Será que alguém ainda acredita que deixar os dados da empresa armazenados dentro da própria empresa é mais seguro do que mantê-los em Datacenters? Acreditar nisso seria o mesmo que acreditar que corremos mais risco de sermos assaltados deixando o dinheiro no banco do que os carregando conosco pra cima e pra baixo.
O risco, como em tudo relacionado à tecnologia, está mais relacionado ao processo – principalmente no que se refere às pessoas – do que à tecnologia em si, e com Cloud Computing não seria diferente. Como nosso foco é falar principalmente para micro, pequenas e médias empresas, vamos tratar sobre as medidas que podem ser tomadas para evitar surpresas ao ingressar na nuvem. Essas dicas seguem mais a linha de abordar o processo do que tecnologia:
- Defina quais aplicações e dados migrará para a nuvem – antes de "comprar por impulso" uma solução baseada na nuvem, cheque se de fato você e sua equipe de colaboradores precisam acessá-la de qualquer lugar. Pode parecer redundante, mas para utilizar uma solução em Cloud Computing é necessário acesso à internet. Claro que cada vez mais isso deixa de ser problema, operadoras oferecem planos de conexão 3G, smartphones e tablets aos montes, mas uma das grandes vantagens em se adotar uma solução na web é que teremos acesso a ela em qualquer lugar que tenha conexão com a internet e que poderemos disponibilizá-la a um número maior de pessoas. Mas se isso não é fundamental em um primeiro momento, talvez seja necessário reavaliar ou adiar provisoriamente esse plano.
- Faça um planejamento para a migração – uma vez concluído que sua empresa precisa ou vê vantagens em adotar esse tipo de solução, é necessário que haja um planejamento. O maior impacto estará na mudança cultural pela qual a organização precisará passar, já que pessoas são naturalmente resistentes a mudanças. Sugiro que a migração seja feita de forma gradativa e sempre que avançar uma nova etapa, teste o ambiente antes de torná-lo definitivo, isto trará mais confiança aos envolvidos.
- Escolha a solução adequadamente – o mercado possui diversas empresas capacitadas e que oferecem soluções web. Existem no mercado muitas opções, tanto de aplicações quanto apenas de espaço em Datacenters, mas não se deixe levar pelo preço e nem mesmo pelo nome da empresa. Questione um pouco mais sobre o tipo de solução adotada, estrutura dos equipamentos, política de back-up, tempo de disponibilidade, etc. Pesquise na internet sobre problemas com atuais clientes e exija tudo que for oferecido em contrato. Algum tempo atrás, um grande provedor teve problemas e diversas empresas tiveram dificuldades por conta disso.
- Crie um plano de redundância de internet – como falei na primeira dica, o principal requisito para quem utiliza uma solução Cloud Computing é o acesso à internet, por isso, é importante que ela esteja disponível o maior tempo possível. Vejo algumas empresas que se prejudicam ao adotar uma solução web por não levar em conta o acesso à internet. Imaginemos uma aplicação crítica ligada ao faturamento da empresa e que esteja hospedada na nuvem; o provedor está OK, mas o que fará se um caminhão passar em frente a sua empresa e arrancar o fio que provê o acesso à internet da sua empresa. Iria ficar sem faturar? Hoje, existem planos de acesso à internet a custos baixíssimos e ter dois provedores ligados a um balanceador de carga é fundamental para que não corra o risco de ficar off-line inesperadamente.
- Certifique-se quem terá acesso às informações – talvez seja esse o item que mais oferece risco. Adotar uma política que trate os níveis de permissão diferenciadamente e determinando quem, o que, quando e de onde pode ser acessado, e, principalmente, o que pode fazer com aquela informação, isso garantirá maior segurança. Um vendedor que insere pedidos quando visita os clientes, por exemplo, não precisa ter acesso ao fluxo de caixa da empresa, e nem há razão para que acesse dado algum em um feriado em que não deveria estar trabalhando.
- Proteja a sua infraestrutura – se sua empresa tomar todos os cuidados que falamos até agora e tiver problemas de segurança, arrisco a dizer que o problema partiu de dentro da própria empresa. É impossível imaginar que uma empresa que migre para a nuvem, não utilize firewall em sua rede ou que proteja os terminais com antivírus gratuito. É muito mais fácil uma pessoa obter uma senha ou informação privilegiada em um computador da empresa do que quando a informação trafega na internet ou diretamente no Datacenter.
Essas dicas são genéricas e os cuidados a serem tomados com a segurança podem ser diferentes quando mudamos a aplicação, a plataforma e o dispositivo. Porém, acredito que seguindo os cuidados mínimos, os usuários de Cloud Computing não terão problemas relacionados à segurança.
Após fim dos estoques iniciais preço do modelo mais completo do aparelho, com 4G e 64GB, chega a quase US$ 3.000 no eBay.
A Apple já vendeu os estoques iniciais do novo iPad em todos os países em que o tablet será lançado nesta sexta-feira, 16/3, e agora informa aos consumidores que os próximos pedidos só chegarão em um prazo de três semanas.
Nos EUA e no Canadá, todas as pré-vendas do iPad feitas pela loja online da Apple serão enviadas agora em 19/3, três dias após o início oficial das vendas e entregas. Os clientes que se adiantaram e fizeram seu pedido no início da pré-venda receberão o tablet nesta sexta – muitos deles relataram já ter recebido e-mails de confirmação de envio dos aparelhos.
A alta demanda não é uma surpresa para a Apple, que já enfrentou esse problema de falta de estoque com outros aparelhos, incluindo o iPad 2 no ano passado. Mais recentemente, analistas de mercado previram que a Apple enfrentaria uma repetição do problema, em grande parte porque os fornecedores da nova tela de maior resolução do aparelho encontraram dificuldades em conseguir grandes volumes de produção em suas fábricas.
Na semana passada, o analista sênior da consultoria DisplaySearch, Ricahrd Shim, afirmou que a produção da tela de 2048x1536 pixels do novo iPad era um “desafio” para Sharp, Samsung e LG Display.
Revendedores se aproveitam
Como esperado, as faltas de aparelhos em estoque mais uma vez criaram oportunidades para revendedores que alegam que terão o tablet nessa semana.
No site de leilões eBay, por exemplo, os preços para o modelo básico do novo iPad (com 16GB e Wi-Fi) chegaram até 1.200 dólares, um aumento de 140% sobre o preço oficial do aparelho, que é 499 dólares. Já a versão mais completa da terceira geração do tablet, com 4G e 64GB, viu seu preço subir até 2.799 dólares, um aumento de 238% em relação ao preço original de 829 dólares.
Pesquisa ainda revela que, em 2015, 66% dos profissionais vão trabalhar de casa em período integral
12 de Março de 2012
O trabalho remoto está super em alta com companhias aderindo à prática cada vez mais. As empresas descobriram que os funcionários se tornam mais produtivos quando podem trabalhar de sua própria casa e, portanto, a adoção do lar como local de trabalho tem sido recorrente.
Um estudo realizado pela Wrike, empresa de software de colaboração, e publicada pelo site Mashable, entrevistou 1.074 norte-americanos e chegou à conclusão de que 83% trabalham remotamente pelo menos parte do seu dia.
O Mashable, por exemplo, disse que boa parte de seus funcionários trabalha de casa, pelo menos, 20% do seu expediente. Outros passam 100% dos dias trabalhando remotamente. O editor do site, Charlie White, está há 12 anos realizando suas tarefas da sua casa e, segundo ele, não há nenhum problema com a prática.
Para se ter ideia da evolução, em 2009, o estudo concluiu que apenas 43% dos entrevistados trabalhavam remotamente, mesmo que durante uma parte do expediente. Em apenas três anos, este número praticamente dobrou, o que leva a empresa a acreditar que daqui três anos, 66% dos funcionários irão trabalhar integralmente de casa.
A pesquisa ainda descobriu que quanto mais alto for o cargo dentro da companhia, mais o executivo vai trabalhar de casa. Enquanto o dono daempresa trabalha cerca de 30 horas remotamente, os gerentes trabalham apenas 10 horas. Além disso, o estudo revelou outra curiosidade: 73% dos entrevistados estariam dispostos a abrir mão do vale refeição pelo trabalho remoto, 54% renunciariam o celular pago pela companhia, 31% reduziriam o pagamento das férias e 25% aceitariam ganhar menos para poder exercer suas atividades no conforto do seu lar.
Por fim, 91% entrevistados afirmaram que, com a adoção do trabalho remoto, eles diminuíram o tempo dentro das redes sociais. Agora, eles não passam mais de uma hora no Facebook, Twitter, Skype e etc. Já sobre os prós e contras, 41% dos entrevistados disseram que economizam tempo, 29% afirmaram aumentar a produtividade e 10% conseguiram se focar mais no trabalho ao invés das políticas da empresa. Por outro lado, 37% afirmaram que sentem falta da comunicação direta, 21% disseram que o acesso aos dados é dificultado e 19% ressaltaram que não conseguem prestar muita atenção nas atividades dos colegas ou subordinados.
Quer saber mais sobre o assunto? Confira o infográfico aqui e deixe sua opinião nos comentários. A gente quer saber o que você renunciaria para trabalhar de casa e quais são as qualidades e dificuldades da prática.
Tela do dispositivo mata germes presentes, de acordo com fabricante. Dispositivo vem com versão Gingerbread do Android
12 de Março de 2012
A fabricante Karuma, de Cingapura, anunciou uma nova versão do seu tablet PlayBase, chamado PlayBase+, que, de acordo com a empresa, é o "primeiro tablet antibactéria do mundo".
A ação antibactéria do dispositivo está na sua tela, que, segundo a fabricante, mata germes que estão nela. Além disso, ela também é antirreflexo, antiarranhões e não deixa marca de dedos de quem toca nela.
Na parte técnica, o PlayBase+ tem um processador de 1.2 GHz, 1 GB de RAM, tela de 7 polegadas e roda a versão Gingerbread do Android. Ele conta com 8 GB de armazenamento e entrada de cartão microSD. O dispositivo tem 9,7mm de espessura e pesa 325g, segundo o Pocket-Lint.
O dispositivo é voltado para o público infantil, e conta com softwares seguros para crianças. Ele está à venda por US$ 229 no site oficial da Karuma.
Empossado na tarde de ontem como novo secretário estadual de Planejamento, José Sérgio Gabrielli já começa a movimentação em torno das mudanças na pasta. Uma das mudanças seria na Prodeb, alegando que os sistemas de tecnologia e de informação do governo do estado precisam ser atualizados. “É preciso ter metas, prazos e atuar sistematicamente. Governador Jaques Wagner, o soldado Gabrielli se apresenta”, afirmou.
VozesBaianas: Dois meses após a posse, Conselho de Comunicação baiano ainda não se reuniu.
O dia 10 de janeiro de 2012 foi de festa e oratória na posse do Conselho Estadual de Comunicação da Bahia. Dois meses depois o colegiado ainda não se reuniu, e o governo não sinalizou qualquer previsão aos membros. Aos desavisados, a situação já era esperada.
A regulamentação do órgão já passou por algumas etapas, entre as quais, negociar e convencer interesses divergentes sobre a importância. Até então, era essa a principal justificativa para tamanha demora, não só para instalação do Conselho, mas também implementação das políticas.
Agora restam outros dois desafios para o funcionamento do Conselho: estrutura interna e efetivação das ações deliberadas. Ambos não podem ser colocados nas costas do passado ou de forças “ocultas”. São problemas árduos, interligados e alertados há tempos, de forma uníssona, pelas entidades da Frente Baiana pelo Direito à Comunicação.
O funcionamento interno do órgão depende de estrutura básica que a Secretaria de Comunicação (Secom) ainda não dispõe. Ao realizar pareces, os membros do Conselho necessitam de técnicos e câmaras temáticas para subsidiar as decisões. O órgão não é remunerado, e se trata de inocência acreditar que os conselheiros vão ter condições de dedicar tempo para elaborar e acompanhar execução da política sem os subsídios citados.
A tradicional figura do gestor público já é deficiente no governo da Bahia, mais deficiente ainda é o gestor especializado nas políticas de comunicação. Esse último não é um problema singular da Bahia, por anos foi alimentada a ideia de que o Estado deveria terceirizar ou deixar o setor de comunicação sob responsabilidade do mercado.
Contudo, pouco adianta o Conselho formular e definir diretrizes sem o Estado apresentar condições de cumprir, seja por ausência de recursos humanos e físicos, conhecimento das regras orçamentárias, possibilidades de investimentos, captação, e aproximação das pastas do Executivo correlacionadas.
A Lei de regulamentação do Conselho ainda é único vetor que inclina a Secom para um relacionamento com as demais secretarias para além do papel de assessoria de imprensa e definidor de campanhas publicitárias. Convênios e compreensões sobre as políticas de comunicação precisam estar no cerne do Estado.
Por exemplo, é sinalizada uma revisão da Companhia de Processamento de Dados (Prodeb) na oferta de infraestrutura tecnológica aos serviços públicos. É importante que o Conselho se aproxime dessas discussões, caso contrário, suas prerrogativas de inclusão digital vão ficar inverossímeis.
Outro caminho proveitoso e transformador seria se a Secom e a Secretaria de Cultura (Secult) tivessem trabalhos conjuntos, desde base, na concepção dos representantes territoriais e produção e difusão dos Pontos Cultura. São duas secretarias novas, e o ideal, era que fossem uma só. Mas a forma como a transferência do Irdeb se deu simbolizou o afastamento dessas duas “irmãs”.
Os exemplos se sucedem na Educação, Desenvolvimento Social, Saúde… Nos últimos dois meses a Secom permaneceu no cerne do governo em temas como a greve dos policiais militares. A questão daqui para frente é saber: qual papel a secretaria irá cumprir nas decisões de Estado, e que seu principal órgão, o Conselho, poderá auxiliar? É bem provável que essa dúvida seja um terceiro problema para o Conselho não ter se reunido.
A posse do ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli (PT), como novo secretário de Planejamento do Estado deixou claro o tamanho de sua estatura política na concorrência entre os petistas para sucessão ao governo em 2014. O ex-executivo foi empossado ontem pelo governador Jaques Wagner (PT), como titular de sua equipe de forma festiva, sendo bastante prestigiado por grandes autoridades, inclusive pela presidente da Petrobras, Graça Foster, pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, o ex-ministro da Casa Civil, liderança do PT nacional, José Dirceu, e o ex-presidente nacional da legenda e atual diretor corporativo da Petrobras, José Eduardo Dutra.
Uma mensagem enviada pelo ex-presidente Lula, que continua internado em São Paulo, potencializou as expectativas de Gabrielli vir a ser o grande nome da sigla na composição ao governo baiano nos próximos dois anos. Marcaram presença na cerimônia, ocorrida na Fundação Luis Eduardo Magalhães (Flem), no Centro Administrativo da Bahia – CAB, secretários, deputados estaduais e federais, militantes do PT e empresários. Apesar do clima de entusiasmo, Gabrielli minimizou as especulações sobre uma possível escolha de seu nome para as eleições ao governo.
“Existem muitos elementos que vão acontecer antes de chegar 2014. Neste momento, estou vindo para reforçar a equipe do governador Jaques Wagner. Este instante é para se fazer as ações acontecerem, viabilizar a eficiência nos gastos públicos e trazer mais recursos privados para o Estado”, afirmou. Gabrielli fez discurso comedido também sobre a possibilidade de Lula vir a ser o seu grande apoiador para 2014, diante da clara comprovação de amizade e admiração entre ambos
“2014 está muito longe. Nós temos que fazer o governo de 2012 e 2013, temos ainda as eleições municipais de 2012, temos que saber como administrar os impactos da crise internacional, que melhorar a eficiência na gestão de governo, portanto tem muito trabalho a fazer. Isso é muita antecipação que não é pra ser antecipada”, enfatizou.
Ele classificou como natural a presença dos correligionários do PT nacional na posse. “Não tem nenhuma significação maior a não ser dar um apoio a um companheiro que está saindo da Petrobras vindo trabalhar no governo da Bahia”, afirmou.
Gabrielli deixou evidente que irá usar a larga experiência conquistada à frente de uma das maiores estatais do mundo para planejar ações de desenvolvimento para Bahia, no entanto esclareceu que não irá fazer “mudanças dramáticas”. “Eu estou vindo compor uma equipe que está jogando, então você tem que jogar no jogo que está sendo jogado.
Não vou fazer nenhuma redefinição dramática da atuação da secretaria, ao contrário. Vou fazer uma continuidade dos programas definidos no PPA, definidos pelo secretario Zezéu Ribeiro. Serão apenas ajustes necessários para o novo perfil de gestão, o que é normal. Serão ajustes na área de gestão interna do Estado, capacitação de recursos e de escolha de prioridades em programas de governo”, disse.
O novo secretário sinalizou o seu perfil de gestão ao dizer que é preciso ter uma visão de acompanhamento “a curto prazo” e ainda colocou como uma das prioridades investimentos em sistemas de tecnologias da informação. Segundo ele, sem esse instrumento “adequado”, é “impossível” acompanhar o governo. Em seu discurso, Gabrielli indicou que pode fazer alterações na Companhia de Processamento de Dados (Prodeb), mas, segundo ele, essa prioridade ainda seria uma questão a ser decidida.
TV digital interativa pode virar política de governo para promover a inclusão digital e social A expectativa é que ainda neste semestre possam ser iniciados os primeiros testes para avaliar a aceitação da população do modelo de interatividade
11.03.2012 | Atualizado em 11.03.2012
O acesso a serviços interativos por meio da televisão poderá se tornar uma política de governo, com o objetivo de promover a inclusão digital e social da população. Segundo o superintendente de Suporte da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), André Barbosa, a ideia está sendo formatada pela EBC e será levada em breve aos ministros das Comunicações, Paulo Bernardo, e Helena Chagas, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, para depois passar pela avaliação da presidenta Dilma Rousseff.
A expectativa é que ainda neste semestre possam ser iniciados os primeiros testes para avaliar a aceitação da população do modelo de interatividade. “A ideia geral é que a gente possa fazer uma prova de conceito, transmitir o sinal da TV Brasil, distribuir set top box [conversores] na casa das pessoas, principalmente de baixa renda, que estejam integradas a um dos programas do governo. Para fazer uma medição real se eles vão usar o serviço ou não, se realmente vão saber usar. Com essa medição, mostrar para as autoridades para que se possa fazer disso uma política tão importante de Estado como é o Programa Nacional de Banda Larga”, disse Barbosa, em entrevista à Agência Brasil.
A aposta é que a intimidade da população com a televisão possa facilitar o uso dos serviços que serão oferecidos com a interatividade, como a marcação de consultas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o acesso a programas do governo, como o Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, serviços previdenciários e serviços bancários. “Todos os programas do Estado estarão dentro da casa da pessoa, em um veículo que a maioria da população brasileira já tem familiaridade há mais de 50 anos. Isso é muito diferente do que introduzir uma tecnologia nova”, avalia o superintendente, comparando a TV com a internet.
Para receber o sinal de TV digital em um televisor comum, é preciso de um conversor, chamado de set top box. Para facilitar o acesso a esses aparelhos, estão sendo estudadas formas de financiamento ou até mesmo uma fidelização, como por exemplo, ao abrir uma conta para receber os recursos do Bolsa Família nos bancos públicos, a pessoa receberia um conversor.
O superintendente explica que as emissoras comerciais ainda não demonstram interesse pela interatividade, porque o uso dos aplicativos durante o intervalo da programação poderia prejudicar sua principal fonte de renda: a publicidade. “As emissoras comerciais não têm ainda uma fórmula perfeita de sobrevivência do modelo comercial atual com o modelo interativo, porque um compete com o outro”, diz. Por isso, na sua avaliação, a TV pública, que não depende de patrocínios, pode assumir o pioneirismo na introdução desse modelo no país.
Uma ideia para atrair as TVs comerciais para a interatividade pode ser o patrocínio de empresas estatais, como Banco do Brasil, Petrobras e Correios, criando um novo modelo publicitário. A sugestão também será levada ao governo pela EBC. As informações são da Agência Brasil.
As cidades de Coari, Anamã, Anori, Codajás, Caapiranga, Manacapuru e Iranduba, no Amazonas, receberão internet banda larga até o segundo sementes deste ano. O início da implantação foi anunciada pelo titular da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia do Amazonas (Sect/AM), Odenildo Sena, durante o Fórum conjunto do Conselho Nacional de secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) e Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), realizado nesta quinta e sexta-feira, em Curitiba (PR).
De acordo com Sena, expectativa é interligar as sete cidades aos 383 quilômetros de cabo de fibra ótica instalado no gasoduto Urucu-Coari-Manaus. O secretário informou ainda que essa iniciativa vai revolucionar o atual cenário de acessibilidade à internet pela população desses municípios do Amazonas. "Atualmente, a conexão com a rede mundial de computadores nessas localidades ocorre de forma lenta e precária", informou a Sect/AM.
No município de Iranduba (a 27 km de Manaus) a expansão da internet pela banda larga será viabilizada por meio de convênio no valor de R$ 2,5 milhões, com a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e Secretaria de Estado de Educação (Seduc). Será feita a instalação de 35 quilômetros de fibra ótica, que interligará a capital Manaus ao município vizinho. Nos outros seis municípios, o projeto será viabilizado por meio de Acordo de Cooperação Técnica entre Sect-AM, Prodam, Telebrás e Petrobras, alinhado ao Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).
De acordo com a Sect/AM, o projeto prevê ainda cobertura por satélite, além do contrato com a Embratel, cuja rede liga Manaus a Porto Velho (RO). O principal gargalo encontrado é a localização dos municípios, que dificulta a instalação de infraestrutura, conforme informou o secretário de C&T do Amazonas.
Segundo o diretor da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), atualmente, existe uma rede metropolitana, compartilhada pela rede, mas o tráfego no interior ainda é um fator complicador.
“Essa será a primeira infraestrutura que iremos colocar no ar na Amazônia, o que vai permitir a interligação de instituições de ensino e pesquisa de forma mais ágil e veloz. Além disso, vamos colocar as conexões dessas instituições no nível das que estão em grande área metropolitana”, afirmou o diretor da RNP, Nelson Simões.
Reunião
No próximo dia 14 de março, haverá em Manaus, uma reunião técnica entre a Sect-AM, Prodam, Telebrás e Petrobras para discutir aspectos operacionais da implantação da banda larga nos sete municípios do Amazonas. Ainda de acordo com a Sect/AM, para o dia seguinte está programada a primeira vistoria em Iranduba.
Anel óptico busca interligar banda larga entre vizinhos e deixar conexão mais veloz
46% do tráfego de dados vem de fora do país, 90% deste com parada nos EUA; valor mínimo é de US$ 100 mi
Folha de São Paulo - 09/03/2012
Os ministros de Comunicação dos membros da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) devem ratificar hoje em reunião em Assunção, no Paraguai, o plano de trabalho para integrar as redes de banda larga da internet entre os vizinhos, por meio de um anel óptico.
Em conjunto com o Plano Nacional de Banda Larga, o anel óptico "aumentará a capacidade e barateará o custo das conexões", afirmou a presidente Dilma Rousseff, na abertura da feira de tecnologia CeBIT, em Hannover, na Alemanha.
Outra iniciativa citada por Dilma para ampliar a infraestrutura tecnológica é a contratação da construção de cabos submarinos ainda neste ano para ligar o país aos EUA, à Europa e à África. Eles levam dados de internet do Brasil para outros países.
Hoje é necessário cruzar o oceano Atlântico para acessar do Brasil sites hospedados em países como Colômbia e Equador. A informação ruma aos EUA, por meio de um cabo submarino, e depois retorna, por outro cabo, pelo oceano Pacífico. No caso do Peru, o trajeto tem mais de 8.000 km. Com o anel, a distância cairia para 2.000 km.
Quando estiver funcionando, o anel óptico permitirá que o tráfego de informação não precise sair da América do Sul para circular entre os países. Mais de 46% do tráfego de dados vai para fora do país. Desses, quase 90% fazem um pitstop nos EUA. A velocidade nesses casos aumentará de 20% a 30%, afirma Artur Coimbra, diretor de banda larga do Ministério das Comunicações.
CONEXÃO
A implantação do projeto é dividida em três etapas. Na primeira, os pontos físicos de banda larga localizados nas fronteiras serão conectados para que a informação tenha um canal para passar de um país a outro.
De acordo com o Ministério das Comunicações, as ligações físicas com Argentina, Paraguai, Venezuela, Bolívia e Uruguai poderão ser feitas já neste ano.
A segunda etapa será protagonizada pelas empresas nacionais de telecomunicações dos países. Estatais onde houver, como no Brasil (Telebrás) e Argentina (Arsat); privadas nos outros.
Elas firmarão acordos com as empresas dos países fronteiriços. A ideia é que forneçam um tipo de autorização para que as companhias vizinhas consigam "enxergar" as redes internas de fibra ótica, os "backbones", complementando assim a conexão física da primeira etapa. Sem a conexão lógica do anel, a informação não circula.
Com prazo fixado em 2014, a terceira fase será construir redes até as fronteiras em que não há pontos de conexão. Até o Peru, por exemplo, serão necessários 250 km de malha. Bolívia e Guiana são os outros países da lista.
O valor mínimo estimado para o anel é de US$ 100 milhões. "Se decidirem aumentar as conexões com os países, o valor pode aumentar", afirma Coimbra. O BNDES deve oferecer linhas de crédito.
O plano prevê ainda a entrada das teles no anel por meio de pontos de troca de tráfego. Os países sul-americanos poderão também se beneficiar dos cabos submarinos brasileiros para se conectar à Europa. Mas isso dependerá de acordos futuros.
Atualmente, 90% do tráfego de saída internacional do país passa pelos EUA
Se analisarmos o perfil do tráfego de saída internacional demandado pela internet no Brasil, veremos que 90% dele sairá pelos EUA. Isso quer dizer que, se estivermos acessando um portal na Europa, estamos passando por Miami para chegarmos lá. Para piorar as coisas, 35% do tráfego interno no Brasil é roteado por lá.
Essa excessiva fragilidade pode nos deixar sem comunicação via internet se algum incidente na rede ocorrer nesse trecho.
Daí a importância de aproveitarmos a construção de outras infraestruturas -tais como estradas, ferrovias e redes de transmissão de energia elétrica- para desenvolvermos infovias que possam assegurar autonomia nas comunicações entre os países latino-americanos.
É preciso também investir no lançamento de cabos submarinos que nos liguem diretamente à Europa e à África. E, além disso, providenciarmos novas rotas de chegada à Ásia.
O anel óptico proposto pelo Brasil vem ao encontro dessa preocupação de natureza estratégica com uma maior autonomia nas comunicações. Permite também maior segurança nas comunicações entre os países da região, evitando que esse tráfego passe por onde não é preciso.
Os usuários podem se beneficiar com um aumento da redundância de trajeto, da velocidade e da qualidade nos seus acessos de internet.
Mais oferta de saída internacional também ajudará a baixar o preço, reduzindo o preço do megabit transportado, e isso pode permitir preços melhores para o usuário final do serviço.
Resumindo, quanto mais ofertas de saída internacional e mais variados forem os caminhos, mais barato, de melhor qualidade e mais seguro será o acesso para o usuário da internet no Brasil.
*ROGÉRIO SANTANNA, 54, engenheiro mecânico especialista em gerência em engenharia de software pela UFRGS, é ex-presidente da Telebrás.
INFO: TV digital pode estimular inclusão Segunda-feira, 12 de março de 2012
Brasília - O acesso a serviços interativos por meio da televisão poderá se tornar uma política de governo, com o objetivo de promover a inclusão digital e social da população. Segundo o superintendente de Suporte da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), André Barbosa, a ideia está sendo formatada pela EBC e será levada em breve aos ministros das Comunicações, Paulo Bernardo, e Helena Chagas, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, para depois passar pela avaliação da presidenta Dilma Rousseff.
A expectativa é que ainda neste semestre possam ser iniciados os primeiros testes para avaliar a aceitação da população do modelo de interatividade. “A ideia geral é que a gente possa fazer uma prova de conceito, transmitir o sinal da TV Brasil, distribuir set top box [conversores] na casa das pessoas, principalmente de baixa renda, que estejam integradas a um dos programas do governo.
Para fazer uma medição real se eles vão usar o serviço ou não, se realmente vão saber usar. Com essa medição, mostrar para as autoridades para que se possa fazer disso uma política tão importante de Estado como é o Programa Nacional de Banda Larga”, disse Barbosa, em entrevista à Agência Brasil.
A aposta é que a intimidade da população com a televisão possa facilitar o uso dos serviços que serão oferecidos com a interatividade, como a marcação de consultas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o acesso a programas do governo, como o Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, serviços previdenciários e serviços bancários. “Todos os programas do Estado estarão dentro da casa da pessoa, em um veículo que a maioria da população brasileira já tem familiaridade há mais de 50 anos. Isso é muito diferente do que introduzir uma tecnologia nova”, avalia o superintendente, comparando a TV com a internet.
Para receber o sinal de TV digital em um televisor comum, é preciso de um conversor, chamado de set top box. Para facilitar o acesso a esses aparelhos, estão sendo estudadas formas de financiamento ou até mesmo uma fidelização, como por exemplo, ao abrir uma conta para receber os recursos do Bolsa Família nos bancos públicos, a pessoa receberia um conversor.
O superintendente explica que as emissoras comerciais ainda não demonstram interesse pela interatividade, porque o uso dos aplicativos durante o intervalo da programação poderia prejudicar sua principal fonte de renda: a publicidade. “As emissoras comerciais não têm ainda uma fórmula perfeita de sobrevivência do modelo comercial atual com o modelo interativo, porque um compete com o outro”, diz. Por isso, na sua avaliação, a TV pública, que não depende de patrocínios, pode assumir o pioneirismo na introdução desse modelo no país.
Uma ideia para atrair as TVs comerciais para a interatividade pode ser o patrocínio de empresas estatais, como Banco do Brasil, Petrobras e Correios, criando um novo modelo publicitário. A sugestão também será levada ao governo pela EBC.
IDG Now: Tecnologia NFC deve fazer pagamentos via celular decolarem
Tecnologia NFC deve fazer pagamentos via celular decolarem Da Redação Publicada em 12 de março de 2012
Empresa de análises publicou previsão que mostra o crescimento de todos os setores do comércio mobile, especialmente no segmento de cupons.
Um estudo da Juniper Research prevê que a tecnologiaNFC (Near Field Communication) deve ajudar o setor de pagamentos com dispositivos móveis chegar a 74 bilhões de dólares em 2015, com o aumento do uso do recurso para pagar passagens de transporte e compras em lojas.
O método de pagamento é uma alternativa aos cartões bancários e funciona por meio da comunicação do celular, com suporte ao recurso, com um terminal adequado em lojas ou no transporte, por exemplo.
O relatório Mobile Commerce Markets mostra a rápida adoção da tecnologia, já que os segmentos, como transferências bancárias, comércio, pagamentos e bilhetes de transporte, têm previsão de apresentarem significativas taxas de crescimento.
A Juniper afirmou em seu estudo que os provedores de comércio móvel precisam manter as questões de segurança em mente. Se os usuários tiverem suspeita ou perceberem real risco, haverá um contra-tempo até que a confiança seja restaurada.
De acordo com o estudo, o uso de campanhas de SMS devem estimular a adoção de serviços bancários via smartphone; sem interoperabilidade os serviços de transferência monetária precisarão lutar para ganhar uma massa crítica de usuários; e apesar dos cupons móveis ainda representarem o menor segmento do comércio mobile, ele tem conseguido a maior taxa de crescimento.
É importante lembrar que no ano passado a Google lançou seu próprio serviço de processamento de pagamentos via NFC, o Google Wallet, que só pode ser usado em aparelhos com o recurso integrado. Ainda não há previsão do lançamento do serviço no Brasil.
CIO: Recursos do novo iPad o tornam ainda mais atraente para uso corporativo
Tela de altíssima definição, suporte a redes 4G LTE e banda larga móvel são ideais para apoiar vendas e marketing. IDG News Service Publicada em 09 de março de 2012
A última versão do tablet da Apple, chamada de “The New iPad” [novo iPad], trouxe algumas atualizações técnicas que irão melhorar a sua utilização no ambiente corporativo, segundo analistas.
Uma das principais mudanças anunciadas foi a introdução da “tela retina”, um termo cunhado pela Apple quando lançou o iPhone 4. Embora o tamanho da tela não tenha mudado, o novo iPad conta agora com 2048 pixels por 1536 pixels, para um total de mais de 3,1 milhões de pixels. Essa densidade de pixel significa que a distâncias normais de visualização não é possível ver os pixels individuais, o aumento da qualidade do visor. O que proporciona uma resolução de altíssima qualidade.
Embora isso possa parecer um acessório um pouco superficial, quando considerado no uso empresarial, pode fazer toda a diferença. Segundo a analista do Gartner, Carolina Milanesi, para apoiar vendas e marketing, é uma melhoria muito útil.
"A tela retina é certamente um grande trunfo do novo iPad", disse Carolina. "Considerando que muitas empresas poderão usar esses iPads para mostrar folhetos ou outros materiais de marketing, certamente poderão se beneficiar dela."
Carolina também acredita que a decisão da Apple de incluir suporte para redes de alta velocidade 4G LTE em iPads, que incluem o recurso de banda larga móvel vai beneficiar empresas dos EUA, onde as redes 4G já foram lançada. "Nos EUA, a adição de LTE pode atrair organizações cujos usuários são particularmente móveis e, portanto, mais dependentes da cobertura de celular e velocidade", disse ela.
No entanto, esse será um recurso inútil para empresas de outros países em que as redes 4G ainda não foram lançadas. O novo iPad também possui o chip A5X, que promete ampliar em quatro vezes o desempenho do processador Tegra 3, graças à introdução de um novo processador gráfico quad-core. Outro recurso atraente para aplicações corporativas.
Eventos Prodeb e Abep reúne entidades estaduais para debater soluções em tecnologia de informação e comunicação
Salvador, 9 de março de 2012 - A Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), juntamente com a Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (Abep), recebem representantes de empresas estatais de processamento de dados de todo o Brasil para a 100ª Reunião do Fórum de Diretores Técnicos e 2ª Reunião de Gerentes Técnicos. O encontro, que acontece hoje e amanhã (dias 08 e 09 de março), no Catussaba Resort Hotel, apresenta o que há de mais novo em soluções na área de Tecnologia da Informação em desenvolvimento pelas afiliadas da Abep. Para o vice-presidente de Tecnologia da Abep, e diretor de Infraestrutura de Tecnologia da Prodeb, Napoleão Lemos, o fórum é o principal momento de interação entre todas as empresas estatais de TI do Brasil. "Nós estamos trazendo cerca de 30 diretores técnicos e uma quantidade semelhante de gerentes que nos trazem informações e oportunidades para que possamos avançar ou agregar novas idéias aos nossos projetos”, explica Napoleão. Além de soluções desenvolvidas por empresas fornecedoras, Napoleão destaca também as apresentações de parceiros e patrocinadores de ações da Abep. A presidência da Prodeb foi também representada pelo diretor de Sistemas e Serviços da empresa, Makoto Koshima, que desejou boas vindas aos presentes. Além das autoridades locais, a abertura do encontro contou com a participação do superintendente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Ottoney Braga dos Santos, que destacou a importância do evento. Eu agradeço a oportunidade pelo convite. Esta interação entre a Abin e as empresas do setor de Informação é muito importante para nós, que estamos desenvolvento o Programa Nacional de Proteção ao Conhecimento. O paradigma atual da Abin não limita a nossa clientela apenas ao Governo Federal. Cada vez mais vamos procurar construir esse diálogo com as instâncias governamentais do estado e do município", pontou Ottoney Braga. As empresas parceiras da instituição. Ainda pela manhã, representantes das empresas privadas apresentaram suas soluções voltadas para área de governo eletrônico, tais como “Projeto Governança” (Tractus); “Nuvem Privada da Cisco e Infraestrutura para Data Center 3.0” (System Engineer) e “Certificação Digital: aplicações críticas para o Governo Eletrônico” (Serasa), entre outros. Na sexta-feira acontece a apresentação dos Grupos de Trabalho das associadas a ABEP, abordando temas como Engenharia de Software, Governo Eetrônico, Segurança da Informação, Infovias Digitais, Software Livre, TIC na Copa de 2014, Virtualização de Data Center e o Expresso Livre. Napoleão destaca ainda a apresentação de “Governança de TIC”, pelas associadas de Pernambuco, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. “Será uma das falas mais aguardadas, por abordar o modelo de governança de Tecnologia da Informação e Comunicação, as diretrizes para adoção/implantação de Governança de TIC nos órgãos públicos e no Data Center. Um dos assuntos mais importantes a serem abordados durante a 100ª Reunião do Fórum de Diretores Técnicos e 2ª Reunião de Gerentes Técnicos de Empresas Estaduais de Processamento de Dados, de acordo com diretor de Infraestrutura Tecnológica da Prodeb, Napoleão Lemos, é o Projeto Fiplan. O encontro, uma promoção da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (Abep) que reúne representantes de empresas estatais de processamento de dados de todo o Brasil para debater soluções na área de Tecnologia da Informação, acontece nos dias 08 e 09 de março (quinta e sexta-feira), no Catussaba Resort Hotel (Salvador/Bahia). Recentemente reempossado como vice-presidente de Tecnologia da Abep, Napoleão Lemos destaca o Sistema Integrado de Planejamento, Contabilidade e Finanças do Estado (Projeto Fiplan) como o padrão orçamentário/financeiro que será adotado em todo o Brasil, “conforme o recente convênio assinado entre a Sepro, Abep, e o Governo do Mato Grosso”, acrescenta Napoleão. A Bahia já vem se preparando para adotar o Fiplan desde 2009, de acordo com Napoleão Lemos. “O Governo da Bahia tem buscado soluções para melhorar os sistemas de gestão e controle orçamentário e financeiro do Estado. Desta forma, a Sefaz e a Seplan, com o apoio da Prodeb, identificaram o Sistema Integrado de Planejamento e Finanças do Estado do Mato Grosso, que atende os requisitos definidos pelas Secretarias baianas”, pontuou. Ao adquirir a concessão do Fiplan, teremos um sistema adequado e atual para fazer a gestão integrada do planejamento, do orçamento, das finanças e da contabilidade do Estado. O sistema irá possibilitar ao governado a informação necessária e da forma mais rápida. Nossa gestão se tornará mais eficiente e efetiva”, afirmou Napoleão. O processo de transferência de tecnologia foi iniciado com o workshop em 2010. A partir de então, a equipe baiana começou o processo de customização do sistema Fiplan para realidade do Estado da Bahia. Os módulos de planejamento, orçamento e monitoração, foram concluídos em 2011 e começaram a ser implantados em 2012 e os módulos de finanças e contabilidade estão sendo concluídos em 2012, para início de implantação em Janeiro de 2013.
Secom: Prodeb e Abep reúnem entidades para debater soluções em tecnologia
A Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), juntamente com a Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (Abep), recebem representantes de empresas estatais de processamento de dados de todo o Brasil para a 100ª Reunião do Fórum de Diretores Técnicos e 2ª Reunião de Gerentes Técnicos. Os encontros, realizados nestas quinta e sexta-feira (8 e 9), no Catussaba Resort Hotel, apresentam o que há de mais novo em soluções na área de Tecnologia da Informação em Desenvolvimento pelas afiliadas da Abep.
Para o vice-presidente de Tecnologia da Abep e diretor de Infraestrutura de Tecnologia da Prodeb, Napoleão Lemos, o fórum é o principal momento de interação entre todas as empresas estatais de TI do Brasil. "Nós estamos trazendo cerca de 30 diretores técnicos e uma quantidade semelhante de gerentes que nos trazem informações e oportunidades para que possamos avançar ou agregar novas ideias aos nossos projetos”. Além de soluções desenvolvidas por empresas fornecedoras, Napoleão destaca as apresentações de parceiros e patrocinadores de ações da Abep. A presidência da Prodeb foi também representada pelo diretor de Sistemas e Serviços da empresa, Makoto Koshima.
Além das autoridades locais, a abertura do encontro contou com a participação do superintendente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Ottoney Braga dos Santos, que destacou a importância do evento. "Esta interação entre a Abin e as empresas do setor de Informação é muito importante para nós, que estamos desenvolvendo o Programa Nacional de Proteção ao Conhecimento. O paradigma atual da Abin não limita a nossa clientela apenas ao governo federal. Cada vez mais vamos procurar construir esse diálogo com as instâncias governamentais do Estado e do município".
Soluções
Os trabalhos começaram às 9h. Ainda pela manhã, representantes das empresas privadas apresentaram suas soluções voltadas para área de governo eletrônico, tais como Projeto Governança (Tractus); Nuvem Privada da Cisco e Infraestrutura para Data Center 3.0 (System Engineer) e Certificação Digital: aplicações críticas para o Governo Eletrônico (Serasa), entre outros.
Na sexta-feira será a apresentação dos Grupos de Trabalho das associadas à Abep, abordando temas como Engenharia de Software, Governo Eletrônico, Segurança da Informação, Infovias Digitais, Software Livre, TIC na Copa de 2014, Virtualização de Data Center e o Expresso Livre. A apresentação de Governança de TIC será realizada pelas associadas de Pernambuco, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.
Fiplan é destaque em Fórum de Empresas Estaduais de Processamento de Dados
Um dos assuntos mais importantes a serem abordados durante a 100ª Reunião do Fórum de Diretores Técnicos e 2ª Reunião de Gerentes Técnicos de Empresas Estaduais de Processamento de Dados, de acordo com diretor de Infraestrutura Tecnológica da Prodeb, Napoleão Lemos, é o Sistema Integrado de Planejamento, Contabilidade e Finanças do Estado (Projeto Fiplan). Ele destaca o Projeto Fiplan como o padrão orçamentário/financeiro que será adotado em todo o Brasil, “conforme o recente convênio assinado entre a Sepro, Abep, e o Governo do Mato Grosso”.
A Bahia já vem se preparando para adotar o Fiplan desde 2009, de acordo com Napoleão Lemos. “O Governo da Bahia tem buscado soluções para melhorar os sistemas de gestão e controle orçamentário e financeiro do Estado. Desta forma, as secretarias da Fazenda e do Planejamento, com o apoio da Prodeb, identificaram o Sistema Integrado de Planejamento e Finanças do Estado do Mato Grosso, que atende os requisitos definidos pelas secretarias baianas”, pontuou.
“Ao adquirir a concessão do Fiplan, teremos um sistema adequado e atual para fazer a gestão integrada do planejamento, do orçamento, das finanças e da contabilidade do Estado. O sistema irá possibilitar ao governado a informação necessária e da forma mais rápida. Nossa gestão se tornará mais eficiente e efetiva”, afirmou Napoleão.
O processo de transferência de tecnologia foi iniciado com o workshop em 2010. A partir de então, a equipe baiana começou o processo de customização do sistema Fiplan para realidade do Estado da Bahia. Os módulos de planejamento, orçamento e monitoração foram concluídos em 2011 e começaram a ser implantados em 2012 e os módulos de finanças e contabilidade estão sendo concluídos em 2012, para início de implantação em Janeiro de 2013.