quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Bocão News: Hacker expõe quase 5 milhões de senhas do Gmail


Cerca de cinco milhões de endereços com respectivas senhas do Gmail, correio eletrônico do Google, foram expostas durante um fórum na Rússia sobre o Bitcoin, chamado btsec.com.
A Google tentou tranquilizar os internautas e explicou que os dados vazados foram coletados através de phishing ao longo de vários anos e são, na sua maioria, de contas que estariam suspensas e de senhas antigas.

Mas o responsável pela exposição disse que 60% das credenciais ainda estão válidas. As informações se referem a pessoas que usam o Google em inglês, russo e espanhol. O hacker também indicou dados de acesso a contas do Yandex, um dos maiores buscadores mais populares da Rússia. 

Google e Yandex garantem que seus servidores nunca foram comprometidos.

Info: 68% dos presidentes de empresa não usam redes sociais

Luísa Melo

Zuckerberg: entre os líderes do Fortune 500, só ele participa de 5 redes sociais
Apesar de estudos indicarem que presidentes de companhias conectados a redes sociais transmitem uma boa imagem e podem conseguir melhores resultados para seus negócios, a maioria dos líderes empresariais ainda está offline.

Segundo uma pesquisa do site CEO.com e da empresa de dados e inteligência Domo, divulgada neste mês, 68% dos executivos que estão no comando das maiores companhias do mundo (listadas no índice Fortune 500) não interagem em nenhuma plataforma.
O levantamento levou em conta as redes sociais mais significativas atualmente: Twitter, Facebook, LinkedIn, Google+ e Instagram.

Entre os adeptos às redes sociais, dois terços participam ativamente de apenas uma. Destes, 73% escolheram o LinkedIn.
Entre todos os 502 presidentes listados (o número não é redondo porque a KKR e a Whole Foods, que fazem parte do Fortune 500, possuem co-CEOS), apenas Mark Zuckerberg, presidente do Facebook, é engajado em todas as cinco redes.
Os perfis foram consultados pelos pesquisadores no dia 26 de junho.
Perfil do CEO internauta
O senso comum de que o Twitter é mais usado pelas gerações mais jovens e o Google+ pelos veteranos, não vale para os presidentes de empresa.
Em média, os executivos "tweetters" são 5 anos mais velhos do que aqueles mantém conta na rede social do Google. Rupert Murdoch, dono da News Corporation, por exemplo, posta regularmente no Twitter e tem 83 anos. Veja na tabela:
Rede socialIdade média dos CEOs
Twitter 56,7
Facebook 55,5
LinkedIn 56,2
Google+ 51,9
Instagram 52,4

Quanto mais jovem é CEO, porém, maior parece ser a sua capacidade de interagir em diversas plataformas de relacionamento. Entre os engajados em apenas uma rede, a idade média é de 57,9 anos, enquanto a dos que atuam em duas é de 52,6 anos. Já entre os que participam de quatro ou mais ferramentas, a idade média cai para 42,1 anos.

Twitter

Dos 502 executivos pesquisados, 42 têm conta no Twitter. Destes, 69% participam ativamente (o que significa que eles tiveram postagens registradas a até 100 dias anteriores ao estudo). No ano passado, 28 CEOs usavam a ferramenta.

Quase metade dos presidentes que foram considerados usuários ativos na rede não postam mais do que uma vez por mês. Menos de um quarto deles tuítam diariamente. A média geral é de 0,48 tuítes por dia.

O CEO mais atuante na plataforma, Jack Salzwedel, da American Family, posta em média 4,82 mensagens por dia.

Somados, os seguidores de CEOs que têm conta no Twitter, são 3,6 milhões. Porém, 11,5% deles são perfis falsos.

O campeão de seguidores na rede é Warren Buffet, que é acompanhado por 844.731 internautas. O número é quase 10 vez maior do que a média geral, de 87.827 seguidores.

Facebook

Do total de presidentes de empresas listadas no Fortune 500, 8,3% estão presentes no Facebook. No ano passado, essa fatia era de 7%.

Entre eles, seis possuem fan pages oficiais, 21 têm contas semi-privadas e 14 usam perfis privados.

O mais seguido deles, como não poderia deixar de ser, é Mark Zucherberg, que tem mais de 29 milhões de seguidores.

LinkedIn

Curiosamente, a porcentagem de presidentes de empresa conectados ao LinkedIn caiu do ano passado para cá. Em 2013, 27,7% estavam na rede, enquanto neste ano a fatia é de 25,4%.

Dos que participam da rede, 19 são "influenciadores" e 9 deles ingressaram na plataforma no último ano. Os mais acompanhados por outros usuários são Meg Whitman, da HP; Jamie Dimon, do JP Morgan; Jefrey Inmelt, da GE e Arne Sorenson, da Marriot International. Todos eles têm mais de 100.000 seguidores.

Entre aqueles que não são influenciadores, 34% possuem mais de 500 conecções. No ano passado, só 18% deles tinham essa quantidade de contatos.

Google+
Apenas 8 comandantes de companhias do índice Fortune 500 usam o Google+. Isso representa uma fatia de 1,6% que, apesar de pequena, ainda é maior do que a registrada em 2013, de 1%.

Do total, só 15% dos presidentes consideram a rede útil para o trabalho.

Instagram
Entre os CEOs, 2,6% têm conta no instagram. A maioria, segundo a pesquisa, posta fotos pessoais. O único que a usa para promover a empresa é Michael Rapino, que dirige a LiveNation.

Olhar Digital: Google Play aumenta prazo para reembolso por apps para até 2 horas


O Google Play sempre teve uma política que permite o reembolso do usuário que comprou um aplicativo mas acabou não gostando . Há um prazo para isso, porém, que o Google decidiu ampliar para 2 horas a partir de agora.

Antigamente esse período já foi de até 24 horas para pedir o reembolso, mas os desenvolvedores não estavam satisfeitos, considerando muito extremo. Em seguida, o Google reduziu para o máximo de 15 minutos. Agora o prazo foi aumentado mais uma vez, mas sem chegar perto do que era inicialmente.

Com isso, desde que o pedido de retorno seja feito dentro de duas horas, o método de pagamento usado pelo usuário deverá receber o valor debitado de volta. Quem decidiu depois do prazo ainda poderá falar diretamente com o desenvolvedor, mas a solução já se torna bem mais complexa.

Para pedir um reembolso, você tem dois caminhos: 

1) Entrar no Google Play pelo celular, e acessar Meus aplicativos e escolher o app pelo qual você deseja ser ressarcido. Se você estiver dentro do prazo, o botão de reembolso automático deverá estar disponível, bastando pressioná-lo para receber o dinheiro de volta.

2) Entrar no site do Google Play, clicar na engrenagem de configurações e entrar em Meus pedidos. Passe o mouse sobre o app que deseja retornar e clique nos três pontinhos e selecione Informar um problema. Escolha a opção de reembolso que só será automática dentro do prazo.

G1: Apple impulsiona alta de Wall Street após dois dias de queda


Fabricante do iPhone subiu 3,1%, após queda na véspera.
O Dow Jones subiu 0,32%; o S&P 500, 0,36%; e o Nasdaq, 0,75%.
Uma recuperação dos papéis da Appleajudaram a impulsionar as ações norte-americanas nesta quarta-feira (10) , interrompendo uma série de dois pregões em queda.
O Dow Jones subiu 0,32%, para 17.068 pontos, o S&P 500 subiu 0,36%, a 1.995 pontos e o Nasdaq adicionou 0,75%, para 4.586 pontos.

A Apple, a mais negociada da Nasdaq (bolsa de tecnologia dos EUA) subiu 3,1%, após várias corretoras elevarem o preço-alvo dos papéis da fabricante do iPhone.

As ações da companhia tiveram queda na terça-feira (9). Investidores realizaram lucro com as ações da empresa depois do lançamento do iPhone 6 e do novo produto Apple Watch.

Muitas empresas que lidam com o mercado de celular e de pagamentos móveis também subiram, impulsionadas pelo anúncio do serviço Apple Pay. A On Track Innovations, por exemplo, subiu 6,9%. Mas o eBay caiu 3,1%, com analistas vendo o novo serviço da Apple como ameaça ao PayPal, serviço de pagamento online da companhia.

Os ganhos desta quarta-feira vieram após dois pregões de queda do S&P 500.

As ações de energia estavam entre as maiores quedas pelo segundo pregão nesta semana, seguindo outro declínio dos preços do petróleo.

O índice de energia do S&P caiu 0,3%. O índice está em baixa de 3,9% no mês.

Info: Baidu, o “Google chinês”, abre escritório high tech em SP

Maurício Grego

Seis meses depois de começar a operar no Brasil, o Baidu, conhecido como o “Google chinês”, inaugurou seu escritório em São Paulo. A empresa quer conquistar uma fatia do mercado de buscas na web, no qual o Google tem quase um monopólio no Brasil.

Yan Di, diretor geral do Baidu no Brasil, diz que o buscador já tem 50 milhões de usuários no país. “Atingimos essa marca em apenas seis meses”, afirma ele. Para ampliar sua presença no Brasil com mais rapidez, o Baidu planeja comprar uma empresa de internet no país.

“Já estamos negociando com uma delas”, diz Yan Di, sem revelar qual é a empresa (os portais IG, da portuguesa Ongoing, e Terra, da Telefônica, seriam bons candidatos a uma aquisição).

Buscador de resultados

Para atrair os usuários, o Baidu tenta tornar sua página de resultados de buscas mais informativa que a do Google. Há poucos links para sites nela, e muito conteúdo visível diretamente na página.

Uma pesquisa por uma banda de rock, por exemplo, traz listas de músicas e álbuns. Traz também fotos e vídeos que podem ser abertos na própria página, além de informações em forma de texto.

Quem pesquisa “Metrô de São Paulo” encontra os resultados organizados em abas, uma para cada linha de metrô da cidade. Clicando numa delas, são exibidas informações como horário de funcionamento e um diagrama com as estações.

Quando se busca um aplicativo para PC, o resultado vem acompanhado do botão Baixar Agora, que leva a páginas onde se pode fazer o download. Já pesquisas por produtos geralmente trazem o site oficial do fabricante, o comparador de preços Buscapé e lojas online em destaque. 

Em muitas situações, o usuário que faz uma pesquisa no Baidu não precisa sair da página de resultados para encontrar o que procura. O conteúdo exibido nela vem de parceiros do Baidu. Uma empresa pode pagar para aparecer em destaque entre os resultados de buscas.




É uma política diferente da do Google, que separa claramente resultados determinados pelo algoritmo de pesquisa (conhecidos como resultados orgânicos) de links patrocinados.

“Buscamos o equilíbrio entre links orgânicos e conteúdo de parceiros”, diz Yan Di, diretor geral do Baidu no Brasil. “Quando não há conteúdo relevante de parceiros para o termo pesquisado, só o resultado orgânico é exibido.”

O Baidu ainda não tem, no Brasil, um sistema de links patrocinados como o do Google. Mas pretende implantá-lo futuramente.
Jardim de gadgets
No recém-inaugurado escritório do Baidu, na Zona Sul de São Paulo, chamam atenção os gadgets e objetos de decoração em estilo geek. 

Logo na entrada, há uma campainha com câmera que se comunica com smartphones de alguns dos funcionários. De longe, via internet, um deles pode autorizar a entrada de alguém.

O escritório tem apenas três salas interligadas. Numa delas, ficam os menos de 20 funcionários, sentados lado a lado. Yan Di também fica lá. Num dos cantos, há uma cabine que pode ser usada (em pé) por quem precisar falar ao celular com alguma privacidade. 

Uma segunda sala tem um videogame Xbox One ligado a um televisor e diversos pufes coloridos. Além de servir para jogar, o Xbox é usado para fazer reuniões por videoconferência com a matriz chinesa. 

Nessa sala, há também bonecos, um capacete do Homem de Ferro, um escudo do Capitão América, uma balança que se comunica com smartphones vai Bluetooth e um aspirador de pó robótico. 

No teto, a luminária pode ter sua coloração ajustada por meio do smartphone. O escritório se completa com uma sala de reunião onde cabe a equipe inteira.

Info: Google lança serviço de chamadas similar ao Skype



Nessa quarta-feira (10), o Google anunciou em seu blog oficial o lançamento de um serviço de chamadas para celulares e telefones fixos parecido com o do Skype. A nova função está integrada ao Hangouts, aplicativo de bate-papo do Google, e permite que ligações locais sejam feitas gratuitamente nos Estados Unidos e no Canadá.

No Brasil, a ligação não é gratuita, mas ao menos as taxas das chamadas são baixas e não dependem das operadoras de telefonia. Ligações feitas do Brasil para os Estados Unidos, por exemplo, custam apenas 1 centavo de dólar por minuto (aproximadamente 2,3 centavos de real). O interessante é que esse também é o preço para realizar chamadas no Hangouts dentro do Brasil, para qualquer telefone fixo. Em ligações para celulares de qualquer lugar do Brasil a taxa sobe para 6 centavos de dólar por minuto (aproximadamente 14 centavos de real). Confira a lista completa de taxas clicando aqui.

Assim como no Skype, para utilizar o serviço de ligação telefônica é preciso que o usuário possua créditos e esteja conectado à internet. No entanto, a pessoa para quem ele ligar não precisa estar conectada à web para receber a ligação.

Para comprar os créditos, o usuário precisa possuir contas no Google Voice e na Google Wallet. O passo a passo da compra pode ser conferido neste link.

O novo serviço está disponível apenas para dispositivos com sistema iOS. Usuário de aparelhos com Android terão que esperar o Hangouts atualizar para a versão 2.3 (no momento, ele está na versão 2.1.3). Além disso, após a atualização, os usuários do Android deverão instalar o Discador do Hangouts em seus aparelhos.

Além do novo serviço de ligações telefônicas, o Hangouts também possui ferramentas gratuitas para troca de mensagens de texto, envio de imagens, compartilhamento de geolocalização e até chats em vídeo — desde que o aparelho esteja conectado à internet.


Folha de São Paulo: Microsoft vai abandonar marcas 'Nokia' e 'Windows Phone', diz site



Conforme documentos obtidos pelo site "GeekOnGadgets", a Microsoft está começando a abandonar as marcas "Nokia" e "Windows Phone" para vender seus smartphones.

O material (autêntico, segundo o site "The Verge") alerta que o nome do fabricante e o logo do sistema operacional não devem ser utilizados nas campanhas de marketing de fim de ano.

Segundo o GeekOnGadgets, o Lumia 730 e o Lumia 830 –apresentados na feira de tecnologia IFA na semana passada serão os últimos smartphones lançados sob a marca da Nokia.
Smartphones da linha Lumia anunciados pela Microsoft durante a feira de tecnologia IFA, em Berlim

A Nokia foi adquirida pela Microsoft em setembro do ano passado por cerca de US$ 7,5 bilhões. A opção por abandonar a marca indica mais uma etapa do processo de integração da fabricante finlandesa à companhia americana.

A Microsoft também deve lançar em breve uma atualização para seu sistema operacional. Segundo rumores, o Windows 9, como deve ser chamado, terá um ecossistema unificado para integrar smartphones, tablets, desktops e até consoles de games da empresa.

Essa ideia de integração parece estar inserida na substituição da marca "Windows Phone" para apenas "Windows" nos próximos celulares da Microsoft.


Uol: Aprenda a transferir a lista de contatos do seu computador para o Android

Bianca Bellucci

O leitor Júlio Alberto entrou em contato com o UOL Tecnologia para saber como transferir sua lista de contatos, que está em uma planilha do Excel no computador, para o seu celular com sistema operacional Android.

Se tiver alguma dúvida sobre tecnologia, envie um e-mail parauoltecnologia@uol.com.br, que ela pode ser respondida.

Um dos modos mais fáceis de realizar o procedimento é exportar a planilha para a conta de Gmail com a qual você está logado no smartphone. Para fazer isso, é necessário transformar o arquivo em Excel em CSV (separado por vírgulas).

No passo a passo abaixo, será mostrado como alterar a extensão da planilha. Depois, como enviá-la ao Mozilla Thunderbird (um gerenciador de e-mails de código aberto, que auxiliará na exportação ao Gmail) e, por fim, como recuperá-la no e-mail do Google.

Antes de iniciar o processo, baixe e instale o Thunderbird a partir deste link. Depois, configure nele sua conta de e-mail (o programa possui um assistente de instalação que permite realizar a tarefa de forma simples e prática).

Se desejar saber o procedimento contrário – como exportar seus contatos do smartphone para o PC .

Como transferir contatos do PC para o Android
Passo #1Abra a planilha do Excel e clique no ícone do disquete, no canto superior esquerdo. Agora, salve o arquivo como formato CSV (separado por vírgulas) e depois clique em SalvarFoto: Reprodução
Passo #2Vá até o Thunderbird e clique no menu superior na opção Catálogo. Depois selecione o botão Ferramentas e, em seguida, Importar...Foto: Divulgação
Passo #3Na nova janela, clique em Catálogo de endereços e depois em Avançar. Escolha para transferir como Arquivo texto e, novamente, selecione Avançar.Foto: Reprodução
Passo #4Procure e selecione a planilha do Excel no formato CSV. O Thunderbird criará uma nova pasta com os dados que estavam no arquivo. Verifique se os nomes e celulares estão nos locais corretos dando dois cliques no contato. Clique em OK se tudo estiver certo ou arrume os erros.Foto: Reprodução
Passo #5Vá de novo até Ferramentas, no menu superior, e clique em Exportar... Depois salve a planilha no seu computador no formato (separado por vírgulas).Foto: Reprodução
Passo #6Entre em sua conta do Gmail em seu computador. Clique em Gmail, no canto superior esquerdo, e depois selecione Contatos.Foto: Reprodução
Passo #7Na nova tela, clique em Mais e depois em Importar... Selecione Escolher arquivo e procure pelo arquivo do Thunderbird no formato CSV. Em seguida, aperte Importar para transferir o conteúdo.Foto: Reprodução
Passo #8Pronto! Basta ir até seu smartphone. Por padrão, os contatos importados já devem aparecer em sua lista telefônica.Foto: Reprodução










quarta-feira, 10 de setembro de 2014

G1: Ações da Apple fecham em queda após lançamento de iPhones


Papéis subiram com anúncio de relógio, mas alta não se sustentou.
Empresa fechou o dia com queda de 0,4% em suas ações.

As ações nos Estados Unidos caíram nesta terça-feira (9), após lançamento de novos iPhones da Apple.

"Os negociadores de Wall Street aguardavam com ansiedade a conferência da Apple e deram sinais claros de decepção", disse Jack Ablin, do BMO Private Bank, à France Presse. "Os investidores se acostumaram que a empresa apresente produtos revolucionários e tudo aquilo que não esteja à altura é uma decepção", afirmou.
Tim Cook, CEO da Apple, anuncia o Apple Watch

As ações da Apple subiram mais de 4,8% no início do pregão, após a companhia lançar seu relógio inteligente. O índice Nasdaq, a bolsa de tecnologia dos EUA, passou a operar em terreno positivo durante alguns minutos. Após o impacto inicial, no entanto, os papéis da empresa fecharam os negócios em queda de 0,4%.

O Dow Jones caiu 0,57%, para 17.013 pontos, o S&P 500 perdeu 0,65%, para 1.988 pontos e o Nasdaq caiu 0,87%, para 4.552 pontos. Os títulos do Tesouro de 10 anos subiram para 2,5%. Todos os dez setores do S&P 500 fecharam em queda.

O mercado financeiro no país também foi influenciado por preocupações de que o Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) poderá elevar as taxas de juros mais cedo que o esperado por alguns investidores.

As melhoras na economia norte-americana podem forçar o Federal Reserve a apertar mais cedo a política monetária, disse à Reuters Doug Cote, estrategista-chefe da Voya Investment Management.

Entre os líderes de negócios na Bolsa de Nova York estavam o papel da Petrobras, que caiu 2,83%, e a Pfizer, com queda de 0,58%.

IdgNow: Impacto da cloud na indústria de software

Antonio Carlos Guimarães

A crescente adoção do uso da cloud está alterando as regras do jogo para os ISVs (Independent Software Vendors), criando novas oportunidades e riscos que vão influenciar o modelo da oferta e provocar mudanças nas estratégias de negócio.
Cloud é o uso da infraestrutura de servidores, storage e rede na forma de serviços do tipo “pay per use” que se tornou um facilitador na adoção de soluções de software pelas empresas.

Antes, as soluções de software eram consideradas “intocáveis” quando estavam maduras e estáveis, mas hoje não é bem assim. Com a facilidade proporcionada pela modalidade SaaS (Software as a Service) as empresas estão mais propensas a mudar o tipo de aplicativo que utilizam para alinhá-los às estratégias do negócio.

A Frost & Sullivan estima que o mercado de computação em nuvem global vai aumentar de US$ 36 bilhões em 2013 para US$ 86 bilhões em 2016. Ela também estima que o mercado de data center no Brasil seja de R$ 1,8 bilhão, com crescimento médio anual de 9,5% de 2011 a 2018, quando deverá atingir R$ 2,8 bilhões.

Somente o mercado de cloud pública – incluindo Software as a Service (SaaS), Platform as a Service (PaaS) e Infrastructure as a Service (IaaS) – é de R$ 328 milhões ao ano.

Paradigma do ISV

Durante muitos anos os ISVs entregaram suas soluções em infraestrutura tradicional com servidores físicos, storage e rede dedicados, necessitando de investimentos do cliente final e dispendendo tempo precioso no início dos projetos, principalmente nos processos de aquisição e entrega, bem como na configuração prévia necessária da infraestrutura para receber as aplicações que suportam a solução do ISV.

Muitas vezes este trabalho é realizado pela equipe do cliente, concorrendo em tempo com outros projetos internos. Outra questão é a dificuldade de dimensionar a infraestrutura necessária que será utilizada antes do “go to market” da solução, sendo que uma das maneiras de minimizar os riscos é superestimar os recursos de infraestrutura para mitigar o risco de uma má performance que impactaria diretamente o negócio.

Vantagens do uso da cloud pelo ISV

Quando o processo de venda das soluções do ISV envolve comprovar o funcionamento através de prova de conceito para mais de um cliente simultaneamente, a cloud simplifica o processo ao possibilitar a disponibilização de ambientes inteiros preparados e replicados para serem ativados em minutos e utilizados quando necessário.

Com relação ao desenvolvimento e projeto, o ISV pode reduzir o tempo de entrega da solução, uma vez que a infraestrutura em cloud está disponível de imediato e na quantidade que necessitar. Isto facilita muito, pois a demanda pelo uso de processamento e armazenamento na infraestrutura varia de acordo com as diversas etapas do projeto.

Outro ponto importante é a quantidade de ambientes necessários na evolução do projeto. As boas práticas recomendam um ambiente de produção, outro de desenvolvimento, teste integrado e homologação.

A cloud permite aumentar ou diminuir a capacidade de processamento, facilitando o estudo do comportamento das aplicações envolvidas na solução, além de poder simular cenários de produção, antecipando questões que só seriam percebidas durante o uso efetivo da solução no ambiente produtivo real.

Com relação à segurança, a cloud permite segregar ambientes em um data center seguro, evitando assim a necessidade de abrir acessos de comunicação na infraestrutura corporativa que poderiam aumentar a vulnerabilidade do ambiente do cliente, principalmente em projetos onde atuam times mistos com a participação de mais de uma empresa no projeto.

“Vendor lock in”

“Vendor lock in” é a complexidade existente no processo de mudança de fornecedor de serviços de cloud. Cada fornecedor oferece um conjunto de ferramentas que podem facilitar o desenvolvimento e a operação das soluções por parte do ISV.

No entanto, quando estas ferramentas são proprietárias, isto pode representar uma barreira à mudança de fornecedor. Tais ferramentas também podem ser descontinuadas, fazendo com que o ISV tenha que readequar sua solução para manter características que já funcionavam perfeitamente.

Outra questão é a quantidade de informações que são geradas pelos clientes e armazenadas na solução. Quando esta quantidade de informações é tão grande que levaria dias para ser transferida pela rede, é importante verificar se o fornecedor de cloud fornece meios opcionais para mover os dados, como por exemplo, um serviço de transporte físico das informações usando uma unidade de armazenamento.

Cloud adequada para cada segmento

Estamos vivenciando a adoção de várias tecnologias disruptivas simultaneamente. Não apenas a cloud, mas também mobilidade, mídias sociais e big data estão na pauta da estratégia de negócios dos executivos das empresas que usam estas tecnologias para aumentar o engajamento e ampliar a comunicação com seus clientes atuais e futuros, sendo que a cloud é habilitadora para todas as outras tecnologias.

Hoje o ISV precisa ter uma estratégia de adoção e uso da cloud diferenciada para posicionar a sua solução de acordo com o segmento de seus clientes, perfil de uso, regulamentação e questões de compliance.

Enquanto a cloud pública oferece uma diversidade de softwares prontos para o uso, tornando-a atrativa a pequenas empresas e profissionais autônomos que podem utilizar sistemas antes acessíveis apenas a médias e grandes empresas, a nuvem privada atende às questões de regulamentação e compliance.

O modelo torna acessível para as empresas de todo porte os sistemas que antes necessitavam estar fisicamente em infraestrutura própria, muitas vezes limitando o “time to market” de novos produtos e serviços dependentes de investimentos na infraestrutura.

Reflexão final

À medida que aumenta a quantidade de ofertas de soluções em cloud pelos ISVs, mais importante se torna a diferenciação para se tornar competitivo. Não bastará somente ter sua solução em nuvem.

Será necessário assegurar a seus clientes que você possui uma infraestrutura capaz de atender a acordos de níveis de serviço específicos, instalada e operada por empresas sólidas que atendem às questões regulatórias e não estejam sujeitas a fornecedores de cloud com acordos em seus países de origem que possam ferir a confidencialidade das informações dos clientes.

Uol: Governo promete isenção de Fistel para banda larga via satélite


Luís Osvaldo Grossmann

A demanda não é nova, mas como ainda segue pendente, operadores de satélite voltaram a insistir com o governo por um incentivo importante para a massificação da banda larga: a isenção das taxas de fiscalização sobre as antenas receptoras. Segundo o Ministério das Comunicações, já existe uma minuta de Decreto para isso. Há quase um ano.
“Vamos isentar as VSATs. Enviamos uma minuta de Decreto para a Casa Civil”, disse o diretor do departamento de banda larga do Minicom, Arthur Coimbra, depois de participar de um debate sobre as conexões satelitais durante os seminários prévios ao Painel Telebrasil 2014. O problema aqui é que a minuta foi enviada no início deste ano.

A questão é cada vez mais relevante diante do desenvolvimento desse mercado. Como explica o consultor da Comsys, Jeremy Rose, o cenário mudou nos últimos cinco anos. “É verdade que o custo dos satélites por conta da Banda Ka cresceu, mas a capacidade também, passando de 2 Gbps para 200 Gbps por satélite. E o custo por megabit por segundo despencou 50 vezes”, diz ele.

Rose apresenta dados animadores do uso em áreas remotas ou suburbanas nos Estados Unidos – país que já tem 1,6 milhão de assinantes de banda larga via satélite. Paralelamente, o Brasil e suas imensas áreas de baixa densidade populacional é um alvo claro para essa tecnologia. Mas ainda esbarra no custo unitário superior a R$ 200 só em taxas da Anatel para cada antena receptora.

O Fistel, no entanto, é apenas parte do dilema. Como lembra Coimbra, as normas ainda exigem o licenciamento em separado para cada antena, impraticável em um mercado que se pretende massificado. “O processo tem problemas de complexidade”, resume.

“A partir do momento que a gente começa a falar de milhares ou milhões de VSAT, nos acessos em banda larga via satélite, precisamos repensar esse processo. Os celulares, por exemplo, são licenciados por lote, até porque não dá para identificar onde estão 200 milhões de celulares no país.”