segunda-feira, 9 de abril de 2012

INFO:Regras de proteção de dados podem ser aperfeiçoadas



Brasília – A proteção dos dados dos usuários de internet pode ser um dos pontos aperfeiçoados no Projeto de Lei 2.126/2011, do Poder Executivo, que está tramitando na Câmara dos Deputados.

Segundo o relator da comissão especial formada para analisar o projeto, deputado Alessandro Molon (PT-RJ), apesar de a proposta já ter sido debatida em consulta pública, é possível aperfeiçoar ainda mais o texto, principalmente na parte que trata da garantia da proteção dos dados de quem utiliza a rede mundial de computadores.

“Parece-me que podemos garantir uma maior proteção ao usuário para impedir que os dados de sua navegação não sejam vendidos como mercadoria para empresas interessadas em comprar informações sobre os interesses dos usuários de internet. Isso me parece que é tema que merece uma reflexão, um debate maior”, disse Molon.

A proposta encaminhada pelo governo assegura ao usuário direitos como o não fornecimento a terceiros de seus registros de conexão e de acesso a aplicações de internet, salvo mediante consentimento ou nas hipóteses previstas em lei. Também estabelece que a garantia do direito à privacidade e à liberdade de expressão nas comunicações é condição para o pleno exercício do direito de acesso à internet.

Antes de virar projeto de lei, o chamado marco civil da internet passou por uma consulta feita pelo Ministério da Justiça entre novembro de 2009 e junho de 2010, quando recebeu mais de 2 mil contribuições e 18.500 visitas. Molon defende que sejam feitas mais audiências públicas em seis estados e que o projeto seja disponibilizado no e-Democracia, um portal da Câmara pelo qual a população pode se manifestar sobre temas importantes. “É um projeto muito bom, mas certamente pode ser aperfeiçoado, avançar em alguns pontos e isso será fruto do debate na Casa e das audiências públicas que vamos realizar”.

Molon garante que o colhimento de mais sugestões ao projeto não vai comprometer a tramitação da matéria na Câmara dos Deputados. A ideia é terminar a análise na comissão especial ainda no primeiro semestre deste ano. Depois disso, o projeto vai para o plenário da Câmara para depois ser enviada ao Senado.

Na avaliação do professor aposentado de ciência política e comunicação da Universidade de Brasília (UnB) Venício Lima, a principal importância do marco civil da internet é a garantia dos direitos dos usuários. “É fundamental que ele seja aprovado para que a gente tenha uma referência de direitos para depois ver que tipo de restrição eventualmente deva ser discutido. Primeiro tem que garantir o direito”.

O especialista também ressalta que a nova legislação poderá garantir que a internet continue sendo um espaço de acesso público, evitando que entre em debate no Brasil propostas que possam restringir a liberdade da rede para garantir interesses de grandes empresas. “A internet elimina os intermediários do ponto de vista sobretudo da produção cultural, seja ela musical, literária. Há muitos interesses contrariados”.

O projeto de lei determina ainda que os provedores de acesso guardem os registros de conexão sob sigilo por um ano – essas informações só poderão ser fornecidas aos usuários mediante ordem judicial e poderão ser usadas em investigações. O marco civil também estabelece o respeito a princípios como o da liberdade de expressão, pluralidade, diversidade, abertura, colaboração, do exercício da cidadania, da proteção à privacidade e dados pessoais, livre iniciativa, livre concorrência e defesa do consumidor.

INFO: Site do governo britânico é tirado do ar por hackers


   
Site do governo britânico ficou fora dor ar por diversas horas

Londres - Um website do governo britânico foi tirado do ar neste domingo por um ataque supostamente feito pelo grupo hacker Anonymous, conhecido por atacar alvos conhecidos, como o site Vaticano.

A página na web do ministério do Interior britânico (homeoffice.gov.uk) ficou fora dor ar por diversas horas na madrugada e os problemas continuaram no domingo, e os visitantes encontravam apenas a mensagem "página não encontrada".

"Estamos cientes dos protestos online", disse uma porta-voz, sem fazer mais comentários.

Mensagens de Twitter atribuídas ao Anonymous disseram que o grupo estava por trás to incidente, no qual os hackers inundam o site de pedidos por informação, tornando-o indisponível para usuários legítimos.

As mensagens alertaram que haveria mais ataques a websites do governo britânico todo domingo.

As mensagens no microblog sugeriram uma variedade de motivos para o ataque, incluindo os planos do governo britânico para aumentar os poderes de vigilância digital e tratado de extradição entre o Reino Unido e os EUA.

INFO: Créditos grátis para celular é golpe no Facebook



  
Golpes crescem a ameaçam credibilidade do Facebook

São Paulo - O Facebook excluiu, essa semana, uma página na rede social que prometia dar créditos grátis para usuários das quatro maiores operadoras do Brasil.

Para ganhar os créditos, o usuário deveria preencher um breve cadastro, fornecendo dados pessoais e número do celular, além de curtir a página que fazia a oferta. A suposta promoção exigia ainda que o usuário instalasse um aplicativo para “validar seu código de premiação”.

Os créditos, na verdade, eram uma isca para furtar dados dos usuários. De acordo com o Facebook, o golpe afetou 60 mil usuários brasileiros, todos usuários dos browsers Firefox e Chrome. A falha explorada pelo código malicioso não funciona no Internet Explorer.

O crescimento do número de golpes online dentro do Facebook tornou-se um obstáculo à expansão da rede. Nas últimas semanas, a rede social excluir páginas que acumulavam ´likes´ prometendo prêmios e, depois, tentavam vender esses ´likes´a terceiros.

Olhar Digital: BYOD, como controlar dispositivos móveis nas empresas?

Olhar Digital: BYOD, como controlar dispositivos móveis nas empresas?:

Não adianta "remar contra a maré": o BYOD já esta acontecendo e esta tendência vai ganhar cada vez mais espaço nas empresas

05 de Abril de 2012



Tácito Santos *

Não seria mais prático se você pudesse escolher o notebook ou tablet da sua preferência para usar no trabalho, com as características de hardware e o sistema operacional que melhor lhe conviesse? Pois é, esta comodidade já existe em muitas empresas, principalmente as da tecnologia. Está se tornando cada vez mais comum ver pessoas trabalhando com Mac, Linux, iPad, Android, etc em ambiente corporativo, onde o padrão seja o Windows. O conceito chamado BYOD (Bring Your Own Device) traz a praticidade para as empresas não só por permitir que seus funcionários tragam seus dispositivos móveis para o trabalho, mas por oferecer uma possibilidade de redução de custo e simplicidade em sua estrutura de suporte técnico. Parece estranho, mas se um funcionário compra seu próprio equipamento para realizar suas atividades de trabalho, a empresa não precisa gastar dinheiro com a aquisição de um computador para aquele funcionário. Através do BYOD é possível gerar comodidade e flexibilidade para os funcionários sem aumentar custos.

Uma dúvida pertinente surge quando se reflete sobre o suporte. E se o equipamento der algum tipo de problema e não funcionar adequadamente? Normalmente quem quer trabalhar com seu próprio equipamento é um tipo de usuário diferenciado, mais exigente que os demais e na maioria das vezes tem um conhecimento em informática superior à média. Por isso, a responsabilidade por se adequar e estabelecer a comunicação com os softwares e aplicativos corporativos é do próprio usuário. E quando esta responsabilidade é do pessoal de TI, os próprios funcionários os municiam com informações que garimparam arduamente na internet para resolver problemas de compatibilidade. Imagino que agora você esteja pensando "se o computador do usuário não precisa de manutenção por parte da empresa que ele trabalha, o pessoal de suporte vai ter menos trabalho, vão acontecer menos aberturas de chamado", certo?. A conclusão é esta mesmo. Além de serem capazes de resolver vários problemas sozinhos, ainda ajudam seus colegas que querem usar seus próprios equipamentos, criando assim uma comunidade colaborativa dentro da própria companhia.

Permitir o acesso à rede corporativa utilizando equipamentos e/ou sistemas operacionais não padronizados pode parecer uma grande desorganização e falta de controle. Este é um cuidado que deve ser tomado em função do risco que equipamentos fora da administração da empresa representam. Segundo a ISO 27001 (Norma da ISO com foco em segurança), os riscos devem ser tratados por meio de controles, com o objetivo claro de reduzir a possibilidade de um impacto danoso. Na adoção do BYOD é fortemente recomendável avaliar os riscos e as brechas de segurança que podem ser criadas diante desta realidade, mais flexível que os modelos tradicionais de estrutura computacional.

Hoje, o mercado de TI oferece tecnologia para estabelecer mecanismos de controle de acesso capazes de identificar quem está acessando a rede, qual o tipo de computador esta sendo utilizado e onde. Muitos destes acessos são realizados através de redes Wireless, onde são necessárias Controladoras Wireless, IPS tradicionais, IPS específicos para RF (Rádio Frequência), sistemas de avaliação de interferência eletromagnética. Além destes controles, devem ser avaliadas também alternativas de MDM (Mobile Device Management). Este tipo de controle, com foco em dispositivos móveis, é um grande aliado dos administradores de rede para aplicação de políticas de segurança de acordo com as características de cada tipo de acesso para smartphones e tablets. Ele pode, inclusive, endereçar uma grande preocupação, que é o armazenamento de informações corporativas em equipamentos pessoais. Virtualização de equipamentos também é uma alternativa. O dispositivo móvel acessa um servidor no qual as informações são processadas, não havendo necessidade de armazenamento local. Todas as informações e aplicações ficam no servidor corporativo. Outro recurso já disponível é a possibilidade de apagar remotamente os dados ou aplicações em um dispositivo móvel, seja por erros de senha, aplicação modificada ou por comando remoto do administrador de forma centralizada.

Não adianta "remar contra a maré". O BYOD já esta acontecendo e esta tendência vai ganhar cada vez mais espaço nas empresas. O quanto antes se preparar para o tema, conhecendo as formas de gerenciar e controlar este cenário, mais rápido e com mais segurança este assunto será tratado. O grande desafio é prover comodidade e produtividade aos funcionários, com seus equipamentos ou brinquedos pessoais seguros. Esta combinação tem tudo para dar certo.

Info:Governo de SP irá digitalizar 40% das aulas



São Paulo - O governo de São Paulo anunciou que pretende tornar digitais até 40% das aulas ministradas na rede pública de ensino. Para isso, o órgão público comprará equipamentos, treinará professores e criará serviços de educação à distância.

O projeto "Aula Interativa", proposto ao governo paulista pela Dell Computadores, será feito por meio de uma parceria público-privada e irá abranger todas as disciplinas dos colégios estaduais de 5ª a 9ª série do ensino fundamental.

A empresa responsável pelo fornecimento dos conteúdos e equipamentos eletrônicos será escolhida em edital, ainda sem um prazo definido para ser lançado. O investimento inicial do governo será de R$ 5,5 bilhões em 10 anos.

Segundo a Secretaria de Estado da Educação, a pasta será a responsável pela definição dos critérios técnicos e prevê que a instalação de lousas digitais tenha início já em 2013. Em seguida, serão distribuídos notebooks e tablets às escolas.

O projeto prevê que a empresa escolhida também fique responsável por criar os conteúdos a serem distribuídos para as aulas digitais. Entre os exemplos, foram citados vídeos curtos para explicar as matérias e jogos lúdicos para fixar os conteúdos. Segundo o governo, essa iniciativa visa melhorar a qualidade do ensino e atrair a atenção dos alunos às aulas.

No entanto, o projeto já recebe críticas. Especialistas afirmam que não há nenhuma pesquisa que relacione o uso da tecnologia com a melhoria da qualidade do ensino e que a porcentagem estabelecida pelo governo pode limitar a atividade dos professores nas escolas.

Além disso, a escolha de uma empresa privada para desenvolver o conteúdo didático das aulas foi alvo de críticas. Opositores do governador Geraldo Alckmin (PSDB) na Assembleia Legislativa classificaram a decisão como "privatização do ensino".

O custo do projeto também foi alvo de questionamentos. Ao todo, o governo pretende investir 5,5 bilhões de reais no projeto ao longo de dez anos.

De acordo com a Secretaria Estadual de Educação, todos os conteúdos digitais desenvolvidos pela empresa privada seguirão as apostilas do Estado e terão de ser aprovados pela pasta, que também garante que os professores não perderão autonomia com o projeto.

Olhar Digital: Um em cada quatro domicílios no mundo possui conexão Wi-Fi

Olhar Digital: Um em cada quatro domicílios no mundo possui conexão Wi-Fi:


Segundo pesquisa realizada pela Strategy Analytics, 439 milhões de lares no mundo todo possuem conexão à internet sem fio

06 de Abril de 2012




A consultoria Strategy Analytics divulgou resultados de uma pesquisa sobre banda larga e Wi-Fi. Segundo a companhia, 25% das casas de todo mundo já possuem conexão Wi-Fi, totalizando 439 milhões de lares com conexão à internet sem fio.

Com isso, a consultoria prevê que, em 2016, cerca de 800 milhões de lares terão rede wireless, o que representaria 42% do total de domicílios no mundo. A China será o país com maior número de conexões Wi-Fi, com estimados 110 milhões de pontos sem fio daqui quatro anos.

No momento, a Coreia do Sul é o local que possui maior penetração do Wi-Fidoméstico, alcançando 80% dos lares no país. Já o Reino Unido, Alemanha e Fraça possuem 70% das casas com conexões sem fio e os Estados Unidos, 61%. O Brasil também está entre os 20 países com maior penetração de redes sem fio, com 20,4% dos domicílios conectados via Wi-Fi.

"Mercados desenvolvidos ainda são os líderes em termos de penetração de Wi-Fi. No entanto, devido a dimensão de sua população, a China já tem o maior número de famílias conectadas via Wi-Fi, seguida dos Estados Unidos e Japão", comentou o analista sênior, Jia Wu.

Veja a lista completa dos países abaixo.

Olhar Digital: Onze pessoas são presas por tentativa de vazamento de tecnologia AMOLED da Samsung

Olhar Digital: Onze pessoas são presas por tentativa de vazamento de tecnologia AMOLED da Samsung:


Policia diz que 11 possíveis empregados da rival e pesquisadores da própria Samsung roubaram tecnologia

06 de Abril de 2012




Ao que parece, a corrida por novas tecnologias entre companhias está ultrapassando alguns limites. Desta vez, onze pessoas foram presas, acusadas de tentarem vazar dados sobre a tecnologia AMOLED, da Samsung, repassando as informações para uma empresa rival.

A polícia diz que os suspeitos se aproveitaram do fato de já terem sido empregados, ou ainda constarem no quadro de funcionários da empresa. Alguns deles são prováveis engenheiros da própria Samsung e até empregados da concorrente, segundo a agência de notícias chinesa Yonhap.

Um suspeito em específico, de 46 anos e pesquisador da Samsung, pode ter recebido US$170 mil (cerca de R$306 mil) da concorrente para vazar informações da tecnologia chamada "escaneamento de pequena máscara", relacionada às telas AMOLED para televisores.

O engenheiro teria repassado as informações para a empresa rival assim que assumiu um cargo dentro dela. Porém, o cargo que ele almejava era no setor executivo, o que não foi atendido pela companhia. Assim, ele tentou vender as informações para uma fabricante chinesa de telas para dispositivos.

Especialistas dizem que a tecnologia que tentaram roubar pode ajudar a atual AMOLED, gerando cerca de US$80 bilhões (cerca de R$144) em receita.

UOL: "Anonymous" anuncia planos de novos ataques a sites chineses



XANGAI (Reuters) - O grupo de hackers ativistas Anonymous planeja lançar novos ataques contra sites do governo chinês, em um esforço para revelar casos de corrupção e pressionar pelos direitos humanos, anunciou um integrante do grupo nesta segunda-feira.

O Anonymous, uma aliança com pouca coalizão que atacou sites financeiros e de governos de todo o mundo, na semana passada invadiu sites do governo chinês, vandalizando suas páginas iniciais, de acordo com a imprensa.

O grupo utilizou a conta "Anonymous China" do Twitter para divulgar esses ataques, publicando links que continham senhas e outras informações pessoais sobre os sites invadidos (https://twitter.com/#!/AnonymousChina).

"Primeiro, desejamos alertar ao governo chinês que não estamos com medo, e vamos mostrar a verdade e lutar pela Justiça", disse o hacker "f0ws3R", do Anonymous, à Reuters.

O hacker, que não quis fornecer quaisquer detalhes pessoais, foi contatado pela página do Anonymous China no Twitter. Ele afirmou que o grupo planejava novos ataques sérios contra sites chineses.

"Estamos planejando novos ataques, alguns de cada vez", disse ele, acrescentando que o plano era "derrubar o Grande Firewall da China".

A China bloqueia o acesso ao Twitter, Facebook, YouTube e muitos outros sites, alegando necessidade de manter a estabilidade social.

O hacker disse que o grupo Anonymous China consistia de 10 a 12 hackers, a maioria dos quais não vive na China, e que contava com "centenas" de tradutores para ajudá-lo em seus ataques aos sites chineses.

O hacker se recusou a oferecer outros detalhes quanto à próxima rodada de ataques, dizendo apenas que ela talvez atinja alvos maiores.

Os Estados Unidos alegam terem sofrido diversos ataques sérios de hackers aparentemente originados na China, muitos dos quais dirigidos contra grupos de direitos humanos e empresas norte-americanas. A China alega que ela também é vítima de ataques de hackers.

Os diversos governos locais chineses cujos sites foram supostamente invadidos na semana passada não quiseram comentar e estavam operando normalmente na segunda-feira.

Em março, as autoridades norte-americanas revelaram que "Sabu", um dos principais hackers do Anonymous, havia sido detido em junho e desde então estava agindo como informante para as autoridades.

IDG Now!: Proxy que leva ao The Pirate Bay se recusa a sair do ar



O holandês Pirate Party afirmou que as exigências da entidade anti-pirataria Brein são “ridículas” e que uma organização privada não deveria “censurar a internet”.

Apoiado pela indústria de cinema de Hollywood, o instituto anti-pirataria Brein agora quer tirar o portal de torrents holandês The Pirate Bay do ar. A entidade tenta negociar com os diretores do site de proxy Pirate Party, solicitando que ele seja fechado e ameaçando processar a empresa. Mas o portal não está surpreso com as solicitações e enviou uma resposta em um arquivo .torrent para a entidade, de acordo com informações Torrent Freak.

Em janeiro, o justiça holandesa determinou que as provedoras de internet Ziggo e XS4ALL bloqueassem acesso ao The Pirate Bay. Ambas apelaram, mas os internautas conseguiram driblar o bloqueio, por meio de proxys, e continuaram usando o site.

Em resposta a esse movimento, a unidade local do Brein obteve uma ordem a Corte de The Hague que determina o fechamento do site de proxy tpb.dehomies.nl ou o pagamento de uma multa de 1000 euros por dia de funcionamento. Agora a entidade vai usar isso para pressionar os demais portais de proxy.

Na semana passada o provedor de proxy Pirate Party recebeu uma carta do Brein exigindo que o portal deixe de funcionar. Nesta semana, Dirk Poot, presidente do Pirate Party, disse no arquivo .torrent enviado para o Brein que “As solicitações são ridículas” e que o site continuará funcionando.

“Uma organização privada não deveria ser uma censura da internet holandesa”, declarou o presidente do Pirate Party. Segundo ele, os esforços da entidade estão indo muito longe e ainda os considera inúteis."Há uma infinidade de sites de proxy na internet. Em quase todos o TPB pode por acessado, mesmo com uma única URL. "

O Pirate Party afirmou que é um “dever” do portal lutar contra a determinação de fechamento do site na Justiça.

G1 - Fraude no Facebook com tema 'Páscoa' já infectou 22 mil internautas



Página promete chocolate de presente para quem instalou o 'aplicativo'.
Extensão para Chrome e Firefox envia mensagens na rede social.Uma página fraudulenta no 

Facebook está oferecendo ovos de Páscoa em troca da instalação de um "aplicativo" que, na verdade, é uma extensão para os navegadores Chrome e Firefox. Quem instalar a extensão passará a disseminar mensagens pela rede social, segundo o site "Linha Defensiva". A página, criada na quarta-feira (4), já havia recebido 22 mil curtidas nesta sexta (6).

Página usa marca de chocolates para dar credibilidade à fraude (Foto: Reprodução)

O "aplicativo" oferecido pela página não é um programa do Facebook e, sim, uma extensão para os navegadores Chrome e Firefox. O Chrome é o navegador mais usado no Brasil, segundo a empresa StatCounter.

Na página, que contém somente a mensagem "Feliz páscoa à todos" (sic), vários usuários denunciam o aplicativo como vírus. Até a publicação deste texto, o conteúdo ainda estava on-line na rede social.

G1: Economia - Sete aeroportos do Brasil começam a oferecer internet gratuita e ilimitada:



Acesso à web exige cadastro e número do cartão de embarque.Internet sem fio será oferecida pela Infraero em parceria com a Tim.

Sete aeroportos do Brasil começaram a oferecer internet sem fio de graça e ilimitada desde a tarde de quinta-feira (5). Passageiros na sala de embarque dos aeroportos de Recife, Fortaleza, Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont), Belo Horizonte (Pampulha) e São Paulo (Guarulhos e Congonhas) já podem acessar a web gratuita.

O serviço começou a ser oferecido pela operadora Tim, que participou de uma consulta pública realizada pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) em 2011. A Linktel e Net também deverão oferecer o serviço, mas ainda sem data definida – segundo a Infraero, as operadoras dependem de ajustes técnicos. Em troca da web livre, as três empresas poderão colocar anúncios nas salas de embarque e nas páginas de autenticação do serviço.

Após se conectar ao sinal da Infraero na sala de embarque, 
passageiro terá acesso à página do serviço ao abrir o 
navegador no seu aparelho móvel (Foto: Reprodução)

COMO ACESSAR :

1. Procurar pelo sinal de rede com o nome “INFRAERO wi-fi grátis”. 

2. No primeiro acesso, passageiro deve preencher um cadastro com informações como nome, sobrenome, RG e passaporte. 

3. Para acessos futuros, é preciso informar um e-mail e criar uma senha com seis dígitos. 

4. Para finalizar, passageiro deve informar o número do cartão de embarque impresso na passagem. 

O acesso à internet está disponível apenas nas salas de embarque dos aeroportos. Após fazer o check-in, o passageiro deve procurar o sinal “INFRAERO wi-fi grátis” e preencher um cadastro com informações básicas (nome, sobrenome, RG e passaporte). O login para acessos futuros será feito por meio de um e-mail e uma senha com seis dígitos criada pelo usuário, que deverá ser acompanhada por uma pergunta secreta. Para finalizar, o passageiro deve informar o número do seu cartão de embarque, que está impresso na passagem.

Conforme a Infraero, o acesso é ilimitado – antes, o órgão oferecia internet restrita a apenas 15 minutos antes do embarque. Para acessar o serviço em outra ocasião, o passageiro terá que colocar o e-mail, a senha e o novo cartão de embarque. O acesso continua valendo para passageiros em conexão, segundo a Tim. Um usuário que sai do Rio de Janeiro com destino a Recife e conexão em Congonhas poderá navegar na internet enquanto aguarda o próximo voo com o mesmo acesso feito no primeiro aeroporto.

A Infraero explica que, nos primeiros sete dias de funcionamento do serviço, o órgão vai fazer uma operação assistida para que a internet seja avaliada pelos passageiros. Segundo a Tim, o número limite de acessos simultâneos vai depender de cada aeroporto, conforme o tamanho da área de embarque. Em Guarulhos, 500 passageiros poderão acessar a internet simultaneamente. Em Congonhas, o limite é de 600 pessoas.

A Infraero espera disponibilizar a internet gratuita em todos os aeroportos relacionados à Copa do Mundo de 2014. Conforme a Tim, os outros aeroportos que devem receber o serviço (Brasília, Campinas, Confins, Curitiba, Cuiabá, Manaus, Natal, Porto Alegre e Salvador) ainda não têm data programada.

G1: Vírus Flashback já infectou 600 mil computadores com Mac OS X


No Brasil, 1.593 computadores da Apple foram contaminados.
Código usa falhas no plug-in do Java para se instalar nas máquinas.
Vírus atingiu computadores equipados com o
sistema operacional Mac OS X (Foto: Divulgação)

A fabricante de antivírus russa Dr. Web divulgou que 600 mil computadores Mac, daApple, já foram infectados pelo vírus Flashback. Do total, 1.593 máquinas estão no Brasil (400 apenas em São Paulo). Os Estados Unidos foi o país mais atingido, com 300 mil Macs.

O Flashback ataca computadores Apple, equipados com o sistema operacional Mac OS X, por meio de falhas no plug-in do Java, da Oracle, que é usado em páginas web. A Dr. Web conseguiu ter acesso às estatísticas presentes no servidor de controle do vírus. Segundo a fabricante, existem até 4 milhões de páginas com o código que instala a praga.

Após se instalar no sistema, o código entra em contato com um servidor de controle e envia um identificador gerado na hora da infecção. Com isso, é possível saber o número exato de máquinas que instalaram o vírus. Na quarta-feira (4), a Dr. Web informou que eram 550 mil, mas um tuite enviado por um especialista da empresa atualizou o número para 600 mil.

Mapa da Dr. Web mostra a porcentagem de usuários 
infectados em cada país (Foto: Dr. Web/Divulgação)

De acordo com a Intego, outra fabricante de antivírus, o Flashback monitora sites específicos para tentar roubar senhas de serviços como Google, Yahoo, Paypal e bancos. A Dr. Web nega que o vírus tenha essa função e afirma que ele somente redireciona links de sites de busca.

No início desta semana, a distribuição da praga estava sendo feita por meio de uma falha do Java corrigida em fevereiro, mas a Apple ainda não havia disponibilizado a atualização para o Mac OS X, deixando qualquer usuário do sistema que tivesse o Java ativado vulnerável. Bastava infectar uma página com o código para ser imediatamente infectado, sem confirmar nenhum download.

O Java é um plug-in executado em navegadores, como o Safari, para dar recursos extras para páginas web. Na terça-feira (3), a Mozilla anunciou que o Firefox vai começar a bloquear as versões inseguras do plug-in do Java, mas somente no Windows. No Mac OS X, o navegador ainda não realiza o bloqueio. A Mozilla não explicou o motivo, mas afirmou que o plug-in para Mac OS X também poderá ser bloqueado "no futuro".

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Olhar Digital: BYOD, como controlar dispositivos móveis nas empresas?

Olhar Digital: BYOD, como controlar dispositivos móveis nas empresas?:
Não adianta "remar contra a maré": o BYOD já esta acontecendo e esta tendência vai ganhar cada vez mais espaço nas empresas

Reprodução


Tácito Santos *

Não seria mais prático se você pudesse escolher o notebook ou tablet da sua preferência para usar no trabalho, com as características de hardware e o sistema operacional que melhor lhe conviesse? Pois é, esta comodidade já existe em muitas empresas, principalmente as da tecnologia. Está se tornando cada vez mais comum ver pessoas trabalhando com Mac, Linux, iPad, Android, etc em ambiente corporativo, onde o padrão seja o Windows. O conceito chamado BYOD (Bring Your Own Device) traz a praticidade para as empresas não só por permitir que seus funcionários tragam seus dispositivos móveis para o trabalho, mas por oferecer uma possibilidade de redução de custo e simplicidade em sua estrutura de suporte técnico. Parece estranho, mas se um funcionário compra seu próprio equipamento para realizar suas atividades de trabalho, a empresa não precisa gastar dinheiro com a aquisição de um computador para aquele funcionário. Através do BYOD é possível gerar comodidade e flexibilidade para os funcionários sem aumentar custos.

Uma dúvida pertinente surge quando se reflete sobre o suporte. E se o equipamento der algum tipo de problema e não funcionar adequadamente? Normalmente quem quer trabalhar com seu próprio equipamento é um tipo de usuário diferenciado, mais exigente que os demais e na maioria das vezes tem um conhecimento em informática superior à média. Por isso, a responsabilidade por se adequar e estabelecer a comunicação com os softwares e aplicativos corporativos é do próprio usuário. E quando esta responsabilidade é do pessoal de TI, os próprios funcionários os municiam com informações que garimparam arduamente na internet para resolver problemas de compatibilidade. Imagino que agora você esteja pensando "se o computador do usuário não precisa de manutenção por parte da empresa que ele trabalha, o pessoal de suporte vai ter menos trabalho, vão acontecer menos aberturas de chamado", certo?. A conclusão é esta mesmo. Além de serem capazes de resolver vários problemas sozinhos, ainda ajudam seus colegas que querem usar seus próprios equipamentos, criando assim uma comunidade colaborativa dentro da própria companhia.

Permitir o acesso à rede corporativa utilizando equipamentos e/ou sistemas operacionais não padronizados pode parecer uma grande desorganização e falta de controle. Este é um cuidado que deve ser tomado em função do risco que equipamentos fora da administração da empresa representam. Segundo a ISO 27001 (Norma da ISO com foco em segurança), os riscos devem ser tratados por meio de controles, com o objetivo claro de reduzir a possibilidade de um impacto danoso. Na adoção do BYOD é fortemente recomendável avaliar os riscos e as brechas de segurança que podem ser criadas diante desta realidade, mais flexível que os modelos tradicionais de estrutura computacional.

Hoje, o mercado de TI oferece tecnologia para estabelecer mecanismos de controle de acesso capazes de identificar quem está acessando a rede, qual o tipo de computador esta sendo utilizado e onde. Muitos destes acessos são realizados através de redes Wireless, onde são necessárias Controladoras Wireless, IPS tradicionais, IPS específicos para RF (Rádio Frequência), sistemas de avaliação de interferência eletromagnética. Além destes controles, devem ser avaliadas também alternativas de MDM (Mobile Device Management). Este tipo de controle, com foco em dispositivos móveis, é um grande aliado dos administradores de rede para aplicação de políticas de segurança de acordo com as características de cada tipo de acesso para smartphones e tablets. Ele pode, inclusive, endereçar uma grande preocupação, que é o armazenamento de informações corporativas em equipamentos pessoais. Virtualização de equipamentos também é uma alternativa. O dispositivo móvel acessa um servidor no qual as informações são processadas, não havendo necessidade de armazenamento local. Todas as informações e aplicações ficam no servidor corporativo. Outro recurso já disponível é a possibilidade de apagar remotamente os dados ou aplicações em um dispositivo móvel, seja por erros de senha, aplicação modificada ou por comando remoto do administrador de forma centralizada.

Não adianta "remar contra a maré". O BYOD já esta acontecendo e esta tendência vai ganhar cada vez mais espaço nas empresas. O quanto antes se preparar para o tema, conhecendo as formas de gerenciar e controlar este cenário, mais rápido e com mais segurança este assunto será tratado. O grande desafio é prover comodidade e produtividade aos funcionários, com seus equipamentos ou brinquedos pessoais seguros. Esta combinação tem tudo para dar certo.

* Tácito Santos é Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Multirede

INFO: Governo renuncia a R$ 461 mi de imposto da banda larga




São Paulo - Técnicos da Receita Federal enfatizaram nesta quarta-feira que a suspensão da cobrança de PIS, Cofins e IPI para equipamentos necessários para instalação de rede de banda larga significará uma renúncia do governo no valor de R$ 461,50 milhões em 2012.

A quantia já havia sido informada na terça-feira pelo Ministério da Fazenda, mas os técnicos ainda detalham as Medidas Provisórias e os decretos que são o escopo do Plano Brasil Maior do governo, anunciado, também na terça-feira, pelo governo.

Os equipamentos usados, de acordo com os técnicos, não têm a ver com a utilização da rede de internet. "Trata-se de um programa para democratizar a banda larga no País, para dar acesso a fatias maiores da população", comentou o subsecretário de tributação e contencioso da Receita Federal, Sandro Serpa.

As empresas habilitadas têm de ter projeto aprovado pelo governo para poderem ser isentas da cobrança desses tributos. A data-limite para apresentação dos projetos é 30 de junho de 2013 e para a implantação dos projetos é 31 de dezembro de 2016.

Computadores

Os técnicos da Receita disseram também que o Programa Um Computador por Aluno (Prouca) voltou a vigorar agora, concomitantemente ao lançamento do Brasil Maior. Eles lembraram que o programa já existia, mas tinha perdido a vigência em dezembro de 2011. Agora, foi reeditado e terá validade até 31 de dezembro de 2016. O objetivo do Prouca é o de incentivar a aquisição de computadores pelas escolas por meio de isenção tributária.

Olhar Digital: Ministro das Comunicações afirma que governo pode adiar entrada do 4G no país



Adiamento foi proposto pelas empresas interessadas em participar do leilão do 4G, previsto para junho deste ano 
04 de Abril de 2012 | 16:31h 

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou na última segunda-feira (02/03) que o governo avalia atrasar os prazos de implementação dos serviços de telefonia móvel de quarta geração, o 4G.

Segundo ele, o adiamento foi proposto pelas empresas interessadas em participar do leilão previsto para junho, alegando que haveria pouco tempo para reordenar os investimentos. Uma das obrigações para quem ganhar a concessão é implementar a nova tecnologia nas cidades em que haverá jogos da Copa das Confederações, em junho do ano que vem.

No entanto, Bernardo declarou que manterá essa exigência. "Teremos um cronograma que depois vai abranger todas as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes".

Quem levar a concessão para o 4G nas grandes cidades terá que implementar o 3G em pequenos e médios municípios. Questionado sobre o fornecimento do serviço 3G nas principais cidades do país, Bernardo admitiu que o serviço ainda deixa a desejar, mas disse que mesmo assim houve um crescimento superior a 100% no uso de internet via celulares, por exemplo.

Para o ministro, as grandes empresas do setor vão participar do leilão, sendo que algumas delas de forma "agressiva".

A questão de exigência de equipamento nacional para a expansão da internet de banda larga no País não é mais uma barreira de investimento, pontuou o ministro. Paulo Bernardo disse que as empresas reagiram bem à determinação da presidente Dilma Rousseff, e já concluíram que é possível desenvolver pesquisas e produção de equipamentos no Brasil.

Para levar banda larga a pontos distantes do País, o governo vai investir R$ 750 milhões na construção de um satélite de comunicações. A construção será feita pela Embraer, e a operação será compartilhada pela Telebrás e as Forças Armadas. A previsão é que o satélite esteja em operação em 2014, ano da Copa do Mundo de futebol.

"Tem municípios em que fica difícil atender com banda larga pelos meios convencionais. Se o governo não ajudar na região Norte, por exemplo, a internet boa não vai chegar lá", observou. 

Folha.com: Brasil e outros emergentes perdem terreno na adoção de novas tecnologias



Os grandes emergentes que formam o Brics --Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul-- estão ficando para trás quando se trata de explorar as oportunidades oferecidas pela internet e pelas tecnologias de informação e comunicação, revelou nesta quarta-feira (4) um estudo do Fórum Econômico Mundial.

Os países desenvolvidos lideram o índice batizado de "prontidão para a conectividade" (networked readiness), que mede a capacidade de um país para aproveitar as novas tecnologias vinculadas à internet.

O melhor colocado do Brics no ranking do Fórum é a China, na 51ª posição. A Rússia ocupa a 56ª, o Brasil, a 65ª, a Índia, a 69ª e a África do Sul, a 72ª.

Embora o Brics se mostre um bloco muito competitivo em termos globais, sofre um 'handicap' na adoção de novas tecnologias de informação e comunicação, alertou o relatório, intitulado "Vivendo em um mundo hiperconectado" ("Living in a hyperconnected world"), que aponta, entre outras razões para o atraso, a falta de profissionais qualificados e deficiências no meio institucional para as empresas.

A Suécia lidera o ranking, à frente de Cingapura, Finlândia, Dinamarca, Suíça, Holanda e Noruega. Os Estados Unidos ocupam o oitavo lugar, o Canadá, o nono, e o Reino Unido encerra a lista dos dez primeiros.

O índice combina dados disponíveis publicamente com opiniões de uma consulta feita com mais de 15 mil executivos.

INFO: Teambox gerencia projetos e tarefas na web



Teambox é um gerenciador de tarefas e projetos no mesmo estilo do Wunderkit. Com ele é possível criar e compartilhar projetos entre usuários como em uma rede social.

Apesar de estar disponível somente em inglês, a interface do serviço é bem bonita e intuitiva, fornecendo todas as principais opções e ferramentas na barra lateral esquerda da janela. Para adicionar um novo membro no projeto, basta clicar em “Projects” e depois em “Invite people to this project”.

O serviço ainda possui um calendário com a marcação de todos os compromissos adicionados pelo usuário, e também permite compartilhar cada tarefa com os membros do projeto.

INFO: Programa otimiza a velocidade da internet - Download da Hora

INFO Programa otimiza a velocidade da internet - Download da Hora


O SpeedConnect Internet Accelerator é um pequeno aplicativo capaz de melhorar a velocidade da conexão com a internet.

O programa é feito especialmente para quem enfrenta muitos problemas de lentidão na conexão sem saber a causa. Ele detecta as configurações de rede do PC e faz um diagnóstico do que está prejudicando a navegação por meio de uma busca profunda e detalhada.

O processo para identificar e corrigir os problemas é automático. Porém, caso ele não funcione, o usuário pode optar entre cinco modos de otimização, cada um dedicado a um tipo de rede.

Outro recurso oferecido pelo SpeedConnect Internet Accelerator é o monitoramento da velocidade da conexão em tempo real – que permite visualizar quais atividades consomem mais banda ou até se há algum vizinho utilizando a rede clandestinamente.

PC WORLD: IBM projeta supercomputador para tentar descobrir como o Universo surgiu

PC WORLD IBM projeta supercomputador para tentar descobrir como o Universo surgiu 

Máquina vai processar em um dia duas vezes a quantidade de dados em toda a Internet e tentará desvendar o Big Bang.

A IBM está projetando um supercomputador que vai processar mais do que um “exabyte” por dia, o que seria mais do que toda a internet, ou 15 milhões de iPods de 64GB. Todos esses dados serão gerados a partir de telescópios posicionados em uma área de 3 mil quilômetros quadrados.

O objetivo da nova máquina é decifrar como aconteceu o Big Bang, uma das teorias científicas mais populares sobre a criação do universo, segundo informações do Daily Mail.

Ton Engbersen, do setor de pesquisas da IBM, afirmou que “Se você pegar o número global do tráfego de dados diário na internet e multiplicar por dois, você terá ideia da quantidade de informações que o telescópio Square Kilometre Array (SKA) vai coletar por dia”.


Supercomputador vai investigar as origens do universo

O projeto começará a ser construído em 2017 e deve ficar pronto em 2024. Os chips 3D do equipamento serão usados para alcançar o enorme poder de computação requerido pelo SKA. Após o processamento dos exabytes diários, a IBM espera armazenar por ano algo entre 300 e 150 petabytes de informações.

Em comparação, aproximadamente 15 petabytes são produzidos em um ano pelo acelerador de partículas do CERN.

Os diretores do SKA estão discutindo a localização do telescópio.”Ele terá um grande impacto na forma como percebemos nosso lugar no universo e como entendemos a história e o futuro do nosso planeta”, declarou Michiel van Haarlem, diretor do projeto.

Olhar Digital: Google Art Project permite tour virtual pela Casa Branca


Serviço de visitas virtuais a museus também inclui sede do governo dos Estados Unidos 

O Google Art Project não é apenas para fazer visitas virtuais a museus. O serviço também permite fazer um tour pela Casa Branca, local onde vive o presidente dos Estados Unidos.

Pelo tour é possível visitar parte das instalações da sede do governo dos Estados Unidos, como salões, escritórios e bibliotecas. Porém, nem tudo está disponível - não dá para ver a sala que atualmente é ocupada por Barack Obama, por exemplo.

A visita virtual mostra as principais obras de arte disponíveis na Casa Branca, como quadros e esculturas. Foram tiradas fotos em altíssima resolução das peças, o que permite observar detalhes mínimos de pinturas.

Para fazer o tour pela Casa Branca é só entrar aqui. O Google Art Project conta com obras de arte de mais de 150 museus pelo mundo, incluindo dois brasileiros: o Museu de Arte Moderna e a Pinacoteca do Estado, ambos de São Paulo. 

Uol: Telefônica Brasil lança serviço de computação em nuvem



SÃO PAULO, 4 Abr (Reuters) - A Telefônica Brasil lançou nesta quarta-feira uma oferta de serviço de computação na nuvem ("cloud computing") em parceria com a Virtual Computing Environment (VCE).

O chamado "Vivo Cloud Plus" será oferecido a empresas de grande e médio porte e atenderá clientes no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e Peru.

A empresa estima que a tecnologia deva equivaler a cerca de um terço da expansão de serviços de tecnologia da informação no Brasil em 2012.

Com o Vivo Cloud Plus, usuários serão capazes de acessar a infraestrutura de tecnologia da informação a partir de qualquer ponto de acesso.

A VCE é uma coalizão formada pelas empresas Cisco, VMWare e EMC.

COMPUTERWORLD: UE lança guia para aprimorar segurança dos contratos de cloud



Objetivo é melhorar a compreensão dos parâmetros de proteção na nuvem e dos potenciais indicadores e métodos que podem ser utilizados para medi-la durante a prestação dos serviços.

Os usuários precisam questionar melhor os fornecedores de cloud sobre os pontos mais delicados da gestão de disponibilidade e de vulnerabilidade dos serviços antes da assinatura dos contratos, prega o guia de boas práticas recém lançado pela Agência Europeia para a Segurança da Informação (ENISA). O documento será apresentado em detalhes na SecureCloud 2012, conferência europeia que aborda segurança na nuvem.

O objetivo da ENISA é melhorar a compreensão do setor público para a segurança dos serviços em nuvem e os potenciais indicadores e métodos que podem ser utilizados durante a prestação de serviços, segundo os autores. E também tornar os usuários capazes monitorar e verificar de forma contínua, ao longo do ciclo de vida de um contrato de nuvem, se todos os requisitos de segurança estão contemplados.

No entender dos autores do guia, a avaliação dos contratos de aquisição e de gestão para serviços de cloud é uma tarefa cada vez mais importante para as equipes de TI. “As organizações começaram a mudar de sistemas internos para a terceirização e utilização de serviços em nuvem. Assim, as capacidades e o foco da equipe de TI têm de mudar”, diz Marnix Dekker, coautor do relatório.

“É preciso ter a certeza de que a solução a ser contratada se encaixa nas necessidades de segurança”, refere Dekker.

Até agora, muito do foco tem sido na garantia de que as medidas de segurança adequadas estão funcionando, mas não tanto na forma como devem funcionar a partir do momento em que o cloud computing estiverem efetivamente em uso, de acordo com Dekker.

Quando se trata de disponibilidade de serviço – o que não é apenas um requisito de segurança, mas um requisito de negócio – as pessoas ainda têm problemas para especificar como deve ser definida e reportada.

“O que se vê frequentemente é uma afirmação muito genérica de que como o serviço deve ser instalado e deve funcionar, sem pensar em que funções devem ser instaladas”, diz.

O serviço pode demorar 15 minutos para enviar um e-mail, mas o prestador de serviços em nuvem pode dizer que o serviço não está “fora do ar”, de acordo com Dekker. É por isso que é importante pensar para lá do serviço estar disponível e de como isso deve ser medido, segundo ele.

A resposta a incidentes, que pode estar relacionada com a disponibilidade e a segurança, também é importante.

“É difícil escrever no contrato o quão rapidamente os incidentes devem ser resolvidos, até porque eles podem ser muito complicados de solucionar. Mas para os usuários é importante obter dados sobre o quão rápido os incidentes foram ou não resolvidos”, disse Dekker.

“Quando os usuários conhecem melhor as implicações da migração para a nuvem e fazem as perguntas certas, os melhores fornecedores de cloud são capazes respondê-las a contento, tornando a segurança melhor”, pondera Dekker.

O guia fornece uma descrição detalhada de cada parâmetro de segurança que deve estar coberto no contrato, o que medir e como. Os parâmetros são:

1. Disponibilidade do serviço

- Que funções devem ser cobertas pelo monitoramento de disponibilidade?

- Como definir quando um sistema está indisponível.

- Como a disponibilidade é medida (por exemplo, relatórios de usuários, solicitações de amostras).

2. Resposta a incidentes

- Definição dos tempos de resposta mínimos.

- Classificação da gravidade dos incidentes.

- Capacidades de Incidentes de gestão em vigor para os sistemas de controle do cliente.

3. Serviço de elasticidade e tolerância de carga

- Que testes de elasticidade são realizados (testes de ruptura etc).

4. Gestão de dados de ciclo de vida

- Monitoramento de back-up de operações e testes. Por exemplo, idade da maioria dos dados restaurados.

- Exportação de resultados de teste: por exemplo, verificação de integridade e analisar de acordo com formatos bem definidos.

- Testes independentes de disponibilidade e desempenho de back-ups.

5. Conformidade técnica e gerenciamento de vulnerabilidades

- Definição de um conjunto de opções de configuração relacionadas à segurança.

- Atualizações de software e patches a serem aplicadas.

- Procedimentos para descoberta de vulnerabilidades e relatórios, incluindo por um confiável de terceiros.

6. Gestão da mudança

- Períodos de mudanças críticas para a configuração do sistema.

- Notificação.

- Disparadores implementados para eventos críticos, tais como perda de status de certificação (por exemplo, ISO), mudanças significativas nos processos de segurança (por exemplo, comprimentos de chave).

7. Isolamento de dados

- Tipos de isolamento dos dados monitorados. Por exemplo, memória, dados em repouso, eliminação segura.

- Como definir critérios para uma falha no isolamento de desempenho.

- Como dados e desempenho de isolamento serão testados de forma independente.

8. Entrar gestão e análise forense

- Os logs são testados freqüentemente para a disponibilidade?

- Controles cruzados com os clientes do próprio evento de log-sistemas (logs por exemplo, firewall).

- Há registros de eventos relevantes nos sistemas sob seu controle?

IT Careers - Convergência Digital - Pesquisa mostra TI em alta em Pernambuco



O desenvolvimento da economia pernambucana e a chegada de novos empreendimentos vêm impactando fortemente as atividades do setor de Tecnologia da Informação (TI) no Estado. Pesquisa da Amcham (Câmara Americana de Comércio) com executivos e empresários da cadeia aponta que 89% deles já sentem esses efeitos sobre seus negócios.

A conjuntura favorável dá base a uma perspectiva extremamente positiva para o segmento neste ano. Praticamente a totalidade dos consultados pela Amcham (98%) aposta em expansão do polo de TI em Pernambuco em 2012, sendo que 76% falam em “crescimento amplo”. 

Ao olhar para suas próprias empresas, a maioria dos executivos de TI entrevistados (76%) revela apostar em evolução bem acima da projetada para o PIB pernambucano neste ano, na casa dos 6%. Uma fatia de 20% fala em avanço nos negócios de suas companhias acima de 50% sobre 2011.

Apesar do contexto otimista, os executivos percebem pontos de atenção que ainda precisam ser enfrentados para garantir o crescimento do setor de TI em Pernambuco em longo prazo. Eles destacam: gargalos tributários, de infraestrutura e mão de obra, que comprometem a competitividade (49%); pouco diálogo entre universidades, entidades fomentadoras do setor e empresas (49%); pouca aproximação do polo local com os grandes empreendimentos (38%); dificuldade de acesso a fontes de recursos para investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e inovação (33%); e falta de incentivos públicos (29%).

A sondagem foi aplicada durante reunião do comitê de Tecnologia da Informação & Comunicação (TIC) da Amcham-Recife. O grupo é composto por executivos, gestores e empresários de tecnologia de grandes, médias e pequenas empresas de Pernambuco.

IDG Now!: Golpe no Facebook atinge Chrome, Firefox e 60 mil brasileiros



Extensão prometia créditos gratuitos para o celular e já foi apagada, mas precisou de apenas cinco dias para espalhar-se pela rede social.

Durou apenas cinco dias, mas um golpe feito por brasileiros para brasileiros atingiu milhares de usuários no Facebook. Atraídos por uma promessa pouco crível – créditos gratuitos no celular – mais de 60 mil curtiram a página criada para disseminar o malware.

O problema não estava na página em si, mas no aplicativo contido nela. Ao selecioná-lo, o internauta era direcionado a um endereço onde podia instalá-lo. Abaixo, visualizava um cadastro com espaços para inserir o número do celular e sua operadora.

Quando contaminado, o perfil do usuário passava a compartilhar o mesmo comentário – cheio de erros ortográficos – em todas as publicações que ele visualizava, convidando outras pessoas a também visitarem a página e executarem o programa. Para convencê-las, a isca já utilizada: créditos no celular.




Usuáio instala malware e ainda entrega seu número do celular.

A principal novidade, destacada pelo portal Linha Defensiva, é que o golpe funcionava apenas nos navegadores Chrome e Firefox – tanto é que, para se livrar da praga, bastava apagá-la no menu de extensões. Isso mostra que, graças à popularidade dos dois softwares no Brasil, os cibercriminosos passaram a tê-los como alvo.

É de se pensar que vantagem financeira os responsáveis ganham com esse tipo de artimanha. É possível que vendam os números de telefone obtidos, já que essa é uma informação que muitos spammers buscam, ou que recebam a cada “curtir” entregue a determinada página (pay-per-like), pois pelo complemento podem controlar também essa interação.


Recentemente, dois portais brasileiros que ofereciam milhares de “curtir” em troca de compensação monetária foram fechados. Aparentemente, ambos, o PublicidadesOnline.com e o PublicidadesOnline.net, pertenciam ao mesmo dono. Talvez não seja coincidência, portanto, que das poucas mensagens compartilhadas pela página do malware, três propagandeavam a Humor Garantido, que em seis meses conseguiu mais de um milhão de fãs.

Fica a dica, então. Embora o Facebook tenha removido muitos dos golpes - “Mude a cor do seu perfil”, “Descubra quem te visitou”, “Coloque créditos grátis” – alguns continuam no ar e outros podem voltar. Não confie em aplicativos que sejam elogiados em inúmeras publicações e sempre com o mesmo texto. Essa publicidade não é gratuita, tampouco espontânea.

Folha.com: Mercado - Assinatura de telefone social custará R$ 9,50 ao mês



A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) estendeu para 22 milhões o número de famílias que podem ser beneficiadas com uma tarifa reduzida para a telefonia fixa. O número representa o total dos inscritos no Cadastro Único para os programas sociais do governo.

A ideia inicial da agência para a revisão do programa AICE (Acesso Individual Classe Especial) era oferecer o benefício às 13,4 milhões de famílias do programa Bolsa Família.

A assinatura especial foi criada em 2005, mas pela baixa adesão, passou por reformulação em 2010. Em janeiro deste ano, o programa contava 142.263 acessos ante meta inicial de alcançar 4 milhões de pessoas.

As novas regras, no entanto, só foram detalhadas com a aprovação da regulação, feita hoje pela Anatel. O modelo passa a valer em 60 dias.

Os beneficiários agora pagarão uma assinatura de R$ 9,50 -- sem contar os impostos -- que dará direito a 90 minutos de ligação. O excedente será cobrado como pré-pago. Hoje, os participantes do programa pagam R$ 17,60 pelo serviço.

O regulamento também prevê um tempo menor para a ativação dos acessos: caíra de 30 dias para sete dias. As operadoras terão um prazo de quatro meses para se adaptar a essa mudança.

A adesão ao programa será escalonada de acordo com a renda. No primeiro ano, por exemplo, só terão acesso ao telefone popular as famílias com renda de até um salário mínimo.

Segundo o conselheiro da Anatel Marcelo Bechara, relator da matéria, isso vai permitir o melhor planejamento por parte das empresas, com uma migração mais controlada. O impacto previsto às operadoras é de até R$ 1,4 bilhão.

"Nossa expectativa é a de fazer um Aice viável do ponto de vista econômico e técnico, mas que vingue, diferente do atual, que não seja outra frustração, como entendo que é o Aice atual", avaliou.

Gizmodo Brasil:Project Glass, do Google, criará óculos de realidade aumentada |



Lembra daquele papo de que o Google estaria desenvolvendo, no “laboratório secreto” Google[x], óculos que fazem uso de realidade aumentada para criar uma HUD a la Homem de Ferro para qualquer um? O rumor ainda falava em preço na faixa dos de um smartphone topo de linha e lançamento para o fim do ano e, embora esses dois detalhes ainda careçam de confirmação, a existência do projeto foi oficializada agora há pouco. O Project Glass é do futuro!
O anúncio foi feito no Google+ e é assinado por três especialistas que trabalham para o Google: Babak Parviz, Steve Lee e Sebastian Thrun. O primeiro é professor da Universidade de Washington e tem trabalhos de óculos e lentes de contato inteligentes no currículo; o segundo é um entusiasta do Google Latitude e suas possibilidades baseadas no histórico dos usuários; e o terceiro, Sebastian, esteve envolvido na construção do carro autônomo do Google e é um dos líderes do Google[x]. Embora não creditado, pessoas próximas afirmam que Sergey Brin também está à frente da brincadeira.

O Project Glass ainda está em estágio bem preliminar, mas já há um vídeo-conceito mostrando o que ele promete. Posto de forma simples, ele coloca no nosso campo de visão recursos, notificações e interações que, hoje, são feitos comumente com smartphones. O mais bacana é que os óculos dispensam o celular e ainda mais legal é que a interação é absurdamente natural, feita com os próprios olhos e a voz. Confira:

Não dá para saber em que pé o projeto está (lembre-se, esse é um vídeo conceito), mas os rumores lá de cima, de que os óculos do Google seriam lançados no final do ano, são bem improváveis. A empresa decidiu tornar o projeto público nesse ponto para “dar início ao debate e aprender com as valiosas contribuições.” Junto com o vídeo, há algumas fotos bem bizarras de protótipos dos óculos que parecem ter saído de um episódio antigão de Star Trek.

Além dos muitos desafios técnicos, a Wired nos relembra das implicações filosóficas e pessoais que uma HUD dessas trará. Onde ficará a privacidade no momento em que todos forem capazes de tirar fotos sem serem percebidos com um piscar de olhos? Como estar conectado e interagindo com os outros em âmbito virtual o tempo todo afetará as nossas já combalidas habilidades sociais, tão afetadas por Internet e smartphones e redes sociais? E a pergunta que não quer calar: será que dessa forma o Google+ emplaca?

Perguntas, questionamentos, temores… Tudo o que qualquer revolução causa em níveis absurdos. Estamos vendo o futuro, aquele dos filmes de ficção científica da década de 1960, nascer. Isso é muito, mas muito legal.

PC WORLD: Versão do Kinect para PC chega em junho ao Brasil



Aparelho é compatível com máquinas com Windows 7 e permite controlar computador por gestos e por voz. Preço não foi divulgado.

A Microsoft anunciou que o Kinect para PCs chegará em junho ao Brasil. O preço não foi divulgadora, embora seja possível esperar algo acima de 500 reais, já que nos Estados Unidos ele custa 250 dólares.

Antes disso, em maio, o aparelho receberá uma atualização de software – a versão 1.5 – que permitirá que o usuário interaja com ele mesmo estando sentado, algo que já fora necessário no modelo desenvolvido para o Xbox 360. Outra novidade será o suporte a comando por voz. A princípio apenas falas em inglês, francês, espanhol, italiano e japonês serão reconhecidas.

O Kinect funciona em computadores com Windows 7 e, futuramente, com os que tiverem o Windows 8. Usuários podem não só utilizá-lo para jogar games, mas também para controlar janelas e abrir aplicações.

Em fevereiro, pouco após lançar o aparelho, a Microsoft liberou o kit de desenvolvimento, convidando profissionais a construírem aplicativos que tirem proveito de seus recursos. Durante a Consumer Electronic Show 2012 – a maior feira de tecnologia do mundo – a gigante demonstrou o que o Kinect pode propiciar com um episódio interativo do desenho Vila Sésamo.

Em cerca de um ano 18 milhões de unidades do Kinect para Xbox 360 foram comercializadas. No Brasil ele sai por 500 reais e, no pacote com o console, por 1100 reais.

Olhar Digital: Estudo afirma que redes sociais podem prever eleições


Nielsen/McKinsey fez uma pesquisa baseada em eleições de 2010 e cruzou com dados de redes sociais, provando que é possível prever resultados 

Será que é possível prever o resultado de eleições coletando dados relacionados aos candidatos em redes sociais? Segundo um estudo feito pelo Nielsen/McKinsey, a resposta pode ser "sim".

O instituto de pesquisas coletou dados de quatro eleições estadunidenses realizadas em 2010, entre elas duas para senadores (Califórnia e Flórida) e duas para governador (Ohio e Maryland). Em três delas, o candidato que ganhou as eleições era o mais comentado nas redes sociais, segundo o Mashable.




Ou seja, a probabilidade do resultado se confirmar com base nos comentários das redes sociais é grande, mas não é uma certeza. O estudo também mostrou que as redes sociais não são uma ferramenta perfeita para se prever uma eleição.

Democratas e republicanos dividiram as opiniões das pessoas nas redes sociais, com 50% para cada lado. O estudo também mostrou que há um aumento no número de comentários no dia da eleição, mas uma grande calmaria na semana que antecede os votos.