sexta-feira, 2 de agosto de 2013

G1: Porto Seguro é a 1ª operadora virtual a vender planos de celular no país



A seguradora Porto Seguro começou a oferecer pacotes de celular e banda larga móvel nas cidades paulistas de Santos e Campinas nesta quinta-feira, 1º de agosto, o que faz da empresa a primeira operadora virtual do país a lançar pacotes voltados ao consumidor virtual.

Chamada de Porto Seguro Conecta, a divisão da empresa aproveita a regulação das operadoras virtuais, chamadas de MVNO, feita pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em novembro de 2010.

As virtuais são empresas que não possuem infraestrutura própria e utilizam a de outras empresas. A Conecta, por exemplo, usufrui das antenas da TIM. Segundo Tiago Galli, gerente geral da empresa, a empresa focará em oferecer produtos para a base de clientes das diversas modalidades de seguro. São cerca de 8,5 milhões de clientes.

Antes de começar a operação voltada a consumidores, a Conecta já operava fazendo a migração dos chips do sistema de rastreamento da Porto Seguro, que eram atendidos por outra operadora, para o seu sistema. Com isso, chegou a 65,8 mil acessos em junho, segundo a Anatel. A Datora é outra operadora móvel virtual, mas a companhia atua no segmento corporativo.

A expectativa, diz o gerente, é atingir um milhão de clientes em cinco anos. A meta é modesta se comparada com a base da líder Vivo, que registrou 76,2 milhões de acessos móveis em junho, segundo a Anatel. Mas ambiciosa se comparada aos números atuais das operadoras CTBC (900 mil), Nextel (120 mil) e Sarcomtel (65 mil). Nessa conta, a Conecta inclui os quase 400 mil veículos que possuem o sistema de rastreamento.

De acordo com Galli, a grande vantagem será o relacionamento com o cliente. Algumas das regalias serão os vários modelos de atendimento “delivery”. Se os celulares forem esquecidos em algum lugar, a empresa o entregará na casa do cliente. Se um novo aparelho for comprado, o cliente pode requisitar a explicações de suas funcionalidades no conforto de seu lar. Se o aparelho for danificado, a Conecta empresta um novo por até 30 dias.

“A gente acredita que em um mercado bastante desafiador do ponto de vista de infraestrutura, a gente vai fazer a diferença no relacionamento com o cliente”, diz Galli.

Os clientes da operadora receberão ainda descontos se optarem por utilizar outros serviços da empresa da Porto Seguro: 5% na contratação ou renovação de seguro para automóveis e, caso utilize o cartão de crédito da companhia, 50% na compra de uma lista de 20 smartphones, entre os quais iPhone 4S e Samsung Galaxy S3. Além disso, 10% de cada fatura serão guardados em forma de bônus para abater os preços de contratação ou renovação de seguros.

Após chegar a Santos e a Campinas, a Conecta deve aportar em São Paulo no último trimestre de 2013 –provavelmente em novembro, diz Galli. Ao Rio, chega apenas em 2014. Os números das linhas santistas e campineiras terão prefixo 7600 e as da capital, 95327.

Apesar de possuir planos pré-pagos, o foco da Conecta, de acordo com Galli, será os clientes pós-pagos, que possui opções de 200, 400 e 800 minutos, cujos preços variam de R$ 110 a R$ 350, mais franquia de 1 Gb (Gigabyte).

Futuro

No futuro, a Conecta poderá ser a provedora de serviço de comunicação móvel para os sistemas de segurança da Porto Seguro, afirma Galli. Alarmes monitorados e o seguro de residências já é feito com chips de celular e poderão ser migrados para a operadora.
O gerente acrescenta que, na linha da convergência entre as operações, estão de botões de pânico a coleiras para cachorro.

Fonte: Gomes, Helton Simões . "G1 - Porto Seguro é a 1ª operadora virtual a vender planos de celular no país - notícias em Tecnologia e Games." G1 - O portal de notícias da Globo . http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/08/porto-seguro-e-1-operadora-virtual-vender-planos-de-celular-no-pais.html (accessed August 2, 2013).

Canal Tech: Virtualização de datacenter pode reduzir até 35% dos custos de TI



Uma pesquisa realizada pela empresa Ciena apontou que a virtualização de datacenters, além de ser uma tendência, pode ajudar a reduzir até 35% dos custos de TI. O investimento em infraestruturas de datacenter ao redor do mundo deve movimentar US$ 152 bilhões até 2016.

O estudo mostrou ainda que em 2008 apenas 8% das cargas de trabalho dos datacenters eram virtualizadas, um número que deve crescer para 60% até 2014. Com o crescente volume de dados armazenados pelas empresas, é preciso que o processo de virtualização de um datacenter seja planejado para que o uso da capacidade da rede fique dentro do esperado.

A Ciena diz que cerca de 50% das organizações podem reduzir as necessidades de capacidade pela metade se usarem uma rede em nuvem automatizada, sem contar que os custos dessa rede podem cair em até 40% se todo o datacenter estiver virtualizado.

Porém, os sistemas virtuais são mais complexos e interdependentes, e os departamentos de TI precisam de habilidades especializadas para manter tudo funcionando de maneira eficaz. A chamada "infraestrutura convergente" é o modelo de TI que promete melhorar a agilidade, eficiência e qualidade do serviço de tecnologia da informação. 

Fonte: "Virtualização de datacenter pode reduzir até 35% dos custos de TI - Virtualização." Canaltech. http://corporate.canaltech.com.br/noticia/virtualizacao/Virtualizacao-de-datacenter-pode-reduzir-ate-35-dos-custos-de-TI/ (accessed August 2, 2013).

Olhar Digital: Plataforma inteligente ajuda leigos a programar



Um dos problemas gerados com a transferência dos relacionamentos do universo palpável para o virtual é que a maioria das pessoas não faz ideia de como funcionam as ferramentas que elas usam para se comunicar. E se isso já é um problema para a sociedade, em geral, afeta também quem depende do meio tecnológico para trabalhar.

A NoFlo, empresa que reciclou um conceito de programação criado pela IBM na década de 1970, resolveu espalhar o que aprendeu justamente para ajudar esse público que, embora lide com criações tecnológicas, não consegue entendê-las devidamente. São gerentes, executivos, designers... gente cobrada constantemente em relação ao tema.

Eles têm uma ferramenta de "programação baseada em fluxo" com a qual é possível programar organizando componentes na base do "arrastar e soltar". Cada componente tem o formato de uma caixa e efetua uma ação específica.

É comum programadores criarem diagramas para esquematizar graficamente o que pretendem fazer e, depois, juntarem os códigos para que tudo saia como planejado. O que a ferramenta da NoFlo faz é transformar o diagrama, em si, no ambiente de programação - ao invés de ver um monte de linhas com códigos, o programador vê o diagrama e, sempre que arrastar uma coluna, uma ação acontece.

Hoje o NoFlo funciona como uma plataforma de código e está em uso por várias startups e grupos de pesquisa, mas eles precisam finalizar a camada de interface do usuário e financiar um ecossistema hospedado. Por isso, abriram uma campanha de financiamento colaborativo no Kickstarter.

O dinheiro ajudará a empresa a difundir a fórmula que criou, financiando o desenvolvimento de mais componentes, por exemplo. Serão criados tutoriais, demonstrações, Docs e kits de inicialização para aplicações; e haverá colaboração em tempo real.

Ao que parece, muita gente se interessou pela proposta, porque a campanha foi ao ar nesta quinta-feira, 1, e já arrecadou US$ 27,2 mil - mais que 1/4 dos US$ 100 mil que estão pedindo. A ação fica no ar até 15 de setembro.


Fonte: "Olhar Digital: Plataforma inteligente ajuda leigos a programar." Olhar Digital: O futuro passa primeiro aqui. http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/plataforma-inteligente-ajuda-leigos-a-programar/36417 (accessed August 2, 2013). 

IDG Now!: "Não acreditem na imprensa", diz chefe da NSA durante conferência hacker



"O que você rapidamente acredita é o que está escrito na imprensa, sem olhar para os fatos. Peço que todos que analisem os fatos", pediu general Keith Alexander.

O chefe da da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) procurou a ajuda de profissionais de segurança durante a Black Hat para se pronunciarem sobre um sistema de inteligência de coleta de informações que recolhe os mesmos dados como foi recentemente divulgado sobre programas de espionagem - mas sem as deficiências com relação às liberdades civis.

"A única razão de eu vir aqui pedir que nos ajude é para torná-lo melhor", disse o general Keith Alexander, durante seu discurso na conferência de segurança, que é conhecida por seus briefings sobre como invadir sistemas de computadores e redes. Ele anunciou, ainda, o e-mail ideas@nsa.gov para o qual podem escrever sugestões.

Alexander diz que quer expor os fatos sobre o programa de coleta de dados que inclui Prism, um programa que coleta informações de chamadas telefônicas nacionais e que foi revelado por documentos vazados da NSA pelo ex-funcionário da CIA, Edward Snowden.

Os dados coletados não incluem conversas telefônicas, mensagens SMS, nomes, endereços ou conteúdo de e-mails, diz ele. Também não inclui números de cartões de crédito ou informações de localização, diz.

A lista de informações recolhidas são: data e hora das chamadas, número discado ou endereço IP, número chamado ou endereço IP, duração das chamadas ou de e-mails e a origem das informações de metadados.

Dentro da NSA há 22 pessoas autorizadas a aprovar o acréscimo de números de telefone dados ou contas de e-mail para o banco de dados para consulta. 

Há 35 analistas autorizados a executar consultas no banco de dados, diz Alexander. Em 2012, foram aprovados menos de 300 números de telefone para consultas, disse o general, e essas verificações resultaram em 12 relatórios sendo feitos para o FBI para uma investigação mais aprofundada.

Os números de telefone e e-mails são inspecionados somente quando são ligados a estrangeiros suspeitos de terrorismo e depois do tráfego de informação ser analisado, ele é repassado para o FBI para uma possível ação. 

O FBI deve pedir autorização judicial ou usar cartas de segurança nacional que eles próprios emitem para fazer a conexão entre os números e os endereços para os indivíduos e locais, disse Alexander.

O Congresso revisou os registros do programa de quatro anos e "não encontrou violações intencionais ou conhecedora do direito ou intenção da lei", diz ele.

Ele disse ainda que a NSA tem sido descaracterizada como espiã de todo o tráfego de telefone e e-mail e do conteúdo do tráfego. "O que sai na imprensa é que estamos coletando tudo. E isso não é verdade", diz ele. "O que você rapidamente acredita é o que está escrito na imprensa, sem olhar para os fatos. Peço que todos que analisem os fatos."

Ele classificou os funcionários da NSA como "pessoas nobres" que são bem treinadas para realizar a vigilância em conformidade com as leis e supervisionada pelos tribunais, pelo Congresso, e também pelo Presidente, bem como por meio de análises e controles internos que impedem o abuso do poder que tem para coletar os dados das comunicações.

Os programas têm 100% de auditabilidade e são supervisionados pelo inspetor-geral da NSA, bem como o conselho geral da agência.

Prestadores de serviço de telefone e Internet entregam registros para a NSA fazem isso por ordens judiciais. O tribunal FISA, que emite tais ordens, foi acusado injustamente de ser uma simples "marionete", disse. "Nunca ninguém na NSA saiu dos limites do que nos foi dado", , disse Alexander. 

Alguns críticos dizem que a NSA poderia violar as regras. "Bem, eles podem, mas o fato é que eles não o fazem", disse Alexander. "Eles seriam auditados e reconhecidos como responsáveis."

Há 54 "atividades relacionadas ao terrorismo", que foram interrompidos devido ao programa, disse ele - 13 delas nos EUA. Alexander afirmou que a fiscalização a que o programa se submete tem sido encoberta pela discussão pública sobre os vazamentos de Snowden.

Ele diz que o Prism e as ordens judiciais da FISA surgiram depois de a inteligência dos EUA não conseguir identificar com antecedência os terroristas de 11 de setembro.

O sistema não conseguiu "ligar os pontos" entre os suspeitos de terrorismo no exterior e um que estava de fato vivendo nos EUA e treinando em simuladores de vôo, com o objetivo de se preparar para os sequestros dos aviões.

Mais de 6 mil funcionários da NSA foram enviados para o Iraque e Afeganistão a fim de criar sistemas de coleta de informações, e 20 deles morreram fazendo isso, disse Alexander.

O general foi interrompido por um membro da plateia, que gritou: "Leia a Constituição", o que arrancou aplausos dispersos. A resposta de Alexander? "Eu já li. Você também deveria", o que arrancou aplausos generalizados, assim como sua defesa sobre a espionagem doméstica.

Os vazamentos de Snowden enfraqueceram a segurança nacional, fazendo com que os inimigos soubessem com quais ferramentas os EUA têm usado para combatê-los. 

"O dano para o nosso país é significativo e irreversível", disse Alexander. "Será que teremos o mesmo sucesso que tivemos no passado nos próximos 10 anos?" Ele disse que 42 dos 54 casos em que usaram o Prism bloquearam atividades terroristas. "Se tivessem sido executados com sucesso, o que isso faria com as liberdades civis?"

Fonte: Greene, Tim . ""Não acreditem na imprensa", diz chefe da NSA durante conferência hacker - IDG Now!." IDG Now! - Notícias de tecnologia, internet, segurança, mercado, telecom e carreira. http://idgnow.uol.com.br/internet/2013/08/01/nao-acreditem-na-imprensa-diz-chefe-da-nsa-durante-conferencia-hacker/ (accessed August 2, 2013).

IDG Now!: Black Hat: pesquisadores mostram como interceptar ligações em celulares



Segundo eles, tecnologia femtocells, usada ​​para aumentar a cobertura de celulares corporativos, pode ser ajustada para interceptar chamadas e roubar dados.

Pesquisadores demonstraram durante uma apresentação na conferência hacker Black Hat como a tecnologia femtocell, usada por empresas para aumentar a cobertura de telefonia celular, pode ser hackeada com o objetivo de interceptar chamadas, mensagens de texto e outros dados.

Tom Ritter e Doug DePerry, pesquisadores do ISEC Partners, usaram a femtocell da Verizon para demonstrar como crackers podem espionar as conversas telefônicas e ver mensagens de texto e fotos enviadas ou recebidas por usuários de telefones celulares nas proximidades.

As femtocells usadas por outras operadoras de telefonia celular podem ser exploradas da mesma forma, enfatizarão os pesquisadores durante a apresentação.

Femtocells são pequenas estações-base de baixo consumo de energia fornecidos por empresas de telefonia para ampliar a cobertura celular, especialmente no interior de edifícios e instalações com cobertura irregular. Os dispositivos usam serviços de cabo ou DSL para se conectar à rede dos prestadores de serviços.

Telefones celulares próximos se conectam automaticamente a femtocells se ambos são da mesma operadora. O aparelho envia todo o tráfego por meio da femtocell.

Ritter e DePerry conseguiram acesso com privilégios de administrador (root) ao sistema operacional Linux usado na femotcell da Verizon pela interface do dispositivo via porta HDMI na base do sistema. Em seguida, eles usaram o acesso root para ajustar a femtocell com o objetivo de interceptar mensagens de texto e de voz de telefones celulares conectados ao dispositivo.

Como parte da demonstração, os pesquisadores interceptaram mensagens de texto enviadas por alguns dos convidados na plateia e reproduziram o áudio de um telefonema feito por um dos pesquisadores durante a demonstração. Eles também mostraram como o acesso root numa femtocell pode ser usado para clonar celulares ligados ao dispositivo.

Os pesquisadores observaram que a Verizon corrigiu a falha em suas femtocells depois de a empresa ter sido notificada. Mas acrescentou que a tecnologia de outros fornecedores são vulneráveis ​​ao mesmo tipo de exploits.

Alex Watson, diretor de pesquisa de segurança da Websense Inc disse que o estudo feito por Ritter e DePerry mostra como as redes celulares são tão suscetíveis a vulnerabilidades de segurança como as redes sem fio. 

O especialista observou que os prestadores de serviços cada vez mais estão implantando femtocells para expandir sua cobertura, expondo uma grande quantidade de usuários a potenciais hacks.

"Eles mostraram que as redes celulares não são à prova de balas. Mostraram que as tecnologias de celulares têm falhas e não podem ser consideradas como perfeitas", disse.

Gerentes de segurança de TI devem prestar atenção a tais riscos e assegurar que os celulares que se conectam à rede corporativa possuem múltiplas camadas de proteção, incluindo a criptografia de dados em repouso e em transmissão.

Fonte: Vijayan, Jaikumar . "Black Hat: pesquisadores mostram como interceptar ligações em celulares - IDG Now!." IDG Now! - Notícias de tecnologia, internet, segurança, mercado, telecom e carreira. http://idgnow.uol.com.br/mobilidade/2013/08/01/black-hat-pesquisadores-mostram-como-interceptar-ligacoes-em-celulares/ (accessed August 2, 2013).

UOL: Estudo “indica” personalidade conforme smartphone que a pessoa usa



Diga-me a marca do seu smartphone que te direi quem és (ou algo assim): um estudo britânico afirma ser possível apontar traços da personalidade de alguém de acordo com o aparelho usado. Depois de entrevistar 2.000 pessoas, a operadora britânica Talk Talk Mobile fez descobertas (minimamente) curiosas.

- Tem iPhone? Então você é mais vaidoso que donos de outros smartphones, além de ambicioso, confiante, ousado, esperto e “xavequeiro”. Também costuma gastar mais com roupas e higiene pessoal. Pensa que seu chefe tem uma boa impressão de você. É “viajado”. Trabalha com mídia.

- Já o dono do BlackBerry é, segundo o estudo, o mais rico e também o que mantém relações mais duradouras (algumas vão ler: “bons partidos”). Envia mais SMS e liga mais que outros donos de smartphones. Extrovertido e falante, costuma sair para jantar. Bebe mais café e chá também. Trabalha em finanças, saúde ou imóveis.

- Quem tem Android costuma ser mais criativo e educado que os demais donos de smartphones, diz a pesquisa. É cozinheiro de mão cheia, mas assiste bastante à TV e exagera na bebida. É o mais ativo nas redes sociais. Também é tímido e calmo. Trabalha em áreas ligadas a artes, cultura e esportes.


Produtos da Apple viram piada nas redes sociais por design ''diferente'' e falhas51 fotos7 / 51
Com uma aparência mais alongada que o iPhone 4S, o iPhone 5 virou alvo de piadas sobre seu comprimento avantajado logo após ser lançado. Aqui, Tim Cook, diretor-executivo da Apple, mostra as próximas gerações do iPhone.

A pesquisa acertou em cheio no seu caso? Ou você tem uma personalidade mais “Frankenstein” (metade iPhone, metade Android)? Ou você usa Windows Phone? (#fail, já que o grupo foi ignorado pela pesquisa).

Claro que definir alguém por um gadget é (altamente) questionável. Claro que os dados lembram aqueles resultados de testes de revistas teens (não, a Capricho não morreu).

Mas pelo menos você vai poder zoar seu amigo tipo “iPhone” no próximo encontro (Aeeee, xavequeiro). Ou Android (Véi, cê bebe, hein!). E Blackberry (Cara, casa comigo?).

Fonte: Ikeda, Ana . "Estudo “indica” personalidade conforme smartphone que a pessoa usa - Tecnologia - Tecnologia." Blog do UOL Tecnologia - Tecnologia. http://uoltecnologia.blogosfera.uol.com.br/2013/08/01/estudo-indica-personalidade-de-alguem-conforme-smartphone/ (accessed August 2, 2013).

Convergência Digital: Cibercrime como serviço: ataques programados por demanda

Cibercrime como serviço: ataques programados por demanda


O criminoso cibernético de hoje não precisa de um conhecimento extremo de tecnologia, nem mesmo precisa de equipamentos técnicos para realizar um ataque, revela estudo Cybercrime Exposed, realizado pelo vice-presidente e CTO da McAfee, RAj Samani. Há um novo mercado clandestino que vende serviços de crimes cibernéticos e disponibiliza para as massas qualquer tipo de ataque online. O levantamento aponta que o mercado clandestino de serviços está industrializando e viabilizando os crimes cibernéticos para as massas.

Desde alugar serviços até comprar listas de e-mails por uma pequena quantia, os tipos de explorações que estão disponíveis atualmente com um clique – como ataques de DoS a R$ 4 por hora, completo com representantes de atendimento ao cliente por bate-papo ao vivo, ou simplesmente a compra de “curtidas” no Facebook – são surpreendentes:

- Crimeware como serviço; identificação e desenvolvimento das explorações e dos materiais necessários para realizar um ataque

- Pesquisa como serviço; adquire propriedade intelectual, como endereços de e-mail e dados pessoais

- Infraestrutura de crimes cibernéticos como serviço; desenvolvimento de serviços capazes de apoiar operações de crimes cibernéticos, desde ataques de DoS até o envio de e-mails não solicitados.

- Hacking como serviço; terceiriza todo o ataque, desde a pesquisa até a infraestrutura.

O estudo destaca ainda que os cibercriminosos atuam também nas seguintes áreas:

Vulnerabilidades à venda: um mercado comercial. O mercado de hoje atende àqueles que buscam adquirir vulnerabilidades de dia-zero, ou seja, vulnerabilidades de software para as quais não há uma solução conhecida no momento de sua descoberta. Essa categoria é conhecida por seus requisitos de qualificação como cliente, tais como a exigência de que os clientes sejam policiais ou órgãos públicos. Independentemente das exigências, esses serviços podem e são utilizados para adquirir informações sobre vulnerabilidades para uso em ataques.

- Corretores de explorações - Embora a aquisição de vulnerabilidades possa ser realizada por meio de uma pessoa jurídica, há oportunidades para adquiri-las por meio de serviços de corretagem. Pode ser uma pessoa física única atuando como intermediário comissionado de vendas junto a terceiros.

-Serviços de spam - Em vez de reunir manualmente listas de e-mail, os candidatos a distribuidores de spam se dão ao luxo de simplesmente comprar uma lista de endereços de e-mail. Além da adaptação da mensagem a um idioma específico, o e-mail não solicitado pode exigir mais individualização. Por exemplo, se houver algo especialmente relevante para os consumidores em um estado dos Estados Unidos, há serviços que fornecem endereços de e-mail pertencentes a pessoas de determinados estados.

Fonte: 
"Cibercrime como serviço: ataques programados por demanda - Convergência Digital - Cloud Computing." Convergência Digital. http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=34428&sid=97#.Ufum5NIp9Ns (accessed August 2, 2013).

Olhar Digital: Artigo: Os 7 pecados capitais do e-commerce



O e-mail marketing é uma mídia amplamente utilizada pelas empresas no Brasil. Mas, a maioria dos anunciantes não tem uma visão clara sobre o que faz sua mensagem cair na caixa de entrada ou ser filtrada como spam.

Geralmente, os motivos estão associados a pequenos vícios de procedimento, que podem ser associados aos Pecados Capitais.

1 - Gula: a ampliação de base de contatos sem critério

O anunciante faz uma regra de três projetando para uma base maior um resultado proporcional ao que obtém com sua base atual. E o jeito mais fácil de aumentar seu mailing list, para muitos, é adquirir uma lista. Mas, além desta prática ser proibida pelo Código de Autorregulamentação para a Prática do E-mail Marketing - www.capem.org, uma lista comprada, via de regra, vem recheada de e-mail inválido e spamtrap, alguns dos caminhos mais rápidos para vários círculos do inferno, também conhecidos como caixa de spam, blacklist e bloqueio de IPs. Listas compradas também geram baixíssimo resultado.

E a gula vai além da compra de listas. Há alguns anos, um dos emissários do tinhoso inventou um modelo de negócios que pegou: o aluguel de lista na base do risco. Funciona assim: o anunciante contrata um fornecedor que, teoricamente, tem uma base de contatos com opt in para receber e-mails de terceiros. O fornecedor envia a newsletter do anunciante para sua base. Mas, só ganha alguma coisa se essa newsletter gerar vendas. O interessante é que, apesar do fornecedor poder fazer uma "compra de controle" para confirmar que apuração das vendas está correta, os resultados são informados na base do fio de bigode mesmo. E, mais interessante ainda, é que este modelo de negócios fez surgir da noite para o dia, diversas empresas com bases de milhões de contatos. Estranho?!? Ah, o tinhoso e suas artimanhas são terríveis.

2 - Soberba: a reputação dos IPs e domínios utilizados no envio

Atualmente, um dos principais fatores que afetam a qualidade de entrega de e-mail é a reputação dos IPs utilizados no envio. E a maioria dos anunciantes simplesmente ignora isso. E, pior: quando alertados sobre a necessidade de cuidar da sua reputação, fazem pouco caso, como se não lhes afetassem. Desconhecem as ferramentas para monitorar IPs, domínios e verificar se estão em blacklists. Configurações técnicas no domínio, como SPF, CNAME, DKIM e DMARC, também são imprescindíveis para uma boa reputação dos IPs. Já ouviu falar deles? Se ouviu e não fez nada a respeito, cuidado: você está sendo soberbo.

3 - Luxúria: a troca frequente de IPs

Quem não é soberbo, é lascivo. E troca de IPs a cada problema que acontece como cair numa blacklist. Trata-se de uma solução mágica e ilusória que, além de não permitir que seja estabelecido um histórico de "bons antecedentes" nos envios já realizados, se trouxer alguma melhora na qualidade de entrega será por pouco tempo. Afinal, a causa dos problemas permanece. Para piorar, usar IPs novos para enviar centenas de milhares ou milhões de e-mails também pode trazer problemas com blacklists, caso não seja seguido um aumento gradual da quantidade de e-mails, e em vários dias, até que se atinja atingir o volume desejado.

4 - Avareza: conteúdo

O conteúdo da mensagem também é importante para a boa entrega. E palavras e expressões específicas podem fazer seu e-mail cair na caixa de spam. E-mails com predominância de imagens, também. Além disso, fazer e-mail do tipo "mais do mesmo" só pode ser por “pão-durice” financeira, ou mental, de quem acha que qualquer coisa está boa e não tem porque gastar mais dinheiro ou tempo para fazer algo melhor.

5 - Inveja: engajamento de audiência

Imagine o seguinte: o anunciante prepara a newsletter direitinho, tem uma boa reputação dos seus IPs, com todas configurações técnicas devidamente realizadas, mas, ainda assim, não consegue chegar nem perto daquela taxa de abertura de 20% ou mais que ouviu falar em algum case de mercado. Isso dá uma inveja danada. E a causa é o baixo engajamento da sua lista.

Há alguns anos, os principais provedores de e-mail do mercado passaram a identificar o comportamento de seus usuários em relação aos e-mails que recebem. Se eles permanecem pouco tempo na caixa de entrada, se eles são marcados como lido ou deletados sem ler. E passam a classificar como spam as mensagens que, sistematicamente, mês após mês, não se mostram relevantes. Quem manda e-mail freqüentemente para toda sua base e/ou ignora sistematicamente quem não está interagindo com as mensagens vai ter uma queda na qualidade de entrega.

6 - Ira: dificuldade no descadastramento

Aqui a ira fica por conta do destinatário da mensagem que quer se descadastrar da newsletter e, ou não encontra essa opção, ou ela é tão difícil de ser exercida que ele acaba reportando spam. Mais de 70% dos links de descadastro exigem 2 ou mais cliques para serem efetivados. Dificultar o opt-out aumenta os reportes de spam. E reporte de spam é igual a filtro anti-spam eterno para o destinatário daquele provedor. E, se esse tipo de comportamento foi ostensivo entre os usuários desse provedor, o filtro anti-spam pode ser generalizado e, em caso mais extremo, fazer o anunciante entrar numa blacklist.

7 - Preguiça: falta de anáise e melhorias

Se você faz e-mail marketing, identificou-se com alguns pecados e chegou até este ponto do artigo, mãos à obra. Ou acrescente mais um à sua lista. Você já sabe muito do que deve ser feito para melhorar. E o que deve ser deixado de lado no seu programa de e-mail marketing. É hora de fazer algo a respeito. Mas eu entendo: isso dá uma preguiça, não é verdade?

Fonte: Almeida , Rodrigo de . "Olhar Digital: Artigo: Os 7 pecados capitais do e-commerce." Olhar Digital: O futuro passa primeiro aqui. http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/artigo-os-7-pecados-capitais-do-e-commerce/36416 (accessed August 2, 2013).

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

G1: Saiba escolher o smartphone mais indicado para presentear seu pai


Smartphones e celulares estão no topo da lista de presentes mais desejados pelos pais. Os dispositivos móveis representam 25% das intenções de compras no Dia dos Pais, de acordo com 3,2 mil consumidores pesquisados pelo site MercadoLivre, seguidos por notebooks (22% das intenções).

Na hora de escolher o presente, entretanto, é preciso entender a diferença entre os modelos de smartphones para que seu pai não ganhe um aparelho lento e limitado.

O G1 consultou especialistas que dão dicas do que se deve observar na escolha de smartphones e as configurações mais indicadas para quatro perfis de pais. Veja também uma seleção de aparelhos com preços a partir de R$ 800.


O pai que não perde um clique ou uma cena dos filhos busca um câmera de bolso com boa capacidade. A conexão móvel em banda larga, 3G ou 4G, é essencial para compartilhar os momentos da família via internet.

“Todos os smartphones que se enquadram na redução de impostos anunciada pelo governo no início deste ano são boas alternativas”, lembra Ronaldo Prass, autor da colunaTira-dúvidas de Tecnologia, do G1. “A capacidade de armazenamento interno e a possibilidade de expansão com cartão de memória são importantes, mas não determinantes na escolha do aparelho se ele tiver pelo menos 8 gigabytes (GB) de memória interna disponível”, complementa Prass.



Fãs de jogos não querem ver o smartphone travando no meio das partidas. Para este perfil de usuário, mais exigente, é preciso observar capacidade de processamento, memória RAM e resolução de tela adequados. Além disso, o teclado ou a tela touch deve facilitar o uso de jogos. Na avaliação de Dario Dal Piaz, diretor de ecossistema da fabricante de chipsets Qualcomm, se o modelo de smartphone for intermediário, e não um 'top de linha', o processador deve ter pelo menos dois núcleos e frequência de 1,5 Gigahertz (GHz).

“É recomendável que os smartphones para gamers possuam processadores com pelo menos dois núcleos, 1 GB de memória RAM, uma tela com o tamanho de pelo menos 4.7 polegadas e com resolução de 720 x 1280 pixels. O espaço de armazenamento interno disponível e a capacidade de expansão são decisivos para usuários que não abrem mão de instalar várias opções de games de última geração”, afirma Ronaldo Prass.


Para navegar em redes sociais e compartilhar conteúdos pelo smartphone, o pai ‘social’ precisa de um smartphone conectado com uma dupla de processador e memória que sustente múltiplos aplicativos abertos simultaneamente. Câmera com resolução mínima de 5 megapixels para fotos e câmera traseira para chats em vídeo também completam o kit do pai social.

“O ideal é buscar um smartphone com uma boa câmera - na frontal com pelo menos 2 megapixels de resolução, e na traseira com no mínimo 5 megapixels para fazer fotos de boa qualidade. O espaço de armazenamento interno e a capacidade de expansão são itens apreciáveis, mas não são prioridade na hora de escolher um aparelho para esse perfil”, avalia Ronaldo Prass. “A autonomia da bateria é fundamental, principalmente quando se usa ininterruptamente o plano de dados. Uma configuração de 2500 mAh (miliampère-hora) dá conta do recado durante mais de 15 horas”, afirma.



Para o uso profissional é recomendável investir num aparelho robusto, com uma tela de pelo menos 4 polegadas para a leitura de e-mails. Uma boa câmera frontal, com pelo menos 2 megapixels de resolução, cai muito bem para a realização de videoconferência. A autonomia da bateria é fundamental para quem usa o smartphone para o trabalho.

Smartphones com entrada para mais de um chip também podem ser interessantes para separar as chamadas de casa e do trabalho sem ter de usar dois aparelhos.

Fique de olho nas configurações

Saiba o que levar em conta na hora de escolher um smartphone considerando memória, processador, sistema operacional, câmera, tela e conectividade.
O cartão de memória pode até mesmo ser usado como um pen drive"
Gilberto Russo, consultor


Memória interna e expansível

A possibilidade de baixar aplicativos e jogos é um dos grandes diferenciais de um smartphone, mas a brincadeira pode acabar rapidamente se a memória interna do aparelho for limitada. “Em geral, a maioria dos usuários de smartphones não usa mais do que 2 gigabytes (GB) de aplicativos. O que exige mais espaço são fotos, vídeos e músicas, que podem ser armazenados no cartão de memória externo”, explica Daniel Hatkoff, sócio-diretor da Pitzi, empresa de proteção de smartphones e celulares contra acidentes.

O comportamento de uso também pode reduzir a capacidade da memória. “Uma coisa que a acontece bastante é a pessoa gravar mídias (fotos e vídeos) na memória interna ou colocar contatos telefônicos que poderiam ser gravados no chip”, lembra Hatkoff, que recomenda aparelhos com memória interna de, no mínimo, 2 GB.

A escolha da memória externa fica a critério do usuário. “O cartão de memória pode até mesmo ser usado como um pen drive, porem poderão haver tipos de arquivos que um smartphone não conseguirá ler”, alerta o diretor executivo da WG-7 Consultoria e Treinamento, Gilberto Russo, que treina equipes de vendas de celulares para operadoras.
"Existem muitos aparelhos sendo vendidos com a versão 2.3.X do Android e sem a perspectiva de atualização"
Ronaldo Prass, colunista  do G1

Sistema operacional


O consumidor também deve ficar de olho na versão do sistema operacional instalada em seu novo smartphone e se o fabricante realiza atualizações regulares. Caso contrário, pode ter problemas de segurança e compatibilidade de aplicativos. “Existem muitos aparelhos sendo vendidos com a versão 2.3.X do Android e sem a perspectiva de atualização. É recomendável investir num aparelho que tenha instalado pelo menos a versão 4.0.x ou superior”, afirma o colunista doG1, Ronaldo Prass.

O especialista nota que smartphones como iPhone e BlackBerry não possuem uma variedade tão grande de modelos disponíveis no mercado, mas pode-se observar uma regularidade na disponibilidade das atualizações. “Quando se trata de aparelhos com o sistema operacional Windows Phone é recomendável que venham com pelo menos a versão 7.8 instalada”, aconselha.

No site do Google (veja aqui) é possível verificar a versão do Android instalada em cada aparelho vendido com a plataforma. No Brasil, segundo a consultoria IDC, smartphones com Android representaram 87% dos modelos vendidos no primeiro trimestre.

Memória RAM

Aliada do processador, a memória RAM é responsável por garantir o bom funcionamento de múltiplas tarefas e aplicativos abertos simultaneamente no smartphone. “É a memória rápida do aparelho e não deve ser confundida com a ‘memória’ de armazenamento”, observa Hatkoff.

“Diferentemente da memória do HD, a memória RAM não armazena conteúdos permanentemente. É responsável, no entanto, pela leitura dos conteúdos quando requeridos, ou seja, de forma não-sequencial, por isso a nomenclatura, em inglês, de Random Access Memory (Memória de Acesso Aleatório)”, detalha o consultor Gilberto Russo.
90% dos aplicativos foram desenvolvidos para aproveitar somente um núcleo"
Cássio Tietê, diretor de marketing da Intel
Para smartphones de médio porte, os especialistas recomendam uma memória RAM de, no mínimo, 512 megabytes (MB).

Processador

O chip é o coração do smartphone. Conforme explica Dario Dal Piaz há microprocessadores compostos por mais de 20 conjuntos, sendo cada um responsável por um departamento do aparelho como conexão sem fio, câmera, aplicativos etc.

O desempenho do processador, no entanto, não está relacionado somente ao número de núcleos. Um chip dual-core não vai necessariamente duplicar sua capacidade. “O mercado criou um ‘cacoete’ de falar de core (núcleo), mas 90% dos aplicativos foram desenvolvidos para aproveitar somente um núcleo”, explica Cássio Tietê, diretor de marketing para tablets e smartphones da Intel para a América Latina.

A frequência do chip, hoje medida em gigahertz (GHz), pode ser mais importante do que os núcleos em alguns modelos, tanto no desempenho como no consumo de bateria do aparelho. “A métrica dos GHz mostra a máxima velocidade com a qual um processador vai trabalhar”, afirma o executivo da Intel.
Você ainda encontra muitos produtos 2G no mercado"
Leonardo Munin, analista de mercado da IDC
Conectividade


De nada adiantar ter um smartphone de última geração se ele não navega pelas tecnologias de banda larga 3G, e agora 4G, além de contar com conexão a redes Wi-Fi e Bluetooth. “A conectividade ainda não é uma característica de forte em smartphones. Você ainda encontra muitos produtos 2G no mercado”, afirma Leonardo Munin, analista de mercado da consultoria IDC Brasil.

Para verificar se seu smartphone é compatível com as tecnologias de banda larga móvel de terceira geração, a configuração do produto deve ser compatível com redes HSPA, HSPA+ e/ou HSDPA. Já aparelhos que também suportam redes 4G devem ter a tecnologia LTE em suas especificações.

Antes de partir para um smartphone 4G, no entanto, o consumidor deve verificar se o aparelho é compatível com a frequência de 2,5 GHz usada para a oferta do acesso 4G no Brasil (veja a lista de países compatíveis com o 4G brasileiro). Caso contrário, o aparelho vai se conectar somente às redes 3G.

Câmera

Mais do que a quantidade de megapixels, o consumidor deve observar o tempo de resposta entre acionar a câmera e fazer o clique. Para compartilhar fotos na rede, Daniel Hatkoff, recomenda câmeras com resolução de 5 megapixels. “É o suficiente para um uso normal da câmera do celular, compartilhando fotos em redes sociais como Instagram, já que imprimir foto é uma coisa que a maioria das pessoas não faz mais”, afirma. Para vídeos o ideal é começar com resolução HD (1.280 x 720 linhas).
O número de erros e o tempo para executar certas tarefas cresce quando o tamanho do display diminui"
Victor Mammana, Diretor do CTI Renato Archer
Outra dica é verificar a procedência da lente. A qualidade da foto depende muito mais dela e já há marcas de celular que utilizam lentes consagradas na fotografia. (Confira dicas de fotógrafos sobre como usar a câmera do celular).

Tela

Quanto maior a tela do smartphone melhor o aparelho? A resposta envolve usabilidade e ergonomia, conforme explica Victor Pellegrini Mammana, Diretor do Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer, em Campinas (SP).

De acordo com um estudo realizado pelo CTI, telas maiores ajudam na ergonomia sensorial e cognitiva, melhorando o uso. "O número de erros e o tempo para executar certas tarefas cresce quando o tamanho do display diminui", afirma Mammana. "Por outro lado sabemos que a 'pegada' do celular pode ficar menos confortável quando ele é muito largo. Neste caso, displays maiores podem prejudicar a ergonomia postural", conclui o especialista.

É importante diferenciar a resolução da tela e a tecnologia do display. "WVGA (Wide Video Graphics Array) e FWGA (Full Wide Video Graphics Array), por exemplo, se referem à resolução da tela (480 x 800 e 480 x 854, normalmente). Já TFT (Thin-film transistor) - variação da tela LCD (Liquid Cristal Dysplay) - e SuperAMOLED (Active-Matrix Organic Light-Emitting Diode) são tecnologias de display", explica Hatkoff. "Ambas são muito boas, mas SuperAMOLED é melhor para exibir vídeos e jogos, e TFT-LCD para navegar e ler", observa.

Fonte: Braun, Daniela . "G1 - Saiba escolher o smartphone mais indicado para presentear seu pai - notícias em Dia dos Pais 2013." G1 - O portal de notícias da Globo . http://g1.globo.com/dia-dos-pais/2013/noticia/2013/08/saiba-escolher-o-smartphone-mais-indicado-para-presentear-seu-pai.html (accessed August 1, 2013).

INFO: Eleitores pedem 'fim das regalias' em portal da reforma



São Paulo - Em uma semana de funcionamento do portal criado para ouvir sugestões para o anteprojeto de Reforma Política, o site do Grupo de Trabalho da Câmara dos Deputados já recebeu mais de 16 mil visitas e 64 mil acessos até o início da tarde desta quarta-feira.

Entre as ideias mais populares apresentadas pelos eleitores estão a criação de mecanismos para limitar os salários dos deputados e o fim do voto obrigatório, do voto secreto nas sessões, das "regalias parlamentares" (como cota para gastos dos congressistas) e dos cargos comissionados.

O portal recebeu até agora 14 mil votos em 126 ideias propostas e 113 tópicos de discussão foram criados. Segundo o coordenador do grupo, o petista Cândido Vaccarezza (SP), só um internauta apresentou uma sugestão que recebeu mais de 60 comentários.

Ao total, foram registradas 1016 participações, apesar dos trabalhos parlamentares só começarem na próxima semana, após o retorno do recesso branco. São Paulo lidera o ranking dos acessos por cidade(16,05%), seguida por Brasília (11,22%), Rio de Janeiro (8,71%), Belo Horizonte (6,75%) e Salvador (4,35%).

Em 90 dias de trabalho, o grupo deve realizar quatro audiências públicas, sendo a primeira no dia 15 de agosto. Já foram convidadas entidades civis, como a OAB, centrais sindicais e o Movimento Passe Livre, que comandou as primeiras manifestações contra o reajuste do transporte coletivo no País.

Vaccarezza disse que no grupo pretende discutir os temas de acordo com as características das propostas e que vai propor ao presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que sejam votados os projetos de iniciativa popular. Ainda de acordo com ele, financiamento de campanha e sistema eleitoral são os pontos mais sensíveis da discussão.

Fonte: "Eleitores pedem 'fim das regalias' em portal da reforma | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/internet/2013/07/eleitores-pedem-fim-das-regalias-em-portal-da-reforma.shtml (accessed August 1, 2013).

Information Week: Cidades inteligentes puxam investimento do governo em TI, diz Forrester



Governos das três esferas – municipal, estadual e federal – estão investindo em tecnologia para conseguir alcançar uma abordagem mais inteligente com base em seus orçamentos, para oferecer serviços públicos adequados ao orçamento com a tecnologia como aliada. A analista Jennifer Belissent, da Forrester Research, alerta para a oportunidade para fornecedores de serviço de TI nesse segmento, bem como para o risco de falhas em nesses projetos, com alto nível de investimento, caso governos não consigam estabelecer parcerias efetivas.

“Líderes municipais procuram maneiras de transformar sustentavelmente os recursos da cidade, como transporte, saúde e segurança pública, e melhorar a cidade como um todo. Cada vez mais eles aumentam a participação da tecnologia para essas transformações”, escreve a especialista.

O setor do governo está mais propenso a aumentar o orçamento para TI em comparação com outras áreas da indústria – em especial os governos municipais, pois 38% dos tomadores de decisão nessa esfera esperam elevar entre 5% e 10% os gastos com consultoria, segundo levantamento da Forrester. Ainda, 2% têm planos de que esse aumento seja maior de 10%. “Ou seja, governantes locais estão se voltando a especialistas para auxiliar no real significado de ‘cidade inteligente’”, defende Jennifer.

Para ela, o foco deve ser direcionado a provedores de serviço de TI para otimizar a efetividade das iniciativas públicas. Nos últimos dois ou três anos, eles investiram na área de cidades inteligentes para tornar suas ofertas mais relevantes frente aos desafios urbanos. “Em particular, ativos de softwares reutilizáveis permitem soluções mais rápidas e redução de custos de implantação”, opina a especialista.

“Esse é um mercado dinâmico, com novos produtos e serviços sendo lançados regularmente”, reconhece Jennifer. Assim, ela recomenda um mapeamento entre fornecedoras de soluções e serviços de TI para encontrar soluções que se adequam à infraestrutura municipal, que não pode ser manejada sozinha.

Fonte: "Cidades inteligentes puxam investimento do governo em TI, diz Forrester - Information Week." Information Week. http://informationweek.itweb.com.br/14991/projetos-de-cidades-inteligentes-puxam-investimento-do-governo-em-ti-diz-forrester/ (accessed August 1, 2013).

INFO: Mobilidade aumenta produtividade sem comprometer segurança


 
Com smartphones, tablets e notebooks, colaboradores 
podem acessar dados da empresa de qualquer lugar.

São Paulo - O surgimento de dispositivos móveis com alta capacidade de processamento e de armazenagem de dados, como tablets, smartphones e notebooks, causou inúmeros impactos no dia a dia das empresas. Os mais visíveis deles são os enormes ganhos de mobilidade e produtividade. Com um tablet em mãos, por exemplo, é possível consultar relatórios, responder e-mails e até processar vendas a partir de qualquer conexão Wi-Fi, mesmo que o colaborador esteja a milhares de quilômetros da sede da empresa.

Apesar desses ganhos, o uso de dispositivos móveis também apresenta novos e crescentes desafios aos CIOs. Afinal, com a adoção da mobilidade, os dados estratégicos que sua empresa se esforça em proteger saem do escritório diariamente, nos bolsos de seus colaboradores, em tablets, smartphones e notebooks. Planilhas, relatórios e projetos salvos na rede corporativa são copiados em equipamentos que deixarão a empresa e serão acessados, por meio de serviços em nuvem, de qualquer tipo de computador ou conexão. 

Segundo Antonio de Godoy, professor de gestão da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA–USP), essa tendência tem seu lado positivo, mas deve ser trabalhada com cuidado para proteger dados sensíveis. “As informações estratégicas devem estar cercadas de cuidados de segurança, como o uso de senhas em duplicidade, conexões seguras e até uso de encriptação de dados”, afirma Godoy.

Na avaliação de Anderson Esteves, especialista em segurança da informação da consultoria Dexis, a adoção de serviços móveis é inevitável por empresas de todos os portes, mas os riscos envolvidos nesse processo podem ser minimizados. “É possível aliar os ganhos de produtividade a políticas de uso elaboradas especificamente para proteger os dados das empresas”, afirma Esteves.

Proteção em escala – De acordo com Esteves, o primeiro desafio dos CIOs é definir quais informações precisam ser acessadas por quais tipos de colaboradores. “Motoristas, vendedores e designers, em geral, não têm acesso a dados estratégicos ou com informações de impacto legal. Portanto, devem ter permissões mínimas de uso dos sistemas empresariais, como os softwares de gestão corporativa ERP, e devem usar aplicações em nuvem com permissionamento de acesso restrito. Assim, se perderem seus smartphones ou forem alvo de códigos maliciosos, o prejuízo em termos de segurança da informação será mínimo”, diz Esteves.

O especialista afirma, no entanto, que gestores de nível médio, consultores e profissionais do RH, que têm acesso a uma camada mais sensível dos dados corporativos, devem ser orientados a adotar procedimentos específicos. Para que o smartphone, por exemplo, acesse o e-mail da empresa ou o notebook de trabalho acesse sistemas de ERP, é preciso implementar processos de validação de identidade mais complexos.

“O CIO deve calcular riscos envolvidos, custos de implementação de regras de segurança e eventuais impactos na produtividade dos colaboradores da maior ou menor restrição de regras de acesso”, afirma Esteves. A partir das simulações desenhadas pelo CIO, o CEO pode tomar a decisão mais adequada para a política de segurança de dados de sua empresa.

Entre os processos que podem ser implementados para profissionais de nível médio estão o uso de softwares que exigem senha complexa no smartphone, aplicações que pedem troca da senha de forma periódica, autenticação dupla com uso de tokens físicos ou geradores de senha virtuais, até a adoção de VPNs, redes privadas para o tráfego de dados entre o colaborador remoto e os servidores de dados da empresa.

Já para os casos mais avançados, como executivos com alto poder de decisão, auditores, diplomatas ou funcionários do setor financeiro, os cuidados com o uso de dispositivos móveis e acessos aos sistemas de armazenamento de dados devem ser altamente sofisticados. “Os dispositivos dessas pessoas devem suportar a utilização de senhas complexas e expiráveis, a eliminação remota de informação, criptografia com nível militar de dados de e-mail e processos de eliminação automática de informações depois de seguidas tentativas de autenticação falhas”, afirma o especialista Esteves.

Tudo, é claro, para uso em redes internas da empresa ou via VPN criptografada para acesso remoto.
Segundo o engenheiro especialista em encriptação de dados da Faculdade de Engenharia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Edson Souza, a adoção de barreiras como as descritas por Esteves e, em particular, o uso de protocolos seguros como HTTPS e Tor, que encriptam dados, transformam o uso de dispositivos móveis em algo muito mais seguro.

“A criptografia não é indestrutível, mas, para quebrar uma informação protegida, é necessário, às vezes, anos de uso de um supercomputador dedicado a abrir uma única senha, o que torna a espionagem de terceiros inócua ou economicamente inviável”, diz Souza.

As alternativas para proteger os dados de sua empresa, apesar da disseminação da mobilidade, são muitas, com diferentes níveis de proteção e custos. Caberá ao CIO e CEO decidirem qual a melhor estratégia para suas empresas.

Fonte: "Mobilidade aumenta produtividade sem comprometer segurança | INFO." INFO | Notícias, reviews, downloads, dicas e fóruns de tecnologia e internet. http://info.abril.com.br/noticias/it-solutions/2013/07/dispositivo-movel-pode-aumentar-produtividade-sem-comprometer-seguranca.shtml (accessed August 1, 2013).